27 dezembro, 2013

Feliz 2014!

 
Agradecemos aos que nos acompanharam em 2013 e convidamos a todos para estarem conosco também no novo ano.
 
Um forte abraço e ótimo 2014!
 
 

Paranaguá cria via rápida para navios [Gazeta do Povo]

Depois da longa fila de navios à espera para o carregamento de grãos deste ano, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) decidiu criar uma via expressa em alto-mar, para priorizar os transportadores marítimos que tiverem até três paradas programadas no Corredor de Exportação do estado. A norma 126, que foi acatada pelos operadores portuários após meses de discussões, deve entrar em vigor no dia 2 de janeiro de 2014. A medida pretende aumentar a produtividade dos terminais instalados no porto e, com isso, acelerar o escoamento dos produtos. Os navios que se enquadrarem às regras da fila expressa serão encaminhados a um berço exclusivo para a esta operação. Os outros dois disponíveis para carregamento de grãos em Paranaguá continuarão atendendo a fila de embarcações que fazem mais de três paradas.
A regra foi elaborada a partir de um levantamento que revela quantas manobras um navio graneleiro faz dentro do Corredor de Exportação, explica Luiz Henrique Dividino, superintendente da Appa. “Pe­gamos os últimos dez anos e fizemos as estatísticas. Na média, a maioria dos navios para em quatro terminais. Tem navio que faz uma parada e outros que fazem sete. E hoje todos ficam na mesma fila”, detalha. Ele acredita que o ganho de deve ser de 10%. Isso porque hoje há um desperdício de tempo entre cada parada. Segundo Dividino, a operação que inclui desativação e ativação de correias e shiploaders (carregadores), além de pesagem e manobras dos navios chega a durar quatro horas. “O que atrasa um navio é o número de paradas que faz no corredor”, conclui.
Os operadores portuários veem com bons olhos a iniciativa, mas a eficiência da norma ainda gera dúvidas entre os exportadores. “O que eu não sei é até que ponto um ou outro exportador poderá ser prejudicado, principalmente os que não têm terminal em Paranaguá”, afirma o presidente da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), Sérgio Mendes. A dúvida está relacionada a um dos requisitos que permite um navio entrar na fila expressa. Uma embarcação com capacidade para 54 mil toneladas precisará carregar no mínimo 18 mil toneladas em cada parada no Corredor de Exportação. Uma reunião técnica entre exportadores e engenheiros da Appa está marcada para amanhã [17/12]. A ideia é detalhar cada item da nova norma.
 
Fonte: Gazeta do Povo; disponível em http://agro.gazetadopovo.com.br/?p=80786; acesso em 26/12/2013.
 

08 dezembro, 2013

Construção do maior silo do mundo [Youtube]

O vídeo abaixo foi indicado pelo colega Jeferson Keller e mostra em time lapse a construção do maior silo do mundo em Primavera do Leste/MT, pela Kepler Weber, para 35 mil toneladas de soja.



Fonte: Youtube; disponível em http://www.youtube.com/watch?v=HSPh0yhsOb8&feature=share; acesso em 08/12/2013.

13 novembro, 2013

Uma vida sem logística [Love Logistics]

Posto aqui um vídeo criado pela Love Logistics, organização do Reino Unido, cujo título é A life without logistics, ou Uma vida sem logística. O vídeo mostra a importância da logística no nosso cotidiano e nos remete a uma reflexão sobre o tema.



Fonte: Love Logistics; disponível em http://www.youtube.com/watch?v=vj6n_2MCR9E; acesso em 13/11/2013.

06 novembro, 2013

Palestra: Logística - sua importância para a indústria e situação atual no Brasil

Compartilhamos com nossos leitores a apresentação da palestra realizada em 05/11/2013 na III Semana Acadêmica das Engenharias da Universidade do Contestado, campus Marcílio Dias, em Canoinhas/SC.
Aproveitamos para agradecer o convite da UnC e da comissão organizadora do evento e pela presença dos estudantes que lá estiveram.


30 outubro, 2013

Estudo indica que custos com logística consomem 11,5% do PIB brasileiro [Fetropar]

Os custos de logística - transportes, gastos com estoque, suprimentos, armazenagem e administrativos - atingiram 11,5% do PIB no ano passado, com forte aumento em relação a 2010, segundo pesquisa bienal do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos). "Houve a combinação de três fatores: aumento de custos, maior movimentação de carga no País e o PIB praticamente estagnado nesse período", disse a diretora de Inteligência de Mercado do Ilos, Maria Fernanda Hijjar.
A relação entre os custos logísticos e o crescimento do PIB foi perversa nos últimos anos: com a economia crescendo 5,2%, em 2008, e 7,5%, em 2010, acima do crescimento de 0,9%, em 2012, os ônus com logística diminuíram. Em 2008, foram de 10,9% do PIB e, em 2010, de 10,6% do PIB. Nos Estados Unidos, os custos logísticos correspondem a 8,7% do PIB.
No Brasil, apenas em transporte esses custos chegaram, no ano passado, a R$ 312,4 bilhões, equivalentes a 7,1% do PIB - o maior porcentual desde 2004, quando atingiram 7,5%, segundo o Ilos. A participação do transporte rodoviário no transporte total aumentou de 65,6% para 67,4%. O restante corresponde aos transportes ferroviário (18,2%), hidroviário (11,4%) e dutoviário (3%). Nos gastos com transporte rodoviário são computados dispêndios com diesel, pedágio e seguros. O preço do diesel é subsidiado, mas não os pedágios e seguros.
Má conservação de estradas, deficiências e atrasos no embarque e desembarque de mercadorias elevam os custos e agravam o problema do congestionamento nas proximidades de portos, como Paranaguá e Santos. Isso ajuda a explicar o custo do frete rodoviário, que teve alta nominal de 19,9% entre 2010 e 2012. Enquanto isso, o volume transportado - proveniente, em especial, das safras recorde de grãos - aumentou 14% em dois anos.
Entre 2010 e 2012, houve um aumento de custos correspondente a 0,9 ponto porcentual do PIB. Ou seja, custo adicional de cerca de R$ 38 bilhões para as empresas, considerando um PIB de R$ 4,2 trilhões. (O Estado de São Paulo)

Fonte: Fetropar; disponível em http://www.fetropar.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12659:estudo-indica-que-custos-com-logistica-consomem-115-do-pib-brasileiro&catid=331:noticias-do-setor&Itemid=100206; acesso em 28/10/2013.

28 outubro, 2013

Logística deve alcançar 22% do PIB em 2018 no Brasil [Brasil Econômico]

A previsão de investimentos de R$ 240 bilhões em projetos logísticos - construção e 11 mil km de linhas férreas e 7 mil km de rodovias, além da modernização de dois aeroportos e dos portos brasileiros, previstos no Programa de investimento sem Logística (PIL) - posiciona o setor de mobilidade entre os que tiveram maior taxa de crescimento nos próximos quatro anos. Estudo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) confirma as perspectivas e apontam para um crescimento do setor de 57% até 2017.
De acordo com o levantamento Perspectivas do Investimento 2014-2017, divulgado ontem [21/10/13], com as concessões, a taxa de investimentos em logística no Brasil deve alcançar 22,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018. Segundo o BNDES, só as ferrovias deverão receber R$ 59 bilhões de 2014 a 2017, R$ 31 bilhões a mais que nos últimos cinco anos. Já os portos terão R$ 34 bilhões, R$ 19 bilhões a mais que o período de 2009 a 2012. Somados, os modais receberão R$ 50 bilhões.
Enquanto isso, os aeroportos ficarão com apenas R$ 1 bilhão a mais e as rodovias, R$ 8 bilhões, comparado ao período anterior.
"Os setores de logística são disparados os principais da área de infraestrutura que receberão investimentos nos próximos anos. Por causa da necessidade de se antecipar as obras devido à Copa e aos Jogos Olímpicos,os aeroportos apresentam uma taxa de incremento menor que os demais", observa o economista-chefe do BNDES, Fernando Pimentel Puga.
Quanto às rodovias, Puga ressalta a valorização histórica do modal, que ainda costuma contar com investimentos mais equilibrados e distribuídos nos anos.
Para a pesquisadora do Departamento de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) Júlia Fontes, o incremento do setor de logística traz nova esperança para a economia brasileira, com impactos positivos para o PIB. Mas, segundo ela, os resultados virão a longo prazo.
"As mudanças ocorrerão em doses pequenas, um incremento de 1% a 2% ao ano no PIB", avalia a economista, que chama a atenção para a grande insegurança que ainda envolve os empresários quanto ao investimento nas ferrovias, o que pode comprometer o processo de concessão, cujo marco regulatório deve sair nos próximos meses.
"Como há um questionamento sobre as condições da Valec (controlada pela União) de pagar pela compra da capacidade de infraestrutura e de que maneira ela venderia a concessão ao capital privado, que exploraria o serviço, há o risco do processo de concessão das ferrovias demorar mais do que o previsto ou ter poucos concorrentes", destaca Júlia Fontes.
No estudo, o BNDES apontou também para os baixos níveis de investimentos em siderurgia, uma queda de 68% comparado ao período de 2009 a 2012. Presidente da InterB Consultoria Internacional de Negócios, Claudio Frischtak explica que a forte concorrência com a China e a Coreia do Sul vem colocando o empresário brasileiro em dificuldade.
O levantamento do BNDES demonstrou que o Brasil vai ter um crescimento real em investimentos nos próximos quatro anos da ordem de 26%, em comparação ao quadriênio 2009-2012. Serão destinados, ao todo, recursos de R$ 3,9 trilhões, de 2014 a 2017. A alta equivale a uma taxa anual de crescimento de 4,7%.
O banco revelou ainda que os investimentos mais vultosos serão para o setor de petróleo e gás. São estimados aportes de R$ 458 bilhões, excluído o Campo de Libra.
O setor automotivo, que inclui montadoras e autopeças, vem em seguida, com R$ 74,4 bilhões. As perspectivas se fundamentam nos recordes sucessivos de vendas, devido ao crescimento da classe média, e o novo Regime Automotivo (Inovar-Auto), do governo federal, que visa ao estímulo à inovação tecnológica.
O levantamento do BNDES mapeou 17 setores, que cobrem 58% dos investimentos na economia e em projeções de especialistas para os demais setores responsáveis por 42%
do total da formação bruta de capital fixo. (Aline Salgado)
 

01 outubro, 2013

Artigo: Análise comparativa do sistema de coletas programadas Milk Run em uma indústria de máquinas e equipamentos [ENEGEP 2012]

O artigo apresentado no ENEGEP 2012 é um estudo de caso sobre as vantagens do sistema de coletas programadas Milk Run por meio de indicadores de tempo de coleta, abrangendo o ano anterior à implantação do sistema e mais dois anos posteriores à implantação. O estudo foi desenvolvido em uma indústria multinacional do setor de máquinas e equipamentos localizado no Vale do Paraíba, SP. 
 
