26 julho, 2010

Boas ideias de negócios na área de logística [Revista PEGN] - Parte 3

Última parte da série de posts sobre as opções de negócios em logística da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios (PEGN)...

RECEPÇÃO DE CARGAS

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 70.000 (móveis de escritório, computador com internet, linha telefônica com ramal e adaptação do ponto)
CAPITAL DE GIRO: R$ 30.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 30.000
FUNCIONÁRIOS: 3 (o dono e 2 operadores)
PRAZO DE RETORNO: 36 meses

A relativização das distâncias é uma das características mais marcantes do comércio globalizado. Antes restrito às grandes empresas, hoje o acesso a fornecedores de qualquer canto do mundo também é possível aos pequenos e médios empreendimentos. Basta acionar as companhias especializadas em serviços porta a porta. São empresas que cuidam de todas as etapas e detalhes da importação de produtos ou insumos, desde o despacho no exterior até a entrega dos volumes no endereço da contratante.
Recepção de contêineres, desembaraço aduaneiro, armazenagem, manuseio e transporte ficam por conta da prestadora de serviço. A Interface Logística, de Vitória, no Espírito Santo, faz esse tipo de atividade há quatro anos. Com faturamento de R$ 22 milhões em 2009, a Interface espera um crescimento de até 70% neste ano. “Se o cliente precisar, pesquisamos os fornecedores estrangeiros para ele e montamos um relatório de custos”, afirma Magno Pereira da Silva, 44 anos, sócio da empresa. Para ele, quem pretende entrar na área precisa dominar os trâmites de comércio exterior e priorizar a montagem de uma rede de parcerias em transporte, armazenagem e operação intermodal.

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios; disponível em http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI114176-17152-2,00-BOAS+IDEIAS+DE+NEGOCIOS+NA+AREA+DE+LOGISTICA.html ; acesso em 04/07/2010.

21 julho, 2010

UPS expande programa de transporte neutro de carbono para o Brasil e outros 34 países [Portal Newtrade]

A UPS, transportadora de remessas expressas multinacional, expandiu seu programa de transporte neutro de carbono a 35 países e territórios na Europa, Ásia e Américas. Antes restrito a clientes dos Estados Unidos, a opção de pagar uma pequena taxa para calcular e compensar as emissões de carbono associadas às suas remessas está à disposição de outros milhões de clientes da UPS.
A UPS tornou-se a primeira transportadora de remessas expressas nos Estados Unidos a oferecer esse tipo de produto assim que o programa de neutralização de carbono foi introduzido no país ano passado. As novas ofertas, incluindo uma versão de contrato para clientes que querem compensar o impacto de carbono de suas remessas, estarão disponíveis a partir de 12 de julho.
Além da expansão internacional, a UPS está expandindo vigorosamente o acesso ao programa nos Estados Unidos, disponibilizando-o a todos os expedidores no site UPS.com e àqueles que utilizam o serviço UPS CampusShip. Os que realizam comércio eletrônico e integraram a UPS em seus sites também terão acesso ao UPS Carbon Neutral.
Nos Estados Unidos, as taxas variam de 0,05 a 0,75 centavos de dólar de acordo com o serviço prestado. No Brasil, a pequena taxa varia de 0,20 centavos de dólar para remessas domésticas a 0,75 centavos de dólar para remessas internacionais. As pequenas taxas fixas variam por países e depende do tipo de serviço escolhido e da origem e do destino da remessa.
Como parte do lançamento inicial, a UPS comprou compensações do Garcia River Forest Climate Action Project (Projeto de Ação Climática da Floresta do Rio Garcia), supervisionada pelas instituições de conservação ambiental The Nature Conservancy e The Conservation Fund. Futuramente, a UPS estenderá a compra de suas compensações para outras regiões do mundo.
"Nossos clientes queriam meios convenientes e eficazes de combater as alterações climáticas de uma maneira real e tangível," disse Bob Stoffel, o vice-presidente sênior responsável pelo programa de sustentabilidade da UPS.
A utilização desse serviço apenas requer que um campo seja assinalado durante o processo de envio. Em 2010, as compras da UPS em compensações serão equivalentes a até 1 milhão de dólares.
Os cálculos para medir o impacto de carbono (CO2) das remessas dos clientes são baseados em dados operacionais atuais e históricos, incluindo distância e modo de transporte e um inventário de carbono global.
Quando um cliente escolher neutralizar suas remessas, a UPS fará o cálculo do impacto de carbono e então comprará compensações de carbono com certificação de alta qualidade em benefício do cliente. A UPS terá como alvo as compensações certificadas para o "Gold Standard", "Voluntary Carbon Standard" ou "Climate Action Reserve".
Os 35 países e territórios que terão acesso a essa oferta junto com os Estados Unidos são os seguintes: Argentina, Brasil, República Dominicana, México, Canadá, Porto Rico, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Irlanda, Itália, Holanda, Noruega, Polônia, Portugal, Espanha, Suécia, Suíça, Austrália, Hong Kong, Japão, Malaísia, Singapura, Taiwan, Tailândia, Índia, Indonésia, Filipinas, Coréia do Sul, China e Macau.

Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://www.newtrade.com.br/noticia_interna.php?id=813 ; acesso em 13/07/2010.

Nota: Em post anterior comentei sobre as constantes mudanças na legislação ambiental e quanto mais rígidas estas vêm se tornando. Embora não seja bem o caso da UPS, não é difícil de imaginar que futuramente torne-se obrigatório o pagamento de uma taxa de compensação por emissões atmosféricas resultantes das atividades de transportes de cargas e passageiros.

20 julho, 2010

Inovação na estratégia de competitividade empresarial

O termo inovação vem sendo repetido com grande frequência pelos estudiosos e especialistas em gestão empresarial. Em diferentes canais (livros, artigos, programas de TV, entre outros) a inovação é citada como uma das principais ferramentas a serem adotadas pelas empresas na busca pela competitividade. Quando fala-se na gestão da dcadeia de suprimento, a inovação também está em destaque.
Sabendo da íntima relação entre a necessidade de constante inovação e o cotidiano do profissional da cadeia de suprimento, transcrevo abaixo uma breve nota do Portal Exame a respeito de livro lançado sobre o tema inovação.

'São Paulo - Inovação é uma palavra presente na rotina da maioria das empresas, mas muitas delas ainda sentem dificuldades em repensar a rotina e trazer elementos diferentes para o negócio. O livro Estreitando a Lacuna da Inovação, de Judy Estrin, diretora executiva da JLabs LLC e conselheira de administração da Walt Disney Corporation e da FedEx Corporation, é um manual para inovadores em potencial. A obra acaba de ser lançada no Brasil pela DVS Editora.
Com base nas experiências da autora e em entrevistas feitas com diretores de grandes empresas, como Xerox, Intel, LinkedIn, Walt Disney Company, Google e FedEx, o livro estabelece cinco princípios como base da inovação: questionamento, disposição ao risco, abertura, paciência e confiança. Sem um equilíbrio adequado desses elementos, as ideias novas podem simplesmente desaparecer.
Em um trecho do livro, a autora explica: "confiança sem questionamento é falta de bom senso. Paciência em excesso pode criar um ambiente insosso e inerte. A disposição ao risco deve ser contrabalançada com o questionamento a fim de evitarmos a impulsividade. O questionamento sem confiança pode dar lugar à intolerância".
Judy Estrin defende em seu livro que esses princípios são o suficiente para criar um ambiente propício para a inovação. Muito além do "lampejo de genialidade de um único cientista isolado" ou do superestimado "ahá", a inovação, para ela, pode ser sistematizada e ensinada.'

Fonte: Portal Exame; disponível em http://portalexame.abril.com.br/inovacao/noticias/livro-passo-a-passo-inovar-empresa-575266.html ; acesso em 04/07/2010.

18 julho, 2010

Boas ideias de negócios na área de logística [Revista PEGN] - Parte 2

Dando continuidade a apresentação da matéria da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios (PEGN)...

SISTEMAS DE RASTREABILIDADE

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 30.000 (aluguel do ponto, 2 computadores, linha telefônica com ramal e móveis de escritório)
CAPITAL DE GIRO: R$ 20.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 18.000
FUNCIONÁRIOS: 3 (o dono, 1 vendedor e 1 desenvolvedor de aplicativos)
PRAZO DE RETORNO: 24 meses

