31 dezembro, 2012

Nestlé Waters e Ambev formam acordo de distribuição [Portal Newtrade]

A Nestlé Waters, divisão de águas do Grupo Nestlé, e a Ambev acabam de fechar um acordo para distribuição das marcas de água Nestlé Pureza Vital e São Lourenço. Válido para a Região Sudeste e para os Estados do Paraná e da Bahia, neste último exclusivamente para a marca São Lourenço, a Nestlé se beneficiará da ampla malha de distribuição da Ambev. Já a Ambev complementará seu portfólio de bebidas ao oferecer as águas da Nestlé. O acordo estratégico destina-se aos canais bar, mercearias, padarias, adegas e supermercados de pequeno e médio porte.
“A expertise da Ambev com a operação logística vai assegurar que o consumidor encontrará nossos produtos em mais locais e pontos de venda com o reconhecido padrão de qualidade Nestlé. Este acordo contribuirá para acelerar nosso crescimento e será, sem dúvida, um win-win para ambas as partes.”, afirma Alexandre Carreteiro, diretor geral da Nestlé Waters no Brasil.
Segundo Ricardo Moreira, diretor de Refrigenanc (refrigerantes e não carbonatados) da Ambev, “o portfólio de bebidas não alcoólicas, que já conta com marcas Pepsi, Guaraná Antarctica, Soda Limonada e Sukita, entre os refrigerantes, Lipton, no segmento de chás gelados, Gatorade, líder entre os isotônicos, e com o energético Fusion, agora encontra este complemento perfeito com marcas de águas muito reconhecidas, agregando valor aos consumidores e clientes.”
Serão distribuídas Nestlé Pureza Vital e São Lourenço, com e sem gás, em embalagens de 300 ml; 510 ml; 1,2l e 1,5l. O acordo contemplará a Região Sudeste e os Estados do Paraná e Bahia, áreas de maior consumo de água engarrafada em embalagens de pequeno formato (menos de 20l). Trata-se de um mercado total de 13 bilhões de litros no Brasil e que já movimenta US$ 8,2 bilhões, de acordo com informações da consultoria Zenith International.
Os termos da parceria já foram aprovados pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).
 
Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://newtrade.com.br/noticia/nestle-waters-e-ambev-estabelecem-acordo-de-distribuicao ; acesso em 31/12/2012.
 
Nota: Em tempos de restrições de trânsito de veículos de transporte de cargas, controle de custos operacionais, redução na emissão de gases de efeito estufa, é forte a tendência de realização de acordos semelhantes ao descrito aqui. Neste contexto, cada vez mais, as empresas buscam identificar similaridades e oportunidades de compartilhamento de suas estruturas. Aproveitando a oportunidade, desejamos um excelente 2013 a todos que acompanham o Armazena e Movimenta!

24 dezembro, 2012

Comércio eletrônico luta para entregar produtos a tempo [Jornal Nacional]

Assista a matéria apresentada na edição de 22/12/2012 do Jornal Nacional sobre o esforço de empresas de comércio eletrônico para entrega dos produtos vendidos antes do Natal.

Fonte: Jornal Nacional; disponível em http://g1.globo.com/jornal-nacional/videos/t/edicoes/v/comercio-eletronico-luta-para-entregar-produtos-a-tempo/2309310/ ; acesso em 23/12/2012.

18 dezembro, 2012

Indústria paranaense assume compromisso com a logística reversa [Observatório da Indústria - FIEP]

O governador Beto Richa [do estado do Paraná], o secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jonel Yurk, e o presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, assinaram na segunda-feira (10/12) os termos de compromisso de 11 setores da economia paranaense com a Logística Reversa. A medida visa adequar o setor produtivo do Estado para atender à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), aprovada pelo Congresso Nacional em 2010, que institui a obrigatoriedade da Logística Reversa, ou seja, o caminho contrário que o produto faz após o seu consumo, passando por toda cadeia produtiva, voltando até o fabricante, que lhe dará a destinação final ambientalmente correta.
No Paraná, esta regulamentação é conduzida pela Sema, que lançou este ano um edital convocando a indústria do Estado a se comprometer com esta prática, que envolve também o comércio, importadores e os consumidores. Dos 100 sindicatos industriais de base estadual filiados à Fiep, 65 já se comprometeram com a secretaria.
A convocação tem como objetivo construir a proposta para Logística Reversa de forma conjunta, pelo governo e pela indústria do Estado. Segundo o governador, o diálogo foi a tônica dessas discussões “Assinamos um pacto com as indústrias, em um processo democrático e transparente. Quem ganha com isso é a natureza e todos nós. Fico feliz de ter essa parceria produtiva e de resultados extraordinários para nosso Estado”, disse.
 
Fonte: Observatório da Indústria - FIEP; disponível em http://www.fiepr.org.br/boletimobservatorio/News10739content202956.shtml ; acesso em 17/12/2012.

13 dezembro, 2012

Infraestrutura precisa atrair US$ 100 bi por ano [Portal Logweb]

Os investimentos em infraestrutura no Brasil poderão alcançar entre US$ 500 bilhões e US$ 700 bilhões em cinco anos. A estimativa é da presidente da Standard & Poor's para o Cone Sul, Regina Nunes.
"É uma média de US$ 100 bilhões por ano de recursos necessários para modernizar vários setores fundamentais para o País, como rodovias, portos e aeroportos", afirmou. Segundo ela, entre esses recursos está uma parcela dos investimentos previstos para o pré-sal que, se fossem considerados integralmente, elevariam o montante para US$ 1 trilhão.
Ela apontou que a própria classificação de risco do Brasil poderia ser elevada se o País tivesse uma melhor infraestrutura - a nota do Brasil é BBB, cuja perspectiva estável tem viés positivo para o médio prazo.
A presidente da Standard & Poor's se mostrou otimista e disse acreditar que, conforme os novos investimentos forem sendo feitos, isso deve ocorrer. "Na medida em que os investimentos do setor de logística e transportes começam a maturar, em poucos anos isso vai reduzir os custos das empresas, o que vai baixar pressões sobre inflação e elevar o PIB potencial."
Velocidade. O presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, concorda com a importância da infraestrutura para o desempenho do Brasil. "Temos de utilizar a infraestrutura como fator indutor da atividade econômica", disse. "Precisamos ter uma logística que dê competitividade ao nosso setor produtivo."
Mas ele admitiu que o governo tem deixado a desejar no ritmo de execução das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Figueiredo defendeu, porém, o programa e afirmou que o nível de execução vem melhorando.
"O PAC trouxe uma grande novidade, que é o fato de todas as obras terem recursos para começar e acabar. Ele trouxe essa condição financeira para executar as obras. Também trouxe para o setor público o compromisso com prazos. Hoje só é possível identificar atraso nas obras porque há um cronograma", disse, ressaltando que a cada quatro meses o governo presta contas à sociedade sobre o andamento dessas obras. [O Estado de S.Paulo]
 

09 dezembro, 2012

Tesco (Home Plus) - Vitrines virtuais

O vídeo abaixo mostra a solução adotada pela Tesco (Home Plus) para aumentar suas vendas na Coréia sem que fosse necessário abrir novas lojas. Um ótimo exemplo da aplicação de criatividade e tecnologia a serviço do varejo.




14 novembro, 2012

Plataformas niveladoras de docas [Logweb]

O bom desempenho da economia brasileira e a ascensão do mercado logístico fez com que o setor de plataformas niveladoras de docas se tornasse mais competitivo e tivesse um crescimento elevado nos últimos anos. Em busca de rapidez de respostas, as empresas têm investido cada vez mais nesse mercado, no intuito de impulsionar seus processos de carga e descarga de produtos.
Para grande parte dos executivos do setor entrevistados pela Logweb, essa é uma tendência que deve se manter nos próximos anos, e a competição que ela traz exigirá constantes investimentos em tecnologia e infraestrutura por parte dos fabricantes.
“A construção de galpões, centros de distribuição e condomínios logísticos, entre outros, todos considerando a tecnologia atual empregada na logística de distribuição, tem sustentado um sólido crescimento para o mercado das niveladoras de doca, que passaram a ser itens essenciais nesses novos prédios”, afirma Edson Salgueiro Junior, diretor da Tailtec Equipamentos Hidráulicos – divisão Docktec (Fone 11 3686.8669).
“Com o aquecimento do setor logístico, o mercado de plataformas niveladoras está em ascendência, pois cada vez mais as empresas precisam tornar bem mais ágeis seus processos logísticos, e para isso, o uso de niveladores de doca é indispensável” explica Elenice Fernandes, gerente de marketing da Rayflex Portas Flexíveis (Fone 11 4645.3360). [CONTINUA]

Fonte: Portal Logweb; disponível em http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/30540/plataformas-niveladoras-de-docas-agilidade-requerida-no-setor-logstico ; acesso em 14/11/2012.