Autores:  Bianca Siqueira Martins Domingos; Rosinei Batista Ribeiro; José Glênio Medeiros de Barros; Marcelo Gonzaga; Sinval Ferreira de Oliveira Júnior.
 
 
Fonte: Anais ENEGEP; disponível em http://www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP2012_TN_STO_157_915_19496.pdf; acesso em 01/10/2013.
 

23 setembro, 2013

Lei do Motorista começa a dar resultados para empresas e caminhoneiros [Brasil Caminhoneiro]

Assista matéria do programa Brasil Caminhoneiro a respeito dos reflexos da implantação da Lei do Motorista para transportadoras e motoristas.

Acesse a matéria aqui.

Fonte: Programa Brasil Caminhoneiro; disponível em http://www.brasilcaminhoneiro.com.br/V4/webtv/index.php?iv=50612&cv=1&pgm=195; acesso em 22/09/2013.

09 setembro, 2013

Condomínios logísticos tem recuo nos preços pelo segundo trimestre consecutivo [Portal Newtrade]

A desaceleração econômica do país refletiu diretamente nas atividades da indústria. O mercado começa a agir com mais cautela em relação ao desenvolvimento de novos projetos, e de acordo com pesquisa da Colliers International Brasil este cenário de crescimento de oferta e procura nas principais regiões brasileiras fez com que o mercado demonstrasse maior flexibilização em relação aos preços pedidos de locação de condomínios logísticos, sendo que no encerramento do semestre foi verificada a queda de 6,5%.
Mesmo assim, projetos com melhor relação entre as variáveis (locação / preço) seguem com destaque na decisão final de potenciais locatários. Na região Sudeste, a média de preço ficou em R$ 20,75 m² / mês ante R$ 20,90 m² /mês do trimestre anterior. Já no Sul, os preços diminuiram para R$ 18,60 m² / mês ante R$ 19,00 m² /mês. O Centro-Oeste foi a exceção e apresentou aumento, passando de R$ 16,00 m² /mês para R$ 17,00 m² /mês. As regiões Norte e Nordeste permaneceram com os mesmos preços pedidos do trimestre anterior: R$ 20,00 m² /mês e R$ 16,00 m² /mês, respectivamente.
A absorção líquida, variável que mede a relação entre a área ocupada e devolvida, fechou o trimestre em 196 mil m² positivos, apresentando queda representativa em relação ao trimestre anterior, que foi de 359 mil m². De acordo com a Colliers, esta diminuição não representa uma desaceleração do mercado de condomínios logísticos, pois a quantia recorde absorvida em apenas um período é consequência de diversas locações em um mesmo condomínio, que já estavam em processo de negociação.
 
 

27 agosto, 2013

Prejuízo dos supermercados com perdas é de R$ 4,74 bi [Portal Newtrade]

Um prejuízo bilionário, constante e evitável, para o setor  supermercadista brasileiro. De acordo com a 13ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro, elaborada pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) em parceria com a FIA/Provar, Ibevar e Nielsen, apresentada no dia 14, os prejuízos dos supermercados com perdas de todos os tipos foram de R$ 4,74 bilhões, cifra equivalente a 1,95% do faturamento do setor. Realizada entre junho e julho de2013, a pesquisa consultou 214 empresas, que, juntas, possuem 2.217 lojas e mais de 250 mil funcionários.
O diretor de Comunicação da Gunnebo Gateway Brasil, Luiz Fernando Sambugaro destaca a análise feita pelo vice-presidente da Abras, Marcio Milan, no evento de apresentação da pesquisa: “Ela contribui para mostrar a importância e popularizar ainda mais o tema da prevenção de perdas. O lucro líquido do setor supermercadista em 2012 foi de apenas 1,90% sobre o faturamento bruto, enquanto as perdas atingiram 1,95%. Se o supermercadista conseguir diminuir esse índice, o seu esforço é transferido para a última linha do balanço, melhorando o resultado da empresa”. Para Sambugaro, ele foi preciso e muito feliz na análise. “O próprio estudo constata que, de cada 100 empresas consultadas, apenas 28 possuem uma área específica de prevenção de perdas, ou seja, a maioria não planeja ações para reduzir as consequências de uma das principais causas de prejuízo para o negócio e nem sequer realizam medições do que perdem com furtos internos e externos, por exemplo”, afirma o diretor da Gunnebo Gateway Brasil, líder nacional em soluções tecnológicas para a proteção eletrônica de mercadorias no varejo e uma das maiores companhias do mundo na área de segurança.
O estudo revela também que os furtos externos e internos de mercadorias continuam sendo as principais causas das perdas nos supermercados. Elas são responsáveis por 21,4% e 13,1%, respectivamente, das ocorrências nesses estabelecimentos. Perdem apenas para as quebras operacionais (produtos danificados pelos clientes, validade vencida, embalagens vazias cujo conteúdo é furtado etc.), com um índice de 33,4%.
A novidade dessa edição da pesquisa foi o levantamento das perdas nas principais seções do varejo supermercadista. Perfumaria (1,49%), Eletro (0,45%) e Têxtil (0,44%) estão entre os 12 departamentos que mais sofrem prejuízos. Os três mais visados pelos clientes e funcionários mal intencionados são Perecíveis (2,91%), Açougue (2,24%) e Frutas, Legumes e Verduras (4,22%).

Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://www.newtrade.com.br/noticia/prejuizo-dos-supermercados-com-perdas-e-de-rs-474-bi; acesso em 18/08/2013.

20 agosto, 2013

Galpões logísticos ganham tecnologia [Gazeta do Povo]

A incorporação de galpões logísticos avança em Curitiba [PR] e região metropolitana. O segmento, considerado incipiente há cerca de cinco anos, agora oferece imóveis com recursos tecnológicos e certificação ambiental, o que vai ao encontro das exigências de grandes empresas. Embora a oferta da região ainda seja muito tímida com relação a outras cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, o que é oferecido tem rápida absorção e o valor do aluguel alcança preços compatíveis com a média nacional.
 
Localização de Curitiba facilita distribuição no Sul, diz imobiliária
A primeira fase do condomínio logístico EcoPark, em construção na Cidade Industrial de Curitiba, será entregue em outubro. Os primeiros 54 mil m² – dos 144 mil m² totais que futuramente estão disponíveis para locação – devem ser negociados por cerca de R$ 20 por m².
A imobiliária responsável pelas transações afirma que já há interessados. “Temos algumas conversas com empresas. Com o aumento do consumo e a expansão da economia, nos últimos anos, muitas indústrias buscaram Curitiba como um novo local para estoque, a fim de facilitar a distribuição para os estados do Sul”, diz Jaime Galperin, diretor da Top Imóveis. Segundo ele, a localização de Curitiba facilitou o crescimento desse mercado. “Estamos em um local de fácil acesso a varias regiões do país”, diz.
Paulo Henrique Ivanski, da ESSEX, empresa que construiu o EcoPark, diz que entre os recursos do galpão estão reúso da água, pé direito de 12 metros, piso com grande capacidade, formato de condomínio e outros. “É um novo estágio de desenvolvimento logístico, e o cenário é muito otimista: as empresas estão migrando dos galpões antigos para os novos e a expansão do mercado, embora mais lenta, é contínua.”
 
