31 maio, 2010

AmBev projeta economia de R$ 7 milhões com frota compartilhada [Portal Newtrade]

Entre setembro de 2009 e fevereiro de 2010, a AmBev economizou 700 mil litros de óleo diesel e evitou a emissão de 1.800 toneladas de CO2 graças ao seu projeto-piloto de compartilhamento de frota com outras grandes empresas do segmento de alimentos e bebidas. Isso porque caminhões que retornariam às fábricas da AmBev vazios depois de abastecer os centros de distribuição passaram a fazer os trajetos de volta carregados de produtos das empresas parceiras.
O bom resultado da iniciativa levou a AmBev a decidir por implantar o transporte colaborativo em toda a sua cadeia, como parte do investimento em logística verde. Com essa ampliação do projeto para outros trechos e com novos acordos de compartilhamento, a AmBev estima uma redução potencial de 20% no consumo de combustível em toda a sua cadeia logística.
Já para 2010, a empresa prevê uma redução de 10%, o equivalente a uma economia de 7 milhões de reais, viabilizando a renovação de parte da frota de caminhões.
Ao longo de seis meses, o transporte colaborativo funcionou em 30 trechos diferentes, com 360 viagens realizadas por mês. Para este ano, a empresa já negocia parcerias com outras empresas, até de outros segmentos da economia.
A logística verde é um dos principais focos para o crescimento sustentável da AmBev. Em 2009, a empresa elevou as vendas em 9,9% sem aumentar a frota de caminhões.
Isso foi possível graças à maior produtividade da frota, com a utilização de dois softwares de gestão: enquanto o TMS (Transportation Management System) aponta sinergias internas ou com outras empresas para a utilização mais eficiente da frota, o Tracking utiliza a tecnologia GPS para visualizar em tempo real o trajeto dos caminhões e corrigir eventuais problemas de rota.
A AmBev utiliza 3.100 veículos de empresas terceirizadas para distribuir seus produtos em mais de 1 milhão de pontos de venda por todo País. São 15 mil funcionários terceirizados a serviço da companhia. A renovação programada da frota dedicada permite uma média de 3,5 anos para os caminhões – a média de mercado é de 20 anos –, minimizando impactos de desgaste e de emissão de poluentes.

Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://www.newtrade.com.br/noticia_interna.php?id=630 ; acesso em 20/05/2010.

Nota: Embora muito se fale sobre gestão da cadeia de suprimentos, sendo a colaboração entre os elos desta cadeia um dos pilares para sua implementação, ainda são poucas as iniciativas como esta. Destaque para os ganhos informados no primeiro parágrafo: econômicos (redução do consumo de óleo diesel) e ecológicos (redução na emissão de CO2).

30 maio, 2010

Gerenciamento de estoque em farmácias hospitalares [Trabalho acadêmico]

Segue abaixo o resumo de estudo realizado sobre a gestão de estoques em farmácias hospitalares. Assunto que, na minha opinião, merece especial atenção dado que insumos hospitalares e medicamentos são produtos de elevado valor comercial e inadequações no planejamento e controle de estoques podem levar ao excesso de material (com custos desnecessários) ou a sua falta (com riscos à saúde daqueles que necessitam da sua utilização).

O título do trabalho é Gerenciamento de Estoque em Farmácias Hospitalares - Estudo de gastos: Hospital Público x Hospital Privado, de autoria de Bruno de Assis Alves, Lívia Caroline Oliveira Dias, Lucas Felipe de Ambrósio Ribeiro e Wanderson Alves de Siqueira Conceição, da FATEC – São José dos Campos.

