21 janeiro, 2013

Regra prevê passagem livre em pedágio com fila grande [Portal G1]

Concessionárias de rodovias federais que vão ser leiloadas pelo governo em 2013 terão que cumprir meta de prazo para atendimento dos motoristas nas praças de pedágio, sob pena de ter suspenso o direito de cobrança da tarifa.
A medida, elaborada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), consta do programa de exploração de sete trechos rodoviários que serão concedidos. O objetivo é garantir que as empresas que vão administrar essas estradas façam os investimentos necessários para evitar que os motoristas enfrentem longas filas para pagar pedágio, cena comum em feriados prolongados em São Paulo, por exemplo.
Pela regra, fora do horário de pico, a fila de carros em uma praça não vai poder ultrapassar 200 metros. E o tempo de espera dos motoristas, da chegada na fila até a passagem pela cabine de cobrança, será de até 10 minutos.
No horário de pico de movimento, a fila de carros poderá ter, no máximo, 400 metros. E o tempo de espera do motorista na fila não vai poder ser superior a 20 minutos.
Se os limites não foram observados, a concessionária vai ser obrigada a abrir a cancela para a passagem dos veículos, sem cobrança de tarifa. A empresa também não vai ter direito a pedir ressarcimento pelas perdas.
O documento diz que a ANTT ainda vai definir o que será considerado horário de pico. Sobre a extensão das filas de carros, ele prevê que as distâncias de 200 metros e 400 metros deverão estar demarcadas na pista, para que a aferição seja feita.
A regra vai valer para o leilão de sete trechos de rodovias, previsto para ocorrer em abril. Serão repassados à administração da iniciativa privada cerca de 5,7 mil quilômetros nos Estados da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal. As rodovias que terão os trechos concedidos são as BRs 101, 262, 153, 050, 163, 267 e 060.
 
 
Nota: É realmente desconfortável a situação pela qual passam os usuários de rodovias pedagiadas em períodos de grande movimento, principalmente em época de feriado. Mexer com a arrecadação das concessionárias é uma maneira muito eficiente e eficaz de fazer com que estas trabalhem forte no sentido de reduzir filas e demoras nas praças de pedágio. Vamos acompanhar o desfecho desta iniciativa.
 

15 janeiro, 2013

Portos do Paraná fecham 2012 com 44 milhões de toneladas movimentadas [Portal Logweb]

Os portos de Paranaguá e Antonina fecharam 2012 com 44 milhões de toneladas movimentadas. Este é o maior volume de cargas registrado na história dos portos e corresponde a um aumento de 8% em relação à movimentação de 2011.
Diversos fatores contribuíram para atingir esta marca. A safra recorde de grãos, a alta na movimentação de milho e açúcar e a valorização do dólar explicam o desempenho.
“Adotamos uma série de medidas de gestão que permitiram atingir estes números. No caso dos grãos, por exemplo, fizemos algumas adequações na forma de programação dos navios e das cargas que provocaram ajustes logísticos que deram mais agilidade ao atendimento em todo o sistema de carregamento. Isso permitiu que atendêssemos o escoamento de uma safra e de uma safrinha recordes, minimizando os entraves”, explicou o superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino.
O Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá fechou 2012 também com a maior movimentação da história: 16 milhões de toneladas. O recorde anterior, 14 milhões de toneladas, era de 2011.
Em consequência à alta na movimentação dos grãos, o recebimento de caminhões carregados com o produto também cresceu. O pátio de triagem do Porto de Paranaguá recebeu, em 2012, 353 mil caminhões, contra 293 mil em 2011 – um aumento de 20%. Os números também mostram que cresceu a participação da carga proveniente de outros estados e que são movimentadas em Paranaguá.