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12 junho, 2016

Estão abertas as inscrições para o Prêmio MundoLogística – Caso de Sucesso 2016 [Revista MundoLogística]

Com o objetivo de valorizar e reconhecer os profissionais e empresas que desenvolveram projetos/casos de sucesso na área de logística e Supply Chain, com destaque para a inovação e resultados obtidos, que garantiram um bom desenvolvimento e eficiência nas operações logísticas ou da cadeia de suprimentos, a Revista MundoLogística lançou o “Prêmio MundoLogística – Caso de Sucesso 2016”.
O Prêmio contemplará os profissionais e as empresas que desenvolveram projetos/casos de sucesso em logística e Supply Chain, que tenham entrado em operação entre 2015 e 2016, e serão analisados os critérios de projeto, solução adotada, resultado, estrutura e inovação.
As inscrições já podem ser feitas por meio do preenchimento do formulário com os dados dos inscritos, disponível no site da revista (http://www.mundologistica.com.br/portal/premio2016.shtml), e do download do formulário de inscrição para o preenchimento e posterior envio por e-mail para o endereço: premio@mundologistica.com.br, e irão até o dia 1º de julho de 2016.
O primeiro colocado terá o seu projeto/caso de sucesso publicado como reportagem de capa da edição setembro/outubro da revista e ganhará um ano de assinatura da revista impressa + digital, cinco cursos a distância de sua escolha do MundoLogística EAD (http://ead.revistamundologistica.com.br/), um troféu e um certificado de premiação. O segundo, terceiro, quarto e quinto colocados terão a Menção Honrosa na Revista MundoLogística, com a publicação de um resumo de seu projeto/caso de sucesso e o certificado de premiação.

Serviço:
Data de inscrições: 6 de maio a 1º de julho
Seleção e julgamento: 2 a 15 de julho
Divulgação dos vencedores: 18 de julho
Publicação da reportagem: Edição setembro/outubro

Para mais informações e inscrições, acesse http://www.mundologistica.com.br/portal/premio2016.shtml.

Fonte: Revista MundoLogística; disponível em http://www.mundologistica.com.br/portal/noticia.jsp?id=2777; acesso em 12.06.2016.


28 março, 2016

Rastreabilidade é palavra de ordem no Dia Mundial do Consumidor [GS1 Brasil]

De onde vêm os alimentos que vão parar na mesa de refeições? Qual é o caminho que eles percorreram até chegar às prateleiras do supermercado? Quais os componentes estão presentes nesses produtos? No Dia Mundial do Consumidor, comemorado neste dia 15 de março, há muitas conquistas para celebrar, mas também reivindicações que seguem em pauta, como saber a origem e toda a trajetória percorrida pelas mercadorias que ingerimos, o que se aplica não só à alimentação, mas também aos medicamentos. Atenta a essa necessidade, a Associação Brasileira de Automação-GS1 torna possível a visibilidade de ponta a ponta em toda a cadeia de suprimentos. As empresas podem acompanhar a trajetória e a exata localização de seus produtos, a qualquer momento em uma escala global - indiferentemente de quantas empresas estejam envolvidas ou de quantas fronteiras sejam cruzadas até chegar ao cliente final.
Não é só o consumidor que se beneficia com o Padrão Global de Rastreabilidade (GTS) da GS1. As empresas que adotam esses critérios também são favorecidas, já que, cada vez mais, ter respostas para essas questões pode decidir a compra. Para que o processo possa funcionar, é preciso registrar tudo o que acontece em cada passo do caminho percorrido, da produção à venda final. “A rastreabilidade é especialmente importante se algo sair errado e produtos alimentícios precisarem ser recolhidos, episódios que têm sido comuns nos últimos anos”, afirma o presidente da GS1 Brasil, João Carlos de Oliveira, ao destacar que a solução global da entidade pode assegurar acesso imediato à informação precisa do produto, o que possibilita um recall imediato e abrangente. Além disso, os padrões GS1 tornam mais fáceis a garantia da qualidade e o controle preciso de estoques, o que contribui para tornar o recall tão rápido quanto possível.
Outro ponto que atende às reinvindicações dos consumidores é assegurar que o alimento atenda às exigências das crenças religiosas ou respeita as escolhas de estilo de vida das pessoas, uma vez que cresce a busca por mercadorias que respeitem certos padrões éticos. “Existem hoje várias etiquetas e selos que garantem que o item comercializado é resultado de práticas comerciais corretas, autorizadas e sustentáveis”, explica Oliveira. Sistemas de rastreabilidade como o Padrão Global de Rastreabilidade GS1 possibilitam fazer esse acompanhamento e reassegurar a esses consumidores que os produtos que compram respeitem completamente seus desejos. Os padrões GS1 como, por exemplo, o código de barras, as etiquetas inteligentes (EPC/RFID) e os códigos bidimensionais, propiciam a rastreabilidade e podem armazenar informações adicionais de um produto como data de produção, data de validade, número de lote etc.
O mesmo se aplica à verificação e à autenticação de materiais médicos e medicamentos por toda a cadeia global de suprimentos de saúde. A adoção dos padrões GS1 de rastreabilidade em hospitais e laboratórios farmacêuticos tem ajudado a reduzir significativamente a chance de erro humano na hora de ministrar uma medicação, por exemplo. O acompanhamento é possível graças ao GS1 DataMatrix, código bidimensional de tamanho reduzido que se adapta às menores embalagens e comporta todas as informações necessárias para ter total controle da trajetória de um medicamento, do laboratório farmacêutico à administração no paciente.
Cada vez mais indústrias estão voluntariamente desenvolvendo programas de rastreabilidade voltados para a melhoria da eficiência, para ajudar na proteção de suas marcas e para garantir que seus alimentos, medicamentos e materiais médicos ou brinquedos sejam seguros. A rastreabilidade é agora uma parte vital da cadeia de suprimento.
Sobre o Padrão Global de Rastreabilidade GS1 – Trata-se de um padrão empresarial desenvolvido dentro do Processo de Gerenciamento de Padrões Globais GS1 (GSMP), uma comunidade de mais de 800 empresas da Ásia, Europa e Américas que representa varejistas, fornecedores, indústrias, organizações membros da GS1 e provedores de soluções de todos os setores da economia. O Padrão Global de Rastreabilidade GS1 não compete com outros padrões internacionais como os da ISO, Global Food Safety Initiative (GFSI) do CIES, Global Food Standard do British Retail Consortium (BRC), Food Marketing Institute, GLOBAL GAP, ou demais certificações para alimentos “orgânicos”. De fato, a GS1 auxilia empresas e organizações a atenderem as exigências desses tipos de requisitos, pelo fornecimento de ferramentas (e esclarecimentos de como aplicá-las) para atingir os tão procurados níveis de rastreabilidade.
Sobre a GS1 Brasil - A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil é uma organização sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos, tem seu padrão adotado em 150 países e possui sedes em 112 deles. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de varejo, saúde, transporte e logística. A organização brasileira tem 58,5 mil associados. Mais informações em www.gs1br.org

