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29 agosto, 2012

Logística do Sul do Brasil precisa de R$ 70 bilhões de investimentos [Diário Catarinense]

Para ter infraestrutura que permita transporte eficiente para o desenvolvimento da economia até 2020, a Região Sul, integrada por Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, necessita de investimentos de R$ 70 bilhões em 177 obras. É isso que aponta o Estudo Sul Competitivo, um levantamento inédito encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelas federações das indústrias dos três estados — Fiesc, Fiergs e Fiep — divulgado nesta terça [28/08] em Brasília.
Entre as autoridades presentes, o governador Raimundo Colombo; a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti; o presidente da CNI, Robson Andrade; e o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte.
Responsável pelo trabalho, a empresa de planejamento Macrologística apurou que 51 dos 177 projetos podem ser priorizados. Eles exigiriam investimentos de R$ 15,2 bilhões, 22% do total, melhorariam oito eixos logísticos e evitariam gastos anuais de R$ 3,4 bilhões, que representam cerca de 80% das perdas totais devido ao déficit de infraestrutura de transportes enfrentado hoje na região. A análise considerou o impacto econômico de rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos e dutos.
O objetivo das entidades com a realização desse estudo é, além de saber onde estão os gargalos, buscar soluções com o apoio do poder público para que a economia da região, que hoje representa 17% do PIB brasileiro, possa ter menores custos de logística e, assim, avançar com mais competitividade. O estudo também aponta qual é a melhor alternativa para viabilizar as obras: pelo poder público, iniciativa privada ou parceria público-privada (PPP).
— Precisamos desses investimentos nos três estados, pois, certamente, vão dar mais competitividade a uma região tão importante para a economia brasileira — disse o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.
O estudo também aponta qual é a melhor alternativa para viabilizar as obras: pelo poder público, iniciativa privada ou parceria público-privada (PPP).

Trecho da BR-116 usa 307% da capacidade
O gargalo número 1 da Região Sul é o trecho da BR-116 que liga Curitiba a São Paulo. O uso atual é de 307% da capacidade e, se não for duplicada nos próximos anos, chegará em 2020 com mais de 500% do limite previsto. Vale lembrar que por essa rodovia passa boa parte das cargas do Sul para São Paulo e vice-versa. Por isso, as perdas afetam os três estados do Sul mais uma parte de São Paulo. Nos três estados, pelo menos em 15 rodovias o tráfego atual excede em mais de 100% a capacidade. Quanto maior a demora em fazer as obras, mais aumentam os custos de logística. Se os investimentos não saírem das planilhas, o custo logístico da região, que em 2010 ficou em R$ 30,6 bilhões, vai chegar a R$ 47,8 bilhões em 2020.
 
São oito eixos prioritários
Estão em oito eixos os 51 projetos prioritários apontados pela consultoria Macrologística. Cinco eixos são rodovias já existentes, mas há a necessidade de um novo eixo rodoviário e dois ferroviários. Segundo Olivier Girard, diretor da consultoria, para chegar a essa conclusão, a equipe técnica considerou as obras necessárias para a modernização, implementação e ampliação de cada eixo intermodal, custos de cada uma, prazo de retorno do investimento, impacto ambiental, geração de impostos e empregos, benefícios sociais e oportunidades de desenvolvimento regional em função da integração econômica proporcionada pelos eixos.
 
 

19 agosto, 2012

Fatia das ferrovias nos fretes vai aumentar 36% até 2020 [ILOS]

Hoje, responsável por 28% da carga movimentada no Brasil - ou apenas 12%, se descontado o minério de ferro -, as ferrovias podem elevar a fatia para 38% até o fim da década, um avanço de 36%.
A transição representará ganho de eficiência e redução de custos com frete no país - nos EUA, o custo do transporte sobre trilhos é 40% menor do que o por rodovias.
O cálculo é de Paulo Resende, coordenador de infraestrutura e logística da Fundação Dom Cabral.
"O deslocamento da matriz de transportes aponta para o setor ferroviário. Carregar itens de baixo valor agregado e peso bruto alto em caminhões é ineficiente. Por isso, minerais e cargas de granéis agrícolas e insumos, como fertilizantes, devem fazer a transição."
Para que a malha e o serviço ferroviário avancem, porém, será preciso contar com investimentos privados em combinação com iniciativas do governo. A desoneração das Parcerias Público-Privadas (PPPs), publicadas ontem [08/08/12] no Diário Oficial, devem favorecer essa conjunção.
No setor público, os investimentos estão chegando pelo Programa de Aceleração do Crescimento. "O PAC 1 direcionou R$ 130 bilhões para transportes, sendo 45% para ferrovias", contabiliza João Guilherme Araújo, diretor de desenvolvimento e novos negócios do Instituto de Logística (ILOS).
O objetivo é reduzir a dependência do frete rodoviário, que, como ainda é o mais usado no país, ficou com 50% da verba.
Além das ferrovias, as outras rotas de fuga para o transporte de cargas são a cabotagem e o frete aéreo.
"Por avião, sempre fica mais caro. Mas é um meio que vale a pena para a movimentação de chips, eletroeletrônicos e equipamentos de alto valor agregado", diz Araújo. Na cabotagem, os obstáculos são a falta de estrutura portuária - os bens disputam espaço com mercadorias importadas.
Dependência de caminhões
O advento de novas regulações para o transporte rodoviário e a profissão de motorista, que deverá se traduzir em aumento do custo do frete, reforçou o interesse das companhias na busca de maior eficiência.
A Coca-Cola/Femsa, por exemplo, estima em 40% a elevação dos gastos. "Teremos de repassar os custos adicionais ao preço dos produtos", diz Ramez Bichara, diretor de logística. A companhia estuda revisão dos trajetos e a contratação de pessoal, pois não pode abrir mão dos caminhões.
"Somos dependentes do transporte rodoviário porque é o meio de maior capilaridade, e temos prazo máximo de entrega, 48 horas", explica.
A São Martinho, uma das maiores no país em manufatura de álcool e açúcar, é outra que está focada na eficiência logística. Com 90% do açúcar produzido voltado à exportação, a empresa já dá prioridade ao transporte de granéis até o Porto de Santos por meio ferrovias, diz o diretor de logística, Helder Gosling.
O grupo é o único no país a ter uma usina com terminal ferroviário próprio, na cidade de Pradópolis, no interior de SP.
"Precisamos de transporte de grande escala. Mas os custos em ferrovias poderiam ser muito mais baixos se o modal fosse mais eficiente", diz, lembrando das dificuldades no trânsito das cargas para ter acesso ao porto.
[Brasil Econômico - 09/08/2012]

Fonte: Clipping de Logística - ILOS; disponível em http://www.ilos.com.br/clipping/index.php?option=com_content&task=view&id=6527&Itemid=27 ; acesso em 19/08/2012.
         

30 julho, 2012

NTC cria Câmara Técnica voltada ao transporte frigorífico [Logweb]

Já foi realizada a primeira reunião da Câmara Técnica da Cadeia do Frio da NTC&Logística, na sede da associação, em São Paulo. Sob a coordenação de Olavo Braido, presidente da Associação Brasileira de Transportadores Frigoríficos – ABTF -, a nova Câmara Técnica irá debater os principais assuntos do setor de transporte frigorífico.
Nesta primeira reunião, foram tratados assuntos como: os impactos da Lei 12.619 no setor de transporte frigorífico, as novas regras das seguradoras no segmento, os novos índices nacionais de custos do transporte de cargas, entre outros.
O Departamento de Custos Operacionais e Estudos Econômicos da NTC – DECOPE – apresentou aos presentes uma planilha de custos padrão para o segmento frigorífico. Na planilha constam tanto os custos diretos do transportador como os custos indiretos, que muitas vezes não são analisados no momento de calcular o frete da viagem. Segundo o coordenador de economia do DECOPE, José Luiz Pereira, vale lembrar que “a planilha tem índices variáveis, que precisam ser atualizados semestralmente e é baseada em 240 horas ao mês rodado”, explicou Pereira.
No final da reunião, o diretor executivo da Associação dos Transportadores de Cargas do Mato Grosso – ATC -, Miguel Mendes, compartilhou as experiências que os transportadores do Mato Grosso têm relatado sobre a nova lei 12.619, que regulamenta a profissão de motorista. Segunda Mendes, algumas empresas e motoristas já foram abordados pelos órgãos fiscalizadores para averiguar se estavam cumprindo as novas regras. “Em todos os eventos e palestras que realizamos no estado, alertamos aos empresários da necessidade de adequar às novas regras, por que contrário do que muitos dizem, esta lei já pegou”, finalizou Mendes. [NTC&Logística]

Fonte: Portal Logweb; disponível em http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/29821/ntc-cria-camara-tecnica-voltada-ao-transporte-frigorifico ; acesso em 29/07/2012.

25 julho, 2012

Blog Armazena e Movimenta no Top Blog 2012

O Blog Armazena e Movimenta está participando do Prêmio Top Blog 2012. Se você visitou o Armazena e Movimenta, e gostou, nos prestigie com o seu voto clicando no selo dourado ao lado (TOP BLOG 2012).

Muito obrigado.

17 julho, 2012

Gestão de Processos é o Diferencial [Endeavor]

Um bom produto é essencial, mas o que diferencia realmente uma empresa das concorrentes para que ela se torne a escolha dos consumidores?