13 novembro, 2012

Produção Enxuta [Infoescola]


A nomenclatura – Produção Enxuta – é dotada de vários sinônimos: TPS (Toyota Production System ou em português – Sistema Toyota de Produção), Lean Manufacturing, Produção Lean e Lean Thinking. E ainda, segundo o professor Osny Augusto Júnior, algumas organizações acabam por criar uma denominação própria para essa filosofia quando integrada a seu sistema de gestão, como é o caso das gigantes Bosch (BPS – Bosch Production System), Volvo (VPS – Volvo Production System) e HP (Produção com Inventário Zero).
A organização ao render-se à Produção Enxuta, quebra o velho paradigma da produção em massa, pois passa a operar a partir do chamado sistema puxado, ou seja, deixa muitas vezes de utilizar a capacidade máxima de sua planta e começa a produzir em concordância com a demanda do mercado. Logo, a frase “Máquina parada é prejuízo”, a partir da filosofia da Produção Enxuta, passa a ser repensada.
Dentro da literatura administrativa, o termo possui uma vasta gama de definições, entretanto todas estas concernem no sentido de que esta é uma filosofia tende à produção sem desperdício. E, acerca dessa afirmativa, o professor Eudes Luiz Costa Junior relata que a maneira mais eficiente para se atingir alto nível de desempenho é a redução das ineficiências inerentes ao sistema. E dentro de um contexto produtivo, essas ineficiências são conhecidas como os sete desperdícios na produção:
1. Superprodução;
2. Estoque;
3. Espera;
4. Transporte;
5. Defeitos;
6. Movimentação nas operações;
7. Processamento.
Dentro dessa filosofia produtiva, de modo geral, os fornecedores entregam lotes racionalizados, o que torna o trabalho fabril mais leve no sentido de não acarretar, por exemplo, grandes estoques. E a respeito da estocagem, essa é uma prática vista como desagregadora de valor ao produto, pois os custos intrínsecos a sua existência quando repassados ao consumidor tornam a empresa menos competitiva.
Além disso, um dos fatores cruciais dentro de todo esse contexto é a da capacitação das equipes de trabalho, pois uma vez que a Produção Enxuta é uma filosofia e não uma ferramenta ou um sistema, as pessoas envolvidas no processo tornam-se as responsáveis pelo sucesso, ou não, das ações.
Por fim, é provado que esse modelo produtivo é capaz de, desde que bem aplicado, reduzir os custos de uma empresa de modo significativos através da redução do set-up*, do lead time**, de despesas referentes à manutenção de equipamentos, da minimização de movimentações e transportes desnecessários e da estocagem mínima.
*Processo de mudança da produção de um item para outro em uma mesma máquina ou equipamento que exija troca de ferramenta e/ou dispositivo.
**Tempo entre o momento de entrada do material até à sua saída do inventário.
 
Referências:
COSTA JUNIOR, Eudes Luiz. Gestão em processos produtivos. Curitiba: Ibpex, 2008.
OSNY AUGUSTO JUNIOR. Estrutura e métricas seis sigma. Curitiba, 2010.
 
Por Rogério Ramos

Fonte: Infoescola; disponível em http://www.infoescola.com/administracao_/producao-enxuta/ ; acesso em 04/11/2012.

05 novembro, 2012

Esteja pronto para dizer adeus à cadeia de suprimentos como nós conhecemos [DC Velocity]

O som do alerta de H. Ross Perot está de volta. Só que desta vez não é o México que desvia empregos nos EUA em um mercado pós-NAFTA. Na verdade, não tem nada a ver com empregos ou México. Pelo contrário, são os usuários finais tirando o controle dos produtores e retalhistas na cadeia de suprimentos.
A mudança para uma "demand-pull", modelo que tem sido assunto de muito debate desde que a Internet se tornou um canal comercial sustentável. Mas, como o e-commerce explode, a influência dos usuários finais é cada vez mais forte. Essas pessoas têm expectativas muito claras quando se trata de como e quando os itens serão entregues.
Na visão de futuro das empresas, o debate está dando lugar à ação. Vários meios de comunicação, incluindo o DC Velocity [http://www.dcvelocity.com], têm relatado que a Amazon.com está pronta para ampliar seu nível de serviço, para que ela possa realizar entregas no mesmo dia. Há alguns dias, em meados de outubro, foi noticiado que o Wal-Mart e o site de leilões online e-Bay estavam testando entregas no mesmo dia. Não ficariamos surpresos de ver outros varejistas ir pelo mesmo caminho.
Na frente, a UPS Inc. há 14 meses apresentou um serviço chamado "My Choice", que deu ao consumidor a flexibilidade de escolher quando e onde ele quer que os pacotes sejam entregues.
O lançamento foi o reconhecimento da UPS que, pela primeira vez em sua história de 105 anos, alterou a sua forma de entrega de pequenas encomendas. "Nossos clientes sempre foram os carregadores", disse Alan Amling, vice-presidente da UPS, na recente Conferência Global Anual do Conselho de Profissionais de Supply Chain Management (CSCMP) .
Wal-Mart, Amazon e UPS são diferentes tipos de empresas a seguir caminhos diferentes. Mas seus destinos são os mesmos: as carteiras dos usuários finais. Muitos desses usuários finais estão na faixa de idade de 35 anos e desejam seus bens como, quando e onde eles querem, e com frete grátis.
Em uma apresentação na conferência CSCMP, a transportadora regional OnTrac usou a frase "Da minha maneira, de imediato, por que pagar?" para descrever a atitude do grupo etário 18-34. A mentalidade pode passar por arrogância, mas as empresas não podem ignorar este pensamento. Apesar de uma economia lenta [nos EUA], consumidores da Geração Y aumentaram seus gastos em 31% no ano passado, segundo dados da Forrester Research citados na apresentação da OnTrac.
Quanto ao que o futuro reserva, a Forrester prevê que as vendas on-line, que atingiram US$ 200 bilhões em 2011, vão crescer 60% ao longo dos próximos cinco anos. As transações Business-to-Consumer [B2C] já representam mais de 40% de todo o tráfego de encomendas, uma relação que tende a aumentar.
Dadas essas tendências, parece claro que a cadeia de fornecimento de 2020 ficará radicalmente diferente do que é hoje. O transporte rodoviário atuará em menores distâncias. Vários hubs aéreos e terrestres surgirão. Armazéns e centros de distrbiução serão projetados e localizados com o modelo de atendimento ao consumidor em mente, e irão operar no round-the-clock-mode com robôs desmembrando paletes em pequenas remessas num ritmo em que o trabalho manual não pode igualar. As companhias regionais de encomendas que já trabalharam muito tempo na sombra da UPS e FedEx vão prosperar para atendimento de demandas de curta distância, serviços de entrega flexíveis, que são sua especialidade. E haverá novas oportunidades de emprego, como carregadores, transportadores, terceiros, e armazéns, criando posições de alto nível dedicados ao atendimento do e-commerce.
Para a maioria, se não para todos, a estratégia e execução será destinada a satisfazer uma nova classe de poder: o usuário final.

Fonte: DC Velocity: Get ready to say goodbye to the supply chain as we know it; disponível em http://www.dcvelocity.com/articles/20121029-get-ready-to-say-goodbye-to-the-supply-chain-as-we-know-it/ ; acesso em 02/11/2012; tradução livre.

31 outubro, 2012

Varejistas implantam centros de distribuição em novos mercados [Portal Newtrade]

O varejo no Brasil está em expansão. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas acumulam alta de 7,5% entre janeiro e julho. Nesse cenário, São Paulo permanece como o maior mercado do País, mas outros Estados ganham destaque. No mesmo período, por exemplo, o Paraná e o Rio Grande do Sul apresentaram crescimento acima da média nacional – respectivamente 10,11% e 7,89%.
De acordo com Rodrigo Demeterco, presidente de uma empresa especializada em infraestrutura logística, antigamente muitos varejistas concentravam seus centros de distribuição em São Paulo e, a partir destes pontos, atendiam outros estados. Com isso, várias cidades eram abastecidas apenas por caminhões. Hoje, contudo, ele afirma que o cenário é outro.
"Para atender melhor os diversos estados, além dos da região Sudeste, é necessário descentralizar as operações e assim chegar mais rapidamente a mercados que são cada vez mais importantes", analisa. "Para isso, é preciso avaliar as opções de espaços disponíveis adequados à instalação de uma operação logística eficiente".
Com este cenário, segundo Demeterco, os condomínios logísticos são a melhor opção para empresas que estão expandindo para novos mercados. "Além de todos os benefícios estruturais e infraestruturais de um empreendimento moderno e preparado para operações logísticas, os armazéns já estão prontos para a ocupação, o que agiliza o processo e diminui o investimento necessário para implantação de um CD em outras regiões", explica.
Os condomínios logísticos são espaços que reúnem armazéns que podem ser divididos em módulos menores independentes - utilizados por diferentes ocupantes. Cada um deles é responsável pela manutenção de sua área privativa, contudo, as despesas com serviços e manutenção das áreas comuns são divididas. É possível alugar desde um armazém inteiro até uma parte dele, o que faz com que os condomínios recebam operações dos mais diversos portes.
"Custos como segurança e portaria, por exemplo, são rateados entre os ocupantes, o que propicia uma relação custo-benefício mais vantajosa", diz Demeterco. "Além disso, com um investimento menor, se comparado ao de construção e manutenção de um armazém próprio, é possível instalar as operações de armazenagem em espaços bem localizados e com infraestrutura de ótima qualidade".
Devido à localização privilegiada dos condomínios, próximos a importantes mercados consumidores e às margens de rodovias, uma das vantagens que mais se destaca é a redução no tempo e no desempenho das entregas ao cliente/usuário, de acordo com Demeterco. "Isso tudo sem mobilizar o capital da empresa com despesas de construção e manutenção de um imóvel".

Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://www.newtrade.com.br/noticia/varejistas-implantam-centros-de-distribuicao-em-novos-mercados?utm_source=MailingList&utm_medium=email&utm_campaign=Newsletter+%2823%2F10%2F2012%29 ; acesso em 28/10/2012.

23 outubro, 2012

As 7 etapas da armazenagem - Infográfico [IMAM - Intralogística]

Clique na imagem abaixo e veja o infográfico elaborado pela revista Intralogística com as 7 etapas da armazenagem.


Fonte: Revista Intralogística; disponível em http://www.imam.com.br/revistaintralogistica/infograficos/as-7-etapas-da-armazenagem ; acesso em 18/10/2012.

17 outubro, 2012

Medição das emissões nas cadeias de suprimentos [APICS]

Empresas procuram reduzir os riscos e maximizar as oportunidades em suas cadeias de fornecimento globais. A correspondente da Forbes, Manish Bapna, escreve que grandes empresas multinacionais, incluindo a Honda, a BASF e a SAP estão aproveitando a medição de gases de efeito estufa em toda sua cadeia de valor, não apenas para promover o meio ambiente, mas porque é bom para a sua reputação, seus perfis de risco e identificaçãco de oportunidades para inovação.
Muitas outras multinacionais seguem por esse caminho. Segundo uma pesquisa do Carbon Disclosure Project, 70 por cento das maiores empresas globais mediu as emissões da cadeia de valor em 2011, contra cerca de 50 por cento em 2010. Um motivador para este comportamento é demanda dos clientes. Clientes de varejo e corporativos exigem, cada vez mais, evidências de que os fabricantes  aplicam os princípios de sustentabilidade para os produtos que produzem, assim como suas cadeias de suprimentos.
Ao examinar os impactos ambientais em fornecedores, as empresas também aumentam a sua consciência do potencial de riscos ambientais, incluindo a escassez de água e mudanças climáticas. Mais de quatro quintos dos entrevistados indicaram que as alterações climáticas representam um risco real para a empresa, com 37 por cento considerando-o um "perigo real e presente".
Finalmente, a medição das emissões da cadeia de valor pode levar a aumentos de eficiência e redução de custos. Adotar uma consciência de sustentabilidade para a cadeia de suprimentos ajuda concentrar esforços para melhorar o design de produtos e para outras oportunidades de inovação.

Fonte: e-news APICS, vol. 12, n. 20, 16/10/2012. [Tradução do blog]

02 outubro, 2012

Site compara custo-benefício para transporte de cargas [Noticenter]

A regra geral para quem quer comprar é pesquisar, comparar e pechinchar. Já quem quer vender está atrás do melhor preço com o menor custo. No entanto, a falta de opção ou conhecimento de mercado faz com que se pague mais caro por determinado produto ou serviço.
Com o objetivo de democratizar o mercado de transporte de cargas e fretes, o site Axado (www.axado.com.br), desenvolvido em Florianópolis, surge como uma opção para pessoas físicas e pequenas e médias empresas.
O site é um serviço em que qualquer pessoa pode acessar e pesquisar qual empresa oferece o melhor custo-benefício para transportar uma encomenda. Quem quiser enviar um presente de Florianópolis a Belo Horizonte, por exemplo, pode visualizar direto no Axado as opções de transporte da carga - aérea, rodoviária ou marítima -, prazo de entrega e, principalmente, o custo para atender o pedido.
Guilherme Reitz, um dos fundadores da empresa, ao lado de Leandro Baptista, explica que muitas vezes a parceria com uma só transportadora não oferece o melhor custo benefício para todo o catálogo de uma empresa.
“Para pequenos e médios empresários que precisam enviar seus produtos a diversas localidades, o Axado apresenta no mesmo ambiente virtual várias opções para contratar o frete que oferece o preço mais competitivo para enviar cada produto”, acrescenta Reitz. Ao proporcionar essa liberdade de escolha, a ferramenta gera mais economia à empresa.
Com o serviço é possível comparar preços, prazos, formas de pagamento e qualificações de transportadoras. O cliente ainda pode optar pela oferta de mercadorias que mais se adéqua a sua necessidade.
A solução possibilita que o usuário não perca tempo ligando ou enviando e-mails para diversas transportadoras a fim de obter informações sobre uma determinada demanda logística.
No site, as ofertas de frete também são agrupadas e organizadas no mesmo lugar, facilitando o processo e tornando-o mais rápido e acessível. De acordo com os empreendedores, a solução “é novidade para um mercado que atualmente passa por uma transformação logística impulsionada pela facilidade do acesso à internet e pelo desenvolvimento acelerado da área de tecnologia da informação”.
A nova versão do serviço conta com o recurso de pesquisa através do CEP de qualquer localidade do país. Ainda é possível consultar e incluir múltiplos volumes de uma só vez. A empresa também amplia continuamente sua base de transportadoras parceiras, para que o usuário tenha uma oferta sempre atualizada para sua demanda de frete. 
Desenvolvido por jovens recém-graduados de Florianópolis, o site Axado é produto da start-up homônima que, desde o início de 2011, desenvolve tecnologia para facilitar a vida de quem precisa contratar o serviço de transportes de produtos e cargas para as diversas regiões do território brasileiro.
Em 2011, por meio do investidor anjo Marcelo Amorim, a empresa recebeu um aporte financeiro da Jacard Investimentos - atualmente está na segunda rodada de investimentos.
Para os próximos meses, através da obtenção de recursos, os empreendedores pretendem investir em novos produtos da empresa, como plataforma para cálculo de frete em e-commerce, plataformas C2C e portais de e-procurement.
 
 

25 setembro, 2012

Os países nota dez (e nota zero) em logística [Exame.com]

Cingapura é exemplar quando o assunto é logística. Essa é uma das conclusões possíveis com o índice do Banco Mundial que mede quão “amigável” é a logística dos países. Na ponta contrária, com as piores condições, fica o Burundi, país da África.
O ranking leva em consideração as condições de todo sistema logístico, que pode incluir portos e meios de transporte terrestre e aéreo. As 155 regiões e países estudados para a lista recebem uma nota e o primeiro colocado fez 4,13 pontos.
O Brasil ficou em 45º lugar no ranking global, com 3,13 pontos.
 

23 setembro, 2012

ABB transporta maiores transformadores HVDC do mundo [Logweb]

A ABB (Fone: 0800 014.9111), atuante no setor de tecnologias de energia e automação, acaba de transportar os maiores transformadores HVDC [High Voltage Direct Current] do mundo, que irão integrar o Projeto Rio Madeira, rede de transmissão que conectará duas hidrelétricas no Noroeste do Brasil até São Paulo, cobrindo uma área de 2.500 quilômetros.
Os sete transformadores HVDC de 600 kV que foram transportados estão entre os principais componentes que irão regular o fluxo de energia e facilitar a eficiência e confiabilidade da eletricidade que será transmitida para os consumidores por longas distâncias. Cada tanque do transformador tem peso líquido de 400 toneladas.
A longa viagem, feita por meio de oceanos, cidades, vilas, ferrovias, rodovias e navios, teve um planejamento e logística bem detalhados para que fosse possível partir de Ludvika, na Suécia, e chegar ao destino final de Porto Velho, no Brasil.
“Dentre os principais desafios desse transporte estavam a necessidade de estabelecer o trajeto baseado no peso e nas pontes disponíveis no caminho do transporte. É necessário fazer um estudo de todo o trajeto para verificar os limites das pontes e principais restrições do trajeto, bem como obter as devidas licenças para rodar com os diferentes agentes nas estradas privatizadas, priorizando a segurança no carregamento e descarregamento nos diversos tipos de transporte, como balsa e navio”, avalia Felipe Nobre, gerente da divisão sistemas de potência – HVDC da ABB no Brasil. Segundo Nobre, primeiro é necessário avaliar as dimensões e o peso do transformador que será transportado e definir o conjunto transportador adequado para essa operação, conforme normas brasileiras. Com base nestas informações, é feito o estudo do trajeto e viabilidade que identifica as possíveis interferências, restrições geométricas e estruturais do trajeto. Além disso, também é realizada uma análise das condições de acesso ao local de instalação do transformador, resistência do solo, bem como o plano de descarga (pórtico, manual ou guindaste). “Toda a operação deve ser planejada de modo a garantir a integridade do equipamento e segurança da operação e que todos os aspectos legais sejam cumpridos”, continua.
A primeira etapa da viagem foi feita por ferrovia e transportou os equipamentos de Ludvika para o porto Sueco de Oxelösund, de onde foram encaminhados para a cidade de Manaus, AM, em um navio. Apenas essa jornada no Atlântico teve duração de 20 dias.
Em Manaus, cada transformador foi cuidadosamente colocado em uma grande embarcação para continuar a viagem até o Rio Madeira, em Porto Velho. Por conta do peso dos transformadores, era preciso que o rio estivesse com 7 metros de profundidade para que a embarcação pudesse navegar e isso só podia ser garantido durante as chuvas de outono. De Porto Velho até o destino final foram percorridos 20 quilômetros. Nessa etapa final, os transformadores foram colocados em um trailer gigante, conduzido por cinco caminhões que o transportaram pelas rodovias locais. Essa jornada foi concluída com a chegada dos transformadores ao destino final e instalação na subestação.
“Além de adequar pesos e dimensões dos equipamentos aos conjuntos transportadores, é necessário atuar com equipes de operações especializadas e respeitar os horários determinados de tráfego, que limitam o trânsito deste tipo de carga. Também existe o acompanhamento de órgãos competentes de tráfego, esta-duais e federais, concessionárias, companhia de energia e telefonia durante todo o processo. Mas, o diferencial do transporte de um transformador para outros tipos de cargas excedentes está no monitoramento da integridade da carga, feito por meio de um registrador de impacto instalado nele, que identifica qualquer tipo de impacto longitudinal, transversal e vertical no equipamento”, afirma Nobre.
Ao todo, foram gastos R$ 51 milhões no transporte da transmissão do projeto Rio Madeira, excluindo as linhas de transmissão e, dentre as próximas operações da ABB, está a atuação no projeto transmissão de Belo Monte.
 