Fonte: Assessoria de Imprensa GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação - Cristine Pires – Jornalista MTB 7847 - (51) 9315 9381 – cristineapires@gmail.com 

16 dezembro, 2015

O pátio não é um “puxadinho” do armazém [Mundo Logística]

É do conhecimento comum a influência que todos os intervenientes têm na cadeia logística de uma empresa. Como em qualquer corrente, a força da cadeia logística é ditada pela do elo mais fraco. Por exemplo, por mais organizada que esteja a logística na produção, se o armazém tiver problemas, a produção da empresa será impactada.
Assim, quando se pretende organizar ou otimizar os espaços físicos dedicados às operações logísticas de uma empresa, é sabido que todos eles interagirão e que, quanto melhor um estiver, mais o outro será beneficiado. Isso ocorre mesmo que as áreas estejam fisicamente separadas, dependam de pessoas distintas e são operadas por colaboradores diferentes etc. Ou seja, ainda que aparentemente sejam departamentos “estanques”, por vezes separadas por quilômetros, a melhoria de uma delas será bom para ela própria e para as demais, logo, para toda a cadeia logística.
O pátio não é exceção. A operação no pátio, onde circulam todos os tipos de veículos e pessoas, é crítica para todo o processo. Até porque no pátio ainda pode existir outros equipamentos de logística, que precisam ser controlados, como as cancelas, balanças, catracas, entre outros.
Portanto, nos dias que correm, nenhum responsável pela logística descuida a importância da otimização do processo logístico no pátio da empresa. Todos sabem que um pátio mal administrado tem um impacto negativo no armazém, como materiais prontos nas docas para a carga e o caminhão ainda não chegou, e na portaria, o que resulta, geralmente, em filas de caminhões à porta da empresa, esperando a sua vez de entrar. Alguém está pagando a conta, geralmente o consumidor, a quem o custo dessa falha de otimização acaba sendo repassado.
Então, se já está claro para todos que o pátio não é um “puxadinho” do armazém, por qual razão, muitas vezes, ele assim o é considerado no âmbito do software? Por qual motivo a gestão do pátio, tão complexa e crítica para a operação de uma empresa, acaba sendo um “puxadinho” do WMS (Gestão dos Armazéns) ou do TMS (Gestão dos Transportes)? Está claro que ele tem peso, importância e funcionalidades suficientes e específicas para ser tratado como uma entidade própria.
O que um sistema Yard Management System (YMS) faz é isso mesmo: a gestão do pátio. Comunicando com outros sistemas, como Enterprise Resource Planning (ERP), TMS e WMS, ele deverá conhecer quem está para chegar ou sair, quem tem autorização para acessar determinadas áreas, que cargas estão para ser recepcionadas. O YMS deve “avisar” o WMS para o material certo estar a postos em uma doca específica, com as pessoas e equipamentos corretos, na hora certa, para se proceder à descarga e ao armazenamento, que vagas de estacionamento estão livres para encaminhar as visitas, em função do seu perfil etc.
Curiosamente, o YMS ainda não é utilizado e, muitas vezes, nem sequer conhecido por uma quantidade considerável de empresas brasileiras. Elas reconhecem o problema, sabem como poderia ser solucionado, mas desconhecem a existência da solução. Termino como comecei: se do ponto de vista físico, já ninguém trata o pátio como um “puxadinho” do armazém, por qual motivo ele terá de ser tratado desse jeito, no âmbito do software? [Jorge Serrano Pinto- Sonda IT]

Fonte: Revista Mundo Logístico; disponível em http://www.mundologistica.com.br/portal/noticia.jsp?id=2529; acesso em 14/12/2015.

13 dezembro, 2015

Para enfrentar a crise, empresas brasileiras investem mais em automação [GS1 Brasil]

As incertezas sobre o cenário econômico levam cada vez mais empresas brasileiras a buscar formas de reduzir custos, otimizar os negócios e evitar ao máximo as perdas. Nesse cenário, ter uma gestão eficiente passou a ser palavra de ordem, e a automação é citada como a ferramenta ideal para garantir ganho de produtividade e maximização de resultados. Pesquisa realizada neste ano pela GS1 Brasil - Associação Brasileira de Automação revela que 92% dos empresários consideram o uso do código de barras essencial para impulsionar as vendas, enquanto 88% apontam a tecnologia como forma de melhorar a gestão.
Como consequência, 61% dos entrevistados pretendem investir em códigos de barras que permitam incluir mais informações – os chamados códigos lineares -, assim como em outras soluções demandadas pelo varejo de grande porte, como a radiofrequência, por exemplo. “A automação, com o uso do código de barras, permite o controle e a precisão da informação que circula, garantindo ganhos de ponta a ponta”, destaca João Carlos de Oliveira, presidente da GS1 Brasil.
O aumento do interesse em opções para automatizar os processos levou a entidade a registrar, pelo terceiro mês consecutivo, o crescimento no número de associados. A GS1 Brasil conta com o maior quadro associativo desde a sua fundação, há 32 anos, com 58.583 integrantes. Somente de janeiro a setembro deste ano, cerca de 5 mil empresas de todos os portes ingressaram na associação.
Do total de associados, 30% fazem parte do Cadastro Nacional de Produtos, um serviço gratuito na internet para organizar a base de dados dos produtos das empresas que fazem parte do seu portfólio. O sistema torna possível a consulta das informações alimentadas pelos fabricantes a partir de qualquer lugar, e já conta com 2,3 milhões de itens catalogados que podem ser compartilhados com varejistas e distribuidores, facilitando assim o cadastro dos produtos nos mesmos.
O cadastro funciona por meio do GTIN (Número Global de Item Comercial), um identificador para itens comerciais desenvolvidos e controlados pela GS1. Também conhecido por código EAN, é atribuído para qualquer item (produto ou serviço) que possa ser precificado, pedido ou faturado em qualquer ponto da cadeia de suprimentos. O GTIN é utilizado para recuperar informação pré-definida e abrange desde as matérias-primas até produtos acabados.
Além disso, o empresário pode fazer a gestão do portfólio pelo CNP sem qualquer risco de perda de informações, pois a GS1 garante a segurança dos dados armazenados. “O CNP é importante para micro e pequenos empreendedores que buscam espaço no mercado. Com ele, o empresário cadastra os números de identificação dos produtos e descreve as informações detalhadas de cada item, obtendo o controle das mercadorias e melhor gerenciamento das informações”, explica Oliveira.

Sobre a GS1 Brasil
A GS1 Brasil - Associação Brasileira de Automação é uma organização sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos, tem seu padrão adotado em 150 países e possui sede em 112 deles. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de varejo, saúde, transporte e logística. A organização brasileira tem 58,5 mil associados. Mais informações em www.gs1br.org.