Preço subiu 9% desde 2012, mas consultoria não vê chance de escalada
A média nacional do valor do metro quadrado para locação, em abril desse ano, foi de R$ 13,15, segundo a pesquisa Real Estate Report 2013, da EY. Em Curitiba, a média foi ligeiramente mais elevada – de R$ 13,79 por m², valor 9% superior ao de agosto de 2012.
Mas esse aumento não representa tendência de escalada de preços, segundo Viktor Andrade, diretor da consultoria. “Foi uma movimentação normal, já que as últimas entregas têm mais aspectos tecnológicos e estão sendo locadas por preços um pouco mais altos que os galpões mais velhos”, explica Andrade.
O que pode influenciar o preço de forma mais intensa, segundo ele, é o crescimento do consumo ou o câmbio mais alto, que pode favorecer as exportações. “Mas qualquer mudança nesse segmento é muito lenta, e os números mais recentes do desempenho da economia do país não terão reflexos agora. Os preços e o produto ofertado em Curitiba estão perto da realidade das outras regiões, e não deve haver mudança abrupta”, comenta.
A capital paranaense oferece 617 mil m² de galpões logísticos para locação, ao custo médio de R$ 16,50 por m², de acordo com dados da consultoria Cushman & Wakefield. Segundo o mesmo levantamento, em São Paulo há 35,5 milhões de m² disponíveis, a R$ 20,60 o metro. Outra pesquisa, da consultoria EY, mostra valores ligeiramente diferentes, de R$ 13,79 em Curitiba e R$ 13,15 na média nacional.
“Curitiba tem valores de venda e locação desse tipo de imóvel abaixo do resto do país. Isso porque a oferta era muito simples: galpões com pé direito baixo, sem docas, sem recursos que geram economia para as empresas. Agora, os preços se adequaram e, aos poucos, tanto preço quanto produto ficam mais perto daquilo que é oferecido em outras capitais”, comenta Mário Sergio Gurgueira, diretor de Representação de Proprietários da Cushman & Wakefield.
As empresas querem espaços nos quais os produtos tenham uma boa acomodação e que, a isso, esteja aliada a redução de custos. Itens como reúso da água e iluminação natural, mais barata, pesam na hora de decidir qual armazém alugar.
O executivo da Cushman argumenta que a construção de novos armazéns, entregues com alto padrão de qualidade e tecnologia, tem a ver com a entrada de empresas estrangeiras no Paraná, principalmente do setor farmacêutico e alimentício – cujos produtos exigem condições mais rigorosas de armazenamento.
Mesmo que o ambiente esteja menos acanhado, o comportamento do estoque e do preço não deve passar por mudanças bruscas. “O que está sendo construído é suficiente para suprir a procura e não significa um aquecimento do mercado ou tendência para o futuro”, diz Viktor Andrade, diretor da consultoria EY (antiga Ernst & Young). [Autora: Taiana Bubniak]
 
Fonte: Gazeta do Povo; disponível em http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?id=1399383&ch; acesso em 18/08/2013.
 

13 agosto, 2013

Pesquisa avalia a gestão de estoques dentro das empresas [Revista Logweb]

O Inbrasc – Instituto Brasileiro de Supply Chain (Fone: 11 3302.9200) realizou um levantamento sobre a gestão de estoques dentro das empresas. Desenvolvida entre os meses de fevereiro e março deste ano, a pesquisa “Panorama da Gestão de Estoques” contou com a participação de 200 executivos, em sua maioria do segmento da indústria (66%) e de empresas de grande porte (71%).
Entre os itens analisados no estudo estavam as dificuldades relacionadas à mão de obra na gestão de estoques e as ações que a área tem tomado para amenizar estas dificuldades; os níveis de entendimento dos membros da equipe; os níveis de estoques com os fornecedores; as ações realizadas para manter um bom relacionamento com os fornecedores; os obstáculos enfrentados pela área; a utilização dos integrantes da equipe de suprimentos com relação à gestão de estoque; e a utilização de práticas sustentáveis.
Dentre as principais dificuldades apontadas pelos executivos, a falta de profissionais qualificados ficou em primeiro lugar, com 59% das respostas, seguida da ausência de gerenciamento dos profissionais, com 52%, e da relação com os fornecedores, em terceiro lugar, com 26%.
Entre as ações feitas para amenizar essas dificuldades, 52% dos líderes afirmaram realizar reuniões periódicas para alinhar estratégias com os fornecedores e executar treinamentos internos, 25% disseram realizar treinamentos externos e apenas 9% não apresentam nenhuma atividade.
Já no quesito “compartilhamento dos níveis de estoque com os fornecedores”, as respostas apontaram que uma pequena parcela, apenas 21%, executa esse tipo de ação. Já 39% afirmaram compartilhar algumas vezes e 40% negaram este tipo de artifício.
Com relação às ações realizadas para manter um bom relacionamento com os fornecedores, 64% dos executivos afirmaram avaliar frequentemente os principais fornecedores e 36% disseram fornecer e receber feedback sobre o desenvolvimento dos negócios.
A forma mais eficaz para manter os integrantes da equipe sempre atualizados, apontado por 33% dos entrevistados, é com a realização de uma transferência de conhecimento entre os colaboradores de suprimentos, sempre motivada pela liderança.
Já com relação às ações sustentáveis, quase metade dos entrevistados, 48%, disse utilizar dessas práticas. E apenas 19% disseram não trabalhar com esse tipo de iniciativa.
Os profissionais também afirmaram entender claramente os impactos financeiros, as metas organizacionais e os impactos operacionais que a gestão de estoques pode causar. Apenas 9% afirmaram não possuir nenhum tipo de entendimento.

Fonte: Revista Logweb; disponível em http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/32856/pesquisa-avalia-a-gesto-de-estoques-dentro-das-empresas; acesso em 13/08/2013.
 

31 julho, 2013

Gestão de cadeias de suprimentos verdes: quadro de trabalho [Revista Produção Online]

Resumo do artigo: O desenvolvimento e a estruturação do conceito de Green Supply Chain Management (GSCM) ainda não parecem estar consolidados na literatura. Igualmente, as práticas de aplicação dos conceitos da GSCM necessitam de mais investigação para que possam ser mais bem entendidas e aplicadas. O principal objetivo desse artigo é apresentar um quadro de trabalho que possa organizar e orientar a futura pesquisa em GSCM. A partir de pesquisa bibliográfica, foi possível identificar um conjunto de práticas que parecem estar maduras e analisar como alguns autores têm organizado o tema. Foram examinados estudos genéricos, que pretenderam representar a seu tempo o estado-da-arte da pesquisa, e estudos localizados, referentes a indústrias específicas ou regiões geográficas. Chegou-se a um quadro de trabalho estruturado em três grandes campos de pesquisa: estratégia, inovação, e operações. Os campos, por sua vez, se estruturaram em quatro, três e cinco áreas, respectivamente. Estratégia foi estruturada em: formulação, avaliação de desempenho, comunicação e colaboração, e barreiras e estímulos. Inovação foi estruturada em: processo, produto, e mercado. Operações foram estruturadas em: compras verdes, manufatura verde, distribuição verde, logística reversa, e gerenciamento de resíduos. Algumas pesquisas foram mencionadas como exemplos de temas pertencentes ao quadro de trabalho.
 
Autores: Miguel Afonso Sellitto;Miriam Borchardt; Giancarlo Medeiros Pereira; Diego Augusto de Jesus Pacheco.

Fonte: Revista Produção Online, Florianópolis, SC, v.13, n. 1, p. 351-374, jan./mar. 2013. 
Clique aqui para acessar o artigo.

 

24 julho, 2013

Pesquisa mostra panorama da logística no e-commerce brasileiro [E-Commerce News]

A logística, considerada fator de alta relevância para a competitividade das lojas virtuais brasileiras e, ao mesmo tempo, um dos maiores desafios do e-commerce nacional, foi tema da pesquisa realizada pela Brazil Panels e Ecommerce School, a qual entrevistou mais de 250 lojas virtuais e abordou três pontos: armazenagem, frete e manuseio.
De acordo com o levantamento, 82% das lojas virtuais têm armazenagem própria, enquanto 10% trabalham com um misto própria e terceirizada, e apenas 7% utiliza exclusivamente ambiente de terceiros para estocar os produtos.
Quando perguntado qual tipo de frota utilizado, 93% dos varejistas on-line utilizam os Correios e 35% utilizam outras transportadoras privadas. Apenas 13% contam com sistema próprio de entrega. Fatores como entrega no mesmo dia e produtos especiais/perecíveis (jóias, flores, alimentos, etc) estão relacionados ao uso de frota própria.
O estudo ainda apontou que 23% das lojas virtuais contratam transportadoras de acordo com a região da entrega. Além disso, o sistema rodoviário é o mais escolhido pelos e-commerces com 64%, seguido de longe pelo aéreo com 26% e o courier, com 10%.
Em relação à distribuição dos custos nas operações logísticas, o frete representa a maior parte, com 58%. Gastos com armazenagem representam 23% e com manuseio 19%.
Para tentar resolver esse problema, 55% das lojas virtuais entrevistadas repassam o valor do frete para os consumidores e 30% adotam um modelo híbrido, repassando apenas parte do valor. Apenas 15% assumem totalmente o custo do frete.
Outro ponto importante é que 69% das lojas virtuais entrevistadas oferecem frete grátis. Tal oferta, quando bem administrada, é um motivador de compras e fator decisivo para o consumidor, pelo menos na visão de 66% dos varejistas que propiciam o bônus em busca de aumento de vendas, outros 34%, entretanto, ofertam o frete grátis somente porque os concorrentes também disponibilizam.
Na relação de dificuldades na entrega, 61% das lojas virtuais disseram que o principal problema enfrentado é o atraso nas entregas. A falta de segurança é um problema nacional e não deixa de impactar também o comércio eletrônico. Extravios, furtos e roubos são os principais problemas para 39% dos entrevistados.
“Temos gargalos na infraestrutura de logística no país há muitos anos. A verdade é que a maioria de nossos representantes vive em outros cenários, distantes das reais necessidades do país. O preço pago pela falta de planejamento aumenta a cada dia e afeta todos os setores da economia, incluindo o comércio eletrônico”, afirma Maurício Salvador, presidente da ABComm.

Fonte: E-Commerce News; disponível em http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/pesquisa-mostra-panorama-da-logistica-no-e-commerce-brasileiro; acesso em 21/07/2013.