Em uma época em que é possível encontrar de framboesas vermelhas da Ásia a compotas europeias até nos mercadinhos locais, importadores em todo o mundo passaram a exigir dos fornecedores mecanismos para assegurar a qualidade dos produtos, desde a produção até a sua chegada ao ponto de venda. Esse é o papel da rastreabilidade.
No caso dos alimentos, um sistema de rastreamento permite ao consumidor saber toda a história do produto, do campo ao prato. O gado bovino monitorado é um dos principais exemplos dessas soluções. O animal de corte tem acompanhamento e registro de todos os eventos, de vacinação a movimentações ocorridas durante sua vida. Para auxiliar os produtores nessa tarefa, várias empresas desenvolvem sistemas de monitoração. O Sisrar, da Compex, é um dos mais recentes: permite acompanhar todos os manejos de cada animal no dia a dia, com coletores portáteis de dados que são transmitidos via wi-fi. As informações seguem o rebanho até os frigoríficos, que, por sua vez, continuam a alimentar o mesmo sistema. Quando o alimento processado chega à mesa, toda a cadeia produtiva pode ser conhecida pelo consumidor.
Com faturamento de R$ 22 milhões em 2009, a empresa de São Paulo espera crescer 36% neste ano, em grande parte impulsionada pelo mercado de rastreabilidade. Tanto que criou um departamento de engenharia de software para desenvolver soluções de acordo com as necessidades de cada cliente.
Segundo o fundador da Compex, Peter Lee, de 52 anos, o empreendedor iniciante deve investir em desenvolvimento de sistemas customizados. “A empresa não precisa de estoque de equipamentos como coletores portáteis. O importante é ter um profissional que saiba montar projetos”, afirma. “Os aparelhos podem ser encomendados aos fornecedores a cada solução desenvolvida.”

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios; disponível em http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI114176-17152-1,00-BOAS+IDEIAS+DE+NEGOCIOS+NA+AREA+DE+LOGISTICA.html ; acesso em 04/07/2010.

13 julho, 2010

País precisa de Ministério de Logística [Portal Webtranspo]

Nas últimas semanas, a Alemanha foi foco de estudo do Brasil no que se refere ao modelo de administração do setor de logística. Desta análise, autoridades brasileiras do segmento extraíram do exemplo alemão uma alternativa à questão da logística no mercado nacional: o País necessita unificar forças para dar origem a uma logística integrada.
Em visita à Alemanha, Angelo José de Carvalho Baptista, diretor presidente da Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo), avaliou as operações de portos fluviais, terminais e empresas de logística multimodal e considerou, em uma comparação clara entre os modelos de gestão praticados nos dois países, que “o que falta no Brasil é investimento em toda a cadeia produtiva e de modais. Temos muita coisa a fazer para chegar ao nível dos países desenvolvidos”, observou.
Na opinião dele, é necessário priorizar investimentos nessa área. No entanto, é preciso uma participação conjunta – do Governo e do setor privado. Baptista explica que por vários anos a portuária ficou isenta de recursos porque o Estado acreditou que o setor privado poderia resolver sozinho o problema do segmento.
Entretanto, ele considera que a maior parte do investimento em infraestrutura deve ser de responsabilidade do Estado. “Dificilmente o setor privado vai conseguir fazer isso sozinho. O Brasil apenas vai crescer 5% a 6% ao ano se fizer investimentos em infraestrutura e, principalmente, em logística”.
Para Baptista, os gargalos de infraestrutura logística apenas poderão ser solucionados com a criação de um ministério que trate exclusivamente dessa atividade no País. Ele ressalta que, nesse sentido, a SEP (Secretaria Especial de Portos), que foi criada há quase três anos, tem contribuído para uma melhora; porém, “ainda não é suficiente”.
Ao tratar especificamente do setor portuário, Baptista ressalta que o “Brasil precisa trabalhar a sua atividade sobre três pilares: integração, coordenação e gestão”.
Na comparação com o modelo alemão, o diretor da Codesa considerou eficaz a maneira como os europeus atuam de forma integrada nos modais rodoviário, ferroviário, hidroviário e marítimo. “Esta é uma necessidade nossa”, alerta. “Deveríamos estar fazendo a mesma coisa, e não parece ser tão difícil assim”, salienta.
Ele enfatiza que mais simples ainda é a coordenação. Um exemplo da eficiência alemã, apontada por Baptista, diz respeito à abrangência da hidrovia do Rio Reno, que passa pelos portos da Alemanha, Holanda e Bélgica.
“Há uma única coordenação, centralizada na Alemanha, que faz a engrenagem funcionar e não haja dificuldade de ação entre os países. Aqui no Brasil, não conseguimos fazer isso dentro de um município, dentro de um Estado e, às vezes, entre os entes federados”, observa.
O diretor ressalta que essa inteligência está pautada apenas no bom senso. “Isso não envolve nenhuma tecnologia que não tenhamos, nenhum grande investimento, mas simplesmente o bom senso, ou seja, a coordenação dos agentes políticos e executivos envolvidos no processo”, diz.
Sobre gestão, o modelo alemão revela atenção especial em relação aos resultados. “As instituições são todas públicas. Há uma ferrovia em que o governo alemão é o acionista majoritário; e a hidrovia é administrada pelo Estado, assim como os terminais portuários”, explica. Segundo o diretor, o diferencial é que o foco é a busca por uma gestão eficiente, não importando se trata-se de privado ou público.
O executivo ressalta que desse modelo alemão não há nada que não possa ser feito no Brasil. Na opinião dele, a única diferença entre os países “é o estágio de desenvolvido muito avançado que a Alemanha alcançou, a disponibilidade de recursos e o baixo custo de capital do país”.
“Bem diferente da história de investimentos no Brasil, que é o oposto do alemão: dificuldade de obtenção de recursos, baixa poupança e custo do capital elevado, o que atrapalha o nosso avanço em infraestrutura”, salienta.
“No Brasil, temos muito que avançar”, ressalta Baptista. Porém, acredita que o fato de haver uma conscientização sobre um crescimento pautado no investimento em infraestrutura e logística integrada é um “trecho” do caminho andado para a evolução do segmento.
O executivo considera que, nesse sentido, é preciso “avançar na criação do Ministério de Logística, transformar a SEP em um Ministério. É absolutamente fundamental, já que a Secretaria cuida apenas dos portos, e a política, o planejamento e a gestão de outros modais ficam com outros ministérios. Essa não é a melhor maneira para alavancar o escoamento da produção nacional”, finaliza.
Para ele, a deficiência em infraestrutura mostra que o Brasil apresenta muito espaço para investimentos nesse setor, o que se consagra em grande potencial.

