28 fevereiro, 2010

Logística é testada na chuva em São Paulo [Portal Logweb]

Em 13 de dezembro publiquei o post "Chuva compromete semana das empresas de transporte [SP]", sobre os transtornos causados pelas fortes chuvas nas operações logísticas da capital paulista.

O Portal Logweb traz agora uma matéria realacionada ao mesmo tema, porém apresentando as soluções ou precauções apresentadas por diferentes empresas para enfrentar as constantes chuvas na região.

Abaixo, a matéria sob o título "Logística é testada na chuva em São Paulo".

'Os prejuízos são vistos, e a solução para os problemas de alagamento são demoradas e custosas. Como a situação é inevitável, o melhor é as empresas terem um plano elaborado e treinarem os motoristas, como mostram os entrevistados.

A grande São Paulo conviveu em janeiro e início de fevereiro de 2010 – quando do fechamento desta edição – com as chuvas que desde o ano passado caíram todos os dias na cidade, causando alagamentos e acidentes, complicando o trânsito. E a previsão é de mais chuva até março.
Além de mortes e prejuízos para a famílias que perderam seus bens em deslizamentos e alagamentos, quem também sofre com a situação são as transportadoras de cargas e os Operadores Logísticos. Caminhões parados, prazos perdidos, empresas isoladas durante o dia todo e queda na receita são os principais problemas enfrentados.
Segundo Francisco Pelucio, presidente do Setcesp – Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região, é necessário um novo sistema logístico para a cidade de São Paulo, compatível com as necessidades da metrópole e com as novas vias que serão inauguradas, como o Trecho Sul do Rodoanel e a Nova Marginal Tietê. Ele sugere que o Ceagesp – Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, que sofreu prejuízo de R$ 700 mil em três alagamentos, seja transferido para o lado de fora do Rodoanel.
A seguir, algumas empresas do segmento de transporte contam quais as estratégias adotadas nas épocas de chuvas.

Expresso Jundiaí: reforço na segurança
No caso de problemas com as chuvas, a unidade São Paulo da Expresso Jundiaí Logística (Fone: 11 2152.6000) é orientada a registrar o fato no sistema (Newsitex), informar os clientes e filais e guardar reportagens que retratem o evento, para comprovar eventual questionamento referente a atrasos de entregas que ocorrer.
Segundo Valmir Souza de Almeida, gerente nacional de operações, a principal recomendação aos motoristas é para não tentarem transpor as áreas alagadas, ou seja, não expor a sua segurança, o equipamento (veículo + acessórios) e a carga.
“Com relação à mudança de rotas, mantemos equipes monitorando/contatando os veículos constantemente. Todos os veículos são equipados com sistema de rastreamento e aparelhos celulares”, explica o profissional.
Sobre segurança da carga, Almeida diz que são necessários mais cuidados em razão das enchentes, pois com o retorno dos veículos sem o término dos serviços, além da queda na produtividade, há um acúmulo de carga nos terminais, prejudicando a movimentação, a conferência, o tempo de carregamento e, em algumas situações, gerando implicações na cobertura securitária (concentração de valores nos terminais).
Para minimizar estes transtornos e os custos operacionais, há várias ações que a empresa pode tomar, entre elas, alterações nos procedimentos de carga e descarga e reforço na segurança.