 

12 setembro, 2012

Os robôs e os empregos no varejo e na logística [Logistics Viewpoints]

Li um post no blog Logistics Viewpoints (que pode ser traduzido como ponto de vista logístico) a respeito de um robô chamado AndyVision, que desenvolve atividades de controle de inventário, identificação de produtos a serem repostos, entre outras. O autor Adrian Gonzales utiliza este exemplo para chamar uma reflexão sobre os impactos do desenvolvimento tecnológico e seus produtos sobre a oferta e demanda por mão de obra, em especial nos setores do varejo e de operações logísticas.
O título original do post é "Robots and the future of retail and logistics jobs" e  traz um vídeo de apresentação do AndyVision. Recomendo aos que nos acompanham a leitura do post na íntegra, disponível no endereço:
 http://logisticsviewpoints.com/2012/09/12/robots-and-the-future-of-retail-and-logistics-jobs/.
 
Boa leitura!

07 setembro, 2012

Chapecó recebe terceira edição da Logistique [Noticenter]

De 23 a 26 de outubro, Chapecó sediará a 3ª Feira Internacional de Logística, Transporte e Comércio Exterior – Logistique. O evento vai receber 185 expositores, 15 mil visitantes e deve movimentar R$ 120 milhões em negócios. Promovido pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas da Região de Chapecó (Sitran), ele será realizado no Parque de Exposições Tancredo de Almeida Neves (Rua Atílio Fontana, s/n).
A feira deste ano terá um novo posicionamento estratégico. O foco estará em soluções logísticas para otimizar resultados e o planejamento ampliará os setores em exposição e visitação, o que aumenta a participação do segmento de intralogística. A iniciativa disponibilizará contatos aos visitantes, para apresentarem resultados e propostas.
O coordenador geral do evento, Leonardo Rinaldi, afirma que a logística é essencial em vários setores da economia e está em constante desenvolvimento, com um futuro promissor. “Ela atua na redução de custos, otimização de processos e organização de negócios, aprimorando a velocidade e eficiência, o que permite com que a empresa trabalhe de forma integrada e sistêmica”, completa. A feira apresentará soluções para que as empresas tenham condições de inovar esta área.
O evento possui quatro principais grupos expositores: transporte e logística (caminhões e implementos, pneus, peças e acessórios, combustíveis e derivados, transportadores, operadores multimodais de carga, companhias aéreas e navegação); intralogística (veículos industriais, equipamentos de elevação, movimentação e armazenagem de carga, pallets e estruturas, embalagens e acessórios); serviços de apoio (software e hardware, controle e automação, bancos e seguradoras); e comércio exterior (agentes de carga, consultoria, câmaras de comércio, despachantes aduaneiros e portos).
 
 

29 agosto, 2012

Logística do Sul do Brasil precisa de R$ 70 bilhões de investimentos [Diário Catarinense]

Para ter infraestrutura que permita transporte eficiente para o desenvolvimento da economia até 2020, a Região Sul, integrada por Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, necessita de investimentos de R$ 70 bilhões em 177 obras. É isso que aponta o Estudo Sul Competitivo, um levantamento inédito encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelas federações das indústrias dos três estados — Fiesc, Fiergs e Fiep — divulgado nesta terça [28/08] em Brasília.
Entre as autoridades presentes, o governador Raimundo Colombo; a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti; o presidente da CNI, Robson Andrade; e o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte.
Responsável pelo trabalho, a empresa de planejamento Macrologística apurou que 51 dos 177 projetos podem ser priorizados. Eles exigiriam investimentos de R$ 15,2 bilhões, 22% do total, melhorariam oito eixos logísticos e evitariam gastos anuais de R$ 3,4 bilhões, que representam cerca de 80% das perdas totais devido ao déficit de infraestrutura de transportes enfrentado hoje na região. A análise considerou o impacto econômico de rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos e dutos.
O objetivo das entidades com a realização desse estudo é, além de saber onde estão os gargalos, buscar soluções com o apoio do poder público para que a economia da região, que hoje representa 17% do PIB brasileiro, possa ter menores custos de logística e, assim, avançar com mais competitividade. O estudo também aponta qual é a melhor alternativa para viabilizar as obras: pelo poder público, iniciativa privada ou parceria público-privada (PPP).
— Precisamos desses investimentos nos três estados, pois, certamente, vão dar mais competitividade a uma região tão importante para a economia brasileira — disse o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.
O estudo também aponta qual é a melhor alternativa para viabilizar as obras: pelo poder público, iniciativa privada ou parceria público-privada (PPP).

Trecho da BR-116 usa 307% da capacidade
O gargalo número 1 da Região Sul é o trecho da BR-116 que liga Curitiba a São Paulo. O uso atual é de 307% da capacidade e, se não for duplicada nos próximos anos, chegará em 2020 com mais de 500% do limite previsto. Vale lembrar que por essa rodovia passa boa parte das cargas do Sul para São Paulo e vice-versa. Por isso, as perdas afetam os três estados do Sul mais uma parte de São Paulo. Nos três estados, pelo menos em 15 rodovias o tráfego atual excede em mais de 100% a capacidade. Quanto maior a demora em fazer as obras, mais aumentam os custos de logística. Se os investimentos não saírem das planilhas, o custo logístico da região, que em 2010 ficou em R$ 30,6 bilhões, vai chegar a R$ 47,8 bilhões em 2020.
 
São oito eixos prioritários
Estão em oito eixos os 51 projetos prioritários apontados pela consultoria Macrologística. Cinco eixos são rodovias já existentes, mas há a necessidade de um novo eixo rodoviário e dois ferroviários. Segundo Olivier Girard, diretor da consultoria, para chegar a essa conclusão, a equipe técnica considerou as obras necessárias para a modernização, implementação e ampliação de cada eixo intermodal, custos de cada uma, prazo de retorno do investimento, impacto ambiental, geração de impostos e empregos, benefícios sociais e oportunidades de desenvolvimento regional em função da integração econômica proporcionada pelos eixos.
 