Fonte: Adaptado de texto da Assessoria de Imprensa GS1 Brasil - Cristine Pires - Jornalista MTB 7847 - cristineapires@gmail.com

06 julho, 2015

Amazon registra sistema de ‘entrega antecipada’ [Estadão]

SÃO PAULO – As inovações sobre o sistema de logística da Amazon já foram discutidos em peso quando Jeff Bezos anunciou a possibilidade de fazer entregas com drones. Agora ele decidiu abusar dos algoritmos de previsibilidade e patenteia um esquema que prevê que determinado consumidor vai de fato pedir o produto antes de fechar o negócio. A patente foi registrada em agosto de 2012 e aprovada em dezembro de 2013. 
Segundo o documento de registro de patente do sistema intitulado “Antecipatory Shipping” (algo como entrega antecipada), o mecanismo desenvolvido envolve no envio do produto a uma determinada área geográfica enquanto o potencial consumidor avalia comprar o produto mesmo sem dar o endereço desse consumidor (já que ele ainda não fechou negócio). Enquanto o pacote estiver em trânsito, caso o consumidor conclua sua compra, a Amazon então envia o endereço específico de entrega e a entrega é feita em um tempo menor do que pelo método de entrega atual.
A empresa tem cerca de 225 milhões de clientes em todo o mundo e arrecadaram US$ 61 bilhões em receita em 2012.

Fonte: Estadão; disponível em http://blogs.estadao.com.br/link/amazon-registra-sistema-de-entrega-antecipada/; acesso em 06/07/2015.

18 junho, 2015

Agroindústria de SC adota sistema de rastreabilidade [Noticenter]


As cadeias produtivas de aves e suínos de Santa Catarina – situadas entre as mais modernas do planeta – adotarão até o final  do ano a tecnologia RFID baseada no uso da radiofrequência para aperfeiçoar o sistema de rastreabilidade. A tecnologia permite o uso de uma espécie de etiqueta eletrônica inteligente que será implantada nos lacres dos contêineres, controlando todo o processo de preparação, transporte aos portos, embarque e chegada ao destino final, no exterior.
O emprego desses recursos no aperfeiçoamento da rastreabilidade suinícola resulta de parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc), Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa), Sindicarne e Associação Catarinense de Avicultura (Acav). 
O projeto ainda envolve outras instituições da sociedade catarinense, órgãos oficiais da Secretaria da Agricultura, Cidasc, o Ministério da Agricultura incluindo o Vigiagro e Sipoa/SIF, além de empresas privadas de tecnologia e centros de pesquisa e Universidade de São Paulo (USP).
O projeto – também conhecido como Canal Azul – teve a colaboração da Fapesc e apoio do Sindicarne e da Acav, com a participação das agroindústrias catarinenses. Foi realizado um piloto no Estado, em 2012/2013,  o qual testou a aplicabilidade da tecnologia que agora deve ser utilizada para todos os interessados da cadeia produtiva.
O presidente da Acav José Antônio Ribas Júnior realça que esse avanço tecnológico é mais uma demonstração do vanguardismo das cadeias produtivas de Santa Catarina. Destacou, também, o status sanitário do território barriga-verde, como área livre de aftosa sem vacinação e área livre de peste suína clássica (PSC).
O novo recurso digital confere ainda mais segurança e confiabilidade e substitui centenas de documentos pelo controle digital, cujas informações poderão ser acessadas pelos fiscais do Ministério da Agricultura. Além da segurança, o novo recurso permite reduzir para menos de um dia uma operação que, atualmente, chega a demorar de três a quatro dias.
O dirigente esclarece que não haverá mudança na metodologia adotada, mas um aperfeiçoamento tecnológico da rastreabilidade trazendo inovação, processos on-line, mais segurança e confiabilidade ao sistema.
O diretor executivo do Sindicarne, Ricardo De Gouvêa, explica que a implantação do sistema de rastreabilidade de RFID aguarda homologação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.  Deverá ser implantada neste ano ainda, cobrindo toda a operação das agroindústrias aos portos.
As empresas do setor da carne já adotam a rastreabilidade nas etapas de produção a campo e na indústria. Agora, para aperfeiçoar ainda mais a rastreabilidade no Estado, a tecnologia será empregada no campo e dentro das plantas industriais.   Essa tecnologia está disponível em escala mundial e já é aplicada em várias áreas da atividade humana e empresarial.
Com isso, à medida que a vida do animal avança, registram-se nessa etiqueta os principais fatos relevantes sob aspectos de nutrição, saúde, localização, entre outros. Além disso, após o processamento, é possível manter este histórico junto ao produto, incluindo as validações oficiais e respectivas certificações.
O investimento total das empresas no processo não foi revelado, pois, como se trata de uma parceria com o Governo do Estado, Fapesc e agroindústrias catarinenses, os recursos serão alocados gradualmente, fase a fase.
“Esse é mais um investimento na vanguarda da cadeia produtiva de proteína animal catarinense. Certamente, nossos clientes internos e externos reconhecerão nossa evolução e continuarão a nos dar a preferência de aquisição nesta jornada de várias décadas”, concluiu o diretor do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados de Santa Catarina (Sindicarne), Ricardo Gouvêa.
Ribas Júnior relatou que 2015 é um ano de grandes desafios, em razão do aumento de custos de produção, entre eles a energia elétrica, a taxa cambial (que repercute no aumento dos custos dos insumos) e a taxa de juros (que torna mais caros os empréstimos e financiamentos bancários), além da acirrada competição no mercado internacional. Mesmo assim, o presidente da Acav é otimista em relação ao segundo semestre.
Sistema
A rastreabilidade permite capturar, armazenar e relacionar informações desde o provedor de insumos e matérias-primas, produtores, até as unidades industriais, a logística e o transporte, as unidades de venda e os consumidores. Um fluxo com registro, identificação e transmissão de informações permite conhecer a procedência, o produto e sua localização. Trata-se de um monitoramento seguro e completo com registro dos estabelecimentos, das movimentações e das operações, obedecendo normas internacionais.

21 abril, 2015

RFID automatiza inventário [Revista Logística]