Hoje, para se diferenciar da concorrência, não basta oferecer um bom produto ou serviço, é necessário promover uma estratégia eficiente de gestão de processos de negócios. Gente, sistemas e processos devem estar integrados, os funcionários devem conhecer a fundo os processos da empresa para a qual trabalham, e esses processos devem estar bem alinhados com o negócio da companhia. Apenas assim, a empresa poderá se transformar na escolha principal dos consumidores.
Em algumas corporações, muitas vezes os funcionários não estão familiarizados com esses processos, e nesses casos a percepção do cliente final também não é positiva. Se o cliente não consegue enxergar um valor diferenciado no produto ofertado, certamente escolherá o serviço do concorrente, ainda que, objetivamente, as vantagens oferecidas sejam equivalentes para ambos.
Mas o que significa, realmente, promover processos inteligentes dentro de uma empresa? Em primeiro lugar, é importante ter uma estrutura de TI alinhada ao negócio da companhia. Em algumas das maiores empresas do país, os sistemas de TI ainda são antigos e, pior, nunca estiveram alinhados com a área de negócios, pois nunca se acreditou que as duas áreas fossem tão complementares. Hoje, informação é poder, e as informações de uma empresa devem estar indexadas de forma eficiente e facilmente acessível. Com uma modernização dos sistemas, é possível mapear e automatizar todos os processos, tornando a operação mais eficiente como um todo. E o diálogo aberto entre as diferentes áreas da companhia também permitirá que aquele que interage diretamente com o cliente final saiba endereçar os desafios apresentados por ele.
Uma melhor gestão de processos se faz necessária em todas as áreas da economia, mas, em algum dos setores, sua relevância é ainda mais crítica. No segmento de telecomunicações, por exemplo, onde quase todos os concorrentes oferecem o mesmo produto, é imprescindível que o cliente tenha uma boa percepção de como é atendido. Isso significa que os funcionários devem conhecer os processos da empresa bem o suficiente para lidar com as demandas do cliente. Quantas vezes não nos deparamos com um atendente de telemarketing que não entende o problema nem conhece a solução?
No setor bancário, uma melhor gestão e otimização de processos permite a integração das áreas de TI e negócios, traduzindo-se em mais clientes, mais operações e mais ganhos financeiros. E no setor público, essa mesma gestão permite uma desburocratização da atividade, além de contribuir para um maior acesso à informação e para significativos avanços em toda a atividade.
Em muitos aspectos, a gestão de processos é o novo CRM (Customer Relationship Management). E a vantagem é que há uma série de fornecedores dispostos a ajudar as empresas nesse novo desafio de relacionamento com o cliente e deixar a empresa transparente, da porta para dentro e para fora. [Carlos André - Presidente para a América Latina da Software AG]


Nota: Os conceitos de gestão de processos também podem ser aplicados aos processos logísticos, tanto na dimensão interna (apenas da logística), quanto externa (na organização ou na cadeia de suprimento).

09 julho, 2012

Gargalo logístico causa perda de US$ 80 bi por ano ao Brasil [Portal Newtrade]

A falta de investimentos públicos no setor de logística — portos, aeroportos, rodovias e ferrovias — já provoca perdas da ordem de US$ 80 bilhões ao ano às empresas brasileiras, segundo cálculos feitos pelo coordenador do Núcleo de Infraestrutura e Logística da Fundação Dom Cabral, Paulo Rezende. O valor corresponde a 4% do Produto Interno Bruto (PIB) e é idêntico ao volume que o país precisa investir para acabar com os gargalos do setor (veja mais quadro ao lado). Para Rezende, essa perda reflete diretamente a limitação de novos negócios, já que não há canais suficientes para escoar a produção.
Ao lembrar que os aportes nesse sentido estão estagnados em 1,5% do PIB ao longo dos últimos 30 anos, Rezende aponta que esse resultado negativo está em fase de evolução, pois os governantes brasileiros tomam ações reativas, ou seja, de curto prazo. “Temos falta de projetos, planejamento e demora na execução das obras”, dispara. Ele destaca amorosidade nacional ao comparar obras chinesas com as brasileiras. Enquanto que a China construiu em três anos e meio 2 mil kmde ferroviaemregião montanhosa, por aqui a ampliação do corredor ferroviário Norte e Sul —com 2,2 mil km e que contempla a Transnordestina e a Ferronorte —, esperado desde 2010, não tem prazo de entrega.
O custo logístico é outro agravante apontado por Rezende que tende a manter suas projeções pessimistas. No Brasil, os gastos dos empresários com transporte de cargas chega a 12% do PIB, muito acima do que observado em outros países. Na China e na África do Sul, ele é de apenas 8% e 9%, respectivamente. “Nesses países a projeção é de queda para algo em torno de 7% do PIB. Resultado que não se pode esperar do Brasil, já que observamos a evolução do agronegócio seguido pela alta dos gargalos em suas fronteiras”, desabafa, estimando que este valor possa atingir por aqui 20% do PIB nos próximos anos.
Os reflexos da perda de competitividade, segundo Rezende, são sentidos na redução da capacidade de produção da indústria, que sofrem aumento no seu custo operacional, e na redução de renda per capita do produtor que é ligado ao agronegócio. “Às vezes utilizar o modal hidroviário é muito mais vantajoso, mas sua limitação faz com que o escoamento da produção seja desviado para outro, elevando os custos, que chegam a atingir 30%. Sobra cada vez menos dinheiro para investimentos”, critica o pesquisador.
Ainda de acordo com Rezende a infraestrutura no Brasil está sujeita ao calendário eleitoral e não ao desenvolvimento. Por isso, sugere que seja criado um marco regulatório principalmente para o modal ferroviário. “Isso já existe em outros países, que fazem uso dele para blindar seus projetos”, argumenta.
Segundo projeções do Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES), dentro de quatro anos, a atual malha ferroviária de carga será expandida para 40 mil km — hoje ela está com 28.614 mil km.
Para isso, a instituição vai investir recursos da ordem de R$ 30 bilhões até 2015. “Além desse montante, haverá aportes das concessionárias”, explica o gerente do departamento de logística do banco, Dalmo Marquetti. Quanto ao investimento no setor logístico, eles devem somar R$ 121 bilhões, em igual período. [Brasil Econômico]

Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://www.newtrade.com.br/noticia/gargalo-logistico-causa-perda-de-uss-80-bi-por-ano-ao-brasil ; acesso em 08/07/2012.

03 julho, 2012

Você sabe calcular o valor do frete? [Webtranspo]

Um ponto crítico para qualquer empresa de transporte é a definição do valor do frete, que não deve ser feita ao acaso. Para se precificar o serviço, o transportador deve levar em conta –além das despesas fixas e variáveis, como gastos com combustível, manutenção e pedágios – três itens de grande importância: a informatização das questões de aspectos fiscais; a mobilidade urbana, levando em conta as limitações de abastecimento nos grandes centros; e a nova regulamentação da profissão de motorista, que ampliará os custos totais.
Tema de debate nesta quarta-feira, 27 [de junho], durante a 1ª Transpo Amazônia – Feira e Congresso Internacional de Transporte e Logística, a composição do frete deve, para especialistas, considerar idade da frota, más condições das estradas, retenções fiscais e também os gastos com seguro das mercadorias. “Não dá para ignorar o processo de gerenciamento de risco. O seguro do embarcador não é uma garantia de que você terá mesmo uma carga protegida”, diz Jacinto Júnior, coordenador das Câmaras Técnicas da NTC&Logística.
Para ele, um dos grandes erros das companhias é não considerar alguns gastos simples que podem gerar grandes dívidas. De acordo com Lauro Valdívia, assessor técnico da NTC&Logística, as despesas devem ser detalhadas em uma tabela com a divisão de custos diretos – fixos e variáveis – e os indiretos, como despesas administrativas e gerenciamento de transportes. “Os cálculos devem abranger não apenas o mês, como pode ser dividido por dia e hora para repassar aos clientes”, pontua.
A consideração do cálculo do valor do frete é essencial, por exemplo, em Manaus, onde os custos de transporte são elevados pela falta de infraestrutura. Na capital amazonense, assim como em todo o Estado, prevalece a movimentação de carga pelos rios. “Uma carência muito grande que temos na região diz respeito à integração dos diversos atores que fazem parte da nossa cadeia produtiva. Isso contribuiu para a subutilização da infraestrutura já tão carente que possuímos”, lembra Jorge Campos, diretor de formação do Conselho Regional de Administração do Amazonas.
Segundo Augusto Rocha, coordenador da comissão de Logística da CIEAM/FIEAM e professor da Universidade Federal do Amazonas, o setor industrial tem grandes limitações que necessitam de resoluções urgentes. “Nos últimos anos, a importância da indústria de Manaus para o Brasil tem diminuído e, sem dúvidas, os gargalos da infraestrutura para o transporte são os grandes responsáveis por isso”, defende.

Fonte: Portal Webtranspo; disponível em http://www.webtranspo.com.br/rodoviario/25566-voce-sabe-como-calcular-o-valor-do-frete? ; acesso em 01/07/2012.

26 junho, 2012

Can we build better supply chains? [Forum:Blog]

The ability of logistics firms to connect suppliers and consumers across the world is essential for economic progress. Regrettably, it is too often taken for granted.
So, as we launch the second annual report of the World Economic Forum’s Global Agenda Council on Logistics & Supply Chains, we have a chance to highlight some of the key issues facing the logistics sector worldwide.
Top of the list is the role of logistics in the facilitation of international trade. As product supply chains become longer and more complex, companies face mounting logistical challenges, especially in emerging markets. Many of these countries have been awarded relatively low scores in the latest World Bank Logistics Performance Indicator (LPI) survey. For example, Russia, Ghana and Venezuela got LPI scores half or less that of Singapore, the world’s top logistics performer.
The report argues that prioritizing logistics in trade negotiations, streamlining customs procedures and enhancing critical infrastructure could provide a welcome boost to world trade. India is a perfect example of where many improvements have to be made at the domestic level: 15-20% annual growth in demand for logistics services is putting huge strain on the country’s transport infrastructure and strengthening the case for a national logistics policy.
The majority of world trade moves by sea, much of it in deep-sea container vessels operated by shipping lines which seem to be locked into a constant boom-bust cycle. This resulting financial instability poses a major threat to the long-term growth of international trade. A client-focused business model that is more contract-based and involves a steadier rate of investment in new vessels should be adopted.
On terra firma, investment is becoming increasingly focused on strategically-located hubs, allowing companies to exploit economies of scope, scale and density. The report welcomes this and sees logistics clusters becoming key nodes in global supply chains and nuclei for future regional economic development. But clusters are not just physical entities: they also exist in virtual supply chains created through digital innovations. The report shows, for example, the potential to secure substantial productivity gains through more effective use of something as basic and ubiquitous as the mobile phone.
Improving labour productivity can help address another challenge facing the logistics sector – a shortage of qualified staff. The Council’s report presents the results of a global survey of 300 logistics executives, roughly two-thirds of which claim to find it hard to fill posts. Attracting more high-calibre people to this sector will require awareness campaigns, such as those run in Germany, better training and, in many parts of the world, improvements to pay and conditions. The logistics sector’s future effectiveness and profitability will depend at least as much on its human capital as on its physical assets and infrastructure.