 

19 agosto, 2012

Fatia das ferrovias nos fretes vai aumentar 36% até 2020 [ILOS]

Hoje, responsável por 28% da carga movimentada no Brasil - ou apenas 12%, se descontado o minério de ferro -, as ferrovias podem elevar a fatia para 38% até o fim da década, um avanço de 36%.
A transição representará ganho de eficiência e redução de custos com frete no país - nos EUA, o custo do transporte sobre trilhos é 40% menor do que o por rodovias.
O cálculo é de Paulo Resende, coordenador de infraestrutura e logística da Fundação Dom Cabral.
"O deslocamento da matriz de transportes aponta para o setor ferroviário. Carregar itens de baixo valor agregado e peso bruto alto em caminhões é ineficiente. Por isso, minerais e cargas de granéis agrícolas e insumos, como fertilizantes, devem fazer a transição."
Para que a malha e o serviço ferroviário avancem, porém, será preciso contar com investimentos privados em combinação com iniciativas do governo. A desoneração das Parcerias Público-Privadas (PPPs), publicadas ontem [08/08/12] no Diário Oficial, devem favorecer essa conjunção.
No setor público, os investimentos estão chegando pelo Programa de Aceleração do Crescimento. "O PAC 1 direcionou R$ 130 bilhões para transportes, sendo 45% para ferrovias", contabiliza João Guilherme Araújo, diretor de desenvolvimento e novos negócios do Instituto de Logística (ILOS).
O objetivo é reduzir a dependência do frete rodoviário, que, como ainda é o mais usado no país, ficou com 50% da verba.
Além das ferrovias, as outras rotas de fuga para o transporte de cargas são a cabotagem e o frete aéreo.
"Por avião, sempre fica mais caro. Mas é um meio que vale a pena para a movimentação de chips, eletroeletrônicos e equipamentos de alto valor agregado", diz Araújo. Na cabotagem, os obstáculos são a falta de estrutura portuária - os bens disputam espaço com mercadorias importadas.
Dependência de caminhões
O advento de novas regulações para o transporte rodoviário e a profissão de motorista, que deverá se traduzir em aumento do custo do frete, reforçou o interesse das companhias na busca de maior eficiência.
A Coca-Cola/Femsa, por exemplo, estima em 40% a elevação dos gastos. "Teremos de repassar os custos adicionais ao preço dos produtos", diz Ramez Bichara, diretor de logística. A companhia estuda revisão dos trajetos e a contratação de pessoal, pois não pode abrir mão dos caminhões.
"Somos dependentes do transporte rodoviário porque é o meio de maior capilaridade, e temos prazo máximo de entrega, 48 horas", explica.
A São Martinho, uma das maiores no país em manufatura de álcool e açúcar, é outra que está focada na eficiência logística. Com 90% do açúcar produzido voltado à exportação, a empresa já dá prioridade ao transporte de granéis até o Porto de Santos por meio ferrovias, diz o diretor de logística, Helder Gosling.
O grupo é o único no país a ter uma usina com terminal ferroviário próprio, na cidade de Pradópolis, no interior de SP.
"Precisamos de transporte de grande escala. Mas os custos em ferrovias poderiam ser muito mais baixos se o modal fosse mais eficiente", diz, lembrando das dificuldades no trânsito das cargas para ter acesso ao porto.
[Brasil Econômico - 09/08/2012]

Fonte: Clipping de Logística - ILOS; disponível em http://www.ilos.com.br/clipping/index.php?option=com_content&task=view&id=6527&Itemid=27 ; acesso em 19/08/2012.
         

30 julho, 2012

NTC cria Câmara Técnica voltada ao transporte frigorífico [Logweb]

Já foi realizada a primeira reunião da Câmara Técnica da Cadeia do Frio da NTC&Logística, na sede da associação, em São Paulo. Sob a coordenação de Olavo Braido, presidente da Associação Brasileira de Transportadores Frigoríficos – ABTF -, a nova Câmara Técnica irá debater os principais assuntos do setor de transporte frigorífico.
Nesta primeira reunião, foram tratados assuntos como: os impactos da Lei 12.619 no setor de transporte frigorífico, as novas regras das seguradoras no segmento, os novos índices nacionais de custos do transporte de cargas, entre outros.
O Departamento de Custos Operacionais e Estudos Econômicos da NTC – DECOPE – apresentou aos presentes uma planilha de custos padrão para o segmento frigorífico. Na planilha constam tanto os custos diretos do transportador como os custos indiretos, que muitas vezes não são analisados no momento de calcular o frete da viagem. Segundo o coordenador de economia do DECOPE, José Luiz Pereira, vale lembrar que “a planilha tem índices variáveis, que precisam ser atualizados semestralmente e é baseada em 240 horas ao mês rodado”, explicou Pereira.
No final da reunião, o diretor executivo da Associação dos Transportadores de Cargas do Mato Grosso – ATC -, Miguel Mendes, compartilhou as experiências que os transportadores do Mato Grosso têm relatado sobre a nova lei 12.619, que regulamenta a profissão de motorista. Segunda Mendes, algumas empresas e motoristas já foram abordados pelos órgãos fiscalizadores para averiguar se estavam cumprindo as novas regras. “Em todos os eventos e palestras que realizamos no estado, alertamos aos empresários da necessidade de adequar às novas regras, por que contrário do que muitos dizem, esta lei já pegou”, finalizou Mendes. [NTC&Logística]

Fonte: Portal Logweb; disponível em http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/29821/ntc-cria-camara-tecnica-voltada-ao-transporte-frigorifico ; acesso em 29/07/2012.

25 julho, 2012

Blog Armazena e Movimenta no Top Blog 2012

O Blog Armazena e Movimenta está participando do Prêmio Top Blog 2012. Se você visitou o Armazena e Movimenta, e gostou, nos prestigie com o seu voto clicando no selo dourado ao lado (TOP BLOG 2012).

Muito obrigado.

17 julho, 2012

Gestão de Processos é o Diferencial [Endeavor]

Um bom produto é essencial, mas o que diferencia realmente uma empresa das concorrentes para que ela se torne a escolha dos consumidores?

Hoje, para se diferenciar da concorrência, não basta oferecer um bom produto ou serviço, é necessário promover uma estratégia eficiente de gestão de processos de negócios. Gente, sistemas e processos devem estar integrados, os funcionários devem conhecer a fundo os processos da empresa para a qual trabalham, e esses processos devem estar bem alinhados com o negócio da companhia. Apenas assim, a empresa poderá se transformar na escolha principal dos consumidores.
Em algumas corporações, muitas vezes os funcionários não estão familiarizados com esses processos, e nesses casos a percepção do cliente final também não é positiva. Se o cliente não consegue enxergar um valor diferenciado no produto ofertado, certamente escolherá o serviço do concorrente, ainda que, objetivamente, as vantagens oferecidas sejam equivalentes para ambos.
Mas o que significa, realmente, promover processos inteligentes dentro de uma empresa? Em primeiro lugar, é importante ter uma estrutura de TI alinhada ao negócio da companhia. Em algumas das maiores empresas do país, os sistemas de TI ainda são antigos e, pior, nunca estiveram alinhados com a área de negócios, pois nunca se acreditou que as duas áreas fossem tão complementares. Hoje, informação é poder, e as informações de uma empresa devem estar indexadas de forma eficiente e facilmente acessível. Com uma modernização dos sistemas, é possível mapear e automatizar todos os processos, tornando a operação mais eficiente como um todo. E o diálogo aberto entre as diferentes áreas da companhia também permitirá que aquele que interage diretamente com o cliente final saiba endereçar os desafios apresentados por ele.
Uma melhor gestão de processos se faz necessária em todas as áreas da economia, mas, em algum dos setores, sua relevância é ainda mais crítica. No segmento de telecomunicações, por exemplo, onde quase todos os concorrentes oferecem o mesmo produto, é imprescindível que o cliente tenha uma boa percepção de como é atendido. Isso significa que os funcionários devem conhecer os processos da empresa bem o suficiente para lidar com as demandas do cliente. Quantas vezes não nos deparamos com um atendente de telemarketing que não entende o problema nem conhece a solução?
No setor bancário, uma melhor gestão e otimização de processos permite a integração das áreas de TI e negócios, traduzindo-se em mais clientes, mais operações e mais ganhos financeiros. E no setor público, essa mesma gestão permite uma desburocratização da atividade, além de contribuir para um maior acesso à informação e para significativos avanços em toda a atividade.
Em muitos aspectos, a gestão de processos é o novo CRM (Customer Relationship Management). E a vantagem é que há uma série de fornecedores dispostos a ajudar as empresas nesse novo desafio de relacionamento com o cliente e deixar a empresa transparente, da porta para dentro e para fora. [Carlos André - Presidente para a América Latina da Software AG]


Nota: Os conceitos de gestão de processos também podem ser aplicados aos processos logísticos, tanto na dimensão interna (apenas da logística), quanto externa (na organização ou na cadeia de suprimento).