FedEx: couriers são treinados em direção defensiva
A FedEx Brasil (Fone: 0800 7033339) tem um procedimento padrão para situação como a das chuvas: quando a carga já está em rota para entrega, os couriers entram em contato com o departamento de dispatch (os coordenadores dos couriers enquanto em rota), avisam o número de todos os air waybills que ainda estão no veículo para entrega e os dispatchers verificam no sistema da FedEx, via air waybills, o nome e o endereço dos consignees, entrando em contato em seguida com cada um para então reprogramar a entrega. Quanto aos couriers, eles escaneiam os air waybills com a informação atualizada sobre a impossibilidade da entrega devido a enchentes. Essa informação vai para o sistema, onde a consulta fica disponível.
Já no caso da coleta, o serviço de atendimento ao cliente entra em contato com o solicitante, reprogramando todas as coletas afetadas e, se for possível, pede ao cliente para disponibilizar o pacote em outro endereço que não tenha sido afetado pela enchente.
Vera Lucia Lima, gerente sênior de operações, conta que todos os couriers da FedEx são devidamente treinados em direção defensiva, noções de defesa pessoal no sentido de aprendizagem de como evitar se colocar em situações potencialmente perigosas e, no caso específico de enchentes, são treinados a sempre procurar um local seguro, trancar o veículo e sair de dentro dele para proteger sua própria vida e evitar possíveis assaltos ou vandalismo. São treinados também para não resistirem a qualquer tentativa de assalto.
Ela também diz que os disptachers possuem ferramentas (internet e rádio com informação de trânsito) que permitem o monitoramento de todas as rotas informando sobre congestionamento e áreas de alagamento para que os couriers possam proativamente executar mudanças de rotas.
“A FedEx é proativa em assegurar que realiza seus serviços de entrega baseado no que chama Purple Promise, o comprometimento que torna única cada ação da empresa, o que se traduz em um alto grau de comprometimento de todas as equipes”, declara Vera, acrescentando que o departamento de atendimento ao cliente da FedEx, tanto por telefone, quanto por e-mail e chat, segue as orientações passadas pelo departamento operacional, pois ele tem todo o mapeamento da situação das áreas afetadas na cidade.
"Para o cliente, como ocorreu em um dos piores dias de chuva em dezembro, nós sempre somos transparentes em nossa comunicação. Explicamos a situação claramente, oferecemos opções alternativas, como, por exemplo, agendar a coleta para o dia seguinte ou até retirar remessas em seus domicílios ou outro endereço que for mais conveniente, até a retirada na estação da Lapa, na Capital de São Paulo”, explica a gerente sênior de operações.
Como alternativa, se possível para o cliente, a empresa pede que deixe a remessa na portaria da empresa. Em casos extremos, como este, a FedEx comunica aos clientes que as entregas e coletas, dependendo da área informada por operações, estavam suspensas.
“Felizmente, não tivemos nenhum tipo de problema ou reclamação. Todos compreendem e demonstraram satisfação, pois nunca recusamos as solicitações”, expõe Vera.
Quanto a roubo/extravio de cargas, além da tecnologia aplicada para rastreamento de todos os pacotes com os escâneres (Powerpad) que permite visualização – tanto por parte dos funcionários como dos clientes – de cada movimento do pacote, a FedEx possui política de indenização aos clientes de qualquer pacote extraviado, que dentro da logística da empresa acontece muito esporadicamente.

Keepers: o cliente é informado sobre o atraso
A Keepers Logística (Fone: 11 4151.9030) possui uma central de gerenciamento de transporte, pois além de transportar os produtos, ainda utiliza-se de oito parceiros para realizar a distribuição a nível Brasil, revela Felippi Perez, diretor de projetos/novos negócios da empresa.
Para os casos de entregas com problemas, como as chuvas, a Keepers tem um plano de contingência que consiste em: receber a informação via rádio ou sistema operacional sobre as entregas faltantes e quais os problemas enfrentados; analisar a gravidade do problema, como alagamento, trânsito ou atraso por desvio de rota; definir se a melhor opção será cancelar as entregas e roteirizar no dia seguinte ou enviar um veículo menor para desviar o percurso por locais sem alagamento, ou até aguardar a chuva e os pontos de alagamento se estabilizarem para prosseguir; por fim, disponibilizar a informação aos clientes, como atrasos, reagendamentos ou cancelamento das entregas.
Além disso, os motoristas passam por treinamentos constantes sobre alagamentos, enchentes, trânsito etc. “Só assim poderemos evitar os transtornos provenientes dessas situações”, declara Perez. As principais recomendações se concentram em procurar um local seguro e seco para estacionar o veículo, avisar o mais breve possível a central de gerenciamento e aguardar as instruções. A comunicação dos motoristas com a companhia sempre acontece via sistema operacional ou rádio, em ambos os casos a comunicação existe em tempo real, o que possibilita que a ação da central seja mais assertiva.
Com relação ao cliente, ele é imediatamente informado sobre o atraso e quais as ações estão sendo tomadas, primeiramente via telefone e posteriormente através do site. “Ainda assim, o sistema operacional que gerencia o transporte envia todos os dias um relatório aos gestores da operação nos clientes, informando quais foram os pedidos atendidos no dia anterior, quais sofreram atrasos e quais serão realizados no dia vigente”, explica Perez.
Em situações de chuvas, os índices de danos e roubo de cargas aumentam, pois, conforme conta o profissional, na medida em que os veículos saem das rotas programadas e seguras traçadas pelo gerenciamento de risco e roteirizador, eles ficam expostos a roubos. “Quando o veículo passa por enchentes e alagamentos, invariavelmente a carga ficará molhada, afetando, assim, a embalagem e a qualidade do produto – portanto, os danos são frequentes nesses casos”, conta.

