24 agosto, 2011

Porto se ajusta à logística reversa [Portal Webtranspo]

A palavra sustentabilidade ganhou notoriedade no mundo. A cada dia, empresas de todas as partes do globo desenvolvem projetos visando reduzir as ações que são nocivas ao meio ambiente. E o setor de transporte pode se tornar um grande aliado no que diz respeito aos trabalhos realizados pela logística reversa, processo que recupera resíduos sólidos evitando o descarte na natureza.
Entretanto, especialistas afirmam que o Brasil apenas engatinha neste aspecto, necessitando investir para adequar a cadeia de suprimentos. De acordo com o CLRb (Conselho de Logística Reversa do Brasil), o País precisa investir algo em torno de R$ 18,5 bilhões nos próximos anos para iniciar os ajustes neste setor.
Pensando nesse aspecto, o Porto de Paranaguá publicou uma ordem de serviço determinando que os materiais adquiridos devem obedecer aos princípios da logística reversa.
De acordo com a superintendência, isso significa dizer que produtos como agrotóxicos (seus resíduos e embalagens), pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas fluorescentes e produtos eletroeletrônicos terão que ter sistemas de logística reversa com seus fornecedores, mediante retorno dos produtos após o uso, de forma independente do serviço de coleta e destinação de resíduos sólidos.
Para Ricardo Castilho, chefe do núcleo ambiental, a implantação da logística reversa no porto vem complementar o trabalho já realizado pela Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina). Desde o início deste ano, todo o resíduo de grãos (soja, milho, farelo de soja e trigo) varrido do cais após a operação de navios é reutilizado, sem gerar qualquer custo para a administradora.
“Quando o grão cai no chão, ele molha ou se contamina, não podendo mais ser exportado. A varredura realizada após a operação recolhe este resíduo que tem destinação correta, contribuindo com o meio ambiente e gerando economia para a Appa”, explica.
Desde o início deste ano, a AOCP (Associação dos Operadores do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá) é responsável por fazer a varredura do cais após a operação dos navios. O resíduo é enviado para uma empresa de Ponta Grossa que faz a compostagem deste material, usando-o como adubo para a plantação de grama.
Após a implantação deste novo sistema, o lixo retirado da Appa – que era de 315 toneladas por mês, em média – caiu para 100 toneladas por mês, representando uma economia mensal de aproximadamente R$ 40 mil, além de contribuir com a sustentabilidade.

Fonte: Portal Webtranspo; disponível em http://www.webtranspo.com.br/logistica/22738-porto-se-ajusta-a-logistica-reversa ; acesso em 26/06/2011.

16 agosto, 2011

Cai a contratação de terceiros para a administração da logística interna [Jornal Valor Econômico]