O conhecido processo de inventário ainda é obrigatório nas empresas para que elas possam ter um controle de todos os itens, como: cadeiras, mesas, computadores, entre outros.
O procedimento é tradicionalmente utilizado pelas empresas para o controle de ativos. Normalmente é necessário movimentar grande parte dos funcionários, o que gera investimento em horas extras e interferência na veracidade dos dados, já que o formato manual não é tão confiável.
Pensando nisso, o RFID (identificação por rádio frequência) da Taggen [www.taggen.com.br] chega com a proposta de automatização dos processos de inventário. O diferencial da tecnologia é o dinamismo e a agilidade para trazer o controle assertivo dos itens. Além disto, dependendo da proposta, ela ainda possibilita automatização de algumas funções, ou seja, quando identifica um dado, ela envia comandos para outro sistema que ativa movimentos.
A solução Taggen GP para automatização de inventários pode ser integrada com qualquer ERP das empresas e vai além da contagem do objeto. O processo inicial é cadastrar a etiqueta RFID em todos os ativos da corporação.
Um Tag principal registra o departamento que será realizado o inventário e ao entrar neste setor, a uma distância de até 5 metros, o leitor inteligente da Taggen localiza todos os ativos que estão com a etiqueta RFID. Assim não há necessidade de um funcionário contar item por item. Outro facilitador do processo é a possibilidade de exportar planilhas em Excel de inventários antigos para o software Taggen GP. Assim é possível distinguir departamentos mais sensíveis à perda de produtos e traçar um controle mais confiável.
A ferramenta permite uma economia de até 90% no tempo gasto com os inventários, além de um uma visão panorâmica dos ativos, identificação de setores com maior risco e economia com horas extras, quando funcionários ficam até mais tarde ou trabalham nos finais de semana, para fazer manualmente o inventário.
Segundo Mario Prado, CEO da Taggen, a grande aposta da solução é o sistema de workflow eletrônico para o controle de movimentações internas. “Algumas empresas perdem muito com o extravio de ativos e só se dão contam disto na operação de inventários. Se formos contabilizar em valores a perda de produtos durante um ano, o resultado assustará os gestores. O processo continuado de inventários com o Taggen GP possibilitará as empresas um trabalho preventivo em setores específicos, minimizando perdas que refletem em altos valores, esse que poderia ser melhor aproveitado para investimentos visando a otimização do setor”, finaliza Prado.
 
Fonte: Revista Logística; disponível em http://www.imam.com.br/logistica/noticias/tecnologia-da-informacao/2178-rfid-automatiza-inventario; acesso em 21/04/2015.
 

16 março, 2015

Que futuro prevemos para o campo da armazenagem? [Revista Logística]

Uma mudança nos tradicionais canais de distribuição, a proliferação do comércio eletrônico, novas tecnologias, equipamentos avançados para aumentar a flexibilidade e uma mão-de-obra inteligente e bem treinada devem prevalecer no futuro da armazenagem.
Graças ao poder cada vez maior da tecnologia da informação e as demandas dos clientes por estoques reduzidos, customização e custos mais baixos, os armazéns estão entrando numa era onde a ênfase estará na movimentação com sincronização, oposto à estocagem, e terão que encontrar meios inovadores para atender estas novas demandas.
As dimensões das caixas continuarão diminuindo na medida que as empresas se esforçam para atender apenas a quantidade de reposição necessária na prateleira do varejista, assim como a habilidade do fabricante em produzir.
O armazém do futuro cada vez mais se tornará a tubulação para unir as empresas na cadeia de abastecimento. O conceito de fluxo sincronizado com o programa de produção é uma característica do armazém moderno. O programa de produção será dinâmico e baseado na demanda do mercado. A ligação entre o programa de produção e a demanda será em tempo real, e não desconexa como anteriormente.
Um armazém nunca se tornará obsoleto porque sempre existirá uma diferença entre os ritmo da demanda e produção. Não importa quão flexível o ambiente de manufatura se torna, muitas empresas nunca serão capazes de combinar exatamente a resposta com a demanda.
O foco do armazém passará da estocagem estática, para o movimento dinâmico. Esta mudança significa que os gerentes estarão preocupados com as características do destino em vez das características de estocagem, os centros de distribuição tenderão a ser uma operação de cross-docking e não um acumulador de materiais. Mas a estocagem ocorrerá com incremento de tempo cada vez menor e ocorrerá cada vez mais próxima do mercado, talvez em localizações satélites.
As empresas se afastarão dos tradicionais canais de distribuição. Todavia poderão usar uma rede que começa com um armazém de matéria-prima (localizado nas instalações do fabricante ou fornecedor) que abastecerá o processo de manufatura. Os centros de distribuição regionais serão eliminados onde for possível, e os fornecedores despacharão diretamente para um ponto de uso final, outro local na manufatura ou direto para uma loja.
Os centros de distribuição do amanhã estarão localizados próximos dos centros populacionais e das rotas de transporte. As empresas com múltiplos CDs estarão partindo para uma ou duas instalações principais. Estas serão mais eficientes, mais orientadas para o processo, com mais foco sobre a eficiência da expedição e sistemas de informação. As áreas de estocagem diminuirão e várias outras operações estarão acontecendo dentro do armazém.
As necessidades do armazém do futuro serão avaliadas, baseando-se na cadeia de abastecimento como um todo; graças à moderna tecnologia da informação algumas das tradicionais atividades de armazenagem poderão ser realizadas por terceiros ou eliminadas.
Como exemplo, algumas finalizações ou acabamentos nos produtos que atualmente são feitas na montagem, poderão ser customizadas no armazém antes do envio aos clientes.
Os princípios da “postergação” serão freqüentemente usados. No armazém do futuro o que entra não é necessariamente o que sai. Atividades que agregaram valor, como rotulagem final, embalagem, formação de kits e configuração do produto serão realizadas no armazém e não na fábrica. O armazém será um centro de serviços coordenando várias atividades com muitos parceiros na cadeia de abastecimento.
A futura armazenagem pode não ser um prédio específico, pois pode estar na instalação da manufatura, um armazém de terceiros, ou no cliente, ou pode até ser um armazém virtual que se movimenta.
 