Author: Alan McKinnon is Professor and Head of Logistics at Kühne Logistics University, Germany. He is the Chair of the World Economic Forum’s Global Agenda Council on Logistics & Supply Chains.

Fonte: Forum:Blog; disponível em http://forumblog.org/2012/06/can-we-build-better-supply-chain/ ; acesso em 26/06/2012.

19 junho, 2012

ABNT anuncia novos procedimentos no Transporte de Produtos Perigosos [MundoLogística]

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou, na última terça-feira [29/05], a norma ABNT NBR 7503:2012 - Transporte terrestre de produtos perigosos - Ficha de emergência e envelope - Características, dimensões e preenchimento, que revisa a norma ABNT NBR 7503:2008. Segundo documento enviado pela própria ABNT, as novas regras entram em vigor no dia 29 de junho de 2012.
Para detalhes sobre a norma publicada ou sua aquisição acesse o site (http://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=90916)
Para consulta ao catálogo de normas ABNT, ISO, IEC, NFPA, AMN ou JIS visite http://www.abnt.org.br/catalogo.
Para mais informações, leia abaixo o e-mail enviado pela ABNT sobre a norma publicada:
 
ABNT - REVISÃO DE NORMA ABNTNBR7503
Informamos que as principais alterações incorporadas com relação à edição anterior desta Norma (ABNT NBR 7503:2009) são as seguintes :
- O Não preenchimento do campo “Grupo de embalagem” além das classes 2 e 7, como citado na edição anterior, foi estendido também para os produtos das classes 1 e subclasses 5.2 e 6.2 (exceto número ONU 3291) e das substâncias auto reagentes da subclasse 4.1 quando não constar o grupo de embalagem na coluna 6 das instruções complementares ao regulamento de transporte terrestre de produtos perigosos constantes da regulamentação em vigor, devendo este campo ser preenchido com a sigla “NA” referente à informação de “não aplicável”, porém para o atendimento a esta nova exigência foi dado um prazo de 90 dias da data da publicação desta norma, ou seja, a partir de 28/08/2012 as fichas de emergência tem que atender a este item da norma. Até esta data este campo pode atender as regras estabelecidas na edição anterior desta norma ou atender a esta nova edição;
- O envelope para transporte também poderá ser utilizado para até dois redespachos, foi incluido mais dois modelos de frente de envelope um com a inclusão do título "REDESPACHO" e outro com a inclusão do Título "NOVO REDESPACHO" .Tendo sido definido como redespacho o ato praticado por qualquer pessoa, organização ou governo, que implique descarregamento e novo carregamento do volume para uma nova expedição.

Fonte: Revista MundoLogística; disponível em http://www.mundologistica.com.br/portal/noticia.jsp?id=675 ; acesso em 10/06/2012.


13 junho, 2012

Nova legislação para o trabalho do motorista [Portal Newtrade]

Em 16 de junho de 2012, entra em vigor a Lei 12.619/12. Ela regulamenta a profissão de motorista e disciplina a jornada de trabalho, bem como o tempo de direção do profissional que atua no transporte rodoviário de passageiros e cargas - sejam empregados ou autônomos. Entre os direitos concedidos estão: o limite de tempo de horas ao volante, a concessão de intervalos regulares para refeição e descanso, o seguro obrigatório custeado pelo empregador para cobrir riscos de acidentes, acesso gratuito a programa de qualificação em parceira com o poder público, e a impossibilidade de redução de seus vencimentos em casos de prejuízo patrimonial - com exceção daqueles em que agiu com dolo ou desídia.
A Lei também trará uma série de deveres aos profissionais. Entre eles estar atento e zelar pelas condições de segurança do veículo e da carga, conduzir com perícia, e respeitar a legislação de trânsito.
Os intervalos mínimos de descanso deixam de ser uma obrigação do contratante em concedê-los. O motorista também será responsável pelo respeito às normas ao tempo de direção e descanso. “Ao alterar a Consolidação das Leis do Trabalho e Código de Trânsito Brasileiro, o legislador buscou oferecer segurança jurídica para trabalhadores e empresários. Porém, as novas regras enfrentarão controvérsias na Justiça do Trabalho”, afirma Giulianna Riga Ferreira, advogada Trabalhista, da Dessimoni e Blanco Advogados.

Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://www.newtrade.com.br/noticia/nova-legislacao-para-o-trabalho-do-motorista ; acesso em 10/06/2012.

11 junho, 2012

Como atuar no comércio exterior no Brasil [Revista Logweb]

A edição de abril da Revista Logweb traz um ótimo artigo de Carlos Araújo (Comexblog) e Leandro Callegari Coelho (Logística Descomplicada) sobre o processo de habilitação de empresas brasileiras para atuarem com comércio exterior. De maneira simples e objetiva, os autores apresentam as regras a serem seguidas por quem deseja importar e exportar.
Abaixo, a primeira parte do artigo, sendo que o mesmo pode ser lido na íntegra no Portal Logweb:
As estatísticas oficiais indicam que o volume de importação e exportação brasileiro saltou de 50 bilhões em 1994 para 200 bilhões em 2005, ou seja, um crescimento excepcional de 4 vezes. Exportamos algo em torno de 2,7 bilhões de dólares em 1970, US$ 20 bilhões em 1980 e US$ 30 bi em 1990.
No início desta década esses valores ultrapassavam os 100 bilhões e agora já ultrapassamos os 200 bilhões de dólares. E para uma economia crescer, é necessário que novas empresas participem ativamente desse processo e que se relacionem comercialmente com os mais diversos países em diversos segmentos.
No Brasil, para uma empresa importar ou exportar, é preciso ser habilitada na Receita Federal, na Secretaria de Comércio Exterior e que isto esteja especificado em seu contrato social. Conheça a seguir todas as etapas do processo de importação e exportação. (Leia na íntegra)

Fonte: Portal Logweb; disponível em http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/28971/artigo-ed-122--como-atuar-no-comercio-exterior-no-brasil/ ; acesso em 10/06/2012.


04 junho, 2012

Etiqueta avisa no caixa do supermercado se produto está vencido [Portal Newtrade]

Uma série de novas tecnologias promete melhorar a vida dos consumidores nos supermercados nos próximos meses. Entre elas, estão etiquetas que avisam, no caixa, se o produto já venceu e códigos, outras mostram o preço em tempo real nas prateleiras e ainda há as rastreiam a origem dos produtos.
A empresa Toledo do Brasil criou um código de barras que alerta sobre o vencimento do produto caso ele chegue ao caixa depois de passada sua validade.
A venda de produto com validade vencida representa risco de multa para o supermercado e de saúde para o consumidor. Um novo código de barras, da empresa Toledo do Brasil em parceria com a Apas (Associação Paulista de Supermercados), alerta sobre o vencimento de um produto logo que ele passa pelo caixa.
A Filizola lançou um produto igual. As novas etiquetas colocadas em produtos pesados por uma das balanças da marca Filizola também levam a informação da data de validade. A venda será impedida, no caixa, se o produto chegar até lá vencido.
Os novos códigos prometem não só proteger a saúde do consumidor como beneficiar também os supermercados, uma vez que a venda de produtos vencidos é crime, segundo o Código de Defesa do Consumidor. O comerciante flagrado vendendo ou mantendo produto vencido no estoque pode ser multado e até preso.



28 maio, 2012

Brasil caiu em ranking mundial de logística [Revista MundoLogística]

O Brasil caiu de posição no ranking mundial de desempenho em logística para o comércio, de acordo com pesquisa divulgada em 15 de maio pelo Banco Mundial. O País passou do 41º lugar na lista anterior, publicada em 2010, para o 45º na atual. O levantamento foi feito com cerca de mil operadores internacionais do setor e contém informações sobre 155 países.
O recuo brasileiro nesta terceira edição do relatório ocorreu depois de um avanço da 61ª para a 41ª posição na primeira, em 2007, para a segunda, em 2010. O País foi especialmente mal no quesito “alfândega”, um dos indicadores que compõem o ranking. Nessa seara, o Brasil ficou no 78º lugar e somou 2,51 pontos. A pontuação vai de 1 (pior) a 5 (melhor).
Entre os 10 países de “renda média-alta” com melhores performances em logística, o Brasil ficou na 9ª colocação, à frente apenas do México. Dessas nações, somente o Brasil e a Tailândia caíram no ranking de 2012. África do Sul, China, Turquia, Bulgária, Chile, Tunísia e México subiram, enquanto que a Malásia manteve a mesma posição.
Segundo François Arvis, um dos autores do estudo, não há explicação simples para a mudança de colocação do Brasil, mas provavelmente outras nações progrediram mais nessa área, ao passo que o País ainda luta para melhorar seus portos e sistema aduaneiro sob a pressão de um comércio e economia crescentes.
Compõem os indicadores, além da questão alfandegária, dados sobre infraestrutura, fretes domésticos, qualidade e competência em logística, rastreamento e localização e pontualidade. A nota média do Brasil ficou em 3,13, contra 4,13 de Cingapura, que ocupa o primeiro lugar na lista.
Uma das principais conclusões da pesquisa é que de 2010 a 2012 não houve diminuição da distância que separa os países com piores performances daqueles com as melhores, sendo que de 2007 a 2010 essa diferença havia diminuído. Além disso, caiu o ritmo de crescimento do setor como um todo. “Acreditamos que isso seja [resultado] da recessão global”, disse Mona Haddad, gerente setorial do Departamento de Comércio Internacional do Banco Mundial, em vídeo veiculado no site da organização.
De acordo com o relatório, tal estagnação “provavelmente” reflete uma mudança de foco dos governos frente à crise financeira e, mais recentemente, à crise na Zona do Euro. As reformas na área de logística deixaram de ser prioridade e a diminuição do avanço do indicador relativo aos procedimentos alfandegários “pode refletir um interesse não usual na arrecadação de receitas em detrimento da facilitação do comércio”.
Haddad ressaltou que a logística é essencial para a competitividade das nações. “As empresas podem produzir bens de maneira muito eficaz, com preços muito bons, mas elas perdem essa vantagem competitiva quando enviam seus produtos para outro país, por causa de ineficiências no transporte”, declarou.