Resumo: Insumos hospitalares e os medicamentos estocados nas farmácias possuem um custo elevado. Sabemos que no setor da saúde, principalmente em hospitais, os recursos estão cada vez mais escassos, o que obriga aos gestores desses estabelecimentos uma busca por novas metodologias de controle. No caso desse estudo, que foi realizado com farmácias hospitalares, buscamos uma redução dos custos de medicamentos em estoques, evitando assim desperdícios com medicamentos fora de seu prazo de validade. Este artigo apresenta uma análise logística do controle de estoques de duas farmácias de hospitais distintos, um público e outro privado enfocando as formas de controle do estoque, além da relevância do trabalho de programas específicos para uma maior economia. Para tanto, estudou-se pela análise ABC o grupo dos medicamentos de preços mais elevados , que perderam sua validade no estoque hospitalar. Além da análise ABC também foram utilizadas outras teorias logísticas como Ponto de Pedido e Lote Econômico de Compras, para melhoria do gerenciamento de estoques. Na realização desse estudo foram utilizados coleta de dados por meio de entrevistas semiestruturadas, levantamento documental e observação não participante.

O artigo na íntegra pode ser solicitado ao Bruno, pelo e-mail bruno1886@gmail.com .

24 maio, 2010

Empresas preferem terceirizar logística [Portal Webtranspo]

Um levantamento realizado pela Aslog (Associação Brasileira de Logística) traçou o atual panorama do segmento de logística no País.
Segundo Adalberto Panzan, presidente do Conselho Deliberativo da entidade, “a análise foi executada com o objetivo de identificar os parâmetros que envolvem a contratação de operadores logísticos”.
Com isso, foi verificado que a terceirização dos serviços neste segmento é uma prática bastante comum no País. De acordo com o Sindiprestem (Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão-de-obra e de Trabalho Temporário no Estado de São Paulo), mais de 86% das empresas brasileiras têm utilizado esta modalidade na contratação de diversos tipos serviços.
Com relação à logística, segundo o estudo da Aslog, 41% das empresas terceirizam parcialmente o serviço com foco em transporte. Outros 28% realizam a prática com a estratégia voltada para a logística. Além disso, 20% das corporações terceirizam totalmente o serviço. A pesquisa também destaca que outros 8% pretendem atuar com operação própria e 3% ainda não definiram uma estratégia.
Para Marcio Pochmann, presidente do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), “a terceirização é uma realidade mundial inevitável”. Portanto, “não é uma questão de ser contra ou a favor, mas sim de despertar para um fenômeno mundial”.
Neste aspecto, Panzan explica porque este tipo de contratação tem sido comum no mercado de logística. “Cada empresa investe naquilo que é o coração da companhia, no que apenas ela sabe fazer. Muitos setores da indústria sabe fazer logística, mas se uma organização precisa crescer a curto prazo é mais vantajoso terceirizar a operação”, aponta.
E prossegue: “não faz sentido investir em estrutura física, por exemplo, para armazenar os produtos. Se amanhã ou depois acontecer algum problema vou ficar olhando para um prédio inutilizado. Quando contrato alguém para prestar este serviço, não havendo demanda eu posso optar por reincidir este acordo comercial”.
A pesquisa realizada pela Aslog também verificou que o custo logístico representa de 2 a 5% sobre o faturamento de 37% das empresas entrevistadas. Para 25% delas o valor é de 5 a 8%. Além disso, 79% das corporações criaram um departamento específico para gerenciar as atividades logísticas.
Quanto aos critérios de escolha de um operador logístico, as empresas – com a opção de escolher mais de um item – indicaram que o preço é o diferencial para 87% das companhias. Experiência, tecnologia, histórico de desempenho, qualidade de pessoal, saúde financeira e portfólio receberam, respectivamente, 66%, 44%, 30%, 26%, 20% e 15%.
Em relação ao processo para a tomada desta decisão, 56% dos entrevistados indicaram que realizam um processo de levantamento de dados e cotações; 41% fazem uma simples cotação e comparativo de preços; e 3% seguem indicações de outras empresas.
Quando o assunto são os serviços terceirizados, a distribuição de produtos acabados representa 84% das operações, seguida pelo despacho aduaneiro (66%), coleta e transporte de insumos produtivos (64%), transferências entre centros de distribuição e fábricas (62%), armazenagem externa (46%) e logística reversa (38%). Neste quesito, os entrevistados puderam selecionar mais de uma opção.
A análise também verificou as deficiências dos operadores logísticos do ponto de vista da empresa contratante. Para 56% das companhias, não há projetos de melhoria continuada. Outras questões como a comunicação (48%), as informações de desempenho (48%), o nível de serviço constante e adequado às necessidades da empresa (38%) e o uso de ferramentas tecnológicas (36%) foram apontadas pelos executivos que participaram do levantamento.
Com tantos aspectos abordados no estudo, a entidade acredita que “a pesquisa é de suma importância para o setor pois, por meio dela, é ´possível acompanhar as necessidades, a relação e as tendências de mercado”.
O estudo – que deve continuar sendo realizado nos próximos anos - contou com a colaboração de aproximadamente 60 companhias de diversas áreas de atuação. O levantamento completo pode ser acessado no site da entidade: http://www.aslog.org.br/ .