Rápido 900: estudo e mudança de rotas de fuga
No caso de problemas com as chuvas, o plano da Rápido 900 (Fone: 11 2632.0900) envolve estudo e mudança de rotas de fuga para os principais pontos atingidos frequentemente por enchentes, negociação de prazos com o cliente e adiantamento de entregas na parte da manhã, quando as chuvas são menos frequentes.
O diretor, André Ferreira, conta que os motoristas da empresa passam regularmente por treinamentos sobre direção defensiva, atendimento ao cliente e sobre como devem agir em situações de enchentes. A principal recomendação é que não tentem avançar em pontos de alagamento. O profissional diz que o fato de todos os veículos serem rastreados permite a comunicação entre eles e a Central de Operações, que orienta quanto às rotas de fuga, dependendo da direção do motorista.
“Quanto aos clientes, entramos em contato imediatamente com eles e os avisamos sobre o problema da enchente, informamos sobre todas as medidas alternativas que estão sendo tomadas, bem como as soluções. Também negociamos novos prazos de entrega e colocamos outros veículos à disposição, mas nem sempre o cliente compreende”, expõe Ferreira.

Rodolatina: plano de estoques de produtos
Especializada no transporte de cimento, a Rodolatina Logística e Transportes (Fone: 41 3888.0404) tem um plano elaborado com referência aos estoques de produtos dos clientes, evitando problemas que inviabilizem a entrega de cargas, como as chuvas. “Controlamos diariamente esses estoques (de todos os clientes), além de termos rotas alternativas previamente acordadas com eles”, revela o gerente de unidades, Fernando Braghini.
Já os motoristas são treinados e previamente orientados. As recomendações consistem em: manter contato direto com a empresa nas saídas e chegadas das fábricas e nos clientes e situações com risco de acidentes. “Toda a situação é monitorada via Autotrac, com informação imediata ao cliente. Nossos clientes têm acessos ao Logcenter, que monitora a frota durante a viagem, calculando todos os possíveis atrasos. Contamos, também, com uma equipe de logística (24 horas) monitorando e informando, caso haja atraso na carga”, complementa.'

Fonte: Portal Logweb; disponível em http://logweb.com.br/index.php?urlop=noticia&nid=MjI3Nzk= ; acesso em 27/02/2010.

23 fevereiro, 2010

Perspectivas para 2010, 2011, 2012, ...

Embora já tenham se passado quase 2 meses de 2010, ainda vale falar sobre as perspectivas para este ano, mesmo porque muitos dizem que o ano só inicia realmente após o carnaval. Além disso, especula-se que os bons ventos esperados para 2010 repitam-se nos próximos anos.
Pois bem, passada a pior fase da crise internacional iniciada em 2008 (pelo menos é o que dizem muitos especialistas), o País prepara-se para retomar, ou até ultrapassar, índices anteriores de crescimento. Tal otimismo baseia-se, principalmente, no PAC (Programa de Acelereção do Crescimento) e na realização de dois importantes eventos nos próximos anos: a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.
A revista Logweb de dezembro de 2009 destacou as expectativas de diferentes setores voltados à logística, onde se apontaram dificuldades encontradas nos últimos anos e propostas para que o setor alcance os níveis de desenvolvimento desejados.
Na opinião de diversos especialistas e representantes do setor, o Brasil ainda apresenta muitos impedimentos como malha ferroviária limitada, rodovias em más condições de conservação e com capacidade esgotada em vários trechos, necessidade de melhorias nos portos, matriz de transportes desbalanceada, entre outros. Em suma, a infraestrutura logística do País não atende às projeções de crescimento do País. Tal percepção corrobora com matéria da revista Istoé Dinheiro de janeiro de 2010, onde a infraestrutura é colocada como um dos desafios a serem superados pelo Brasil para atingir tais níveis de crescimento.
Dadas as dimensões dos desafios a serem superados, sabe-se que o Poder Público tem grande responsabilidade nas melhorias necessárias, em especial nos investimentos na infraestrutura e ajustes nas legislações pertinentes.
Por outro lado, cabe também aos profissionais da logística a sua contribuição na pesquisa, desenvolvimento e aplicação de novas tecnologias, investimento em qualificação da mão de obra, análise e melhoria nos processos logísticos visando ganhos de eficiência e eficácia nos serviços prestados.
Concluindo, muito necessita ser feito e cada um deve sentir-se responsável por uma parcela desta tarefa para que possamos alcançar os resultados desejados para os próximos anos. Não bastarão as perspectivas; será necessário muito empenho e criatividade para tornar em realidade nossas expectativas.