Fonte: Revista MundoLogística; disponível em http://www.mundologistica.com.br/portal/noticia.jsp?id=632 ; acesso em 27/05/2012.

21 maio, 2012

Palestra sobre administração de materiais (realizada em 16/05)

Na última quarta-feira (16/05) realizamos uma palestra sobre administração de materiais para a turma do 5o. período do curso de Administração de Empresas da UNIUV, campus São Mateus do Sul/PR.
A apresentação em formato pdf pode ser solicitada através do e-mail do Armazena e Movimenta(armazenaemovimenta@hotmail.com).
Gostariamos de agradecer o convite e a participação dos alunos e desejamos a todos muitas felicidades na sequência do curso.

Forte abraço.

Israel.

Antaq divulga estatísticas do setor [Portal Webtranspo]

Nesta quarta-feira, 16 [de maio], a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) divulgou o “Anuário Estatístico Aquaviário 2011”, que mostra os detalhes do transporte de cargas em 36 portos organizados e 106 Terminais de Uso Privativo (TUP) durante todo o ano passado.
De acordo com o estudo, a principal mercadoria movimentada nos portos e Terminais de Uso Privativo no Brasil, em 2011, foi o minério de ferro, com um volume de 327,8 milhões de toneladas. Também fazem parte do ranking os combustíveis e óleos minerais (188,4 milhões de toneladas), soja (41,3 milhões), bauxita (37,4 milhões), açúcar (22,6 milhões), adubos (22,1 milhões), carvão mineral (17,9 milhões), produtos siderúrgicos (14,5 milhões), farelo de soja (12,4 milhões) e milho (10,8 milhões).
Entre os dez principais portos brasileiros, o que mais aumentou a sua movimentação de cargas em 2011 foi o de Vitória (ES), com crescimento de 23,5%. Em seguida, aparecem os terminais de Suape (PE), com alta de 22,4% e o de Itaqui (MA), com elevação de 10,7%.
O Porto de Santos (SP), o maior do País, manteve a liderança com movimentação de 86 milhões de toneladas ao longo do ano passado, entre embarques e desembarques de mercadorias. De acordo com Fernando Serra, gerente de Estudos e Desempenho Portuário da Antaq, o crescimento do terminal paulista, que foi de apenas 0,7%, só não foi maior devido à queda na demanda internacional de produtos como o açúcar e o milho, o que reduziu as exportações brasileiras.
Na sequência do ranking aparecem o Porto de Itaguaí (RJ), com 58,1 milhões; Paranaguá (PR), com 37,4 milhões de toneladas; Rio Grande (RS), com 17,9 milhões e o Porto de Vila do Conde (PA), com 16,6 milhões. Completando os dez primeiros colocados, estão os portos de Itaqui (MA), Suape (PE), São Francisco do Sul (SC), Vitória (ES) e Rio de Janeiro (RJ).
Contabilizando todas as cargas movimentadas por águas brasileiras, 65% entraram ou saíram do País pelos terminais de uso privativo, enquanto 35% utilizaram os portos.

Fonte: Portal Webtranspo; disponível em http://www.webtranspo.com.br/aquaviario/25225-antaq-divulga-estatisticas-do-setor ; acesso em 20/05/2012.


15 maio, 2012

Plano Nacional de Logística e Transportes prevê investimentos de mais de R$ 12 bilhões em SC até 2022 [Noticenter]

Santa Catarina será beneficiada com mais de R$ 12 bilhões em novos investimentos em infraestrutura logística e de transportes até 2022, de acordo com cronograma do Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT), desenvolvido pelo Ministério dos Transportes (MT) em cooperação com o Ministério da Defesa. Os valores abrangem obras desenvolvidas completamente ou em parte do estado catarinense. O plano anunciado também considera obras já realizadas entre 2008 e 2011. Neste caso, em dez anos o Estado deve receber mais de R$ 16 bilhões em investimentos, considerando que todas as obras realmente saiam do papel.
A lista com as obras está disponível na página do MT. O documento contém todos os investimentos do Vetor Sul, abrangendo também obras do Paraná e Rio Grande do Sul. O Noticenter reuniu as intervenções previstas para SC em uma planilha (baixe ao lado). Estão incluídas melhorias em aeroportos, rodovias, ferrovias e hidrovias.
NAVEGANTES RECEBERÁ MEIO BILHÃO EM INVESTIMENTOS
Pelo cronograma anunciado, o único investimento previsto para os próximos anos no setor aeroportuário de Santa Catarina será no terminal de Navegantes, que receberá R$ 521 milhões para ampliação das pistas de pouso e decolagem, além de outras melhorias. A tabela do PNLT mostra que, entre 2008 e 2011, foram investidos R$ 440,5 milhões em outros aeroportos catarinenses, incluindo os de Florianópolis, Chapecó, Criciúma, Jaguaruna e Correia Pinto.
QUASE SETE BILHÕES PARA FERROVIAS
A partir deste ano e até 2022, Santa Catarina irá receber investimentos de R$ 6,8 bilhões em ferrovias, de acordo com o PNLT. Das 12 obras listadas nessa área, oito representam ferrovias que ainda serão construídas, enquanto as demais se referem à remodelação ou recuperação das que já existem. Algumas delas vão ligar o Estado ao Paraná e ao Rio Grande do Sul.
PORTOS RECEBERÃO R$ 2,6 BILHÕES
Os portos catarinenses serão beneficiados com investimentos de R$ 2,6 bilhões. As obras incluem dragagem, ampliação das instalações, recuperação de molhes e readequação de berços nos terminais de Itajaí, São Francisco do Sul, Itapoá, Imbituba e Laguna. Só São Francisco do Sul vai ser contemplado com R$ 480 milhões. Outro destaque é a construção de um novo terminal em Imbituba, orçado em R$ 1,58 bilhão.
RODOVIAS SERÃO CONTEMPLADAS COM POUCO MAIS DE R$ 2 BILHÕES
Os investimentos previstos pelo PNLT nas rodovias catarinenses nos próximos anos chegam a pouco mais de R$ 2 bilhões. Estão previstas obras de pavimentação e adequação de capacidade nas BRs 470 e 282. Das 15 obras listadas, dez foram executadas entre 2008 e 2011. A lista não faz menção à duplicação da BR 470 no trecho entre Navegantes e Indaial, uma das obras mais emergenciais para e economia catarinense.

Fonte: Noticenter; disponível em http://www.noticenter.com.br/noticia/?COD_NOTICIA=16983&COD_CADERNO=0 ; acesso em 01/05/2012.

08 maio, 2012

Técnicos e dirigentes da avicultura catarinense visitam portos para implantar tecnologia RFID em aves [Noticenter]

Técnicos e dirigentes de instituições ligadas à avicultura industrial catarinenses visitaram o porto de Navegantes, na última semana, para discutir o uso da tecnologia RFID – baseada no uso da radiofrequência – para aperfeiçoar o sistema de rastreabilidade. A visita contou com a participação de representantes da Associação Catarinense de Avicultura (Acav), Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado de Santa Catarina (Sindicarne/SC), Secretaria da Agricultura, Ministério da Agricultura, Universidade Regional de Blumenau (Furb), Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc) e outras organizações.
A tecnologia RFID funciona por meio de uma espécie de etiqueta eletrônica inteligente. A medida que a vida do animal avança, registram-se nessa etiqueta os fatos relevantes relacionados a nutrição, saúde e localização, por exemplo. Após o processamento, também é possível ter o histórico dos animais junto ao produto, incluindo as validações oficiais e respectivas certificações.
O projeto prevê três fases para entrar em uso. A primeira contempla a rastreabilidade em RFID da agroindústria ao porto e será implantada em um ano. O projeto-piloto será realizado neste segundo trimestre. As outras duas fases contemplam a rastreabilidade no campo e dentro da agroindústria, o que será implantado no segundo e terceiro anos de projeto.
Clever Pirola Ávila, presidente da Acav, realça que essa tecnologia está disponível em escala mundial e já é aplicada em várias áreas da atividade humana e empresarial.
A aplicação desses recursos no aperfeiçoamento da rastreabilidade avícola resultará de parceria entre a Fapesc, que coordenará o projeto, com apoio do Sindicarne e Acav e participação das empresas avícolas. O projeto envolve ainda outras instituições da sociedade catarinense, órgãos oficiais da Secretaria da Agricultura, a Cidasc, o Ministério da Agricultura, empresas privadas de tecnologia e centros de pesquisa ligados às universidades Furb e Ufsc. Na fase inicial haverá um piloto, que sequencialmente poderá ser aplicado para todos os interessados da cadeia produtiva.
Ávila explica que não haverá mudança na metodologia adotada, indexação por ave, por lote, ou por propriedade rural. “Não faremos alteração no conceito atual de rastreabilidade, o que faremos é um aperfeiçoamento tecnológico da rastreabilidade trazendo inovação, processos on-line, mais segurança e confiabilidade ao sistema”, esclarece.
Ricardo Gouvêa, diretor técnico da Acav, explica que investimento total das empresas no processo não é ainda conhecido, pois resultará de uma parceria com o Governo do Estado, Fapesc e agroindústrias catarinenses e os recursos serão alocados gradualmente, fase a fase.
A rastreabilidade entra no plano preventivo de controle de epizootias e zoonoses que cada Estado estruturou por exigência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em face da ameaça da gripe aviária. “Com a rastreabilidade on-line podemos continuar com nossos processos de avanços no âmbito da saúde animal de forma mais objetiva e dando as devidas prioridades”, afirma Ávila.