Fonte: Portal Webtranspo; disponível em http://www.webtranspo.com.br/logistica/17902-empresas-preferem-terceirizar-logistica ; acesso em 09/05/2010.

Nota: Em post anterior vimos estudo do ILOS sobre o crescimento do mercado de operadores logísticos no Brasil. Os dados da Aslog apresentados acima estão alinhados à constatação que fizemos na ocasião: aumento da demanda pela terceirização de atividades logística leva ao crescimento do mercado de operadores logísticos.

20 maio, 2010

Custos de deslocamento na movimentação de materiais

A revista Intralogística de abril de 2010 traz um excelente artigo sobre como escolher, entre diferentes equipamentos de movimentação, qual o mais adequado conforme as características da carga, movimentação média, turnos de trabalho entre outras. De maneira simplificada, são abordados os principais aspectos que devem ser considerados para se alcançar a melhor relação custo x benefício.
A matéria pode ser acessada através do link http://www.revistaintralogistica.com.br/pecas/004/Quanto-custa-percorre-235.pdf .

19 maio, 2010

ILOS premia os melhores operadores logísticos do Brasil [Portal Logweb]

Com a presença dos principais executivos do Brasil, o Instituto ILOS premiou no dia 26 de abril, em São Paulo, os Melhores operadores logísticos do País. O Prêmio ILOS de Logística 2010 foi para a DHL, apontada como o melhor prestador de serviço logístico por seis dos nove setores entrevistados – Alimentos e Bebidas; Automotivo e Autopeças; Comércio Varejista; Eletroeletrônico; Higiene, Limpeza e Farma e Químico e Petroquímico. Participaram da votação 331 profissionais de logística das maiores indústrias do Brasil. Recentemente ingressa na Bolsa de Valores de São Paulo, a Júlio Simões se manteve na segunda colocação geral, tendo ficado em primeiro no setor de Papel e Celulose e em segundo em Siderurgia e Metalurgia. Segunda colocada nos segmentos Automotivo e Autopeças e Comércio Varejista, a Ceva ficou com o terceiro lugar geral.
Completam o ranking dos 10 melhores operadores logísticos do País a TNT Mercúrio, Rapidão Cometa, Aliança/Hamburg Sud, Kuehne+Nagel, ALL, Log-in e Penske, respectivamente. Vale (líder no setor de Agronegócio), Martin Brower (segundo lugar em Alimentos e Bebidas), Expresso Jundiaí (segundo lugar em Higiene, Limpeza e Farma) e Dalçoquio (segundo lugar em Químico e Petroquímico) também se destacaram ao longo de 2009 e receberam menção honrosa.
O Prêmio ILOS de Logística é resultado de intensa pesquisa com profissionais das maiores empresas do Brasil em faturamento. Além de apontar os melhores prestadores de serviço logístico do País, o resultado desse trabalho serve de base para uma edição da coleção Panorama ILOS. Nela, os executivos brasileiros têm acesso ao cenário atual do mercado nacional de operadores logísticos, com uma análise dos principais prestadores do Brasil.
A importância desse tipo de pesquisa pode ser percebida através da crescente necessidade das empresas em terceirizar suas atividades para melhorar o nível de serviço e reduzir custos. Esse aumento na terceirização vem impactando no mercado, que, em 2008, chegou ao seu patamar mais alto nos últimos 11 anos, com os 165 principais operadores do País recebendo uma receita bruta anual de R$39 bilhões, 45% a mais do que no ano anterior. A receita média dos operadores brasileiros chegou a R$233,6 milhões, com esse valor subindo para quase R$1 bilhão entre os melhores do País.
Outro reflexo do desenvolvimento dos operadores brasileiros é o seu desempenho na oferta de atividades mais sofisticadas. Segundo os profissionais entrevistados pelo Instituto ILOS, houve uma evolução considerável na performance dos melhores operadores do País no desenvolvimento de projetos e no uso de tecnologia da informação, atividades mais gerenciais. Apesar desse crescimento, atividades de base, como transporte e armazenagem, ainda são as de maior excelência entre os melhores operadores brasileiros.

