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31 dezembro, 2012

Nestlé Waters e Ambev formam acordo de distribuição [Portal Newtrade]

A Nestlé Waters, divisão de águas do Grupo Nestlé, e a Ambev acabam de fechar um acordo para distribuição das marcas de água Nestlé Pureza Vital e São Lourenço. Válido para a Região Sudeste e para os Estados do Paraná e da Bahia, neste último exclusivamente para a marca São Lourenço, a Nestlé se beneficiará da ampla malha de distribuição da Ambev. Já a Ambev complementará seu portfólio de bebidas ao oferecer as águas da Nestlé. O acordo estratégico destina-se aos canais bar, mercearias, padarias, adegas e supermercados de pequeno e médio porte.
“A expertise da Ambev com a operação logística vai assegurar que o consumidor encontrará nossos produtos em mais locais e pontos de venda com o reconhecido padrão de qualidade Nestlé. Este acordo contribuirá para acelerar nosso crescimento e será, sem dúvida, um win-win para ambas as partes.”, afirma Alexandre Carreteiro, diretor geral da Nestlé Waters no Brasil.
Segundo Ricardo Moreira, diretor de Refrigenanc (refrigerantes e não carbonatados) da Ambev, “o portfólio de bebidas não alcoólicas, que já conta com marcas Pepsi, Guaraná Antarctica, Soda Limonada e Sukita, entre os refrigerantes, Lipton, no segmento de chás gelados, Gatorade, líder entre os isotônicos, e com o energético Fusion, agora encontra este complemento perfeito com marcas de águas muito reconhecidas, agregando valor aos consumidores e clientes.”
Serão distribuídas Nestlé Pureza Vital e São Lourenço, com e sem gás, em embalagens de 300 ml; 510 ml; 1,2l e 1,5l. O acordo contemplará a Região Sudeste e os Estados do Paraná e Bahia, áreas de maior consumo de água engarrafada em embalagens de pequeno formato (menos de 20l). Trata-se de um mercado total de 13 bilhões de litros no Brasil e que já movimenta US$ 8,2 bilhões, de acordo com informações da consultoria Zenith International.
Os termos da parceria já foram aprovados pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).
 
Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://newtrade.com.br/noticia/nestle-waters-e-ambev-estabelecem-acordo-de-distribuicao ; acesso em 31/12/2012.
 
Nota: Em tempos de restrições de trânsito de veículos de transporte de cargas, controle de custos operacionais, redução na emissão de gases de efeito estufa, é forte a tendência de realização de acordos semelhantes ao descrito aqui. Neste contexto, cada vez mais, as empresas buscam identificar similaridades e oportunidades de compartilhamento de suas estruturas. Aproveitando a oportunidade, desejamos um excelente 2013 a todos que acompanham o Armazena e Movimenta!

24 dezembro, 2012

Comércio eletrônico luta para entregar produtos a tempo [Jornal Nacional]

Assista a matéria apresentada na edição de 22/12/2012 do Jornal Nacional sobre o esforço de empresas de comércio eletrônico para entrega dos produtos vendidos antes do Natal.

Fonte: Jornal Nacional; disponível em http://g1.globo.com/jornal-nacional/videos/t/edicoes/v/comercio-eletronico-luta-para-entregar-produtos-a-tempo/2309310/ ; acesso em 23/12/2012.

18 dezembro, 2012

Indústria paranaense assume compromisso com a logística reversa [Observatório da Indústria - FIEP]

O governador Beto Richa [do estado do Paraná], o secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jonel Yurk, e o presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, assinaram na segunda-feira (10/12) os termos de compromisso de 11 setores da economia paranaense com a Logística Reversa. A medida visa adequar o setor produtivo do Estado para atender à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), aprovada pelo Congresso Nacional em 2010, que institui a obrigatoriedade da Logística Reversa, ou seja, o caminho contrário que o produto faz após o seu consumo, passando por toda cadeia produtiva, voltando até o fabricante, que lhe dará a destinação final ambientalmente correta.
No Paraná, esta regulamentação é conduzida pela Sema, que lançou este ano um edital convocando a indústria do Estado a se comprometer com esta prática, que envolve também o comércio, importadores e os consumidores. Dos 100 sindicatos industriais de base estadual filiados à Fiep, 65 já se comprometeram com a secretaria.
A convocação tem como objetivo construir a proposta para Logística Reversa de forma conjunta, pelo governo e pela indústria do Estado. Segundo o governador, o diálogo foi a tônica dessas discussões “Assinamos um pacto com as indústrias, em um processo democrático e transparente. Quem ganha com isso é a natureza e todos nós. Fico feliz de ter essa parceria produtiva e de resultados extraordinários para nosso Estado”, disse.
 
