26 julho, 2011

Empilhadeiras a combustão: o tipo de combustível faz a diferença [Revista Logweb]

Como escolher o combustível da empilhadeira? Qual oferece o melhor desempenho? É possível as empilhadeiras operarem com biodiesel, etanol ou outro combustível?
Estas são as perguntas respondidas pelos profissionais do setor de empilhadeiras nesta matéria especial da revista Logweb.

Escolha
Sobre a escolha do combustível – GLP, gasolina ou diesel – José Roberto Roque, gerente de rental da Aesa Empilhadeiras (Fone: 11 3488.1466), diz que deve ser levado em conta, principalmente, o ambiente onde o equipamento será operado. “Em locais cobertos é essencial o uso de máquinas a GLP pela menor emissão de carbono. As máquinas com motor diesel apresentam elevado nível de carbono nos gases de escape e, quando operadas em ambiente coberto, pode ser notada no teto a fuligem acumulada depois de certo período de tempo. Tal quantidade de partículas de carbono suspensas no ar é prejudicial à saúde, o que inviabiliza a utilização deste combustível. Já em operações a céu aberto, longos percursos e máquinas pesadas, o diesel leva vantagem pela maior eficiência, economia e baixa manutenção. Além disso, é um combustível menos volátil que o GLP ou a gasolina, resultando em maior segurança no armazenamento.”

Leia a matéria na íntegra: acesse aqui.

Fonte: Revista Logweb, edição 105, Novembro/2010.

19 julho, 2011

Sistema automatizado de movimentação e armazenagem de cargas - Scheffer Logística



O Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, situado em Manaus, e é o terceiro em movimentação de cargas do Brasil. Por seu terminal de cargas passam a demanda de importação e exportação do Pólo Industrial de Manaus, que reúne mais de 600 indústrias. Em parceria com a Scheffer Logística e Automação, a INFRAERO investiu num sistema automatizado de movimentação e armazenagem de cargas.

14 julho, 2011

09 julho, 2011

Redução de custos é foco em estudo de logística na região Sul [FIESC - Notícias Online]

As federações de indústria dos três estados do Sul (FIESC, FIERGS e FIEP) iniciaram na sexta-feira, dia 1º, em Florianópolis, o maior estudo de logística já realizado na região, chamado de Projeto Sul Competitivo. A empresa Macrologística, de São Paulo, vai identificar as 19 principais cadeias produtivas dos três estados do Sul, a partir dos eixos de transportes que ligam a produção até o cliente final tanto no Brasil quanto no exterior. São cerca de 70 produtos diferentes da origem até o destino. Vai ser mapeada a integração de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul com os países vizinhos, como Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile. O projeto vai contemplar só as obras que diminuam os custos logísticos da região. Para isso serão selecionados modais de transporte modernos (trilhos com bitolas de 1,60 metros, portos com águas profundas), que de fato trazem uma grande redução de preço do transporte, disse Renato Pavan, sócio da Macrologística. Com o trabalho em mãos, os três estados vão buscar em conjunto recursos para as obras prioritárias para a região e não mais individualmente.
Para o presidente da FIESC, Alcantaro Corrêa, o projeto já começa bem, pois participaram do lançamento representantes do governo do estado e parlamentares estaduais e federais. "É com esse envolvimento e convergência dos três estados do Sul que o projeto vai alcançar seu objetivo de aumentar a competitividade da região e, assim, fortalecer o seu desenvolvimento".
Para tirar o Sul Competitivo do papel vão ser contempladas obras que já estão no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), obras previstas nos orçamentos dos estados, além da participação do setor privado. Com base na experiência da empresa ao realizar o estudo Norte Competitivo, Pavan explicou que isso será possível porque o tempo de retorno dos projetos é interessante para o setor privado. No caso do Norte, ficou em torno de quatro anos.
"A maioria dos projetos feitos no Brasil acaba na gaveta porque existe uma demanda regional enorme. Cada um quer sua fatia na sua área de abrangência", disse Pavan. Ou seja, em vez de disputar verbas, os estados passarão a apoiar um único projeto convergente.
"Os planejamentos que têm sido feitos são mais ligados aos modais de transporte, com um pedaço de ferrovia aqui e outro lá. Neste projeto, serão contemplados eixos de transporte com vista à redução dos custos. Alguns já existem e outros precisam ser construídos", afirmou. Com o Norte Competitivo, é estimada uma economia de 3 bilhões de reais por ano. Os recursos ficam na região e aumentam a competitividade da sua economia.
O Brasil hoje representa 1% do mercado internacional. Uma das coisas que tem prejudicado esse desempenho é a situação atual da infraestrutura. A demanda logística é muito maior do que a oferta e isso faz com que os preços atuais dos fretes e do uso dos modais de transporte fiquem mais caros.