A Internet como um novo canal
A Internet trará um grande impacto como um canal de distribuição, seja do fabricante para o consumidor ou do centro de serviço ao consumidor.
O comércio eletrônico mudará completamente os centros de distribuição. Estamos na era de empresas que literalmente lidam com dezenas de milhares de consumidores individualmente. As empresas mudarão sua capacidade de manufatura para que possam customizar produtos para os consumidores finais e não apenas segmentos de mercado.
A informação será o diferenciador chave do comércio eletrônico. Uma convergência de dados, distribuição, vendas e do pedido, tudo residirá num banco de dados onde os gerentes receberão informações para tomarem as decisões. Sistemas ERP (Planejamento dos Recursos Empresariais) permitirão que as empresas façam a reengenharia de suas cadeias de abastecimento e obtenham grandes ganhos.
A implementação de sistemas em tempo real reduzirá ainda mais o tempo do ciclo do pedido, com mais velocidade e qualidade e aumentará a capacidade de processamento sem erros. Hoje tais sistemas são a exceção em vez de regra. No futuro, tais sistemas serão a regra em vez da exceção.
Para o armazém do futuro, a visibilidade será a chave, rastreando o produto seja na forma de uma matéria-prima, na entrada, ou na forma de produto acabado, na distribuição. Procure um sistema inteligente para comunicação com o sistema de operação, tais como empilhadeiras, transportadores contínuos etc.
Os sistemas de armazenagem serão projetados para “otimizar o movimento dentro do armazém” com sistemas de endereçamento com locação dinâmica e interfaces gráficas para otimizar a localização do produto dentro do armazém.
Graças à inteligência artificial e a contínua evolução dos softwares, os sistemas serão capazes de sugerir cenários e depois executá-los. Isto significa que as pessoas que trabalham com logística terão nas pontas dos dedos a capacidade de reconfigurar e controlar todo o sistema logístico. Isto fornecerá total flexibilidade.
A tecnologia de movimentação de material avançada permitirá flexibilidade no armazém. Avanços da tecnologia permitirão uma movimentação de materiais automatizada para cargas cada vez menores, devido ao giro rápido, de forma confiável e de custo efetivo competitivo.
Sistemas de separação “sem papéis” serão intensamente utilizados nesta década. O custo desta tecnologia está caindo e os benefícios estão aumentando, permitindo que mais e mais pessoas adotem o radiofreqüência (RF) e equipamento de código de barras, telas de vídeo em consoles, etiquetas de identificação (“smart cards”) por RF que podem ser usadas para identificar cargas unitárias, carretas e contêineres.
O reconhecimento da voz é outra tecnologia sem o uso de papéis que virá. Na verdade a tecnologia da voz pode tornar possível o funcionário de um armazém falar num microfone num idioma, fazer o sistema interpretá-lo para outro e depois responder de volta no idioma original.
Nossas empilhadeiras estarão interligadas com comunicação de dados naturalmente. Pode levar algum tempo para substituir as empilhadeiras de hoje pelas de amanhã. Até lá, então, podemos ver uma série de empilhadeiras com dispositivos portáteis agregados.
A dificuldade de encontrar e manter os funcionários do armazém resultará num ímpeto de tornar o armazém mais favorável ao usuário. Espere para ver mais dispositivos de posicionamento de cargas para que sejam minimizados os esforços em alcançá-los.
Haverá empilhadeiras com assentos, direção e controles, ergonomicamente favoráveis e capazes de acomodar uma ampla faixa de funcionários.
Equipar os armazéns com mão-de-obra mais inteligente e mais rápida, que tenha conhecimento de informática, imporá os desafios aos gerentes dos armazéns do amanhã.
O trabalho em equipe continuará sendo importante nos armazéns do futuro. Isso não significa que as pessoas que operam a instalação não precisarão ser auto-suficientes. Continuarão as tendências de eliminar os níveis de supervisão aumentando os de coordenação.
Mas o ambiente para o trabalho de equipe será diferente do que é hoje. Não haverá equipes de recebimento, expedição ou separadores – todos serão operadores de armazém e trabalharão onde se fizer necessário.
Muitos armazéns trabalharão com dois ou três turnos no futuro. Cada vez mais o uso da tecnologia no armazém significará que estes funcionários, em horários alternativos, assim como seus colegas do turno do dia, operem dispositivos de radiofreqüência, leitoras de código de barras e saibam se estão trabalhando de acordo.
Com múltiplos turnos, será necessário o suporte técnico por 24 horas para manter os sistemas cada vez mais sofisticados, e de supervisão que pode investigar e corrigir os problemas conforme eles ocorrem.
As empresas precisarão de pessoas de manutenção mais inteligentes que possam usar estes novos sistemas, diagnosticar o problema e orientar o reparo rapidamente.
[Reinaldo Moura - 27/05/2011]

Fonte: Revista Logística; disponível em http://www.imam.com.br/logistica/artigos/serie-logistica-pelo-mundo/114-que-futuro-prevemos-para-o-campo-da-armazenagem; acesso em 16/03/2015.

21 julho, 2014

O uso da tecnologia da informação no combate aos gargalos na infralogística [Tecnologística]

Em um país de proporção continental como o Brasil, logística nunca será apenas mais um setor dentro das companhias. Segundo dados da consultoria ILOS, os custos logísticos no Brasil equivalem a mais de 10% do PIB nacional. Só os gastos com transportes e distribuição consomem, aproximadamente, 10% do faturamento das empresas brasileiras. Gestão interna e ações governamentais afetam diretamente esses números.
Desde o início dos tempos, o homem precisou se adaptar para garantir sua sobrevivência diante das limitações e escassez da natureza. Este instinto se mantém até os dias atuais, estendendo-se às empresas. É neste ponto que a logística se transforma em infralogística, ou seja, as companhias precisam usar da melhor maneira o planejamento interno para amenizar os gargalos de infraestrutura. E esse ponto será fundamental para o sucesso ou fracasso dos negócios.
Poderíamos discorrer sobre os inúmeros problemas e oportunidades estruturais que refletem em custos para as empresas, como os dados, apresentados também pela pesquisa da ILOS, realizada com 126 empresas brasileiras sobre quais ações deveriam ser realizadas a fim de reduzirem o custo logístico. Melhorar a gestão de ferrovias com integração multimodal foi a principal reivindicação do setor, com 70,7% do total. Em segundo lugar, o aumento no acesso às ferrovias do sudeste e sul foi apontado por 68,6% dos executivos, seguidos por mudança na cobrança do ICMS (67,2%), redução da burocracia portuária (65%) e melhoria nas condições rodoviárias (62,7%).
Como sabemos, os problemas com infraestrutura são vários, mas a minha reflexão é sobre o que as empresas estão fazendo para reduzirem os seus gargalos internos e como lidam com os diversos desafios cotidianos. Entre esses obstáculos podemos destacar: integração entre vários atores da cadeia, aumento de margem e resultados, prevenção de rupturas e equilíbrio de estoques, falta de recursos físicos e humanos, redução de custos da frota e fretes, aumento do nível de serviço e adaptação à complexidade tributária.
A sorte das empresas é que para gerenciar tudo não é preciso contar com mágica. Para lidar com tantos gargalos que podem atrapalhar seus resultados, existem no mercado inúmeras soluções e tecnologias adequadas para resolver cada um destes pontos críticos, afinal este é um mercado que não tolera erros.
As tecnologias da informação usadas para integrar toda a cadeia produtiva partem de ferramentas de Backoffice (Compras e Suprimentos, Gestão de Contratos, Estoque e Custos, Vendas e Faturamento, Financeiro, Contábil, Automação Fiscal etc.), passando por soluções especializadas no Core Business (WMS, TMS, OMS, Frete Embarcador, SARA, Manutenção de Frotas, Automação de Força de Vendas, Otimizador de Estoque, entre outras), até as complementares (Cloud Computing, Gestão de Capital Humano, BPO, ECM, Marketplace etc).
As empresas que subestimam sua eficácia, em geral, acabam pagando alto custo em suas operações e apresentam baixos índices de produtividade e competitividade. Calcula-se que 25% das atividades de uma empresa, de qualquer segmento, estão relacionados à logística interna. Uma boa gestão da infralogística, por sua vez, pode gerar um índice de eficiência de até 95%.
Quem ainda não está convencido de sua importância, um pouco de história pode ajudar. A palavra logística deriva do grego e significa discurso, razão e racionalidade. As primeiras evidências de seu uso foram em campos de batalha, durante a Segunda Guerra Mundial – onde era preciso manter as tropas militares no campo. Por causa do tempo incerto de quanto tempo duraria a guerra, houve a necessidade de planejar as movimentações, estudar terrenos, garantir o suprimento de armamentos, medicamentos e alimentos às tropas em ação. Além disso, grandes distâncias eram percorridas por terras a serem conquistadas.
Trazendo esse cenário para os dias atuais de qualquer organização, fica fácil entender que as necessidades para planejar, produzir e entregar permanecem inalteradas. Nesse sentido, continua também a busca por melhores desempenhos para aumentar a competitividade, reduzir custos e otimizar tempo.
Estamos na era da tecnologia e precisamos saber usá-la em nosso benefício. O Brasil ainda tem muito a evoluir em questão de infraestrutura logística, mas enquanto isso amadurece, as empresas podem fazer a parte delas traçando rotas inteligentes. Deixar de conferir manualmente milhares de notas fiscais, gerenciar pedidos, manter estoques inteligentes, incentivar a troca eletrônica de documentos, usar as facilidades de plataformas de marketplace e e-commerce para fazer negócio, cuidar da manutenção de seus caminhões, rastrear pedidos e aperfeiçoar entregas estão entre as vantagens. A tecnologia está disponível para ajudar as companhias a driblarem esses gargalos e se tornarem efetivamente mais competitivas no mercado em que atuam. [Escrito por Vladimir Michels]
 