Referências:
- Revista Logweb, edição 94, dezembro/2009;
- Revista Istoé Dinheiro, edição 641, janeiro/2010.

21 fevereiro, 2010

Pick to light

Vídeo apresentando a utilização de tecnologia pick to light e radiofrequência em centro de distribuição de empresa do ramo de confecções nos EUA.

PICK to LIGHT é um sistema de picking intensivo, baseado no princípio Stock ao Produto com percursos curtos. Habitualmente a instalação é composta por estanterias dinâmicas para armazenamento, displays de sinalização para cada uma das localizações. A cada operador é assignada uma zona de estanteria, na qual prepara pedido a pedido a partir das indicações disponibilizadas pelos displays. Destina-se ao picking unitário de todo tipo de produtos, aplica-se a todos os sectores onde se opera com uma quantidade limitada de referências (por exemplo, laboratórios farmacêuticos). Pode igualmente servir como um bom complemento às soluções mais globais de picking unitário, tais como os Carrosseis Horizontais, ao poder operar as referências de elevadíssima rotação ou de maior dimensão na zona de Pick to Light



Referências: Slidelog Sistemas Logísticos; disponível em http://www.etsystems.com/port/index.htm ; acesso em 15/02/2010.

14 fevereiro, 2010

Etapas e requisitos do descarte correto de pilhas e baterias

É cada vez maior a preocupação com o uso consciente e proteção dos recursos naturais. Inclusive, a legislação pertinente torna-se cada vez mais detalhada e exigente. No tocante a pilhas e baterias, as leis brasileiras determinam que alguns tipos destes materiais não podem ser descartadas junto ao lixo doméstico, exigindo tratamento específico após sua utilização (Resoluções CONAMA 257 e 263 de 1999). 

Sobre a reciclagem de pilhas e baterias, o Portal Logweb apresentou uma matéria sob o título Descarte de pilhas e baterias deve ser feito corretamente, transcrito abaixo. Destaque para os procedimentos de transporte destes materiais.