07 julho, 2013

Cabotagem pode ser alternativa para desafogar estradas [Noticenter]

A cabotagem, que é a navegação feita entre portos brasileiros, é cotada como um modal que pode mudar a distribuição da matriz de transporte do Brasil, contribuindo para a redução do número de caminhões nas estradas e para a diminuição dos custos das empresas. Essa é a constatação de um estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) com 76 empresas de médio e grande portes de 19 setores industriais de Santa Catarina. O levantamento faz parte da primeira etapa do Plano de Mobilidade que a entidade lançou na última quarta-feira (26)[de junho], durante seminário, em Florianópolis.
O presidente da Câmara de Transporte e Logística da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, explica que nesta etapa foi selecionado o litoral pelo fato de ser uma região que concentra os maiores gargalos de mobilidade. São 4 milhões de habitantes, 1,3 milhão de trabalhadores e 126 mil estabelecimentos. Nos próximos anos, a previsão é de aumento da população, da movimentação de cargas e de passageiros, da corrente de comércio internacional e do consumo interno, além do crescimento das atividades da indústria, setor de serviços, turismo e de petróleo e gás. Essa perspectiva de crescimento vai sobrecarregar ainda mais a mobilidade no eixo litorâneo.
Nas próximas etapas do Plano, as demais regiões do Estado serão contempladas. "Por meio do plano, a Federação vai discutir com a sociedade organizada as condições atuais e as ações necessárias para ter mobilidade adequada ao desempenho da economia catarinense", afirma Aguiar. "Vamos estudar todos os modais possíveis de transporte de passageiros e de cargas para identificar gargalos e solução para a mobilidade. O objetivo é construirmos um planejamento da mobilidade de Santa Catarina", completa.
Quando perguntadas sobre os critérios utilizados na escolha da cabotagem, 70,3% das empresas responderam que a opção se deve à economia nos valores dos fretes em relação a outros modais, enquanto 10,8% destacaram que esse meio de transporte reduz avarias e risco de roubo de carga. Em relação às situações em que a cabotagem é competitiva, 50,7% do grupo pesquisado afirmou que sabe exatamente quando e por que este meio de transporte é mais adequado; 42% disseram que sabem em parte, mas querem conhecer mais detalhes; e 7,2% não sabem quando esse modal é mais adequado.
Um navio tem capacidade de transportar quatro mil contêineres. Isso significa quatro mil caminhões a menos nas rodovias. "O custo do transporte por cabotagem é, em média, 15% mais barato que o realizado pelo modal rodoviário. Esse percentual é aplicado para distâncias acima de 1,5 mil quilômetros. Em percursos maiores, o custo do frete pode ser até 40% menor do que transportar produtos por caminhão", diz Aguiar. Além disso, a cada tonelada transportada por quilômetro, via cabotagem, são emitidos apenas 25% dos gases do efeito estufa que seriam emitidos fazendo esse transporte por modal rodoviário.
Apesar dos benefícios desse meio de transporte, 55,3% do grupo pesquisado disse que não utiliza a cabotagem. 23,7% usam, 17,1% utilizam pouco e 3,9% usam com frequência. A razão pela qual mais da metade das empresas ouvidas não opta pela cabotagem é que o modal não atende os mercados de destino dos produtos. Em segundo lugar aparece a burocracia para utilizar e, na sequência, as companhias destacam que o tempo de trânsito não atende às necessidades. Por último, 12,5% delas não conhecem o suficiente para utilizar o modal. "Temos cinco terminais prontos, que podem ser adequados para oferecer mais linhas para atender a demanda da indústria. Mas, para isso, temos desafios estruturais e regulatórios que precisam ser vencidos", ressalta o presidente da Câmara.
A urgência em se encontrar uma alternativa às rodovias se explica pelos números. O movimento do trecho norte da BR-101 varia de 8 a 80 mil (na alta temporada) veículos por dia. Essa rodovia, considerada a artéria principal da zona litorânea, tem impactos diretos e indiretos em outras BRs que também recebem grande fluxo de veículos, como a 280, 282, 470, 116 e 285.
Estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) mostra que, em 2010, foram movimentadas 75,7 milhões de toneladas. Para 2020 estima-se 110 milhões de toneladas.
 
 

18 junho, 2013

GS1 Brasil cria controle de validade para supermercados [Portal Newtrade]

A GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação, responsável pela padronização de processos de logística e rastreabilidade na cadeira de abastecimento, promoveu ontem (12) a III Conferência Internacional de Automação e Logística, em São Paulo. Cerca de 300 executivos brasileiros e estrangeiros, entre presidentes, diretores e gerentes de vários setores da economia participaram do encontro.
O evento levantou questões como tendências tecnológicas e automação, integração, rastreabilidade, eficiência e rentabilidade. Um dos principais temas foi o GS1 DataBar, primeira solução que permite o controle de validade de produtos no ponto de venda. “A etiqueta carrega as informações do produto e a data de validade, transmitidas ao caixa no ato da compra”, explica Ana Paula Manieiro, coordenadora de Soluções de Negócios da GS1 Brasil.
De acordo com as empresas que criaram o DataBar em parceria com a GS1, uma das vantagens do sistema é a preservação do investimento em equipamentos de automação comercial dos supermercadistas, sendo necessário apenas a instalação de módulos de software e hardware que imprima o código padrão GS1 DataBar. [No link abaixo há um vídeo sobre o lançamento do GS1 DataBar.]
 
Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://newtrade.com.br/newtradetv/gs1-brasil-cria-controle-de-validade-para-supermercados; acesso em 18/06/2013.

06 junho, 2013

Governo quer quase triplicar rios navegáveis na Bacia Paraná-Tietê [Gazeta do Povo]

A Administração da Hidrovia do Paraná (Ahrana) pretende quase que triplicar o potencial de rios navegáveis da Bacia Paraná-Tietê nos próximos anos. Para isso, o Ministério dos Transportes contratou um estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental para a ampliação da capacidade de transporte na hidrovia. O resultado do levantamento será apresentado somente em 2014, mas os estudos preliminares apontam que é possível ampliar a capacidade de transporte de atuais 12 milhões de toneladas para 19 milhões de toneladas por ano e fazer 3,2 mil quilômetros dos rios da bacia efetivamente navegáveis – hoje apenas 1,2 mil quilômetros na região estão em condições de transporte.
Para isso, é preciso tornar os rios Paranapanema, Tibagi e Ivaí navegáveis, alargando e aprofundando alguns percursos, além de investir em sinalização. “O trabalho parece simples, mas é bastante caro. Estamos avaliando agora o quanto estas obras vão custar e que demanda reprimida tornaria viável estes investimentos”, afirma o superintendente da Ahrana, Antônio Badih Chehin.
Outro ponto chave é o canal de navegação de Guaíra, que precisa de uma dragagem de aprofundamento de três metros. O pleito da Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística é de que lá seja construído um porto intermodal, para se integrar aos futuros investimentos em ferrovia e à malha rodoviária do estado. “Nesta fase do estudo, estamos levando nossas reivindicações ao governo federal para que o melhor projeto seja formulado”, afirma o secretário José Richa Filho.
Integração
De acordo com o representante do consórcio de empresas responsável pelo estudo, Ruy Lopes, há um grande potencial de transporte de cargas pelos rios da bacia, que serve hoje como uma alternativa para o porto de Santos. Com a expansão da malha, ela servirá outras regiões do país e o Mercosul. “A hidrovia não é o modelo ideal para todas as cargas, mas pode baratear o transporte de muitas delas”, diz. O transporte de cargas pode ser até dez vezes mais barato que em caminhões e três vezes mais em conta que em trens.
Entenda
A bacia hidrográfica paranaense é grande, mas precisa de adaptações para ser mais navegável.
Adaptação
Alguns rios do estado têm trechos muito rasos e existem pontes ao longo do trajeto que não comportam a passagem de grandes embarcações. O ideal é nivelar o fundo destes rios e aprofunda-los para três metros em toda a extensão. Pilares de pontes precisarão ser adaptados e sinalizados.
Intermodalidade
Hoje, a bacia hidrográfica Paraná-Tietê é parcialmente usada. Ela serve de apoio ao transporte de cargas até Santos. Ao se tornar navegável em mais trechos, o transporte fica mais dinâmico e mais integrado a ferrovias e rodovias do entorno.
Mais barato
O transporte hidroviário é mais lento, mas mais barato que o ferroviário e o rodoviário.
 
Fonte: Gazeta do Povo; disponível em http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?id=1379310&ch; acesso em 06/06/2013.
 
Nota: Feliz 06 de junho - DIA DA LOGÍSTICA! Parabéns aos profissionais que atuam no setor e não medem esforços para entregar o produto certo, no local certo, no momento certo e ao custo adequado!
 

29 maio, 2013

Apple escolhida como melhor cadeia de suprimentos do mundo [Supply Management]

Pelo sexto ano consecutivo, a Apple foi considerada a melhor no ranking das 25 principais cadeias produtivas em estudo desenvolvido pela Gartner. Para classificar-se como número um, a Apple obteve 75 por cento da pontuação máxima da votação. O ranking dos 5 primeiros é completado por McDonald's, Amazon, Intel e Unilever.
É a nona vez que o estudo anual foi produzido com o objetivo de apresentar a importância da cadeia de suprimentos e como ela afeta o negócio.
Ao lado de alguns líderes perenes, o top 25 deste ano apresenta três novas empresas - Ford, Lenovo e Qualcomm.
Debra Hofman, diretora vice-presidente da Gartner, disse que o objetivo do ranking Supply Chain Top 25 é a identificação de líderes nestes processos. "Estamos pesquisando e escrevendo sobre as práticas de suprimento desde 2003, com destaque para as empresas que partiram do antigo modelo  'de empurrar' a cadeia de abastecimento para o que integra demanda e oferta do produto em uma rede de valor que resulta numa resposta rentável às mudanças na demanda."Os top 25 de 2013 são: 1. Apple; 2. McDonald's; 3. Amazon.com; 4. Unilever; 5. Intel; 6. P&G; 7. Cisco Systems; 8. Samsung Electronics; 9. Coca Cola Company; 10. Colgate-Palmolive; 11. Dell; 12. Inditex; 13. Wal-Mart Stores; 14. Nike; 15. Starbucks; 16. PepsiCo; 17. H&M; 18. Caterpillar; 19. 3M; 20. Lenovo Group; 21. Nestlé; 22. Ford Motor; 23. Cummins; 24. Qualcomm; 25. Johnson & Johnson.