Fonte: Noticenter; disponível em http://www.noticenter.com.br/noticia/?COD_NOTICIA=17050&COD_CADERNO=22 ; acesso em 08/05/2012.

07 maio, 2012

Cartilha esclarece dúvidas sobre o pagamento eletrônico do frete [Portal Logweb]

A substituição da carta-frete pelo pagamento eletrônico tem causado muitas dúvidas no setor de transporte rodoviário. Segundo estimativas da empresa Pamcary, 45% dos caminhoneiros autônomos do país estão com o Registro Nacional do Transportador Rodoviário de Carga (RNTRC) não cadastrado, suspenso ou vencido.
Sem o RNTRC devidamente cadastrado e atualizado, o caminhoneiro fica impedido de receber o pagamento, segundo a Resolução nº 3.056, de 12 de março de 2009 da ANTT. Diversas outras exigências e informações sobre o pagamento eletrônico estão bem detalhadas na cartilha “Fim da carta-frete. Uma conquista a ser valorizada”, elaborada pela União Nacional dos Caminhoneiros (Unicam).
O documento explica tudo que o caminhoneiro precisa saber, em linguagem direcionada a este profissional, para receber o pagamento pelo frete. Aborda ainda questões como o que é o RNTRC e porque ele é necessário; como obter o RNTRC; o que é o Contrato de transporte e o CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte), além da importância da administradora de meios de pagamento de frete.
A cartilha é distribuída nos principais pontos de concentração de motoristas, como terminais de carga, portos, postos de abastecimento e postos da Unicam.
Para o presidente da entidade, José Araújo "China" da Silva, a ação é extremamente positiva. “Não só para evitar multas, mas para que cada um dos caminhoneiros do Brasil possa ser um agente da sustentabilidade dessa grande conquista que foi o fim da carta-frete”, afirma.

Agência CNT de Notícias

Fonte: Portal Logweb; disponível em http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/29174/cartilha-esclarece-duvidas-sobre-o-pagamento-eletronico-do-frete ; acesso em 07/05/2011.



01 maio, 2012

Reverse logistics impact the supply chain, says Arrow [ElectronicsWeekly.com]

The management of products beyond manufacturing and into the final sale can bring cost and efficiency benefits of reverse logistics to the supply chain, writes Mike Heljula
Electronics ODMs, OEMs and EMS providers know that a robust supply chain is important for their business. One approach which is growing in importance is implementing forward supply chain processes in areas such as forecast management, replenishment strategies, warehousing and logistics and electronic data interchange (EDI).
But this is not the whole story. For a manufacturer to have a fully integrated approach they must also consider another element of the supply chain - ‘reverse logistics’.
Reverse logistics or the reverse supply chain refers to the processes associated with managing products beyond manufacturing and the final sale.
Typically this includes repair, warranty recovery, redistribution, value recovery, end-of-life recycling or any combination of these activities. Historically, for many organisations in the electronics industry, reverse logistics has been an afterthought, often overlooked in favour of strategic investments in more traditional forward supply chain processes.
But this will change as companies realise that effective management of the reverse supply chain offers opportunities to reduce costs and/or create previously untapped revenue streams by improving efficiency, minimising waste and recovering the underlying value of returned goods and materials.

Reverse supply chain – common issues
As with the forward supply chain, the first step in optimising the reverse supply chain and, ultimately, reducing the cost of (or generating revenue from) reverse logistics is to identify and address process inefficiencies.
Common inefficiencies may include the scrapping of returned materials because a company has neither the time nor the resources to properly test or repurpose them.
Data, for example, has shown that up to 85% of certain types of returned electronic components had ‘no fault found’ (NFF), meaning they could be reused for service parts or, even, resale.
The problem of scrapping reusable parts may be further exacerbated in companies that have one department handling product returns and another handling spare parts procurement for repair, but no formal communication between the two departments.
The handling of warranty claims may also be inherently inefficient. In a typical reverse supply chain, for instance, returned materials that still fall under manufacturer warranty are submitted back to the ODM for credit recovery in a process often referred to as return material authorisation or RMA.
However, the fact that a component is under warranty does not mean that RMA is the most efficient way to handle it. It may, for example, be possible to recover more value by reusing NFF-tested parts for spares, or even by remarketing them – especially as average RMA turnaround time can take three to six months.

PRM and SPM
The two main opportunities within any reverse logistics operation come under the areas of products return management (PRM) and service parts management (SPM). The former deals with the receipt, processing, and disposition of materials that come back from the field or the end user, while the latter focuses on having the right inventory at the proper location to support service repair operations with spare parts. PRM and SPM can be viewed as ‘partnering solutions’ – with one almost always leading to the other.
An effective PRM programme offers the opportunity for value recovery and cost reduction. It can even streamline procurement decision-making when the returned materials can be identified as NFF and then used in the repairs stream.
When this is not an option, it may be possible to remarket NFF product returns. For optimum efficiency, returned materials need to be sorted, inspected, and tested to manufacturer specifications immediately in order to quickly identify if value can be recovered and, if so, which recovery solution will work best. The receipt element of the process is of particular importance as material coming back from the field arrives in unknown condition – proper identification and grading ensures a more successful reverse logistics process.
While traditionally viewed as a fixed cost, an efficient SPM programme will treat service parts inventory as a variable cost that can be managed, mitigated, and reduced over time. The key is to find the balance between ordering too few spare parts to satisfy customer requirements and having an aging inventory of unnecessary components taking up valuable warehouse space.
By using methods such as lean planning, inventory optimisation, and vendor-managed inventory partnerships, a good reverse logistics strategy can optimise this trade-off and ensure that the right parts are in the right place at the right time.
While the reverse supply chain is an appraoch that is yet to be addressed by many manufacturers, a growing number of companies are looking for external support to help them implement reverse logistics processes. And, as with the conventional forward supply chain, the distribution channel has the opportunity to provide this support.
Mike Heljula is European director for services and supply chain at Arrow Electronics



27 abril, 2012

Pesquisa sobre logística busca soluções para o desenvolvimento do setor [Portal Logweb]

Embarcadores, transportadores, operadores, seguradoras e consultorias que trabalham com o setor de logística podem contribuir com o desenvolvimento do setor. A Associação Brasileira de Logística (Abralog) deu início a uma pesquisa junto aos profissionais do ramo com o objetivo de atingir soluções sustentáveis e integradas à realidade brasileira.
O foco do levantamento é a Gestão de Risco em Suplly Chain (cadeia de abastecimento). A demanda surgiu a partir de discussões no Fórum “Visão Integrada de Risco na Cadeia Logística: é possível?”. O evento foi realizado em São Paulo, no mês de março.
Os interessados em participar encontram o questionário no site da associação (www.aslog.org.br) e nos perfis oficiais da entidade no Twitter e no Facebook. Ao término da pesquisa, será gerado relatório para divulgação nacional dos dados coletados.
O questionário também pode ser enviado para juliana.carminati@abralog.org.br.
Agência CNT de Notícias

Fonte: Portal Logweb; disponível em http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/29096/pesquisa-sobre-logistica-busca-solucoes-para-o-desenvolvimento-do-setor ; acesso em 27/04/2012.

Carrinhos de compras podem se aposentar graças à tecnologia QR Code [Portal Newtrade]

Uma rede de supermercados recém-inaugurada em Seul, na Coreia do Sul, resolveu dar fim aos carrinhos ou sacolas de compra. A loja usa a tecnologia QR Code para vender seus produtos, e os clientes só precisam apontar seus telefones aos produtos para fazer a compra, colocar os itens em um carrinho virtual e esperar a entrega no endereço escolhido. Localizado na estação de metrô de Seoulleung, o novo supermercado oferece uma prateleira com aproximadamente 500 produtos virtuais.A ideia da loja, uma filial da rede Tesco montada em parceria com a Homeplus (sócia da Samsung); também agradou redes de outros países.
A britânica Ocado e a australiana Woolworth´s, por exemplo, abriram lojas virtuais temporárias sob o mesmo conceito, em um shopping center de Londres e na estação de Town Hall, em Sydney, respectivamente.
Aqui no Brasil, o Grupo Pão de Açúcar anunciou recentemente que está interessado nesta tecnologia. Em um comunicado, o vice-presidente executivo do grupo, Hugo Bethlem, afirmou que algumas lojas da rede já estão iniciando os testes com pagamentos via celular. Este projeto foi desenvolvido em parceria com o banco Itaú e, num primeiro momento, apenas os clientes Itaucard testarão o sistema.

TechTudo - globo.com

Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://www.newtrade.com.br/noticia/carrinhos-de-compras-podem-se-aposentar-gracas-a-tecnologia-qr-code ; acesso em 27/04/2012.