Fonte: Observatório da Indústria - FIEP; disponível em http://www.fiepr.org.br/boletimobservatorio/News10739content202956.shtml ; acesso em 17/12/2012.

13 dezembro, 2012

Infraestrutura precisa atrair US$ 100 bi por ano [Portal Logweb]

Os investimentos em infraestrutura no Brasil poderão alcançar entre US$ 500 bilhões e US$ 700 bilhões em cinco anos. A estimativa é da presidente da Standard & Poor's para o Cone Sul, Regina Nunes.
"É uma média de US$ 100 bilhões por ano de recursos necessários para modernizar vários setores fundamentais para o País, como rodovias, portos e aeroportos", afirmou. Segundo ela, entre esses recursos está uma parcela dos investimentos previstos para o pré-sal que, se fossem considerados integralmente, elevariam o montante para US$ 1 trilhão.
Ela apontou que a própria classificação de risco do Brasil poderia ser elevada se o País tivesse uma melhor infraestrutura - a nota do Brasil é BBB, cuja perspectiva estável tem viés positivo para o médio prazo.
A presidente da Standard & Poor's se mostrou otimista e disse acreditar que, conforme os novos investimentos forem sendo feitos, isso deve ocorrer. "Na medida em que os investimentos do setor de logística e transportes começam a maturar, em poucos anos isso vai reduzir os custos das empresas, o que vai baixar pressões sobre inflação e elevar o PIB potencial."
Velocidade. O presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, concorda com a importância da infraestrutura para o desempenho do Brasil. "Temos de utilizar a infraestrutura como fator indutor da atividade econômica", disse. "Precisamos ter uma logística que dê competitividade ao nosso setor produtivo."
Mas ele admitiu que o governo tem deixado a desejar no ritmo de execução das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Figueiredo defendeu, porém, o programa e afirmou que o nível de execução vem melhorando.
"O PAC trouxe uma grande novidade, que é o fato de todas as obras terem recursos para começar e acabar. Ele trouxe essa condição financeira para executar as obras. Também trouxe para o setor público o compromisso com prazos. Hoje só é possível identificar atraso nas obras porque há um cronograma", disse, ressaltando que a cada quatro meses o governo presta contas à sociedade sobre o andamento dessas obras. [O Estado de S.Paulo]
 

09 dezembro, 2012

Tesco (Home Plus) - Vitrines virtuais

O vídeo abaixo mostra a solução adotada pela Tesco (Home Plus) para aumentar suas vendas na Coréia sem que fosse necessário abrir novas lojas. Um ótimo exemplo da aplicação de criatividade e tecnologia a serviço do varejo.




14 novembro, 2012

Plataformas niveladoras de docas [Logweb]

O bom desempenho da economia brasileira e a ascensão do mercado logístico fez com que o setor de plataformas niveladoras de docas se tornasse mais competitivo e tivesse um crescimento elevado nos últimos anos. Em busca de rapidez de respostas, as empresas têm investido cada vez mais nesse mercado, no intuito de impulsionar seus processos de carga e descarga de produtos.
Para grande parte dos executivos do setor entrevistados pela Logweb, essa é uma tendência que deve se manter nos próximos anos, e a competição que ela traz exigirá constantes investimentos em tecnologia e infraestrutura por parte dos fabricantes.
“A construção de galpões, centros de distribuição e condomínios logísticos, entre outros, todos considerando a tecnologia atual empregada na logística de distribuição, tem sustentado um sólido crescimento para o mercado das niveladoras de doca, que passaram a ser itens essenciais nesses novos prédios”, afirma Edson Salgueiro Junior, diretor da Tailtec Equipamentos Hidráulicos – divisão Docktec (Fone 11 3686.8669).
“Com o aquecimento do setor logístico, o mercado de plataformas niveladoras está em ascendência, pois cada vez mais as empresas precisam tornar bem mais ágeis seus processos logísticos, e para isso, o uso de niveladores de doca é indispensável” explica Elenice Fernandes, gerente de marketing da Rayflex Portas Flexíveis (Fone 11 4645.3360). [CONTINUA]