 

18 junho, 2013

GS1 Brasil cria controle de validade para supermercados [Portal Newtrade]

A GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação, responsável pela padronização de processos de logística e rastreabilidade na cadeira de abastecimento, promoveu ontem (12) a III Conferência Internacional de Automação e Logística, em São Paulo. Cerca de 300 executivos brasileiros e estrangeiros, entre presidentes, diretores e gerentes de vários setores da economia participaram do encontro.
O evento levantou questões como tendências tecnológicas e automação, integração, rastreabilidade, eficiência e rentabilidade. Um dos principais temas foi o GS1 DataBar, primeira solução que permite o controle de validade de produtos no ponto de venda. “A etiqueta carrega as informações do produto e a data de validade, transmitidas ao caixa no ato da compra”, explica Ana Paula Manieiro, coordenadora de Soluções de Negócios da GS1 Brasil.
De acordo com as empresas que criaram o DataBar em parceria com a GS1, uma das vantagens do sistema é a preservação do investimento em equipamentos de automação comercial dos supermercadistas, sendo necessário apenas a instalação de módulos de software e hardware que imprima o código padrão GS1 DataBar. [No link abaixo há um vídeo sobre o lançamento do GS1 DataBar.]
 
Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://newtrade.com.br/newtradetv/gs1-brasil-cria-controle-de-validade-para-supermercados; acesso em 18/06/2013.

13 maio, 2013

Supermercado adota etiquetas eletrônicas e reduz custos [Portal Newtrade]

A agilidade no processo de precificação e a confiabilidade dos preços percebida pelos clientes foram os grandes motivadores do Grupo Amarelinha para adotar as etiquetas eletrônicas em sua nova unidade, localizada em Sertãozinho, interior de São Paulo. Além desta loja, o Grupo tem um supermercado em Pitangueiras e dois em Barrinha, e mais 15 lojas de confecções e calçados na região. A rede espera encerrar o ano com faturamento 15 % maior em relação ao ano passado.
O novo sistema, fornecido pela Seal Tecnologia, empresa que há 25 anos atua no mercado de soluções dedicadas a processos de automação com código de barras, coletores de dados, redes sem fio e RFID, foi disponibilizado em todo o mix de produtos do supermercado, totalizando 13 mil etiquetas.
Para Letícia Elisa Justino Silva, administradora da empresa, a novidade garante um visual moderno e mostra a preocupação do Grupo em se manter atualizado com as tecnologias mais recentes do mercado, com o objetivo de facilitar o processo de compra dos clientes e a rotina dos funcionários. “Além da facilidade de precificação, as etiquetas ajudam na gestão do supermercado, como na consulta do estoque e, também, a determinar o espaço exato de cada produto na gôndola”, afirma.
Com a tecnologia, a rede conseguiu fazer um melhor uso da mão-de-obra e eliminar o uso de papel nas etiquetas, o que resultou na redução de 20% dos custos. “Um dos ganhos que tivemos foi justamente poder realocar os funcionários que ficavam até duas horas trocando manualmente as etiquetas dos produtos em atividades que agregam mais valor ao nosso negócio. Agora todo este processo é feito em minutos e a confiabilidade é muito maior, já que somos respaldados pelo sistema que nos avisa no caso de erro de atualização das etiquetas”, afirma.
A nova unidade conta ainda com uma estrutura de 4.200 metros quadrados, com 24 pontos de caixa e estacionamento com 600 vagas, além da área de alimentação para 400 lugares, posto de combustíveis. O Grupo pretende levar a tecnologia para sua loja matriz, localizada em Pitangueiras.
 
Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://www.newtrade.com.br/noticia/supermercado-adota-etiquetas-eletronicas-e-reduz-custos; acesso em 13/05/2013.

08 maio, 2012

Técnicos e dirigentes da avicultura catarinense visitam portos para implantar tecnologia RFID em aves [Noticenter]

Técnicos e dirigentes de instituições ligadas à avicultura industrial catarinenses visitaram o porto de Navegantes, na última semana, para discutir o uso da tecnologia RFID – baseada no uso da radiofrequência – para aperfeiçoar o sistema de rastreabilidade. A visita contou com a participação de representantes da Associação Catarinense de Avicultura (Acav), Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado de Santa Catarina (Sindicarne/SC), Secretaria da Agricultura, Ministério da Agricultura, Universidade Regional de Blumenau (Furb), Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc) e outras organizações.
A tecnologia RFID funciona por meio de uma espécie de etiqueta eletrônica inteligente. A medida que a vida do animal avança, registram-se nessa etiqueta os fatos relevantes relacionados a nutrição, saúde e localização, por exemplo. Após o processamento, também é possível ter o histórico dos animais junto ao produto, incluindo as validações oficiais e respectivas certificações.
O projeto prevê três fases para entrar em uso. A primeira contempla a rastreabilidade em RFID da agroindústria ao porto e será implantada em um ano. O projeto-piloto será realizado neste segundo trimestre. As outras duas fases contemplam a rastreabilidade no campo e dentro da agroindústria, o que será implantado no segundo e terceiro anos de projeto.
Clever Pirola Ávila, presidente da Acav, realça que essa tecnologia está disponível em escala mundial e já é aplicada em várias áreas da atividade humana e empresarial.
A aplicação desses recursos no aperfeiçoamento da rastreabilidade avícola resultará de parceria entre a Fapesc, que coordenará o projeto, com apoio do Sindicarne e Acav e participação das empresas avícolas. O projeto envolve ainda outras instituições da sociedade catarinense, órgãos oficiais da Secretaria da Agricultura, a Cidasc, o Ministério da Agricultura, empresas privadas de tecnologia e centros de pesquisa ligados às universidades Furb e Ufsc. Na fase inicial haverá um piloto, que sequencialmente poderá ser aplicado para todos os interessados da cadeia produtiva.
Ávila explica que não haverá mudança na metodologia adotada, indexação por ave, por lote, ou por propriedade rural. “Não faremos alteração no conceito atual de rastreabilidade, o que faremos é um aperfeiçoamento tecnológico da rastreabilidade trazendo inovação, processos on-line, mais segurança e confiabilidade ao sistema”, esclarece.
Ricardo Gouvêa, diretor técnico da Acav, explica que investimento total das empresas no processo não é ainda conhecido, pois resultará de uma parceria com o Governo do Estado, Fapesc e agroindústrias catarinenses e os recursos serão alocados gradualmente, fase a fase.
A rastreabilidade entra no plano preventivo de controle de epizootias e zoonoses que cada Estado estruturou por exigência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em face da ameaça da gripe aviária. “Com a rastreabilidade on-line podemos continuar com nossos processos de avanços no âmbito da saúde animal de forma mais objetiva e dando as devidas prioridades”, afirma Ávila.