Fonte: Informativo FIESC - Notícias Online, n. 223, 06-13/07/2011; disponível em http://www2.fiescnet.com.br/web/pt/informativo/show/id/106/idc/1269/temp/0 ; acesso em 10/07/2011.

04 julho, 2011

Federações se unem para iniciar o maior estudo de logística do Sul [FIESC - Notícias Online]

As federações das indústrias de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul (FIESC, FIEP e FIERGS), com o apoio da Confederação Nacional da Indústria, se unem para dar início ao que será o maior estudo até hoje realizado sobre modais de transporte na região Sul, interligados aos países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile). Nesta sexta-feira, dia 1° de julho, às 14 horas, na sede da FIESC, em Florianópolis, será feito o lançamento catarinense do projeto Sul Competitivo, que visa a traçar uma radiografia do que há hoje e apresentar soluções integradas para o transporte de produtos através de portos, aeroportos, ferrovias, hidrovias, dutovias e rodovias. A integração técnica desses modais pode gerar redução de custos e dar rapidez a todo o sistema de circulação de mercadorias, gerando maior competitividade da região. O pontapé inicial do estudo em Santa Catarina reunirá empresários, associações produtivas e autoridades estaduais para conhecer detalhes sobre o desenvolvimento do projeto. A apresentação oficial também ocorrerá no Paraná, dia 30/6.
"O grande diferencial desse estudo é a busca por soluções integradas para os três estados, também com vistas ao Mercosul. Dessa forma, será possível otimizar os recursos buscando a competitividade da região", diz o presidente do Sistema FIESC, Alcantaro Corrêa.
Durante a primeira fase do Sul Competitivo, uma equipe de 12 profissionais fará um amplo diagnóstico das condições da infraestrutura de transportes na região sul e no Mercosul, bem como estudará as 19 principais cadeias produtivas produzidas, exportadas e/ou importadas pela região Sul do país o que representa cerca de 70 produtos agrícolas, minerais, florestais e industriais, levantando os gargalos logísticos e respectivas soluções.
"Também serão analisados números sobre a produção atual e futura e o local de consumo de todas essas cadeias, bem como as matrizes origem-destino e o impacto destas no custo logístico. E visitaremos portos e outros modais de transporte do Chile, Argentina, Uruguai e Paraguai para entender como funciona a logística de escoamento dos três estados sulistas por essas vias. O objetivo final será o de realizar uma priorização dos projetos de infra-estrutura de transportes necessários na região sul com base no seu potencial de redução do custo logístico e conseqüente aumento da competitividade da região", explica Olivier Girard, sócio da Macrologística, consultoria que está à frente do desenvolvimento do estudo, incluindo diagnóstico e propostas de soluções. A empresa também foi a responsável pelo Projeto Norte Competitivo, um conjunto de soluções logísticas para os nove estados que integram a Amazônia Legal, entregue ao governo federal em março de 2011.
"No estudo que culminou no Norte Competitivo, foram identificados 42 eixos Integrados de transporte. Desses, foram priorizados nove eixos capazes de gerar economia de R$ 3,8 bilhões anuais nos custos logísticos da região. Nesse novo estudo, que envolve os estados que servem de porta principal para o comércio com os países do Cone Sul, o setor privado novamente toma a iniciativa buscando redução semelhante, a fim de também tornar a região Sul do país mais competitiva", afirma Girard.
As visitas técnicas começam em 11 de julho e, em três meses, os primeiros diagnósticos dos gargalos logísticos da região devem ser apresentados.

Fonte: FIESC - Notícias Online, n. 222, 29/06 - 06/07/2011; disponível em http://www2.fiescnet.com.br/web/pt/informativo/show/id/105/idc/1257/temp/0 ; acesso em 04/07/2011.