Fonte: Supply Management; disponível em http://www.supplymanagement.com/news/2013/apple-named-worlds-best-supply-chain/; acesso em 29/05/2013.

21 maio, 2013

Paraná lança projeto Porto no Campo para integração com o setor produtivo [Logweb]

Produtores rurais, industriais e prefeitos de todo o Paraná participaram na última terça-feira [14/05] do lançamento do projeto Porto no Campo, na Expoingá, em Maringá. O secretário de infraestrutura e Logística do Paraná, José Richa Filho, e o superintendente dos portos de Paranaguá e Antonina, Luiz Henrique Dividino, apresentaram os projetos de ampliação e modernização dos portos e promoveram um debate com os agricultores.
“A ideia de realizar um projeto desta natureza surgiu no início do Governo Beto Richa. Nossa intenção é integrar o setor produtivo e os portos do Paraná. E acreditamos que a melhor forma de fazer isso é vindo até o interior, ouvindo as demandas e ampliando o diálogo”, disse o secretário.
De janeiro a abril deste ano, foram liberadas para descarga no Porto de Paranaguá quase 5,14 milhões de toneladas de soja, milho e farelo de soja. Deste total, 3,12 milhões de toneladas foram produzidas no Paraná.
Durante a apresentação dos projetos de melhorias e ampliação dos portos paranaenses, o superintendente dos portos explicou que é primordial que aqueles que mais utilizam a estrutura portuária conheçam com mais profundidade o seu funcionamento. “Estamos formatando os projetos futuros. Por isso, ouvir a demanda dos usuários é essencial para nós. Acredito que este diálogo vai enriquecer os projetos que estamos desenvolvendo”, disse Dividino.
Empresários, agricultores e pecuaristas aprovaram a iniciativa do Governo do Paraná de promover a interiorização dos portos. “Este planejamento que o Governo está fazendo por meio do Porto no Campo vai ampliar ainda mais a logística dos produtos, melhorando a rentabilidade da nossa mercadoria”, afirmou o presidente da Associação dos Produtores de Álcool e Açúcar do Estado do Paraná (Alcopar), Miguel Rubens Tranin.
O projeto “Porto no Campo” tem o objetivo de informar o setor produtivo de todo o Paraná, estabelecendo um canal direto de diálogo entre os portos do Estado e os empresários agrícolas, uma forma de saber as demandas e dúvidas daqueles que utilizam os portos do Paraná para escoar produtos.
Serão promovidas diversas reuniões para integrar os setores. Os próximos encontros acontecerão em Cascavel, Campo Mourão, Londrina, Guarapuava, Pato Branco e Ponta Grossa. (Agência de Notícias do Paraná)

Fonte: Portal Logweb; disponível em http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/32209/parana-lanca-projeto-porto-no-campo-para-integracao-com-o-setor-produtivo; acesso em 21/05/2013.

13 maio, 2013

Supermercado adota etiquetas eletrônicas e reduz custos [Portal Newtrade]

A agilidade no processo de precificação e a confiabilidade dos preços percebida pelos clientes foram os grandes motivadores do Grupo Amarelinha para adotar as etiquetas eletrônicas em sua nova unidade, localizada em Sertãozinho, interior de São Paulo. Além desta loja, o Grupo tem um supermercado em Pitangueiras e dois em Barrinha, e mais 15 lojas de confecções e calçados na região. A rede espera encerrar o ano com faturamento 15 % maior em relação ao ano passado.
O novo sistema, fornecido pela Seal Tecnologia, empresa que há 25 anos atua no mercado de soluções dedicadas a processos de automação com código de barras, coletores de dados, redes sem fio e RFID, foi disponibilizado em todo o mix de produtos do supermercado, totalizando 13 mil etiquetas.
Para Letícia Elisa Justino Silva, administradora da empresa, a novidade garante um visual moderno e mostra a preocupação do Grupo em se manter atualizado com as tecnologias mais recentes do mercado, com o objetivo de facilitar o processo de compra dos clientes e a rotina dos funcionários. “Além da facilidade de precificação, as etiquetas ajudam na gestão do supermercado, como na consulta do estoque e, também, a determinar o espaço exato de cada produto na gôndola”, afirma.
Com a tecnologia, a rede conseguiu fazer um melhor uso da mão-de-obra e eliminar o uso de papel nas etiquetas, o que resultou na redução de 20% dos custos. “Um dos ganhos que tivemos foi justamente poder realocar os funcionários que ficavam até duas horas trocando manualmente as etiquetas dos produtos em atividades que agregam mais valor ao nosso negócio. Agora todo este processo é feito em minutos e a confiabilidade é muito maior, já que somos respaldados pelo sistema que nos avisa no caso de erro de atualização das etiquetas”, afirma.
A nova unidade conta ainda com uma estrutura de 4.200 metros quadrados, com 24 pontos de caixa e estacionamento com 600 vagas, além da área de alimentação para 400 lugares, posto de combustíveis. O Grupo pretende levar a tecnologia para sua loja matriz, localizada em Pitangueiras.
 
Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://www.newtrade.com.br/noticia/supermercado-adota-etiquetas-eletronicas-e-reduz-custos; acesso em 13/05/2013.

06 maio, 2013

FedEx investe em centros de distribuição no País com foco no comércio eletrônico [E-Commerce News]

A FedEx Express anunciou a inauguração de três novas warehouses no País, dando continuidade ao plano de expansão agressivo da companhia no mercado brasileiro. Juntas, as novas instalações ocupam uma área de 50 mil metros quadrados – o que representa um aumento de 7% na área total de 720 mil metros quadrados ocupada pela FedEx no País.
Segundo o operador os novos centros de distribuição favorecem empresas de diversos segmentos, sobretudo as que operam no e-commerce, possibilitando aos lojistas se concentrar apenas na venda de produtos, enquanto a FedEx fica responsável pela administração das mercadorias nos centros de distribuição e a entrega na casa do cliente.
Embora o valor do investimento não tenha sido divulgado, a companhia revela que ao menos dois centros de distribuição estarão operando até junho deste ano, sendo um deles em Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo, com mil metros quadrados de área construída, e o segundo, em Cabo do Santo Agostinho, em Pernambuco, com 30 mil metros quadrados. Já a terceira instalação – uma nova estação de entrega e coleta de remessas – funcionará no bairro de Santo Amaro, zona sul de São Paulo.
Com a compra da Rapidão Cometa, em maio de 2012, – que em junho do próximo ano se chamará FedEx -, a companhia ampliou sua área de atuação conglomerando 50 filiais, 145 pontos de distribuição, 84 centros autorizados e, em torno de 9,5 mil funcionários no Brasil.
No último dia 11, a FedEx anunciou uma nova associação, desta vez com a Portlink Logística Multimodal, de Santa Catarina, especializada em transporte marítimo de cargas, visando se tornar também uma empresa de entregas marítimas e de soluções de logística, e, não apenas de transporte aéreo de cargas. Com o acordo, – que não envolveu troca acionária, embora também não tenha sido descartada esta hipótese no futuro -, a Portlink passa a usar a marca FedEx Trade Networks, o braço de logística do grupo americano.
De acordo com o último relatório financeiro sobre a FedEx, a companhia obteve receita total de US$ 6,7 bilhões no terceiro trimestre do ano fiscal de 2013, encerrado em fevereiro, já que o ano fiscal da FedEx começa em junho e termina em maio. Tal resultado representa alta de 2% em relação aos US$ 6,5 bilhões de igual período de 2012. No acumulado dos nove primeiros meses, a receita total da FedEx ficou em US$ 20,1 bilhões, representando um crescimento de 2% frente aos US$ 19,7 bilhões do mesmo período anterior.
 
 

30 abril, 2013

United Airlines lança iniciativa para cadeia de suprimentos sustentável [Logweb]

A United Airlines está lançando a Cadeia de Suprimentos Sustentável (CSS), uma iniciativa que permitirá entender melhor o desempenho ambiental de seus fornecedores e aprofundar as relações com seus principais parceiros da cadeia de suprimentos.
“Trabalhamos com centenas de fornecedores, então é importante entendermos o impacto ambiental da nossa cadeia de suprimentos, e esta nova iniciativa nos permite ser proativos”, diz Katrina Manning, vice-presidente de aquisições técnicas da United Airlines.
O programa CSS envolve a medição e avaliação da sustentabilidade dos produtos e operações dos fornecedores atuais da United Airlines por meio de uma pesquisa abrangente, começando com aqueles fornecedores em indústrias tradicionalmente de alto risco, bem como os membros da comunidade de fornecedores estratégicos da companhia. A empresa também integrará as questões focadas no meio ambiente em sua solicitação de proposta (RFP).
Por meio da implementação do programa de CSS, a United Airlines avaliará se a utilização dos serviços ou produtos de seus fornecedores reduzirá o impacto da companhia no meio ambiente.
Em 2014, a United Airlines buscará definir metas para melhorias e começará a comunicar essas expectativas para seus fornecedores.
 