13 abril, 2012

Mastro do Groupama chega a Itajaí com esquema especial de logística - Volvo Ocean Race [Diário Catarinense]

Já está em Itajaí o mastro do veleiro francês Groupama, segundo colocado na classificação geral da Volvo Ocean Race. A operação para trazer a peça até a Vila da Regata foi um dos maiores desafios de logística das últimas edições da Regata de Volta ao Mundo e, depois de quatro dias, foi concluída nesta quinta-feira. A chegada do equipamento a Santa Catarina mobilizou mais de 30 profissionais no Aeroporto de Curitiba e recebeu a escolta das polícias Federal e Rodoviária no caminho até a cidade-sede do maior evento náutico do mundo.
A peça de 32 metros saiu de Roterdã, na Holanda, e foi inserida pelo bico do avião cargueiro. Após aterrissar na capital paranaense, precisou de três horas para ser colocada em um caminhão antes de pegar a BR-101. Batedores e controladores de tráfego ajudaram a coordenar o trânsito até a chegada à Vila da Regata, na viagem que durou cinco horas. As empresas de logística DHL e Wave Log, parceiras da regata de volta ao mundo, coordenaram o trabalho.
O Groupama perdeu o mastro no fim do percurso entre Nova Zelândia e Brasil, quando liderava a quinta perna de Auckland até Itajaí. O veleiro francês sofreu a avaria próximo ao litoral do Uruguai, parou em Punta del Este para fazer um material improvisado e chegou em Santa Catarina em terceiro lugar, apesar da quebra.
— O trabalho será concluído em dois dias, apesar da necessidade de muita atenção durante a instalação. É um mastro de primeira linha, mas não há segredos. Depois de colocar no seu devido lugar, precisamos testar. A nossa sorte é que temos tempo até a regata do porto. O transporte foi muito tranquilo e nos deu segurança — relata Ben Wright, chefe da equipe de terra do Groupama.
A peça fundamental do barco será instalada pela equipe de terra francesa nos próximos dias e terá também o acompanhamento do brasileiro Ricardo Ermel.
— O primeiro desafio foi fazer esse transporte. Agora precisamos terminar o check list para que nada dê errado. O trabalho não é tão complicado, mas exige atenção.

Logística
A DHL Express é a responsável pelo transporte, ao longo da corrida, de mais de 25 toneladas de materiais e contêineres, dando todo o suporte logístico e emergencial para os barcos e participantes da competição por meio de sua frota aérea, marítima e terrestre. São mais de 45.000 quilômetros percorridos.
— Toda a regata é monitorada pela DHL anualmente a partir do Centro de Controle Internacional criado pela companhia especialmente para a Volvo Ocean Race, o que facilita o trabalho de nossa equipe e o apoio à todos os participantes - afirma Reinier Vens, Diretor de Projetos Volvo Ocean Race — DHL Global Forwarding.
Foi elaborada uma estratégia para atender imprevistos o mais rápido possível. No caso do Groupama, a operação foi facilitada, já que havia um depósito de peças de reposição no aeroporto de Roterdã, que fica em uma posição central na Europa, com voos disponíveis para todos os países participantes da regata, para o transporte dos equipamentos.


Nota: Assim como já apresentamos em posts anteriores, quando mostramos a logística da Fórmula 1, o sucesso de grandes eventos esportivos depende da elaboração e execução de estratégias logísticas adequadas.

03 abril, 2012

Terceirização amplia setor de logística [Portal Webtranspo]

Os empresários do setor de logística estão otimistas com o crescimento previsto para 2012. A estimativa é de um faturamento de quase R$ 450 bilhões, valor acima da média anual de R$ 400 bilhões. O aumento da terceirização dos serviços logísticos é apontado como o grande responsável pelo bom momento vivido no segmento.
“As empresas estão identificando a possibilidade de se concentrar mais em seus negócios e passaram a terceirizar serviços como armazenagem, estoque, planejamento de demanda e processamento de pedidos. Isso gera oportunidade de negócios para quem é especializado nessa área”, diz Adalberto Panzan, vice-presidente de Sustentabilidade da Abralog (Associação Brasileira de Logística).
Para o executivo, as transportadoras são as que mais investem para oferecer serviços de logística a outras empresas. “Elas agregam, por exemplo, serviço de armazenagem ao seu portfólio. Não realizam apenas o transporte rodoviário de cargas, complementam com outras atividades para os clientes, como centros de distribuição avançados”, afirma Panzan.
Outro destaque é o setor de logística reversa, que trata do controle do fluxo de resíduos no pós-consumo, com o objetivo de dar uma destinação correta aos produtos descartados. Neste ramo, só os negócios da área de resíduos eletrônicos devem ter alta de 20% em 2012.
“A logística reversa cresce por causa da simplificação dos processos e pela introdução de meios eletrônicos fiscais, quando as transações passam a ser feitas com menos burocracia. Mais compras são feitas e mais produtos são devolvidos”, conta Panzan.
Apesar do crescimento previsto para o ano, um entrave para um progresso ainda maior é a questão dos impostos. Isso porque o recolhimento das taxas ocorre antes do recebimento pelo serviço prestado, o que impacta o fluxo de caixa das empresas.
“Somos contratados para prestar o serviço, mas ele não é pago à vista. Se o empresário não tiver reserva de caixa, liquidez, capital próprio, corre o risco de ter que recorrer ao cheque especial e pagar juros, porque é obrigado a pagar os impostos”, explica Panzan.
Fonte: Portal Webtranspo; disponível em http://www.webtranspo.com.br/logistica/24659-terceirizacao-amplia-setor-de-logistica ; acesso em 01/04/2012.

20 março, 2012

Porto de Paranaguá se adapta para receber cargas especiais [Revista MundoLogística]

Mais uma peça gigante desembarcou recentemente no Porto de Paranaguá. Trata-se de uma prensa de 160 toneladas e 5,3 metros de altura, para a empresa WHB Fundição. Além da adaptação logística dentro do Porto, o transporte do equipamento também exige cuidados. Para levar a prensa até Curitiba, onde será instalada, será necessário um caminhão com 71 metros de comprimento.
Receber equipamentos desta magnitude já não é mais novidade no Porto de Paranaguá, que nos últimos meses recebeu peças destinadas a diferentes projetos de grande porte. Até meados de 2012, o porto receberá cerca de 30 mil toneladas em peças para a construção da maior fábrica de celulose do mundo, que esta sendo feita em Três Lagoas (MS), da Eldorado Papel e Celulose, bem como peças da nova unidade da Arauco do Brasil, que está sendo instalada em Jaguaraíva, no Paraná.
O porto está concluindo uma licitação para construção de um portão especial, com largura e capacidade de manobra facilitadas para esse tipo de peças, destinadas a grandes projetos. Em outra frente de trabalho, será preparada uma nova área, fora da zona primária do porto, para armazenagem de peças de grande porte.

Fonte: Revista MundoLogística; disponível em http://www.mundologistica.com.br/portal/noticia.jsp?id=459 ; acesso em 18/03/2012.
 


12 março, 2012

Prestação de serviços de logística gera negócios lucrativos [Programa PEGN]

A previsão é de crescimento no mercado de logística em 2012, com faturamento que deve chegar a quase R$ 450 bilhões este ano. Empresários investem no setor de prestação de serviços para grandes empresas e geram negócios lucrativos.
Com um leva e traz de mercadorias, o empresário Roberto Dexheimer fatura alto. Há três anos, ele encontrou no mercado de logística uma grande oportunidade de negócio e criou uma empresa, na capital paulista. No espaço, ficam armazenados diversos tipos de produtos, de vestuário a utilidades domésticas e peças decorativas. O começo foi numa grande rede de supermercados.
“Contratamos 51 funcionários para fazer a operação de intralogística dentro das instalações de nossos clientes. E aí a empresa começou a crescer e a gente sentiu a necessidade de montar um armazém”, explica o empresário.
Hoje a empresa tem 300 funcionários, que trabalham numa área de 3 mil metros quadrados. Além da armazenagem dos produtos, é feita a distribuição logística para clientes espalhados por todo Estado de São Paulo.
E uma dica para quem quer trabalhar no setor é que o serviço costuma ser contratado por redes de supermercados, varejistas e indústrias. “Eles preferem manter o espaço que eles têm como espaço produtivo, espaço industrial, já que a armazenagem é considerada improdutiva para ele. Então há necessidade de terceirizar essa operação”, diz Dexheimer.
Os serviços começam com o recebimento das mercadorias. Em um galpão tudo é checado e separado por cliente. Depois, os produtos embalados e etiquetados seguem para a expedição. O transporte de mercadorias é feito com uma frota de oito caminhões.
O investimento para montar toda a estrutura foi pesado: R$ 1,5 milhão. Mas o faturamento é alto: R$ 8 milhões por ano.
Carlos Porto terceiriza a logística para a empresa dele. Dono de uma importadora de utilidades domésticas, ele usa o serviço para a distribuição das mercadorias para lojas e supermercados.
Com isso, ele gasta cerca de R$ 4 mil por mês. “A empresa ficou com mais tempo para as vendas, que é o nosso negócio hoje. E a parte operacional, relacionada com a parte de a armazenagem, ficou com a empresa terceirizada”, explica.