A logística vem ganhando espaço na estratégia de crescimento das empresas. Pesquisa inédita realizada pelo Ibope revela que 56% das companhias ainda concentram suas atividades logísticas internamente, ante 44% que terceirizam o serviço. Os dados foram adiantados ao Valor e integram um levantamento contratado pelo IMAM Feiras e Comércio. A íntegra será divulgada hoje [2 de Agosto], na Movimat - Feira de Intralogística, Movimentação, Armazenagem e Embalagem de Materiais, Tecnologia da Informação e Serviços. O evento ocorre em São Paulo e segue até o dia 5 [de Agosto]. A expectativa é que nos quatro dias sejam gerados mais de R$ 700 milhões em negócios.
O levantamento foi feito com 70 empresas de 14 segmentos nas cinco regiões brasileiras. Foram entrevistados executivos de companhias de varejo, atacado, automotiva, petróleo e gás e alimentícias, entre outras.
Apesar de estar disseminada por todo o Brasil, a terceirização não é uma verdade absoluta, explica o diretor da Movimat, Eduardo Banzato. "Existem diversas atividades que se viabilizam hoje sendo terceirizadas e não o estão sendo. Assim como algumas atividades que foram terceirizadas podem ser 'desterceirizadas', dependendo da estratégia da empresa".
A fabricante de embalagens Antilhas produz, armazena e distribui até 450 mil volumes por mês para 12 mil pontos de vendas no Brasil. Com sede em Santana de Parnaíba (SP), atende com frota própria a região da Grande São Paulo. E terceiriza a distribuição para o restante do país, trabalhando com quatro empresas.
A logística interna, porém, também chamada de intralogística, é totalmente realizada pela Antilhas, o que representa uma economia de recursos. Da entrada de insumos, passando pela movimentação entre as linhas de produção, armazenagem, separação e preparação, até a saída da embalagem para o centro de distribuição, tudo é feito pela Antilhas. "Isso dá mais flexibilidade, o que é determinante para o nosso negócio", afirma o diretor de Operações, Antônio Carlos Sanches. "Atendemos, principalmente, datas comemorativas. O perigo de terceirizar é que se a embalagem atrasa um dia é fatal para o negócio". Segundo o executivo, a estimativa é que terceirizar a intralogística sairia em torno de 20% a 25% mais caro.
A Antilhas pertence ao universo de empresas que entenderam o quão representativo é o custo da intralogística para uma companhia. A pesquisa feita pelo Ibope mostrou que apenas 20% das empresas conhecem e já utilizam o termo intralogística nos seus negócios. Para Banzato, da Movimat, o percentual expressa o quanto poderia - e não está sendo - economizado pelas empresas se soubessem mensurar de forma adequada os gastos dos fluxos internos de sua organização. "Sem visibilidade daquilo que constitui um custo, a empresa acaba não investindo na redução."
O levantamento solicitou dos entrevistados um percentual do quanto a intralogística representaria no universo total de custos. A estimativa média foi de 16%. De acordo com o IMAM, porém, a média é que 25% do custo operacional de uma organização esteja relacionado com intralogística.
Segundo ele, as empresas deixaram de citar atividades como manuseio em postos de trabalho e deslocamento de pessoas e materiais entre determinadas unidades como integrantes da logística interna.
A Schmersal, que fabrica equipamentos eletrônicos de segurança, investiu cerca de R$ 300 mil em um programa para estruturar sua logística interna. Chamado Menos é Mais, consistiu em reestruturar o fluxo interno de materiais, movimentação de produtos e layout da unidade de produção. O trabalho levou dois anos e meio até a implantação. "Atacamos fortemente tudo que considerávamos desperdício, de áreas a distâncias percorridas dentro da fábrica", explica o gerente industrial, Bruno Diniz.
Com um plano sistematizado de movimentação e realocação de áreas na unidade foi possível ganhar 1.300 metros quadrados sem fazer qualquer ampliação física. Segundo Diniz, com isso foi possível implantar quatro novas linhas de montagem, o que possibilitou aumentar o faturamento em 40%. Segundo ele, o maior ganho foi reduzir o tempo de ciclo dos produtos em média em 8%.

Fonte: Jornal Valor Econômico de 02/08/2011; disponível em http://www.ilos.com.br/clipping/index.php?option=com_content&task=view&id=6075&Itemid=27 ; acesso em 16/08/2011.

09 agosto, 2011

2o. Congresso Brasileiro de RFID & Internet das Coisas



Vídeo institucional do 2º Congresso Brasileiro de RFID, que será realizado entre os dias 18 a 21 de outubro, no Resort Super Club Breezes & SPA, que fica na cidade de Búzios, Rio de Janeiro.

01 agosto, 2011

What the Waffle House can teach about managing supply chain risk [Insurance Journal]

What can Waffle House teach about disaster preparedness and risk management, especially in the wake of this spring’s devastating tornadoes?

Plenty, says a supply chain expert at Olin Business School, Washington University in St. Louis.
“The companies that are most frequently exposed to supply-chain disruption are the ones that have the best risk management plans,” says Panos Kouvelis, PhD, the Emerson Distinguished Professor of Operations and Manufacturing Management and director of the Olin’s Boeing Center for Technology, Information, and Manufacturing.
Natural disasters, such as hurricanes and the series of tornadoes that caused severe damage across the United States this spring, can have drastic effects on business operations.

Leia a matéria na íntegra: clique aqui.

Fonte: Insurance Journal; disponível em http://www.insurancejournal.com/news/national/2011/07/19/206905.htm ; acesso em 31/07/2011.