Fonte: Portal Logweb; disponível em http://logweb.com.br/index.php?urlop=noticia&nid=MjMxMzk= ; acesso em 09/05/2010.
 
Nota: Os dados do ILOS comprovam aquilo que vimos acompanhando ao longo das últimas duas décadas: a forte tendência na terceirização das atividades logísticas nos diversos setores da economia, assim como significativas mudanças na oferta destes serviços no Brasil com a chegada de empresas multinacionais e a realização de aquisições e fusões entre as empresas anteriormente estabelecidas no país.

18 maio, 2010

LogisTI - Fórum 2010


Descrição:
As operações logísticas cada vez mais necessitam de controle, automatização e integração e a tecnologia da informação, mais do que nunca tem oferecido excelentes opções de soluções e tecnologias para o setor de logística e supply chain.

O LogisTI Fórum pretende levar aos participantes, casos de sucesso, soluções e tecnologias apresentadas por seus fornecedores, de forma a auxiliar Diretores e Gerentes de Logística e Supply Chain a identificarem oportunidades de melhoria em suas operações através da tecnologia da informação.[Texto dos organizadores]

Inscrições e informações pelo site: http://www.mundologistica.com.br/logisti

12 maio, 2010

Setor de caminhões acumula crescimento de 50,65% em 2010 [Portal Newtrade]

Os emplacamentos do setor automotivo (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos, implementos rodoviários e outros veículos como carretinhas de transporte de jet sky, motos, etc. ) cresceram 15,63% na comparação do acumulado de janeiro a abril de 2010 com o mesmo período de 2009, saltando de 1.426.460 unidades para 1.649.407, segundo levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O resultado de abril de 2010, quando foram emplacadas 430.299 unidades, caiu 18,33% em março, quando o setor emplacou 526.878 unidades.
“Apesar da queda registrada no mês de abril na maior parte dos segmentos, o resultado do acumulado do ano mostra que a economia se recuperou. O mercado continua com tendência de crescimento”, afirmou Sérgio Reze, presidente da Fenabrave.
Nos primeiros quatro meses de 2010, todos os segmentos tiveram alta acima de 10%. O setor de caminhões, que sofria queda devido à estagnação da economia, cresceu 50,65% comparando o acumulado deste ano com o mesmo período de 2009. “Quando se tem frete, os consumidores de caminhões compram”, comenta Reze.
O setor em geral deverá emplacar 5,1 milhões de unidades no ano [2010], num crescimento de 8,46%.
Os emplacamentos de automóveis e comerciais leves alcançarão 3,2 milhões de unidades comercializadas, numa alta de 6,5%. Já os caminhões contabilizarão 148,4 mil unidades, numa evolução de 35,9%.

Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://www.newtrade.com.br/noticia_interna.php?id=590 ; acesso em 09/05/2010.