Logística reversa
E o empresário Adalberto Panzan se especializou na chamada logística reversa. A empresa dele projeta crescimento e bons lucros para 2012. Ele transporta, separa e destina resíduos, mas no sentido contrário: do consumidor final para as indústrias.
A empresa coleta pilhas, baterias, cartuchos de impressora, lâmpadas e sucatas de computador. Tudo é encaminhado para recicladoras especializadas. O negócio começou pequeno: em uma salinha de 50 metros quadrados e com um investimento de R$ 100 mil.
Em uma área de 1.300 metros quadrados ficam os produtos que são coletados em mais de 3 mil pontos espalhados por todo o país. É a etapa intermediária de toda a operação logística. Quando o material chega até ao local, é separado em baias para depois ser transportado para a reciclagem, que é a destinação final.
O transporte é feito por carros próprios e terceirizados. Tudo segue encaixotado em embalagens para evitar contaminação de resíduos.
“Uma das principais demandas da nossa operação é que nós temos rastreabilidade disso tudo, ou seja, que nós saibamos de onde está vindo aquela pilha e para onde ela vai. Então isso envolve não só informação, mas também documentação para certificar isso”, diz o empresário.
A coleta é feita em escolas, empresas, hospitais e hotéis. Nesses pontos são instalados coletores para que as pessoas possam depositar os resíduos para a reciclagem. Em um hotel, a coleta de pilhas é feita há dois anos. O estabelecimento paga R$ 180 por mês pela retirada do material.
“Nós vimos a necessidade, como o hotel consome muita pilha (...), pela sustentabilidade, meio ambiente e pelo fato de a pilha soltar um material que é muito danoso para o meio ambiente”, diz John Rudy, supervisor de serviços do hotel.
O mercado de logística segue em expansão. Fatura R$ 400 bilhões por ano e a previsão para 2012 é de que aumente para R$ 430 bilhões.
“Desde esses períodos pós crise, as empresas começam a mexer bastante em relação a revisar seus processos logísticos, reduzir custos, otimizar suas cadeias de produção, então isso gera uma demanda muito grande para operadores logísticos, profissionais de logística de um modo geral”, diz Mauro Henrique Pereira, da Associação Brasileira de Logística.

Assista a matéria: clique aqui.

Fonte: Programa Pequenas Empresas, Grandes Negócios, exibido em 11/03/2012; disponível em http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2012/03/prestacao-de-servicos-de-logistica-gera-negocios-lucrativos.html ; acesso em 11/03/2012.

06 março, 2012

Novas técnicas prometem implantação de asfaltos de maior qualidade [Portal Logweb]

Uma prática antiga e fundamental no setor do transporte, o asfaltamento de vias, encontra-se em um momento de aprimoramento tecnológico. O diretor-geral do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer/RS), José Francisco Fogaça Thormann, cita entre as novidades técnicas de asfalto que estão sendo apresentadas atualmente no mercado a reciclagem de base com espuma de asfalto, o cap seal (tratamento superficial simples) e o asfalto-borracha.
De acordo com o dirigente, as soluções sempre buscam a diminuição de custos, seja pela redução no investimento inicial ou pelo aumento da durabilidade, que gera um menor gasto com manutenção e amplia o prazo da necessidade de restauração. Thormann recentemente visitou a empresa Phoenix Industries, no Texas, Estados Unidos. O diretor afirma que a companhia está revolucionando o mercado de asfalto no mundo.
Ele detalha que a empresa transformou um produto líquido transportado quente em navios e caminhões térmicos em um material sólido, de fácil deslocamento e com um custo muito mais baixo. “Além disso, a companhia já incorporou no seu produto todos os componentes necessários para o bom desempenho do asfalto, como filler (material de enchimento), cimento, cal e óleos e acrescentou 20% de pó de borracha (reciclado dos pneus) e o converteu em forma de pedras pequenas, do tamanho de bolas de gude, chamadas pellets”, conta.
Thormann diz que este material pode ser usado em qualquer usina de asfalto existente no País, basta acrescentar o agregado (pedra) na temperatura adequada e misturar em uma proporção de 90% de pedra e 10% de asfalto. Com este produto pode-se obter um concreto betuminoso de ótima qualidade que resultará em maior durabilidade e menor custo de manutenção. “O Daer e seu corpo técnico estão entusiasmados com este produto revolucionário e queremos ser os pioneiros na utilização dele no Brasil”, adianta o dirigente.
Quanto ao asfalto-borracha, Thormann relata que a avaliação do produto é muito positiva e lembra que concessionárias do Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro executaram projetos com esse material. “No futuro, será muito utilizado, principalmente pelo apelo ambiental”, prevê o diretor.
Sobre outras experiências, ele acrescenta ainda que o Daer fará uma pavimentação progressiva, com equipamento italiano, próximo a Porto Alegre. Thormann explica que a técnica consiste em pavimentar rodovias por etapas, primeiro fazendo a drenagem, base, imprimação, tratamento superficial simples, duplo e capa asfáltica.

Jornal do Comércio

Fonte: Portal Logweb; disponível em http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/28660/novas-tecnicas-prometem-implantacao-de-asfaltos-de-maior-qualidade ; acesso em 27/02/2012.

Nota: Considerando a atual precariedade das estradas no Brasil, o desenvolvimento tecnológico dos processos de asfaltamento é uma esperança para os usuários de nossas rodovias.

28 fevereiro, 2012

Logística reversa de medicamentos recebe parecer favorável da Secretaria de Saúde do Paraná [Mundo Logística]

A Logística Reversa de Medicamentos, projeto de lei do Deputado Cheida que define responsabilidades para a destinação de remédios em desuso no Paraná, recebeu parecer favorável da Secretaria de Estado da Saúde. A posposta segue, terça-feira (28), para a primeira discussão na Comissão de Constitucionalidade e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa.
Tramitação
Apesar de aprovado por unanimidade, o projeto de lei foi vetado pelo Governo do Estado no ano passado. Em um trabalho conjunto entre a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Conselho Regional de Farmácia, Secretaria de Estado da Saúde e Comissão de Meio Ambiente, a matéria recebeu contribuições. “Está readequada e ainda mais abrangente”, garante Cheida. “As mudanças propostas foram aceitas pelo grupo de trabalho”, assinalou o secretário de Saúde em exercício, René dos Santos, em ofício enviado no mês de dezembro.
Como funcionará
Quando descartados em lixo comum ou rede de esgoto, os medicamentos contaminam a água e o solo e ainda podem provocar reações adversas como intoxicação de animais e pessoas. É isso que a Logística Reversa de Medicamentos quer evitar. “São resíduos tóxicos para o meio ambiente e perigosos para a saúde que precisam ser devolvidos ao lugar certo a fim de que sejam neutralizados, melhorando a qualidade de vida de todos”, explica Cheida.
A projeto de lei de Cheida torna fabricantes, distribuidores e consumidores de medicamento responsáveis pelo recolhimento e destinação adequada de remédios em desuso. Funcionará da seguinte forma: o consumidor entregará os medicamentos aos estabelecimentos que os comercializam ou distribuem, como farmácias e postos de saúde, que terão um espaço especial para o armazenamento destes produtos. Fabricantes e importadoras de medicamentos ficarão responsáveis pelo recolhimento dos medicamentos e destinação final aplicável a cada caso. A proposta também prevê multa para quem descartar os medicamentos em local inadequado.
Cheida explica que o projeto envolve a participação de todos os atores envolvidos. “Cada um tem sua parcela de responsabilidade: o consumidor, as farmácias, os fabricantes e os importadores. Desta forma, dividem-se as atribuições de uma forma que todos podem colaborar”. O projeto ainda cria novas oportunidades de negócio, já que os resíduos são potencialmente recicláveis, compostos essencialmente por vidro e papel.

Fonte: Mundo Logística; disponível em http://www.mundologistica.com.br/portal/noticia.jsp?id=433 ; acesso em 28/02/2012.

27 fevereiro, 2012

Chocolates estreiam transporte multimodal por via fluvial na França [Logística & Transportes Hoje]

O grupo de chocolataria e confeitaria Ferrero e a STEF, empresa de logística do frio, lançaram uma operação em conjunto no transporte combinado rodofluvial entre Ruão e Paris. Pela primeira vez em França, os produtos industriais agroalimentares são transportados a uma temperatura controlada por via fluvial.
Esta operação de transporte será realizada semanalmente através da ligação fluvial Ruão/Gennevilliers, realizada pela sociedade MARFRET e gerida pela VNF (Voies Navigables de France: estabelecimento público sob a tutela do Ministério da Ecologia, do Desenvolvimento Sustentável, dos Transportes e da Habitação francês), explicam as duas empresas em comunicado.
Na fase inicial, o equivalente a um semirreboque transitará semanalmente desde o armazém da Ferrero em Grand-Quevilly, França, perto do Ruão, até ao porto de Gennevilliers, em Paris, para entrega num armazém de distribuidor em Marli-la-Ville.
“Combinar o transporte rodoviário com o fluvial é oferecer simultaneamente uma resposta perfeitamente adaptada às necessidades de entrega em massa da FERRERO e uma nova escolha futura para outros industriais de produtos frescos com um prazo de validade longo”, destaca Serge Capitaine, diretor-geral adjunto da STEF.

Fonte: Logística & Transportes Hoje (Portugal); disponível em http://www.logisticaetransporteshoje.com/news.aspx?menuid=8&eid=6286&bl=1 ; acesso em 26/02/2012.

Note: Um exemplo interessante da utilização do modal fluvial para transporte de produtos com valor agregado (alimentos com temperatura controlada).


24 fevereiro, 2012

Estudo sobre embalagem aborda meio ambiente [Portal Newtrade]

A ABRE – Associação Brasileira de Embalagem iniciou a coleta de dados da pesquisa desenvolvida pelo Comitê de Estudos Estratégicos da entidade e coordenada por Fabio Mestriner, denominada “A visão do setor de embalagem sobre a EMBALAGEM".
Através desta ação, a ABRE tem como principal objetivo conhecer a visão do profissional do setor em relação à embalagem, mediante temas relevantes. Por meio do serviço Survey Monkey serão pesquisadas questões como a embalagem e o meio ambiente; a embalagem e a sociedade; a embalagem e o consumo; a embalagem e a economia; a embalagem e a tecnologia e a inovação; e o futuro da embalagem.
O resultado da pesquisa impactará nas próximas ações da Associação, pois espera-se compreender e entender como os profissionais de embalagem enxergam sua contribuição dentro da cadeia produtiva do setor e, a partir disso, definir as diretrizes e estratégias para os anos seguintes.

A pesquisa está aberta a todos os interessados através do link http://www.surveymonkey.com/s/Z5D5YSV

Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://www.newtrade.com.br/noticia/estudo-sobre-e-embalagem-aborda-meio-ambiente; acesso em 23/02/2012.