09 julho, 2012

Gargalo logístico causa perda de US$ 80 bi por ano ao Brasil [Portal Newtrade]

A falta de investimentos públicos no setor de logística — portos, aeroportos, rodovias e ferrovias — já provoca perdas da ordem de US$ 80 bilhões ao ano às empresas brasileiras, segundo cálculos feitos pelo coordenador do Núcleo de Infraestrutura e Logística da Fundação Dom Cabral, Paulo Rezende. O valor corresponde a 4% do Produto Interno Bruto (PIB) e é idêntico ao volume que o país precisa investir para acabar com os gargalos do setor (veja mais quadro ao lado). Para Rezende, essa perda reflete diretamente a limitação de novos negócios, já que não há canais suficientes para escoar a produção.
Ao lembrar que os aportes nesse sentido estão estagnados em 1,5% do PIB ao longo dos últimos 30 anos, Rezende aponta que esse resultado negativo está em fase de evolução, pois os governantes brasileiros tomam ações reativas, ou seja, de curto prazo. “Temos falta de projetos, planejamento e demora na execução das obras”, dispara. Ele destaca amorosidade nacional ao comparar obras chinesas com as brasileiras. Enquanto que a China construiu em três anos e meio 2 mil kmde ferroviaemregião montanhosa, por aqui a ampliação do corredor ferroviário Norte e Sul —com 2,2 mil km e que contempla a Transnordestina e a Ferronorte —, esperado desde 2010, não tem prazo de entrega.
O custo logístico é outro agravante apontado por Rezende que tende a manter suas projeções pessimistas. No Brasil, os gastos dos empresários com transporte de cargas chega a 12% do PIB, muito acima do que observado em outros países. Na China e na África do Sul, ele é de apenas 8% e 9%, respectivamente. “Nesses países a projeção é de queda para algo em torno de 7% do PIB. Resultado que não se pode esperar do Brasil, já que observamos a evolução do agronegócio seguido pela alta dos gargalos em suas fronteiras”, desabafa, estimando que este valor possa atingir por aqui 20% do PIB nos próximos anos.
Os reflexos da perda de competitividade, segundo Rezende, são sentidos na redução da capacidade de produção da indústria, que sofrem aumento no seu custo operacional, e na redução de renda per capita do produtor que é ligado ao agronegócio. “Às vezes utilizar o modal hidroviário é muito mais vantajoso, mas sua limitação faz com que o escoamento da produção seja desviado para outro, elevando os custos, que chegam a atingir 30%. Sobra cada vez menos dinheiro para investimentos”, critica o pesquisador.
Ainda de acordo com Rezende a infraestrutura no Brasil está sujeita ao calendário eleitoral e não ao desenvolvimento. Por isso, sugere que seja criado um marco regulatório principalmente para o modal ferroviário. “Isso já existe em outros países, que fazem uso dele para blindar seus projetos”, argumenta.
Segundo projeções do Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES), dentro de quatro anos, a atual malha ferroviária de carga será expandida para 40 mil km — hoje ela está com 28.614 mil km.
Para isso, a instituição vai investir recursos da ordem de R$ 30 bilhões até 2015. “Além desse montante, haverá aportes das concessionárias”, explica o gerente do departamento de logística do banco, Dalmo Marquetti. Quanto ao investimento no setor logístico, eles devem somar R$ 121 bilhões, em igual período. [Brasil Econômico]

Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://www.newtrade.com.br/noticia/gargalo-logistico-causa-perda-de-uss-80-bi-por-ano-ao-brasil ; acesso em 08/07/2012.

03 julho, 2012

Você sabe calcular o valor do frete? [Webtranspo]

Um ponto crítico para qualquer empresa de transporte é a definição do valor do frete, que não deve ser feita ao acaso. Para se precificar o serviço, o transportador deve levar em conta –além das despesas fixas e variáveis, como gastos com combustível, manutenção e pedágios – três itens de grande importância: a informatização das questões de aspectos fiscais; a mobilidade urbana, levando em conta as limitações de abastecimento nos grandes centros; e a nova regulamentação da profissão de motorista, que ampliará os custos totais.
Tema de debate nesta quarta-feira, 27 [de junho], durante a 1ª Transpo Amazônia – Feira e Congresso Internacional de Transporte e Logística, a composição do frete deve, para especialistas, considerar idade da frota, más condições das estradas, retenções fiscais e também os gastos com seguro das mercadorias. “Não dá para ignorar o processo de gerenciamento de risco. O seguro do embarcador não é uma garantia de que você terá mesmo uma carga protegida”, diz Jacinto Júnior, coordenador das Câmaras Técnicas da NTC&Logística.
Para ele, um dos grandes erros das companhias é não considerar alguns gastos simples que podem gerar grandes dívidas. De acordo com Lauro Valdívia, assessor técnico da NTC&Logística, as despesas devem ser detalhadas em uma tabela com a divisão de custos diretos – fixos e variáveis – e os indiretos, como despesas administrativas e gerenciamento de transportes. “Os cálculos devem abranger não apenas o mês, como pode ser dividido por dia e hora para repassar aos clientes”, pontua.
A consideração do cálculo do valor do frete é essencial, por exemplo, em Manaus, onde os custos de transporte são elevados pela falta de infraestrutura. Na capital amazonense, assim como em todo o Estado, prevalece a movimentação de carga pelos rios. “Uma carência muito grande que temos na região diz respeito à integração dos diversos atores que fazem parte da nossa cadeia produtiva. Isso contribuiu para a subutilização da infraestrutura já tão carente que possuímos”, lembra Jorge Campos, diretor de formação do Conselho Regional de Administração do Amazonas.
Segundo Augusto Rocha, coordenador da comissão de Logística da CIEAM/FIEAM e professor da Universidade Federal do Amazonas, o setor industrial tem grandes limitações que necessitam de resoluções urgentes. “Nos últimos anos, a importância da indústria de Manaus para o Brasil tem diminuído e, sem dúvidas, os gargalos da infraestrutura para o transporte são os grandes responsáveis por isso”, defende.

Fonte: Portal Webtranspo; disponível em http://www.webtranspo.com.br/rodoviario/25566-voce-sabe-como-calcular-o-valor-do-frete? ; acesso em 01/07/2012.

26 junho, 2012

Can we build better supply chains? [Forum:Blog]

The ability of logistics firms to connect suppliers and consumers across the world is essential for economic progress. Regrettably, it is too often taken for granted.
So, as we launch the second annual report of the World Economic Forum’s Global Agenda Council on Logistics & Supply Chains, we have a chance to highlight some of the key issues facing the logistics sector worldwide.
Top of the list is the role of logistics in the facilitation of international trade. As product supply chains become longer and more complex, companies face mounting logistical challenges, especially in emerging markets. Many of these countries have been awarded relatively low scores in the latest World Bank Logistics Performance Indicator (LPI) survey. For example, Russia, Ghana and Venezuela got LPI scores half or less that of Singapore, the world’s top logistics performer.
The report argues that prioritizing logistics in trade negotiations, streamlining customs procedures and enhancing critical infrastructure could provide a welcome boost to world trade. India is a perfect example of where many improvements have to be made at the domestic level: 15-20% annual growth in demand for logistics services is putting huge strain on the country’s transport infrastructure and strengthening the case for a national logistics policy.
The majority of world trade moves by sea, much of it in deep-sea container vessels operated by shipping lines which seem to be locked into a constant boom-bust cycle. This resulting financial instability poses a major threat to the long-term growth of international trade. A client-focused business model that is more contract-based and involves a steadier rate of investment in new vessels should be adopted.
On terra firma, investment is becoming increasingly focused on strategically-located hubs, allowing companies to exploit economies of scope, scale and density. The report welcomes this and sees logistics clusters becoming key nodes in global supply chains and nuclei for future regional economic development. But clusters are not just physical entities: they also exist in virtual supply chains created through digital innovations. The report shows, for example, the potential to secure substantial productivity gains through more effective use of something as basic and ubiquitous as the mobile phone.
Improving labour productivity can help address another challenge facing the logistics sector – a shortage of qualified staff. The Council’s report presents the results of a global survey of 300 logistics executives, roughly two-thirds of which claim to find it hard to fill posts. Attracting more high-calibre people to this sector will require awareness campaigns, such as those run in Germany, better training and, in many parts of the world, improvements to pay and conditions. The logistics sector’s future effectiveness and profitability will depend at least as much on its human capital as on its physical assets and infrastructure.


Author: Alan McKinnon is Professor and Head of Logistics at Kühne Logistics University, Germany. He is the Chair of the World Economic Forum’s Global Agenda Council on Logistics & Supply Chains.

Fonte: Forum:Blog; disponível em http://forumblog.org/2012/06/can-we-build-better-supply-chain/ ; acesso em 26/06/2012.

19 junho, 2012

ABNT anuncia novos procedimentos no Transporte de Produtos Perigosos [MundoLogística]

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou, na última terça-feira [29/05], a norma ABNT NBR 7503:2012 - Transporte terrestre de produtos perigosos - Ficha de emergência e envelope - Características, dimensões e preenchimento, que revisa a norma ABNT NBR 7503:2008. Segundo documento enviado pela própria ABNT, as novas regras entram em vigor no dia 29 de junho de 2012.
Para detalhes sobre a norma publicada ou sua aquisição acesse o site (http://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=90916)
Para consulta ao catálogo de normas ABNT, ISO, IEC, NFPA, AMN ou JIS visite http://www.abnt.org.br/catalogo.
Para mais informações, leia abaixo o e-mail enviado pela ABNT sobre a norma publicada:
 
ABNT - REVISÃO DE NORMA ABNTNBR7503
Informamos que as principais alterações incorporadas com relação à edição anterior desta Norma (ABNT NBR 7503:2009) são as seguintes :
- O Não preenchimento do campo “Grupo de embalagem” além das classes 2 e 7, como citado na edição anterior, foi estendido também para os produtos das classes 1 e subclasses 5.2 e 6.2 (exceto número ONU 3291) e das substâncias auto reagentes da subclasse 4.1 quando não constar o grupo de embalagem na coluna 6 das instruções complementares ao regulamento de transporte terrestre de produtos perigosos constantes da regulamentação em vigor, devendo este campo ser preenchido com a sigla “NA” referente à informação de “não aplicável”, porém para o atendimento a esta nova exigência foi dado um prazo de 90 dias da data da publicação desta norma, ou seja, a partir de 28/08/2012 as fichas de emergência tem que atender a este item da norma. Até esta data este campo pode atender as regras estabelecidas na edição anterior desta norma ou atender a esta nova edição;
- O envelope para transporte também poderá ser utilizado para até dois redespachos, foi incluido mais dois modelos de frente de envelope um com a inclusão do título "REDESPACHO" e outro com a inclusão do Título "NOVO REDESPACHO" .Tendo sido definido como redespacho o ato praticado por qualquer pessoa, organização ou governo, que implique descarregamento e novo carregamento do volume para uma nova expedição.