22 abril, 2013

Correios está entre os dez melhores operadores logísticos do mundo [E-Commerce News]

Embora os Correios seja alvo de críticas duras de comerciantes e consumidores, a estatal está entre as dez mais bem preparadas do mundo em seu segmento. É o que mostra uma pesquisa realizada pela Accenture – intitulada Alcançando Alto Desempenho em Serviço Postal -, que analisou 26 operadores, públicos e privados, inclusive grandes multinacionais.
De acordo com Wagner Pinheiro de Oliveira, presidente dos Correios, tal reconhecimento é resultado de uma série de ações integradas que fazem parte do processo de revitalização pelo qual passa a empresa. “Este resultado se deve ao empenho dos trabalhadores, aos investimentos realizados nos últimos anos e às iniciativas do governo federal para revitalizar a empresa. Estamos trilhando o caminho certo para fortalecer os Correios como empresa pública e aprimorar cada vez mais o atendimento às empresas e aos cidadãos. Nosso planejamento estratégico de longo prazo prevê ações focadas pela pesquisa e nos últimos anos temos centrado esforços e investimentos nesse sentido”, ressalta.
Dentre alguns investimentos do Plano Estratégico Correios 2020, estão a busca por parcerias que agreguem valor à marca e à rede de atendimento; a entrada no mercado de telefonia móvel celular (MVNO); a ampliação da oferta de serviços postais eletrônicos como o V-POST, hoje utilizado pelos Tribunais Regionais do Trabalho em todo o Brasil; a implantação do rastreamento de encomendas em tempo real, prevista para o próximo mês; e a abertura do primeiro escritório de prospecção no exterior, em Miami (EUA).
O executivo acrescenta ainda que, nos últimos dois anos, os Correios implantaram uma área estratégica direcionada a encomendas e logística, e outra voltada ao relacionamento com clientes, além de reativarem a Ouvidoria. Também houve a contratação de 15 mil trabalhadores por concurso público, investimento de aproximadamente R$ 500 milhões na compra de 14 mil veículos, e na construção, reforma, manutenção e ampliação de 1,4 mil unidades, e mais R$ 50 milhões na aquisição de computadores e equipamentos para a área operacional.

Fonte: E-Commerce News; disponível em http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/correios-esta-entre-os-dez-melhores-operadores-logistico-do-mundo; acesso em 22/04/2013.

17 abril, 2013

Blog rumo ao porto - G1

Acompanhe o blog rumo ao porto (http://g1.globo.com/mato-grosso/blog-rumo-ao-porto/platb/), onde 2 repórteres do G1 relatam o caminho percorrido por cargas de soja que saem de Sorriso (MT) e Sinop (MT) com destino a Santos (SP) e Santarém (PA), respectivamente. São muitos os imprevistos, problemas e percalços encontrados e registrados no trajeto. Recomendo a leitura.

15 abril, 2013

Gestão logística e de Supply Chain são temas de seminário online [Revista MundoLogística]

A revista MundoLogística e a consultoria Imai Empresas, especializada em logística empresarial, se uniram na realização de um evento para os profissionais do ramo. Sob o comando de especialistas conceituados, o seminário online irá abordar os principais conceitos que envolvem a logística e o supply chain, se fazendo valer de exemplos práticos que corroborem a importância da gestão nas organizações do setor. Com o título “Gestão Logística e de Supply Chain”, o evento foi concebido para atender a todos os profissionais que, de alguma forma, precisam gerenciar operações logísticas. Por envolver toda a economia, desde a produção, distribuição até a comercialização dos mais diferentes produtos, o gerenciamento logístico é uma tarefa complexa e requer inúmeras competências e conhecimentos para que se obtenha sucesso e sejam alcançados os resultados esperados. Entre as 08h40 e 17h20 do dia 14 de maio, seis profissionais apresentarão diferentes palestras, com os seguintes temas: Custos, Indicadores de Desempenho, Soluções para o Transporte Rodoviário de Cargas, Estoques e Terceirização. As palestras terão duração de 1 hora e, entre elas, alguns intervalos permitirão descanso a quem estiver acompanhando. As inscrições podem ser realizadas no site da revista MundoLogística e dão direito a acompanhar o evento ao vivo e também posteriormente, gravado. Para pagamento efetivado até o dia 26 de abril, o investimento é de R$ 290,00. Após essa data, o valor é de R$ 340,00. Os participantes têm direito a certificado de participação. Confira a agenda completa, os palestrantes, os temas e faça já a sua inscrição: www.mundologistica.com.br.
 
Fonte: Release Revista MundoLogística.

09 abril, 2013

Logística Lean aumenta eficiência de fábrica da 3M em Sumaré-SP [Revista MundoLogística]

Reunindo cinco grandes centros de manufatura e 23 pontos de entregas e coletas, responsáveis pela produção diária de 13 mil produtos diferentes, a fábrica da 3M em Sumaré, no interior de São Paulo – a maior entre as 7 plantas da empresa no Brasil e que representa 60% do faturamento da marca no País –, é um desafio diário para quem trabalha com logística.
Visando a perfeita gestão de tamanha produção, a 3M começou a implementar há cerca de 4 anos a logística baseada no Sistema Lean, filosofia de produção inspirada no modelo Toyota. “Foi uma decisão estratégica. A manufatura já implementa o lean na 3M há 10 anos. Fizemos, então, um movimento necessário da nossa logística, pois se não caminhássemos junto com a manufatura correríamos o risco de nos transformarmos no gargalo da produção”, diz Reginaldo Debrino, Gerente de Logística da 3M, responsável por todo processo de inbound da fábrica da empresa em Sumaré.
O executivo vai apresentar, com exclusividade, o case de logística da 3M no 2º Seminário de Logística Lean, que vai ocorrer dia 10 de abril de 2013 e que vai reunir também os cases de logística da Nike e da Mercedes-Benz, além de uma visita orientada à fábrica da Flextronics, em Sorocaba (SP), onde vai ocorrer o evento.
Com o sistema, a logística da 3M conseguiu, por exemplo, aumentar de 40% para expressivos 97% o chamado Índice de Atendimento, indicador que mede a capacidade para atender pedidos internos dentro do prazo estabelecido. Ao mesmo tempo, com o lean, a empresa também conseguiu diminuir o prazo médio de entrega, que caiu de 2,5 horas para 1,3 horas. Além disso, a companhia ainda conseguiu diminuir o “retorno” de itens entregues na manufatura de 62% para 49%, o que representou uma redução de 13%, mais que o dobro da meta inicial.
“As melhorias foram muito significativas. Tudo isso tem gerado economia e ganhos em produtividade em todo meu departamento”, conta Debrino. “Mapear os processos foi fundamental porque nos permitiu entender qual era a real necessidade de atendimento da nossa logística interna”, resumiu o gerente de logística da 3M.
Com isso, explicou ele, a empresa gerou um novo projeto de transporte interno, com a definição de novas rotas padronizadas e a criação de uma nova gestão visual para todo o processo – tudo isso sendo gerenciado, a partir de então, pelo modelo “A3”, método de execução de projetos e solução de problemas do Sistema Lean.
Outra mudança fundamental, explicou Debrino, foi a adoção do “Plano para Cada Peça”, método lean conhecido pela sigla PPCP, que determina a criação de um esquema detalhado para cada item utilizado num processo produtivo, visando entender e melhorar todos os pormenores relevantes, para gerenciar o processo de forma mais eficiente, sem erros ou desperdícios.
Além disso, a empresa tem priorizado a adoção do “Trabalho Padronizado” na logística, processo que já gerou, inclusive, certificações internacionais à companhia.
Para o gerente de logística da 3M, a utilização do Sistema Lean num fluxo de logística é, atualmente, inevitável. “Torna o processo mais simples e fácil de ser gerenciado. Também é muito bom ao gerar o envolvimento dos colaboradores na solução de problemas. Eles ficam mais ‘engajados’ no trabalho”, conclui Debrino.

Fonte: Revista MundoLogística; disponível em http://www.mundologistica.com.br/portal/noticia.jsp?id=1156; acesso em 08/04/2013.

Post relacionado: http://armazenaemovimenta.blogspot.com.br/2010/01/logistica-enxuta-surge-como-aliado.html

 


01 abril, 2013

Empresas de carga sofrem com falta de mão de obra qualificada [Portal Newtrade]

Na família de Tomaz Gabriel, de 70 anos, a profissão de motorista de caminhão passa de pai para filho há mais de um século. No comando de uma empresa, com 140 caminhões, Tomaz tem problemas em encontrar motorista para dirigir a frota. Ao contrário da época de Gabriel e seu avô, hoje falta profissional no mercado. Calcula-se que o déficit de caminhoneiro já atinja 13% da frota das empresas (ou cerca de 100 mil motoristas), segundo a Associação Nacional do Transporte de Carga e Logística (NTC&Logística).
A escassez tem dificultado a vida das transportadoras e dos produtores, seja do setor industrial ou do agronegócio. Na colheita de soja, a escala de embarque tem sido prejudicada pela falta de profissionais, afirma Carlos Fávaro, presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja). "Se uma empresa precisa de dez caminhões para fazer o transporte de soja, recebe apenas dois por dia. Isso provoca estocagem excessiva e redução da competitividade do País."
Para complicar, o contingente de motoristas acaba sendo comprometido com os congestionamentos gigantes na entrada dos portos, como em Santos e Guarujá. Na semana passada, Tomaz Gabriel gastou 21 horas na Rodovia Cônego Rangoni para descarregar no complexo santista. No tempo perdido na fila, poderia ter atendido outra demanda. O exemplo vale também para a má qualidade das rodovias, que às vezes dobra o tempo de viagem.
O presidente da Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abcam), José da Fonseca Lopes, diz que tem sido difícil convencer um jovem de se tornar caminhoneiro. "Hoje ninguém quer ser motorista por causa das condições das estradas e da remuneração." Ele conta que há iniciativas no mercado de recrutamento de pessoas de 15 a 17 anos para formar caminhoneiros. "Num primeiro momento, eles até têm interesse. Mas quando chega a parte prática e mecânica do curso, mudam de ideia e veem que ser mecânico é mais vantajoso", diz.
Fonseca tem uma empresa de transporte de cana de açúcar e precisa de motoristas especializados na condução de caminhões pesados, computadorizados e cheios de tecnologia.
A alta tecnologia dos novos caminhões também amedronta os profissionais, especialmente os motoristas mais velhos, acostumados a veículos manuais. A maioria não sabe operar os novos caminhões. E quando o fazem arriscam suas vidas e de terceiros. O professor da Fundação Dom Cabral, Paulo Resende, conta que boa parte dos acidentes provocados por caminhoneiros nas estradas está ligada à incapacidade dos motoristas de lidar com as inovações tecnológicas. "Os novos caminhões exigem uma postura diferente no volante. Qualquer movimento brusco pode provocar sérios acidentes."
 