23 fevereiro, 2012

Cinco carreiras de destaque em logística [Apics]

Segundo a empresa de talentos Wanted Analytics, mais de 49.000 empregos na cadeia de suprimentos e gestão de operações foram publicadas on-line nos últimos três meses, um aumento de 24% em relação ao ano anterior. Michael Koploy, do blog Software Advice, apresenta o que ele considera as cinco carreiras que mais crescem no ramo da logística e as habilidades necessárias para ser bem sucedido.
Analista de planejamento de demanda. Este profissional alinha os níveis de estoque para a demanda do produto. O papel exige uma análise quantitativa, sendo a matemática uma ferramenta muito útil. Experiência com empresas de software de planejamento de recursos é um plus, assim como conhecimento da cadeia de suprimentos e gestão de operações e certificações.
Gerente de compras. Estes profissionais tem a responsabildiade de negociar com fornecedores e monitorar seus desempenhos. Capacidade de análise cuidadosa e habilidades de negociação são desejados, assim como experiência em cadeia de suprimentos e gestão de operações, estatística, marketing e vendas.
Supervisor de centro de distribuição. É o gestor do armazém e visa garantir que o centro de distribuição seja organizado e eficiente. O papel atualmente não exige certificações avançadas, mas uma compreensão dos princípios da cadeia de suprimentos é recomendada.
Consultor de cadeia de suprimento. Esses profissionais trabalham com muitos clientes para resolver problemas e melhorar o desempenho da cadeia de suprimentos. Formação em economia, engenharia e gestão da cadeia de suprimentos são requisitos desejáveis, podendo abrir portas para funções de gestão da cadeia ou de posições em empresas de consultoria independentes.
Serviços terceirizados de logística (3PL) - Gerente de desenvolvimento de negóciosAtuando em  3PL (operadores logísticos), esses trabalhadores impulsionam novos negócios e gerenciam relacionamentos com clientes. Conhecimentos básicos de centrais de abastecimento, conceitos de gestão da cadeia, bem como experiência de mercado são importantes para esta carreira. Uma compreensão de vendas ou gestão de contas também é útil.

Fonte: Informativo Apics - The association for operations management, Vol. 12, N. 4, 21/02/2012. Tradução própria.

05 fevereiro, 2012

Agricultura do PR passa por Paranaguá [Portal Webtranspo]

Os agricultores paranaenses optaram pelo porto de Paranaguá para exportar sua produção, tanto é que passaram por lá, 77% da soja em grão, 81% do milho, 72% do trigo e 95% do açúcar da safra 2010-2011 do Estado. Estes produtos ajudaram o terminal a registrar o recorde de 41 milhões de toneladas movimentadas no período. O resultado também fez com que o porto chegasse à participação de 25% do transporte brasileiro de cargas no complexo soja (grãos, farelo e óleo), superando Santos (SP) e Rio Grande (RS).
“Este resultado reflete a atenção que dedicamos aos produtores paranaenses neste ano, buscando novos parceiros, oferecendo estabilidade para novos projetos. Assim recuperamos parte das cargas que haviam migrado para Estados vizinhos”, destaca José Richa Filho, secretário estadual da Infraestrutura e Logística. O terminal, por exemplo, respondeu pela movimentação de 12,2 milhões de toneladas de soja, de um total de 15,4 milhões de toneladas produzidas no Paraná.
Airton Maron, superintendente da Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina), destacou que o resultado foi fruto de uma série de ações para ampliar a competitividade do terminal. Dentre as medidas adotadas, ao longo de 2011, estiveram melhorias das operações, recuperação de equipamentos, dragagem emergencial, bem como aproximação das autoridades de Paranaguá com os operadores e com as agências reguladoras.
“O próximo passo é começar a investir, para expandir. Em breve vamos licitar as obras de repotencialização do corredor de exportações, que permitirão dar um salto ainda maior”, destacou o superintendente.
De acordo com Alfredo Matthiesen, presidente do CAP (Conselho da Autoridade Portuária) do Porto de Paranaguá, representante da SEP (Secretaria Especial de Portos) no Conselho, o terminal está mais dinâmico com a nova administração. “Aumentou a integração dos atores do setor portuário. A credibilidade cresceu e os exportadores hoje estão mais seguros de usar as instalações e os serviços do porto de Paranaguá”, destacou.

Fonte: Portal Webtranspo; disponível em http://www.webtranspo.com.br/aquaviario/24095-agricultura-do-pr-passa-por-paranagua ; acesso em 05/02/2012.

26 janeiro, 2012

Novidades no Armazena e Movimenta

O Blog Armazena e Movimenta está de cara nova, com layout atualizado para facilitar o acesso dos leitores ao conteúdo postado e proporcionar maior conforto aos que nos acompanham.

Além disso, a partir de agora, também estamos no Facebook (www.facebook.com/armazenaemovimenta).

Sejam bem-vindos a esta nova fase do nosso blog.

Forte abraço.

24 janeiro, 2012

Novo canal do Panamá representará uma revolução logística internacional [Mundo Logística News]

A logística Atlântico/Pacífico sofrerá transformação imensurável a partir de 2014, quando será inaugurada a ampliação do canal do Panamá. A capacidade operacional deverá passar de 320 milhões para mais de 600 milhões de toneladas por ano. O atual sistema de interligação que opera perto de 14 mil navios por ano, apesar das inúmeras transformações tecnológicas, permite a passagem de graneleiros da classe Panamax com aproximadamente 60 mil toneladas de carga, em seus 82 km.
O novo canal paralelo permitirá navios de aproximadamente 150 mil toneladas. Quanto aos conteineiros, passará dos atuais 4.400 para mais de 12 mil TEUs.
Os graneleiros maiores que partem das proximidades da linha do Equador, atualmente, utilizam-se basicamente da rota do sul da África. É o caso dos corredores de exportação do Arco Norte: Santarém, Itacoatiara, Belém, São Luís e Pecém.
A relevância desse fato se amplia, pois nas próximas décadas os principais mercados para soja e milho estarão na Ásia. Esses mercados dependerão em muito dos suprimentos das novas fronteiras de produção brasileiras.

Fonte: Mundo Logística News; disponível em http://www.mundologistica.com.br/portal/noticia.jsp?id=309 ; acesso em 15/01/2012.

26 dezembro, 2011

Valeu 2011. Que venha 2012!

Chegamos na última semana de 2011. Um ano repleto de acontecimentos, em que as empresas foram desafiadas dia após dia para garantir sua sobrevivência. Entre chuvas torrenciais no Brasil, revoltas no Oriente Médio, terremotos no Japão e crise econômica na Zona do Euro, gestores tiveram que buscar estratégias que lhes permitisse manter suas operações.

Certamente, os profissionais da cadeia de suprimento, com sua competência e criatividade tiveram grande contribuição no alcance dos objetivos traçados.

Agora, chegou a hora de refletirmos sobre tudo que aconteceu nesse ano, acertos e erros, e planejar um 2012 que promete tantos outros desafios. 

O Armazena e Movimenta entra em férias e retornará em 23 de Janeiro. Aproveitamos para agradecer a todos que nos acompanharam em 2011 e convida-los a nos prestigiar também em 2012.

Um excelente 2012 a todos!

12 dezembro, 2011

História e transporte de Blumenau/SC [Programa Brasil Caminhoneiro]

Matéria apresentada no programa Brasil Caminhoneiro em 04/12/2011 sobre a cidade de Blumenau, em Santa Catarina, e a situação do transporte de cargas na região.

Assista em: http://www.brasilcaminhoneiro.com.br/V4/webtv/index.php?iv=19256&cv=1&pgm=102/?utm_source=news0812&utm_medium=email0812&utm_content=tv010812&utm_campaign=news0812

08 dezembro, 2011

Produção de caminhões está em alta [Portal Webtranspo]

O ano de 2011 se mostrou positivo para os fabricantes de caminhões, de janeiro a novembro, foram produzidas 197.929 unidades, o que significou um crescimento de 13,5%. Somente no último mês, foram 19.289 veículos pesados fabricados, que mesmo tendo sido um volume 1,6% menor que o alcançado em outubro, correspondeu a um incremento de 10,9% sobre o mesmo período do ano passado.
Seguindo a tendência de alta dos caminhões, as fabricantes de ônibus produziram 43.240 unidades até este momento do ano, o que significa uma alta de 12,2% sobre igual período do ano passado. Em novembro, saíram da linha de produção 4.410 veículos, um crescimento de 73,4% sobre igual espaço de tempo de 2010.
De acordo com o relatório da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), o mercado de caminhões e ônibus se demonstra muito mais aquecido do que o de veículos.
Exemplo disso é que a produção nacional de veículos leves se manteve estável com um total de 2.902.997 unidades em 2011. No último mês, a fabricação de automóveis decaiu 9,1% sobre o mesmo período do ano passado, foram 250 mil unidades contra 282 mil. Ao todo, considerando os automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, foram montadas 144.166 unidades, número 0,9% superior ao alcançado nesta altura do ano passado.
O ranking de maiores vendedores de caminhões no Brasil segue sendo liderado pela MAN, com 46.510 unidades emplacadas; na segunda posição aparece Mercedes-Benz, 38.849 emplacamentos; seguidas por Ford, com 27.558; Volvo, 17.234; Iveco, 13.050, e a Scania, 12.028.
Já em produção de ônibus, a Mercedes lidera com 13.365 unidades vendidas, MAN aparece em segundo lugar, com 10.184 e, em terceiro está a Agrale, com 4.011. Iveco e Scania estão empatadas no quarto lugar, com 1.189 unidades e a Volvo está em quinto, com 1.125.

Fonte: Portal Webtranspo; disponível em http://www.webtranspo.com.br/rodoviario/23814-producao-de-caminhoes-esta-aquecida ; acesso em 08/12/2011.