10 maio, 2010

Reendereçamento [Artigo Revista Intralogística]

Com qual frequência você deve reendereçar sua instalação? Se você está se perguntando isso, provavelmente não está fazendo no tempo correto. Embora não exista regra geral quando se trata de reendereçamento, é preciso ser feito regularmente, de acordo com a frequência de giro de SKUs no seu CD.
A percepção de que o endereçamento é uma atividade estática não é real, pois na verdade ela é muito dinâmica. Todo SKU possui um ciclo de vida, ganha popularidade, atinge seu ponto máximo e depois cai. Você não pode simplesmente endereçar uma vez e manter pelos próximos dois anos.
Para determinar quando você deve reendereçar, observe os ciclos naturais para seus SKUs, linhas de produtos ou fornecedores. Por exemplo, se você recebe uma nova linha de produtos, pode ser um bom momento.
O segredo para um bom endereçamento é o equilíbrio de três objetivos: índice de separação mais rápido, frequência de reposição mais baixa e uso maximizado do espaço [destaque nosso]. O problema é que esses objetivos se conflitam.
Para conseguir equilibrá-los, você poderia criar uma rota de separação muito efetiva colocando apenas um item em cada local, para que os separadores possam percorrer os corredores, retirar os itens das prateleiras e os embalar em tempo recorde. Mas isso significa que os locais de separação precisariam ser reabastecidos todo tempo, diminuindo os ganhos que teria com uma separação mais rápida. Da mesma forma, você poderia preparar um ambiente onde você não precisa fazer muita reposição, mas as grandes áreas de separação consumiriam todo seu espaço e fariam com que sua produtividade diminuísse.
Já que você não pode otimizar as três áreas, você precisa encontrar o melhor equilíbrio delas. Por exemplo, numa comparação entre custo mensal por metro quadrado e custos de mão de obra, se os custos por metros quadrados são altos, é preferível liberar alguma densidade para garantir um curso de separação mais rápido.
Por último, uma vez determinado o melhor equilíbrio, lembre-se que sem um reendereçamento regular, você perderá os benefícios que alcançou quando o maximizou inicialmente. Para continuar obtendo benefícios, é preciso manter-se atualizado.

Fonte: Newsletter Revista Intralogística; disponível em http://www.revistaintralogistica.com.br/pecas/003/artigos_noticia.php?p=135&l=6 ; acesso em 15/04/2010.

09 maio, 2010

Como é feita a separação de correspondências [Blog Logística Descomplicada]

Está disponível no blog Logística Descomplicada um vídeo sobre a separação de correspondências no Serviço Postal dos EUA.

Recomendo uma visita ao blog, pois o sistema de identificação apresentado é muito interessante.

URL: http://www.logisticadescomplicada.com/como-e-feita-a-separacao-das-correspondencias/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+logisticadescomplicada+%28Log%C3%ADstica+Descomplicada%29

03 maio, 2010

Projeto de Lei propõe instituição do "Dia do Profissional de Logística" [Portal Logweb]

Está em tramitação na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei de autoria da Dep. Aline Corrêa (PP/SP), com propositura da Associação Brasileira de Logística – ASLOG, sugerindo a data de 6 de junho como o “Dia do Profissional de Logística”.
Em seu texto, a deputada explica a importância deste profissional para a cadeia produtiva, sendo atividade imprescindível e estratégica. “Com o passar dos anos a atividade logística consolidou-se como um dos mais importantes elementos de desempenho, não só das organizações, mas de toda a sociedade”, explica a parlamentar em sua missiva de argumentação.
Segundo ela, a logística é uma ciência e a sua difusão nas ações empresariais, bem como o interesse e em torno do tema, geram, periodicamente, novas pesquisas, descobertas e melhorias que interferem positivamente no dia-a-dia de quem a utiliza.
A data escolhida – 6 de junho – é uma referência ao dia em que ocorreu o maior movimento logístico já conhecido na história – o desembarque das forças aliadas na Europa, ao término da II Guerra Mundial, imortalizado como o “Dia D”.

Fonte: Portal Logweb; disponível em http://logweb.com.br/index.php?rlop=noticia&nid=MjMwODg= ; acesso em 21/04/2010.