 

26 março, 2013

Encontrando uma linguagem comum para cadeias de abastecimento resistentes a desastres [Knowledge Wharton]

Resumo do artigo Finding a Common Language for Disaster-resistant Supply Chains, publicado no site Knowledge Wharton. 

Quando o vulcão Eyjafjallajökull da Islândia entrou em erupção em 2010, vôos sobre o Atlântico foram interrompidos durante dias, e as cadeias de fornecimento globais de produtos como frutas e flores frescas foram severamente interrompidas. Quando um tsunami e uma crise nuclear atingiram o norte do Japão, em 2011, as montadoras e fabricantes de eletrônicos na Ásia e América do Norte lamentaram que alguns fornecedores-chave não poderiam cumprir com suas datas de entrega, forçando lentidão em suas escalas de produção e frustrando compradores. Nesses e em outros casos, muitas empresas têm sido impedidas pelo fato de não haver nenhuma maneira de prever onde e quando o próximo desastre natural ocorreria.
Que tipo de análise - e iniciativas estratégicas - as empresas devem adotar, a fim de mitigar os seus riscos de cadeia de fornecimento a curto e longo prazos? Que lições foram aprendidas com a crise dos últimos anos? Estimulados por um forte aumento na preocupação com eventos climáticos extremos, grupos de discussão de líderes, como o Fórum Econômico Mundial (WEF) e do Council of Supply Chain Management Professionals (CSCMP) têm intensificado os seus esforços para a criação de referência gerais e normas comuns para avaliar e aprovar iniciativas de mitigação de riscos, que sejam pró-ativas e estratégicas.O Fórum Econômico Mundial de 2011 iniciou estudos sobre os riscos e vulnerabilidades sistêmicas de cadeias de suprimentos globais e redes de transporte. Seu relatório inicial sobre essa iniciativa, lançado na reunião anual 2012 do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, examinou  esses riscos que causam perturbações graves nas cadeias de fornecimento globais, destacando a necessidade das empresas mudarem sua atenção de uma postura reativa para uma pró-ativa.Em janeiro, o Fórum Econômico Mundial publicou um plano geral para cadeias de suprimentos resilientes com base em quatro componentes principais: parcerias tecnológicas, política, estratégia e informação.
Entre as principais recomendações do relatório estão: institucionalizar um processo de avaliação de risco de base ampla e internacional; mobilizar organismos internacionais de normalização para desenvolver, harmonizar e incentivar a adoção de padrões de resiliência; incentivar organizações a adotar estratégias ágeis, adaptáveis ​​para melhorar a resiliência comum e expandir o uso de plataformas de compartilhamento de dados para identificação de riscos e respostas. O relatório também destacou três exigências que surgiram a partir de workshops patrocinados pelo WEF e diálogos realizados nos últimos meses: em primeiro lugar, a necessidade de um vocabulário comum quando se fala de risco, em segundo lugar, a necessidade de melhoria dos dados e informações entre os envolvidos com a cadeia de suprimentos, e em terceiro lugar, a necessidade de maior agilidade e flexibilidade nas estratégias de resiliência.Council of Supply Chain Management Professionals (CSCMP), também apresentou aos seus membros uma estrutura formal de identificação das causas e dos impactos de vários tipos de riscos comumente presentes nas cadeias de abastecimento, chamado como Estrutura de Identificação de Riscos da Cadeia (SCRIS), que se destina a criar uma linguagem comum para os profissionais da cadeia de fornecimento para enfrentar os desafios enfrentados por empresas de todos os tamanhos e em todos os setores.Entre outros estudiosos, o professor de administração da Wharton, Marshall Fisher, observa que poderia ser tentador para as empresas prever a probabilidade dos vários riscos existentes nas suas cadeias de suprimentos e se preparar para essas contingências específicas. No entanto, acrescenta, "muitas coisas podem dar errado, e são impossíveis de serem previstas, assim como as suas consequências."
 


Fonte: Finding a Common Language for Disaster-resistant Supply Chains - Knowledge Wharton; disponível em http://knowledge.wharton.upenn.edu/article.cfm?articleid=3193 ; acesso em 17/03/2013.
 

19 março, 2013

SEBRAE desenvolve curso de capacitação profissional para motoristas [Brasil Caminhoneiro]

Assista a matéria do programa Brasil Caminhoneiro sobre curso de capacitação para profissionais do setor de transporte desenvolvido pelo SEBRAE, disponível no endereço: http://www.brasilcaminhoneiro.com.br/V4/webtv/index.php?iv=42683&cv=1&pgm=166/?utm_source=news069&utm_medium=email069&utm_content=tv02069&utm_campaign=news069 .

Fonte: Programa Brasil Caminhoneiro; acesso em 17/03/2013.

13 março, 2013

Para custo logístico baixar, seriam necessários R$ 54,7 bi [Logweb]

Para alcançar uma redução de R$ 13,1 bilhões anuais no custo logístico de transporte das mercadorias que passam pelo Sul, Norte e Nordeste do Brasil, seriam necessários investimentos de R$ 54,7 bilhões nas rodovias, ferrovias, portos e hidrovias locais. Porém, apenas 24,6% do valor necessário estão sendo alocados nos projetos em andamento, que somam apenas R$ 13,5 bilhões. O restante - R$ 41,2 bilhões - não saiu do papel ou sequer foi transformado em projeto. A melhoria da infraestrutura nessas regiões beneficiaria diretamente os negócios da indústria mineira, em decorrência do fluxo comercial dentro do país.
O estudo foi divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e tem como objetivo elaborar um planejamento estratégico de infraestrutura, de modo a aliviar um dos mais elevados custos do setor em todo o Brasil, que é o de transporte, segundo a analista de Políticas e Indústria da entidade, Ilana Dalva Ferreira.
Inicialmente, foi detectada a necessidade de elaboração de projetos em 524 trechos nessas três regiões, incluindo todos os modais. Nesse caso, o gasto seria de aproximadamente R$ 193 bilhões. Porém, foram elencados 205 projetos prioritários, levando-se em conta custo e retorno, que demandariam R$ 54,7 bilhões em investimentos. "Nós selecionados alguns projetos principais porque sabemos que a efetivação de obras em 205 trechos seria impossível", afirma a especialista.
Conforme o levantamento, a região Nordeste é a que mais necessitaria de investimentos, com um total estimado em R$ 25,8 bilhões. No Sul seriam demandados R$ 15,2 bilhões e no Norte R$ 13,7 bilhões. Do total, R$ 24,8 bilhões seriam gastos na melhoria e construção de ferrovias; R$ 16,2 bilhões em portos; R$ 9,4 bilhões em rodovias; e R$ 4,2 bilhões em hidrovias.
Caso esses aportes se tornem realidade, levando-se em conta o fluxo estimado de mercadorias em todo o país e que percorrerão essas regiões em 2020, haveria uma redução de R$ 13,1 bilhões no custo logístico de transporte. No Nordeste, espera-se um gasto de R$ 69,4 bilhões para movimentar o volume estimado de produtos. Com as alterações nos modais, espera-se reduzir em R$ 5,9 bilhões, alcançando R$ 63,5 bilhões. Na Amazônia Legal, a queda seria de R$ 3,8 bilhões, saindo de R$ 33,5 bilhões para R$ 29,7 bilhões. E no Sul a redução seria de R$ 3,4 bilhões, ao passar de R$ 47,8 bilhões para R$ 44,4 bilhões. Diário do Comércio

Fonte: Portal Logweb; disponível em http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/31587/para-custo-logistico-baixar-seriam-necessarios-r-547-bi ; acesso em 13/03/2013.

25 fevereiro, 2013

Blog Armazena e Movimenta: 7 anos

Amigos, há exatos 7 anos nascia o Blog Armazenagem & Movimentação, posteriormente rebatizado como Armazena e Movimenta. O objetivo inicial do blog era de complementar o conteúdo da disciplina de Armazenagem e Planejamento de Estoques da qual era professor em 2006.
Porém, mesmo após deixar a carreira acadêmica, mantivemos o blog no ar com o objetivo de compartilhar notícias e artigos sobre logística e posteriormente fizemos melhorias no layout, aumentamos a frequência de postagens, ingressamos nas redes sociais, entre outras. E assim, chegamos ao Armazena e Movimenta que vocês conhecem hoje.
Agradecemos aos que nos acompanham, nos seguem nas redes sociais e nos enviam e-mails com perguntas e comentários e constamos com sua audiência nos próximos 7 anos. Forte abraço!