Fonte: Noticenter; disponível em http://www.noticenter.com.br/noticia/?COD_NOTICIA=17050&COD_CADERNO=22 ; acesso em 08/05/2012.

27 abril, 2012

Carrinhos de compras podem se aposentar graças à tecnologia QR Code [Portal Newtrade]

Uma rede de supermercados recém-inaugurada em Seul, na Coreia do Sul, resolveu dar fim aos carrinhos ou sacolas de compra. A loja usa a tecnologia QR Code para vender seus produtos, e os clientes só precisam apontar seus telefones aos produtos para fazer a compra, colocar os itens em um carrinho virtual e esperar a entrega no endereço escolhido. Localizado na estação de metrô de Seoulleung, o novo supermercado oferece uma prateleira com aproximadamente 500 produtos virtuais.A ideia da loja, uma filial da rede Tesco montada em parceria com a Homeplus (sócia da Samsung); também agradou redes de outros países.
A britânica Ocado e a australiana Woolworth´s, por exemplo, abriram lojas virtuais temporárias sob o mesmo conceito, em um shopping center de Londres e na estação de Town Hall, em Sydney, respectivamente.
Aqui no Brasil, o Grupo Pão de Açúcar anunciou recentemente que está interessado nesta tecnologia. Em um comunicado, o vice-presidente executivo do grupo, Hugo Bethlem, afirmou que algumas lojas da rede já estão iniciando os testes com pagamentos via celular. Este projeto foi desenvolvido em parceria com o banco Itaú e, num primeiro momento, apenas os clientes Itaucard testarão o sistema.

TechTudo - globo.com

Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://www.newtrade.com.br/noticia/carrinhos-de-compras-podem-se-aposentar-gracas-a-tecnologia-qr-code ; acesso em 27/04/2012.

09 agosto, 2011

2o. Congresso Brasileiro de RFID & Internet das Coisas



Vídeo institucional do 2º Congresso Brasileiro de RFID, que será realizado entre os dias 18 a 21 de outubro, no Resort Super Club Breezes & SPA, que fica na cidade de Búzios, Rio de Janeiro.

30 maio, 2011

Instalação obrigatória de rastreador de veículo é adiada para 2012 [Portal Logweb]

O Contran – Conselho Nacional de Trânsito adiou novamente a instalação obrigatória de dispositivo antifurto em veículos novos. Agora, os equipamentos devem começar a ser instalados só no ano que vem.
De acordo com a Resolução nº 330/09, o cronograma de instalação deveria ter sido iniciado no dia 2 de maio.
A Deliberação nº111, publicada no dia 29 de abril, alterou a data para 15 de janeiro de 2012.
O dispositivo antifurto é composto por um chip escondido dentro do veículo. Com ele, o carro pode ser rastreado por sensores e radares eletrônicos espalhados pela cidade.
As informações são monitoradas por uma central, formando o Simrav - Sistema Integrado de Monitoramento e Registro Automático de Veículos.
O problema é que a infraestrutura de telecomunicações necessária para colocar o Simrav em funcionamento não está pronta, o que, segundo o Denatran – Departamento Nacional de Trânsito, motivou o adiamento.
A instalação do dispositivo antifurto é adiada desde abril de 2009. A principal crítica à medida é que ela invade a privacidade do cidadão, que pode ser monitorado sem consentimento.
De acordo com o novo cronograma, 20% da produção de veículos destinada ao mercado nacional deverá ter o dispositivo a partir de 15 de janeiro de 2012.
Em 15 de março de 2012, o equipamento deverá estar em 40% dos veículos fabricados. Já em 15 de junho, 70% precisarão sair da linha de montagem com o rastreador.
O programa termina em 15 de agosto de 2012, quando o sistema antifurto será obrigatório para 100% da produção.
A medida atingirá gradualmente toda a frota circulante, conforme a renovação, uma vez que não prevê a instalação em veículos usados.
A resolução inclui automóveis, comerciais leves, motos, caminhões, ônibus, tratores e reboques.
Além do rastreador antifurto, freios ABS e airbag também serão itens de série obrigatórios em veículos novos por resoluções do Contran.
O cronograma de instalação desses equipamentos começa em janeiro do ano que vem e atingirá 100% da produção em janeiro de 2014. (Folha de São Paulo)

Fonte: Portal Logweb; disponível em http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/26352/instalacao-obrigatoria-de-rastreador-de-veiculo-e-adiada-para-2012 ; acesso em 15/05/2011.

02 setembro, 2010

Evolução na aplicação da tecnologia RFID [vídeo]



Nota: Embora a narração do vídeo seja feita em inglês, é possível perceber nas etapas da cadeia de suprimento as diferenças entre a tecnologia mais utilizada hoje (com código de barras) e a nova (com as etiquetas inteligentes). Ficam evidentes os ganhos operacionais com a utilização de scanners que permitem a leitura do material movimentado sem que este necessite ser manuseado.

18 agosto, 2010

2010: E-commerce contabiliza R$ 6,7 bi [Portal Webtranspo]