'A todo o momento surgem novos modelos de aparelhos celulares. Cada vez mais modernos, com maior número de recursos, estes equipamentos tornam os modelos anteriores antiquados, mesmo que tenham sido lançados há poucos meses. Com isso, surge um problema: como fazer o descarte correto dos aparelhos ultrapassados e de seus componentes?
Há diversos locais que recolhem materiais plásticos para fazer a reciclagem e reaproveitá-los. No entanto, a situação não é a mesma com as baterias destes equipamentos. Por necessitarem de um processo muito mais complexo, pelo fato de possuírem elementos nocivos à saúde humana e ao meio ambiente em sua composição, as baterias precisam de um cuidado especial para o reprocessamento.
O processo requer uma logística especial. “Somente uma logística perfeita torna viável economicamente este processo”, garante Fátima Santos, gerente técnica e comercial da Suzaquim (Fone: 11 3159.2929), localizada em Suzano, na Grande São Paulo, e a única empresa brasileira credenciada a fazer o reprocessamento de pilhas e baterias.
Algumas empresas (ainda são poucas) enviam o material para a sede da Suzaquim. Já na chegada ele é separado. Para uma sala vão as pilhas e para outra as baterias de celular, que são desmontadas – o plástico é colocado em um recipiente e as chamadas células de bateria, que nada mais são do que pilhas interligadas por eletrodos, são colocadas em outro.
De acordo com Fátima, os plásticos que compõem as capas das baterias são enviados para uma recicladora, que tritura o material que posteriormente será utilizado para a confecção de novas peças, como cestos de lixo, entre muitas outras.
As células de bateria, por sua vez, para que o restante do processo seja facilitado, são cortadas em uma guilhotina. A partir daí, o material é incorporado ao mesmo processo das pilhas. “Em seguida, é feita a trituração do material, mas, mesmo assim, permanecem pedaços grandes e a mistura de metais pesados, plásticos e componentes químicos”, explica Fátima.
Depois, segundo a gerente da Suzaquim, o material é peneirado para separar os materiais perigosos dos resíduos plásticos, que serão enviados para reciclagem. O material que sobra nessa etapa é chamado de pó de pilha, que é o estágio mais perigoso de contaminação. Por isso, com muito cuidado no manuseio, o pó é levado diretamente para o reator químico. Após o processo de reação química, o material é queimado em um forno a 1.300 ºC, resultando em um óxido metálico, utilizado para fabricar corantes para pisos cerâmicos, vidros, tintas e refratários.
Conforme revela Fátima, dependendo do mês e de quanto recebe de material, a Suzaquim produz de 150 a 300 kg deste material final, que é vendido no mercado interno. “Além disso, quando utilizado com as baterias industriais que vêm em maior quantidade, nós exportamos para o Japão, a Inglaterra e a Dinamarca”, destaca.
Além das pilhas e baterias, os seguintes resíduos tecnológicos são reprocessados pela empresa: sucata eletroeletrônica, placas de circuito integrado, sucata contendo metais, cartões magnéticos, CDs, disquetes, fitas, embalagens metalizadas, filmes, cartuchos com toner e refil, bem como placas e peças provenientes de cromeação, niquelação, zincagem, cobreação, etc.
Para garantir o transporte seguro dos resíduos, que muitas vezes são materiais perigosos, a Suzaquim utiliza o Manual do Expedidor, que torna obrigatória a presença dos seguintes itens no veículo transportador: Ficha de Emergência, Envelope de Emergência, Nota Fiscal, Rótulos nas Embalagens, Check List (documentação de frete), CADRI – Certificado de Aprovação de Destinação de Resíduos Industriais, MTR – Manifesto de Transporte de Resíduos e RNTRC – Registro Nacional do Transportador Rodoviário de Cargas.
“Deverá haver no veículo uma ficha de emergência para cada produto transportado e um envelope para cada expedidor de produto perigoso, nos casos em que o veículo tenha sido carregado em mais de um lugar, por responsáveis diferentes”, exige o primeiro item do Manual.
Quanto à Nota Fiscal, o Manual do Expedidor explica que é um documento obrigatório que descreve a mercadoria, seu acondicionamento, peso, valor, imposto devido ou a norma isencional, nome e endereço do emitente, nome e endereço do destinatário, condições de venda ou de remessa, meio de transporte e data de saída, próprio para tipo de movimentações de bens, sendo necessário o preenchimento de todos os campos aplicáveis.
Os rótulos nas embalagens devem ser feitos conforme estabelecido na NBR 7500 – Identificação para o transporte terrestre, manuseio, movimentação e armazenamento de produtos. Já o RNTRC é obrigatório pela ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres, que descreve a regularização do exercício da atividade.
A documentação de frete, outro item obrigatório, sinaliza a presença de todos os documentos citados e dispõe de campos para sinalização da presença de 36 itens de segurança, como extintores, luvas e capacetes, e pede, ainda, a confirmação se o produto está acondicionado da maneira correta, se há vazamentos, etc.'

Fonte: Portal Logweb; disponível em http://logweb.com.br/index.php?urlop=noticia&nid=MjI2NDY= ; acesso em 26/01/2010.

Referências: Portal AmbienteBrasil; disponível em  http://www.ambientebrasil.com.br/ ; acesso em 14/02/2010.

04 fevereiro, 2010

Feira Internacional Logística.2010



Evento promovido pela ABEPL - Associação Brasileira de Empresas e Profissionais de Logística, que contará com ciclo de palestras e exposição de fornecedores de equipamentos e serviços.

Local: Parque Comendador Antonio Carbonari (Parque da Uva)
Jundiaí - São Paulo - SP
Data: 15 à 17 de Junho de 2010

Maiores informações no site:  http://www.feiradelogistica.com/