19 fevereiro, 2013

Governo confirma arrendamentos no Porto de Paranaguá [Gazeta do Povo]

A Secretaria de Portos da Presidência da República divulgou, nesta segunda-feira (18), a lista de Portos Marítimos Organizados que poderão ser licitados dentro das condições previstas na Medida Provisória 595, a MP dos Portos, em tramitação no Congresso e que trata, entre outros itens, da concessão dos portos à iniciativa privada. Entre os terminas listados está o de Paranaguá, no Paraná.
A relação traz ainda portos como Belém-Miramar, na Região Norte; Aratu, Cabedelo e Suape, no Nordeste; Santos, no Sudeste; e Itajaí, no Sul.
O governo quer leiloar 158 terminais portuários até o fim de maio, mas o mais provável é que esse prazo não seja cumprido à risca. “Para você ter uma ideia, nos últimos cinco anos foram licitados nove ou oito”, diz o diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Mário Povia. “Teremos um esforço hercúleo.”
Do total a ser oferecido à iniciativa privada, 146 são terminais que já estão em operação, mas cujos contratos venceram ou estão por vencer. Para esses, o processo tende a ser rápido, pois não será necessário, por exemplo, obter licença ambiental. Os 42 restantes são áreas novas.
A oferta de terminais seguirá um modelo novo. Antes do pacote, os empreendedores eram obrigados a concordar com um pagamento à vista cujo valor era fixado em edital e, acima desse, davam um lance. Assim, o desembolso logo na etapa inicial do negócio inviabilizava a participação de empresas de menor porte.
Pelo modelo anunciado em dezembro passado, ganhará a concorrência quem se comprometer a movimentar maior volume de carga, a preços mais baixos. Será fixado um teto tarifário. “É um viés mais preocupado com o custo Brasil.”
O pacote portuário do governo foi regulamentado pela Medida Provisória (MP) 595, editada em dezembro passado. Em tramitação no Congresso, o texto sofre intensa pressão de diferentes setores. Foram apresentadas nada menos que 646 emendas e há disputa pela relatoria da matéria, para a qual o mais cotado é o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM).
 
Fonte: Gazeta do Povo; disponível em http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?id=1346003&ch= ; acesso em 19/02/2013.
 

13 fevereiro, 2013

Revista MundoLogística promove palestras online para profissionais do setor

Com as constantes mudanças setoriais e da economia como um todo, os profissionais de logística precisam sempre estar atualizados e conectados às novas tendências. Pensando nisso, a revista MundoLogística preparou uma série de Webinars (videoconferências pela internet) comandadas por especialistas da área abordando os mais relevantes temas da atualidade. As palestras apresentarão questões relevantes para profissionais de logística e supply chain, abordando assuntos relacionados a gestão, estratégia e mercado. Seguindo a linha da revista, os Webinars são direcionados aos profissionais da área que pretendem sempre estar se atualizando nas melhores práticas em logística e supply chain management. Nos Webinars, será possível interagir, enviando perguntas através do chat na ferramenta. Para poder acompanhar as palestras, os interessados precisam se inscrever no site, gratuitamente, e posteriormente receberão uma confirmação por email com o endereço virtual de onde irão acompanhar a palestra, com data e hora marcadas. Os vídeos serão gravados e os assinantes da MundoLogística poderão assisti-los quando quiserem. A agenda completa e as inscrições podem ser feitas diretamente no site da revista: www.mundologistica.com.br .
 
Fonte: Release Revista MundoLogística.
 

07 fevereiro, 2013

E-commerce brasileiro deve faturar R$ 28 bilhões em 2013 [Portal Logweb]

O comércio eletrônico brasileiro tem expectativa de crescer 25% neste ano e faturar R$ 28 bilhões, de acordo com projeções da e-bit. O e-commerce no País encerrou o ano de 2012 com alta de 29% em relação a 2011, de acordo com levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), sendo responsável por movimentar R$ 24,12 bilhões.
Ainda segundo a ABComm, 9 milhões de brasileiros realizaram a primeira compra pela internet no ano passado, e as categorias que obtiveram os melhores desempenhos foram vestuário, acessórios, cosméticos e eletrodomésticos.
“O momento favorável da economia, aliado ao aumento do número de usuários da internet e a ascensão da classe média, são fatores que contribuem para as expectativas positivas para este ano. Ainda há muito espaço para crescimento do setor no País”, explica Gustavo Furtado, CEO da Tricae – loja virtual especializada em produtos para crianças e gestantes.

Fonte: Portal Logweb; disponível em http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/31295/ecommerce-brasileiro-deve-faturar-r-28-bilhoes-em-2013 ; acesso em 04/02/2013.

04 fevereiro, 2013

Scania otimiza logística no setor automotivo com projeto pioneiro [Brasil Caminhoneiro]

A grande quantidade de fornecedores envolvidos, o elevado nível de exigência quanto ao prazo de entrega e a diversidade de peças fazem com que o processo logístico no setor automotivo muitas vezes se torne um desafio. A Scania desenvolveu, em parceria com seu provedor logístico, a Cargolift, um projeto para otimizar seu sistema Milk Run – sistema de coletas programadas de peças e materiais realizadas em um ou mais fornecedores.
Após pré-estudo e uma série de análises, a Scania e a Cargolift identificaram a possibilidade de utilizar um modelo bitrem de 30 metros, em vez de dois caminhões, para realizar a coleta de materiais dos fornecedores que fazem parte da rota sul do sistema Milk Run da fabricante. “Com o bitrem conseguimos consolidar a carga de forma mais adequada, e assim é possível otimizar o transporte, principalmente em viagens de longa distância”, explica Wagner Varela, chefe da área de Transport Managment da Scania.
Segundo Varela, o objetivo do novo processo é melhorar a estrutura do sistema e fazer uso racional dos veículos disponíveis para a operação. “Fazemos análise do volume de materiais que cada empresa fornece e então identificamos em qual região se justifica o uso de bitrens”. Dessa forma, é possível utilizar o caminhão mais adequado para cada operação ao redor do País.
Para Varela, o uso pioneiro de bitrens em operação logística pode contribuir tanto para um transporte mais sustentável quanto para redução de custos e melhor aproveitamento da frota. “Ao utilizar bitrens em operações nas quais inicialmente seriam usados dois caminhões, é possível obter redução significativa na emissão de poluentes e no consumo de combustível”, explica. “Também há gasto menor de pneus e de outros componentes do veículo, assim como redução no custo do frete.”
De acordo com Markenson Marques, diretor-presidente da Cargolift, com o uso de bitrens no sistema Milk Run também é possível obter alto índice de produtividade, pois os fornecedores devem estar preparados para receber o veículo. “Há disciplina maior de todos os envolvidos na corrente logística de rotas operadas por bitrens, porque, além de ter de respeitar o planejamento da coleta do Milk Run, há restrições quanto aos horários que os bitrens podem transitar e aos locais de manobrabilidade.”
Marques ainda explica que a nova lei que exige que o motorista tenha tempo de descanso maior entre viagens favoreceu a decisão pelo uso de bitrens no sistema Milk Run da Scania. Por lei, o bitrem de 30 metros só pode trafegar durante o dia, o que coincide, de acordo com a nova lei, com a jornada de trabalho dos motoristas, garantindo estreitamento do lead time.
Até o momento, a operação de coleta do Milk Run com bitrens está sendo realizada somente na região Sul do País, mas, de acordo com Varela, pode ser expandida para outras rotas caso seja identificada a necessidade. Ao todo, a Cargolift está adquirindo seis bitrens de 30 metros da Scania para operar exclusivamente no sistema Milk Run da fabricante.
 
 

21 janeiro, 2013

Regra prevê passagem livre em pedágio com fila grande [Portal G1]

Concessionárias de rodovias federais que vão ser leiloadas pelo governo em 2013 terão que cumprir meta de prazo para atendimento dos motoristas nas praças de pedágio, sob pena de ter suspenso o direito de cobrança da tarifa.
A medida, elaborada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), consta do programa de exploração de sete trechos rodoviários que serão concedidos. O objetivo é garantir que as empresas que vão administrar essas estradas façam os investimentos necessários para evitar que os motoristas enfrentem longas filas para pagar pedágio, cena comum em feriados prolongados em São Paulo, por exemplo.
Pela regra, fora do horário de pico, a fila de carros em uma praça não vai poder ultrapassar 200 metros. E o tempo de espera dos motoristas, da chegada na fila até a passagem pela cabine de cobrança, será de até 10 minutos.
No horário de pico de movimento, a fila de carros poderá ter, no máximo, 400 metros. E o tempo de espera do motorista na fila não vai poder ser superior a 20 minutos.
Se os limites não foram observados, a concessionária vai ser obrigada a abrir a cancela para a passagem dos veículos, sem cobrança de tarifa. A empresa também não vai ter direito a pedir ressarcimento pelas perdas.
O documento diz que a ANTT ainda vai definir o que será considerado horário de pico. Sobre a extensão das filas de carros, ele prevê que as distâncias de 200 metros e 400 metros deverão estar demarcadas na pista, para que a aferição seja feita.
A regra vai valer para o leilão de sete trechos de rodovias, previsto para ocorrer em abril. Serão repassados à administração da iniciativa privada cerca de 5,7 mil quilômetros nos Estados da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal. As rodovias que terão os trechos concedidos são as BRs 101, 262, 153, 050, 163, 267 e 060.
 
 
Nota: É realmente desconfortável a situação pela qual passam os usuários de rodovias pedagiadas em períodos de grande movimento, principalmente em época de feriado. Mexer com a arrecadação das concessionárias é uma maneira muito eficiente e eficaz de fazer com que estas trabalhem forte no sentido de reduzir filas e demoras nas praças de pedágio. Vamos acompanhar o desfecho desta iniciativa.