Conforme os dados da 22ª edição do Relatório WebShoppers, elaborado pela e-bit que gerencia o índice de negócios realizados pela Internet, o comércio eletrônico no Brasil esteve aquecido nos primeiros seis meses do ano.
De janeiro a junho, o faturamento para o setor foi de R$ 6,7 bilhões – o que representa um aumento nominal de 40% em relação ao primeiro semestre de 2009, quando registrou R$ 4,8 bilhões.
Na análise do e-bit e da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, que auxilia na construção do relatório, o e-commerce está se fortalecendo em razão da retomada do crédito ao consumidor e pela maior confiança em realizar compras virtuais.
A entrada de novos players, a consolidação de outros e a fusão de grandes grupos de varejo, já conhecidos no mundo offline, contribuíram para alavancar a confiança neste canal, trazendo novos e-consumidores e alavancando as cifras do setor.
Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, relata que o primeiro semestre do ano foi alavancado pela Copa do Mundo e pelas oportunidades que o evento agregou por meio das vendas online.
“A primeira metade de 2010 foi excelente em faturamento. Com certeza, a Copa influenciou os resultados, já que as pessoas adquiriram produtos de maior valor agregado, como Televisores de tela plana. Além disso, por conta do final da redução do IPI os consumidores decidiram antecipar a compra de produtos de linha branca para aproveitar impostos ainda reduzidos. Esse fator, aliado às promoções e apelos das lojas virtuais, trouxe maior interesse ao consumidor para comprar mais pela Internet nesse período”, observa Guasti.
Livros, assinaturas de revistas e jornais, eletrodomésticos, produtos de saúde e beleza, de informática e eletrônicos foram as mercadorias mais comercializadas na rede.
De acordo com e-bit, 2010 será um dos mais importantes na história do comércio eletrônico brasileiro. Historicamente, a segunda metade do ano é geralmente mais relevante e pode representar até 55% do faturamento total do canal. Portanto, neste segundo semestre espera-se que as lojas virtuais alcancem R$ 7,6 bilhões em vendas de bens de consumo, exceto venda de automóveis e sites de leilão virtual.
Com isso, o faturamento do segmento neste ano deve chegar a R$ 14,3 bilhões, o que representaria um crescimento nominal de 35% se comparado ao resultado de 2009, quando o setor faturou cerca de R$ 10,6 bilhões. O resultado também superaria a previsão inicial feita pela e-bit de R$ 13,6 bilhões, realizada na 21ª edição do WebShoppers, em março.

Fonte: Portal Webtranspo; disponível em http://www.webtranspo.com.br/economia/19201-2010-e-commerce-contabiliza-r-67-bi ; acesso em 12/08/2010.

12 agosto, 2010

Carrefour adota comando de voz em CD do RJ [Portal Newtrade]

A experiência do Carrefour com a tecnologia do voice picking (separação de pedidos por comando de voz), testada pela primeira vez no seu Centro de Distribuição em Osasco (SP), desde 2005, agora passa a ser também adotada nas operações da rede no Rio de Janeiro.
Com 9 mil metros quadrados e média de 750 mil caixas movimentadas por mês, a expectativa é de que o Centro de Distribuição do Rio de Janeiro também ganhe em agilidade no processo com a adoção do novo sistema, fornecido pela ID Logistics.
"Em qual operação logística de grande porte que não se busca a todos os momentos ganhos de qualidade, organização e produtividade?", justifica a iniciativa Davi Venancio de Oliveira, gerente de logística do Carrefour do Rio de Janeiro.
O sistema de voice picking é um hardware orientado por um WMS (gerenciamento de estoques) que transmite os pedidos por comandos de voz para cada funcionário que trabalha na separação de pedidos no Centro de Distribuição.
Com um receptor de rádio acoplado à cintura (talkman) e ligado a um headset (fone de ouvido e microfone), o colaborador recebe os comandos por voz, com o endereço de picking, para depois o separador coletar as respectivas quantidades. Isso ocorre para cada endereço de picking até completar o pedido.
Isso permite aos operadores trabalharem sem fazer anotações ou controles em papel, ficando com as mãos livres para atender aos pedidos mais rapidamente e com precisão.
A eliminação dos papéis na operação, além de gerar redução de custo no uso e consumo de papéis e impressoras, também torna as tarefas mais simples e com menor risco de erros e avarias durante as movimentações dos produtos.
A tecnologia voice picking é recomendada para centros de distribuição com grande volume e variedade de itens em expedição, como os do Carrefour.
Em Osasco, onde a empresa mantém seu maior CD na América Latina, são movimentados em média 4 milhões de caixas por mês, estocadas em um armazém de 92 mil metros quadrados. O retorno sobre o investimento no sistema se deu em apenas 11 meses.
"Estamos fortalecendo nossa parceria com o Carrefour com uma solução tecnológica inovadora, que aumenta os níveis de confiabilidade e produtividade nos processos de separação de pedidos, antes manuais e com papel", diz Nicolas Derouin, diretor geral da ID Logistics.
A ID Logistics é uma empresa francesa que está há nove anos no mercado focada em operações nos setores de varejo, alimentos, bebidas, automotivo, materiais de construção e decoração. Entre os clientes no Brasil estão empresas como Ambev, Danone, Nadir Figueiredo, Carrefour, Leroy Merlin, ArvinMeritor e Chevron Texaco.

Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://www.newtrade.com.br/noticia_interna.php?id=798 ; acesso em 13/07/2010.

Post relacionado: http://armazenaemovimenta.blogspot.com/2006/07/sistemas-de-comando-de-voz-no-picking.html

18 julho, 2010

Boas ideias de negócios na área de logística [Revista PEGN] - Parte 2

Dando continuidade a apresentação da matéria da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios (PEGN)...

SISTEMAS DE RASTREABILIDADE

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 30.000 (aluguel do ponto, 2 computadores, linha telefônica com ramal e móveis de escritório)
CAPITAL DE GIRO: R$ 20.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 18.000
FUNCIONÁRIOS: 3 (o dono, 1 vendedor e 1 desenvolvedor de aplicativos)
PRAZO DE RETORNO: 24 meses

Em uma época em que é possível encontrar de framboesas vermelhas da Ásia a compotas europeias até nos mercadinhos locais, importadores em todo o mundo passaram a exigir dos fornecedores mecanismos para assegurar a qualidade dos produtos, desde a produção até a sua chegada ao ponto de venda. Esse é o papel da rastreabilidade.
No caso dos alimentos, um sistema de rastreamento permite ao consumidor saber toda a história do produto, do campo ao prato. O gado bovino monitorado é um dos principais exemplos dessas soluções. O animal de corte tem acompanhamento e registro de todos os eventos, de vacinação a movimentações ocorridas durante sua vida. Para auxiliar os produtores nessa tarefa, várias empresas desenvolvem sistemas de monitoração. O Sisrar, da Compex, é um dos mais recentes: permite acompanhar todos os manejos de cada animal no dia a dia, com coletores portáteis de dados que são transmitidos via wi-fi. As informações seguem o rebanho até os frigoríficos, que, por sua vez, continuam a alimentar o mesmo sistema. Quando o alimento processado chega à mesa, toda a cadeia produtiva pode ser conhecida pelo consumidor.
Com faturamento de R$ 22 milhões em 2009, a empresa de São Paulo espera crescer 36% neste ano, em grande parte impulsionada pelo mercado de rastreabilidade. Tanto que criou um departamento de engenharia de software para desenvolver soluções de acordo com as necessidades de cada cliente.
Segundo o fundador da Compex, Peter Lee, de 52 anos, o empreendedor iniciante deve investir em desenvolvimento de sistemas customizados. “A empresa não precisa de estoque de equipamentos como coletores portáteis. O importante é ter um profissional que saiba montar projetos”, afirma. “Os aparelhos podem ser encomendados aos fornecedores a cada solução desenvolvida.”

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios; disponível em http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI114176-17152-1,00-BOAS+IDEIAS+DE+NEGOCIOS+NA+AREA+DE+LOGISTICA.html ; acesso em 04/07/2010.