Fonte: Revista MundoLogística; disponível em http://www.mundologistica.com.br/portal/noticia.jsp?id=675 ; acesso em 10/06/2012.


13 junho, 2012

Nova legislação para o trabalho do motorista [Portal Newtrade]

Em 16 de junho de 2012, entra em vigor a Lei 12.619/12. Ela regulamenta a profissão de motorista e disciplina a jornada de trabalho, bem como o tempo de direção do profissional que atua no transporte rodoviário de passageiros e cargas - sejam empregados ou autônomos. Entre os direitos concedidos estão: o limite de tempo de horas ao volante, a concessão de intervalos regulares para refeição e descanso, o seguro obrigatório custeado pelo empregador para cobrir riscos de acidentes, acesso gratuito a programa de qualificação em parceira com o poder público, e a impossibilidade de redução de seus vencimentos em casos de prejuízo patrimonial - com exceção daqueles em que agiu com dolo ou desídia.
A Lei também trará uma série de deveres aos profissionais. Entre eles estar atento e zelar pelas condições de segurança do veículo e da carga, conduzir com perícia, e respeitar a legislação de trânsito.
Os intervalos mínimos de descanso deixam de ser uma obrigação do contratante em concedê-los. O motorista também será responsável pelo respeito às normas ao tempo de direção e descanso. “Ao alterar a Consolidação das Leis do Trabalho e Código de Trânsito Brasileiro, o legislador buscou oferecer segurança jurídica para trabalhadores e empresários. Porém, as novas regras enfrentarão controvérsias na Justiça do Trabalho”, afirma Giulianna Riga Ferreira, advogada Trabalhista, da Dessimoni e Blanco Advogados.

Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://www.newtrade.com.br/noticia/nova-legislacao-para-o-trabalho-do-motorista ; acesso em 10/06/2012.

11 junho, 2012

Como atuar no comércio exterior no Brasil [Revista Logweb]

A edição de abril da Revista Logweb traz um ótimo artigo de Carlos Araújo (Comexblog) e Leandro Callegari Coelho (Logística Descomplicada) sobre o processo de habilitação de empresas brasileiras para atuarem com comércio exterior. De maneira simples e objetiva, os autores apresentam as regras a serem seguidas por quem deseja importar e exportar.
Abaixo, a primeira parte do artigo, sendo que o mesmo pode ser lido na íntegra no Portal Logweb:
As estatísticas oficiais indicam que o volume de importação e exportação brasileiro saltou de 50 bilhões em 1994 para 200 bilhões em 2005, ou seja, um crescimento excepcional de 4 vezes. Exportamos algo em torno de 2,7 bilhões de dólares em 1970, US$ 20 bilhões em 1980 e US$ 30 bi em 1990.
No início desta década esses valores ultrapassavam os 100 bilhões e agora já ultrapassamos os 200 bilhões de dólares. E para uma economia crescer, é necessário que novas empresas participem ativamente desse processo e que se relacionem comercialmente com os mais diversos países em diversos segmentos.
No Brasil, para uma empresa importar ou exportar, é preciso ser habilitada na Receita Federal, na Secretaria de Comércio Exterior e que isto esteja especificado em seu contrato social. Conheça a seguir todas as etapas do processo de importação e exportação. (Leia na íntegra)

Fonte: Portal Logweb; disponível em http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/28971/artigo-ed-122--como-atuar-no-comercio-exterior-no-brasil/ ; acesso em 10/06/2012.


04 junho, 2012

Etiqueta avisa no caixa do supermercado se produto está vencido [Portal Newtrade]

Uma série de novas tecnologias promete melhorar a vida dos consumidores nos supermercados nos próximos meses. Entre elas, estão etiquetas que avisam, no caixa, se o produto já venceu e códigos, outras mostram o preço em tempo real nas prateleiras e ainda há as rastreiam a origem dos produtos.
A empresa Toledo do Brasil criou um código de barras que alerta sobre o vencimento do produto caso ele chegue ao caixa depois de passada sua validade.
A venda de produto com validade vencida representa risco de multa para o supermercado e de saúde para o consumidor. Um novo código de barras, da empresa Toledo do Brasil em parceria com a Apas (Associação Paulista de Supermercados), alerta sobre o vencimento de um produto logo que ele passa pelo caixa.
A Filizola lançou um produto igual. As novas etiquetas colocadas em produtos pesados por uma das balanças da marca Filizola também levam a informação da data de validade. A venda será impedida, no caixa, se o produto chegar até lá vencido.
Os novos códigos prometem não só proteger a saúde do consumidor como beneficiar também os supermercados, uma vez que a venda de produtos vencidos é crime, segundo o Código de Defesa do Consumidor. O comerciante flagrado vendendo ou mantendo produto vencido no estoque pode ser multado e até preso.



28 maio, 2012

Brasil caiu em ranking mundial de logística [Revista MundoLogística]

O Brasil caiu de posição no ranking mundial de desempenho em logística para o comércio, de acordo com pesquisa divulgada em 15 de maio pelo Banco Mundial. O País passou do 41º lugar na lista anterior, publicada em 2010, para o 45º na atual. O levantamento foi feito com cerca de mil operadores internacionais do setor e contém informações sobre 155 países.
O recuo brasileiro nesta terceira edição do relatório ocorreu depois de um avanço da 61ª para a 41ª posição na primeira, em 2007, para a segunda, em 2010. O País foi especialmente mal no quesito “alfândega”, um dos indicadores que compõem o ranking. Nessa seara, o Brasil ficou no 78º lugar e somou 2,51 pontos. A pontuação vai de 1 (pior) a 5 (melhor).
Entre os 10 países de “renda média-alta” com melhores performances em logística, o Brasil ficou na 9ª colocação, à frente apenas do México. Dessas nações, somente o Brasil e a Tailândia caíram no ranking de 2012. África do Sul, China, Turquia, Bulgária, Chile, Tunísia e México subiram, enquanto que a Malásia manteve a mesma posição.
Segundo François Arvis, um dos autores do estudo, não há explicação simples para a mudança de colocação do Brasil, mas provavelmente outras nações progrediram mais nessa área, ao passo que o País ainda luta para melhorar seus portos e sistema aduaneiro sob a pressão de um comércio e economia crescentes.
Compõem os indicadores, além da questão alfandegária, dados sobre infraestrutura, fretes domésticos, qualidade e competência em logística, rastreamento e localização e pontualidade. A nota média do Brasil ficou em 3,13, contra 4,13 de Cingapura, que ocupa o primeiro lugar na lista.
Uma das principais conclusões da pesquisa é que de 2010 a 2012 não houve diminuição da distância que separa os países com piores performances daqueles com as melhores, sendo que de 2007 a 2010 essa diferença havia diminuído. Além disso, caiu o ritmo de crescimento do setor como um todo. “Acreditamos que isso seja [resultado] da recessão global”, disse Mona Haddad, gerente setorial do Departamento de Comércio Internacional do Banco Mundial, em vídeo veiculado no site da organização.
De acordo com o relatório, tal estagnação “provavelmente” reflete uma mudança de foco dos governos frente à crise financeira e, mais recentemente, à crise na Zona do Euro. As reformas na área de logística deixaram de ser prioridade e a diminuição do avanço do indicador relativo aos procedimentos alfandegários “pode refletir um interesse não usual na arrecadação de receitas em detrimento da facilitação do comércio”.
Haddad ressaltou que a logística é essencial para a competitividade das nações. “As empresas podem produzir bens de maneira muito eficaz, com preços muito bons, mas elas perdem essa vantagem competitiva quando enviam seus produtos para outro país, por causa de ineficiências no transporte”, declarou.

Fonte: Revista MundoLogística; disponível em http://www.mundologistica.com.br/portal/noticia.jsp?id=632 ; acesso em 27/05/2012.

21 maio, 2012

Palestra sobre administração de materiais (realizada em 16/05)

Na última quarta-feira (16/05) realizamos uma palestra sobre administração de materiais para a turma do 5o. período do curso de Administração de Empresas da UNIUV, campus São Mateus do Sul/PR.
A apresentação em formato pdf pode ser solicitada através do e-mail do Armazena e Movimenta(armazenaemovimenta@hotmail.com).
Gostariamos de agradecer o convite e a participação dos alunos e desejamos a todos muitas felicidades na sequência do curso.