Fonte: Portal Webtranspo; disponível em http://www.webtranspo.com.br/infra/18598-pais-precisa-de-ministerio-de-logistica ; acesso em 27/06/2010.

08 julho, 2010

Boas ideias de negócios na área de logística [Revista PEGN] - Parte 1

A revista Pequenas Empresas Grandes Negócios (PEGN) apresenta 50 ideias de negócios consideradas como boas oportunidades para aqueles que desejam abrir o próprio negócio, entre elas, três opções para atuar no mercado logístico. Apresentaremos tais opções em três diferentes posts.

TRANSPORTE DE PEQUENOS VOLUMES

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 45.000 (armazém para carga seca, carrinhos, paleteira, empilhadeira, sistema de gestão, sem os veículos)
CAPITAL DE GIRO: R$ 45.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 90.000
FUNCIONÁRIOS: 7 (o dono, 2 ajudantes de armazém, 1 conferente, 1 administrativo, 1 operacional e 1 vendedor)
PRAZO DE RETORNO: 24 meses

Com 22 anos de atuação na área de transportes de pequenos volumes, o empresário Edson Francisco Rosa, 43 anos, dono da Herson Transportes, de São Paulo, afirma que a melhor maneira de divulgar a empresa nesse ramo é bater de porta em porta, pedir uma oportunidade e oferecer o serviço. Foi assim que ele arregimentou clientes gigantes como Unilever e Vigor, que o ajudaram a faturar R$ 2,5 milhões em 2009, 10% a mais que no ano anterior. Hoje, a Herson conta com uma frota de 35 veículos, entre carros, carretas e caminhões de pequeno a grande porte. “Mas quem quer começar no ramo do transporte e distribuição de cargas não deve se preocupar com o tamanho da frota, pelo menos no início”, recomenda Rosa. O ideal é alugar os veículos. É possível principiar a operar com um caminhão de grande porte para coletar pelo menos 12 toneladas de produtos, além de dois menores para volumes menos ambiciosos e duas vans para distribuir as cargas pela cidade. Os serviços de caminhoneiros terceirizados custam entre R$ 300 e R$ 500 por dia e o aluguel de vans e kombis gira em torno de R$ 180, também por dia.
Antes de alugar a frota, porém, é preciso tirar a licença de transportadora na Agência Nacional de Transportes Terrestres e contratar um seguro obrigatório de carga RCTR C, que custa R$ 80 e pode demorar de três a cinco dias úteis para sair. De acordo com Rosa, é preciso cuidado especial com a segurança. Quem optar pelo transporte de produtos considerados de alto valor deve usar rastreadores e sensores nos carros e caminhões. “Não existe uma regra básica para estipular o preço dos contratos”, diz Rosa. “Alguns calculam por viagem, outros estipulam valores mensais e há quem cobre por quilo ou baseado no valor da mercadoria.” Independentemente da modalidade escolhida, para vencer nesse mercado é preciso ter agilidade para executar os serviços de acordo com as exigências dos clientes. “É necessário ter flexibilidade para se adaptar às necessidades de cada um”, afirma.

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios; disponível em http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI114176-17152,00-BOAS+IDEIAS+DE+NEGOCIOS+NA+AREA+DE+LOGISTICA.html ; acesso em 04/07/2010.

04 julho, 2010

Entidades solicitarão a governador obras de infraestrutura essenciais ao desenvolvimento do PR [Boletim CREANET]

CREA-PR, Ocepar, FIEP e Fecomércio estiveram reunidas esta semana com o secretário de transportes Mário Stamm Jr, em Curitiba, para discutir uma ação no sentido de levar ao governador Orlando Pessuti as obras prioritárias por sua importância para o desenvolvimento do Estado para viabilização das mesmas até dezembro de 2010.
Dentre as obras priorizadas estão a duplicação das rodovias BR-376, no trecho Ponta Grossa a Mandaguari; PR-445, entre Londrina e Mauá da Serra; e BR 277, entre Ponta Grossa e Cascavel; e ainda as obras de infraestrutura necessárias ao Porto de Paranaguá; e a consolidação do trecho da ferrovia Guarapuava/Paranaguá. Todas as obras são referendadas no PELT – Programa Estadual de Logística de Transporte, que será publicado no próximo mês e entregue às autoridades paranaenses e candidatos ao governo do Estado.
A criação de um Fundo de Elaboração de Projetos de Insfraestrutura de Desenvolvimento do Estado é outra reivindicação das entidades ao governador. Na próxima semana será realizada uma nova reunião na qual se pretende fazer um levantamento sobre as obras, sua inclusão no PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, bem como sua viabilidade.

Fonte: Boletim CREANET n. 281 (CREA-PR).

02 julho, 2010

SENAI amplia qualificação para trabalhadores dos portos de SC [Notícias Online - Sistema FIESC]

O SENAI apresentou seus novos projetos de educação e consultoria na área de logística durante a 3ª Feira e Congresso de Logística e Movimentação de Carga realizada entre os dias 8 e 11 [de junho] em Joinville. Um dos projetos tem como objetivo qualificar gratuitamente os trabalhadores dos portos de Santa Catarina. A formação será oferecida em parceria com a Marinha Mercante, que irá treinar os professores da unidade do SENAI em Itajaí, para que os mesmos possam disseminar o conhecimento. A expectativa é que os cursos sejam oferecidos a partir de 2011, depois do processo de desenvolvimento de competências.
O programa irá beneficiar os cerca de 1450 trabalhadores portuários avulsos que hoje atuam nos três portos catarinenses. De acordo com o coordenador dos cursos técnicos de Logística e Portos da unidade do SENAI em Itajaí, Altamir Steil, a qualificação irá aumentar ainda mais a segurança dos processos portuários e aumentar a agilidade dos serviços. "Um porto com profissionais qualificados pode reduzir pela metade o tempo de embarque das cargas. E quanto mais rápido o serviço é executado, mais navios podem atracar", explica o coordenador.
As qualificações oferecidas serão para operador de correia espiral, operador de cavalo mecânico hidráulico, operador de cargas perigosas, operador de empilhadeira de pequeno e grande porte, operador de guindaste de bordo, operador de guindaste móvel sobre pneus, operador de guindaste de porteiner, operador de transtreiner, além de curso de peação e despeação de carga, simulação para movimentação de carga e introdução a gestão portuária.
Em seu stand na Feira de Logística e Movimentação de Carga, o SENAI também divulgou seus cursos técnicos em Portos e Logística, além dos serviços de consultorias na área de Logística, que desde o início do ano são oferecidos em parceria com o instituto Fraunhofer, da Alemanha. Nos próximos três anos serão desenvolvidos projetos de consultoria em lean manufacturing (produção exuta), planejamento do transporte e distribuição, layout e simulações de funcionamento de fábricas e depósitos e ainda consultoria para escolha de aplicativos e equipamentos de logística.

Fonte: Notícias Online - Sistema FIESC; disponível em http://www2.fiescnet.com.br/web/pt/informativo/show/id/40/idc/457/temp/0 ; acesso em 20/06/2010.