Forte abraço.

Israel.

Antaq divulga estatísticas do setor [Portal Webtranspo]

Nesta quarta-feira, 16 [de maio], a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) divulgou o “Anuário Estatístico Aquaviário 2011”, que mostra os detalhes do transporte de cargas em 36 portos organizados e 106 Terminais de Uso Privativo (TUP) durante todo o ano passado.
De acordo com o estudo, a principal mercadoria movimentada nos portos e Terminais de Uso Privativo no Brasil, em 2011, foi o minério de ferro, com um volume de 327,8 milhões de toneladas. Também fazem parte do ranking os combustíveis e óleos minerais (188,4 milhões de toneladas), soja (41,3 milhões), bauxita (37,4 milhões), açúcar (22,6 milhões), adubos (22,1 milhões), carvão mineral (17,9 milhões), produtos siderúrgicos (14,5 milhões), farelo de soja (12,4 milhões) e milho (10,8 milhões).
Entre os dez principais portos brasileiros, o que mais aumentou a sua movimentação de cargas em 2011 foi o de Vitória (ES), com crescimento de 23,5%. Em seguida, aparecem os terminais de Suape (PE), com alta de 22,4% e o de Itaqui (MA), com elevação de 10,7%.
O Porto de Santos (SP), o maior do País, manteve a liderança com movimentação de 86 milhões de toneladas ao longo do ano passado, entre embarques e desembarques de mercadorias. De acordo com Fernando Serra, gerente de Estudos e Desempenho Portuário da Antaq, o crescimento do terminal paulista, que foi de apenas 0,7%, só não foi maior devido à queda na demanda internacional de produtos como o açúcar e o milho, o que reduziu as exportações brasileiras.
Na sequência do ranking aparecem o Porto de Itaguaí (RJ), com 58,1 milhões; Paranaguá (PR), com 37,4 milhões de toneladas; Rio Grande (RS), com 17,9 milhões e o Porto de Vila do Conde (PA), com 16,6 milhões. Completando os dez primeiros colocados, estão os portos de Itaqui (MA), Suape (PE), São Francisco do Sul (SC), Vitória (ES) e Rio de Janeiro (RJ).
Contabilizando todas as cargas movimentadas por águas brasileiras, 65% entraram ou saíram do País pelos terminais de uso privativo, enquanto 35% utilizaram os portos.

Fonte: Portal Webtranspo; disponível em http://www.webtranspo.com.br/aquaviario/25225-antaq-divulga-estatisticas-do-setor ; acesso em 20/05/2012.


15 maio, 2012

Plano Nacional de Logística e Transportes prevê investimentos de mais de R$ 12 bilhões em SC até 2022 [Noticenter]

Santa Catarina será beneficiada com mais de R$ 12 bilhões em novos investimentos em infraestrutura logística e de transportes até 2022, de acordo com cronograma do Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT), desenvolvido pelo Ministério dos Transportes (MT) em cooperação com o Ministério da Defesa. Os valores abrangem obras desenvolvidas completamente ou em parte do estado catarinense. O plano anunciado também considera obras já realizadas entre 2008 e 2011. Neste caso, em dez anos o Estado deve receber mais de R$ 16 bilhões em investimentos, considerando que todas as obras realmente saiam do papel.
A lista com as obras está disponível na página do MT. O documento contém todos os investimentos do Vetor Sul, abrangendo também obras do Paraná e Rio Grande do Sul. O Noticenter reuniu as intervenções previstas para SC em uma planilha (baixe ao lado). Estão incluídas melhorias em aeroportos, rodovias, ferrovias e hidrovias.
NAVEGANTES RECEBERÁ MEIO BILHÃO EM INVESTIMENTOS
Pelo cronograma anunciado, o único investimento previsto para os próximos anos no setor aeroportuário de Santa Catarina será no terminal de Navegantes, que receberá R$ 521 milhões para ampliação das pistas de pouso e decolagem, além de outras melhorias. A tabela do PNLT mostra que, entre 2008 e 2011, foram investidos R$ 440,5 milhões em outros aeroportos catarinenses, incluindo os de Florianópolis, Chapecó, Criciúma, Jaguaruna e Correia Pinto.
QUASE SETE BILHÕES PARA FERROVIAS
A partir deste ano e até 2022, Santa Catarina irá receber investimentos de R$ 6,8 bilhões em ferrovias, de acordo com o PNLT. Das 12 obras listadas nessa área, oito representam ferrovias que ainda serão construídas, enquanto as demais se referem à remodelação ou recuperação das que já existem. Algumas delas vão ligar o Estado ao Paraná e ao Rio Grande do Sul.
PORTOS RECEBERÃO R$ 2,6 BILHÕES
Os portos catarinenses serão beneficiados com investimentos de R$ 2,6 bilhões. As obras incluem dragagem, ampliação das instalações, recuperação de molhes e readequação de berços nos terminais de Itajaí, São Francisco do Sul, Itapoá, Imbituba e Laguna. Só São Francisco do Sul vai ser contemplado com R$ 480 milhões. Outro destaque é a construção de um novo terminal em Imbituba, orçado em R$ 1,58 bilhão.
RODOVIAS SERÃO CONTEMPLADAS COM POUCO MAIS DE R$ 2 BILHÕES
Os investimentos previstos pelo PNLT nas rodovias catarinenses nos próximos anos chegam a pouco mais de R$ 2 bilhões. Estão previstas obras de pavimentação e adequação de capacidade nas BRs 470 e 282. Das 15 obras listadas, dez foram executadas entre 2008 e 2011. A lista não faz menção à duplicação da BR 470 no trecho entre Navegantes e Indaial, uma das obras mais emergenciais para e economia catarinense.

Fonte: Noticenter; disponível em http://www.noticenter.com.br/noticia/?COD_NOTICIA=16983&COD_CADERNO=0 ; acesso em 01/05/2012.

08 maio, 2012

Técnicos e dirigentes da avicultura catarinense visitam portos para implantar tecnologia RFID em aves [Noticenter]

Técnicos e dirigentes de instituições ligadas à avicultura industrial catarinenses visitaram o porto de Navegantes, na última semana, para discutir o uso da tecnologia RFID – baseada no uso da radiofrequência – para aperfeiçoar o sistema de rastreabilidade. A visita contou com a participação de representantes da Associação Catarinense de Avicultura (Acav), Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado de Santa Catarina (Sindicarne/SC), Secretaria da Agricultura, Ministério da Agricultura, Universidade Regional de Blumenau (Furb), Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc) e outras organizações.
A tecnologia RFID funciona por meio de uma espécie de etiqueta eletrônica inteligente. A medida que a vida do animal avança, registram-se nessa etiqueta os fatos relevantes relacionados a nutrição, saúde e localização, por exemplo. Após o processamento, também é possível ter o histórico dos animais junto ao produto, incluindo as validações oficiais e respectivas certificações.
O projeto prevê três fases para entrar em uso. A primeira contempla a rastreabilidade em RFID da agroindústria ao porto e será implantada em um ano. O projeto-piloto será realizado neste segundo trimestre. As outras duas fases contemplam a rastreabilidade no campo e dentro da agroindústria, o que será implantado no segundo e terceiro anos de projeto.
Clever Pirola Ávila, presidente da Acav, realça que essa tecnologia está disponível em escala mundial e já é aplicada em várias áreas da atividade humana e empresarial.
A aplicação desses recursos no aperfeiçoamento da rastreabilidade avícola resultará de parceria entre a Fapesc, que coordenará o projeto, com apoio do Sindicarne e Acav e participação das empresas avícolas. O projeto envolve ainda outras instituições da sociedade catarinense, órgãos oficiais da Secretaria da Agricultura, a Cidasc, o Ministério da Agricultura, empresas privadas de tecnologia e centros de pesquisa ligados às universidades Furb e Ufsc. Na fase inicial haverá um piloto, que sequencialmente poderá ser aplicado para todos os interessados da cadeia produtiva.
Ávila explica que não haverá mudança na metodologia adotada, indexação por ave, por lote, ou por propriedade rural. “Não faremos alteração no conceito atual de rastreabilidade, o que faremos é um aperfeiçoamento tecnológico da rastreabilidade trazendo inovação, processos on-line, mais segurança e confiabilidade ao sistema”, esclarece.
Ricardo Gouvêa, diretor técnico da Acav, explica que investimento total das empresas no processo não é ainda conhecido, pois resultará de uma parceria com o Governo do Estado, Fapesc e agroindústrias catarinenses e os recursos serão alocados gradualmente, fase a fase.
A rastreabilidade entra no plano preventivo de controle de epizootias e zoonoses que cada Estado estruturou por exigência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em face da ameaça da gripe aviária. “Com a rastreabilidade on-line podemos continuar com nossos processos de avanços no âmbito da saúde animal de forma mais objetiva e dando as devidas prioridades”, afirma Ávila.

Fonte: Noticenter; disponível em http://www.noticenter.com.br/noticia/?COD_NOTICIA=17050&COD_CADERNO=22 ; acesso em 08/05/2012.