Fonte: Portal Logweb; disponível em http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/30540/plataformas-niveladoras-de-docas-agilidade-requerida-no-setor-logstico ; acesso em 14/11/2012.



13 novembro, 2012

Produção Enxuta [Infoescola]


A nomenclatura – Produção Enxuta – é dotada de vários sinônimos: TPS (Toyota Production System ou em português – Sistema Toyota de Produção), Lean Manufacturing, Produção Lean e Lean Thinking. E ainda, segundo o professor Osny Augusto Júnior, algumas organizações acabam por criar uma denominação própria para essa filosofia quando integrada a seu sistema de gestão, como é o caso das gigantes Bosch (BPS – Bosch Production System), Volvo (VPS – Volvo Production System) e HP (Produção com Inventário Zero).
A organização ao render-se à Produção Enxuta, quebra o velho paradigma da produção em massa, pois passa a operar a partir do chamado sistema puxado, ou seja, deixa muitas vezes de utilizar a capacidade máxima de sua planta e começa a produzir em concordância com a demanda do mercado. Logo, a frase “Máquina parada é prejuízo”, a partir da filosofia da Produção Enxuta, passa a ser repensada.
Dentro da literatura administrativa, o termo possui uma vasta gama de definições, entretanto todas estas concernem no sentido de que esta é uma filosofia tende à produção sem desperdício. E, acerca dessa afirmativa, o professor Eudes Luiz Costa Junior relata que a maneira mais eficiente para se atingir alto nível de desempenho é a redução das ineficiências inerentes ao sistema. E dentro de um contexto produtivo, essas ineficiências são conhecidas como os sete desperdícios na produção:
1. Superprodução;
2. Estoque;
3. Espera;
4. Transporte;
5. Defeitos;
6. Movimentação nas operações;
7. Processamento.
Dentro dessa filosofia produtiva, de modo geral, os fornecedores entregam lotes racionalizados, o que torna o trabalho fabril mais leve no sentido de não acarretar, por exemplo, grandes estoques. E a respeito da estocagem, essa é uma prática vista como desagregadora de valor ao produto, pois os custos intrínsecos a sua existência quando repassados ao consumidor tornam a empresa menos competitiva.
Além disso, um dos fatores cruciais dentro de todo esse contexto é a da capacitação das equipes de trabalho, pois uma vez que a Produção Enxuta é uma filosofia e não uma ferramenta ou um sistema, as pessoas envolvidas no processo tornam-se as responsáveis pelo sucesso, ou não, das ações.
Por fim, é provado que esse modelo produtivo é capaz de, desde que bem aplicado, reduzir os custos de uma empresa de modo significativos através da redução do set-up*, do lead time**, de despesas referentes à manutenção de equipamentos, da minimização de movimentações e transportes desnecessários e da estocagem mínima.
*Processo de mudança da produção de um item para outro em uma mesma máquina ou equipamento que exija troca de ferramenta e/ou dispositivo.
**Tempo entre o momento de entrada do material até à sua saída do inventário.
 
Referências:
COSTA JUNIOR, Eudes Luiz. Gestão em processos produtivos. Curitiba: Ibpex, 2008.
OSNY AUGUSTO JUNIOR. Estrutura e métricas seis sigma. Curitiba, 2010.
 
Por Rogério Ramos

Fonte: Infoescola; disponível em http://www.infoescola.com/administracao_/producao-enxuta/ ; acesso em 04/11/2012.

05 novembro, 2012

Esteja pronto para dizer adeus à cadeia de suprimentos como nós conhecemos [DC Velocity]

O som do alerta de H. Ross Perot está de volta. Só que desta vez não é o México que desvia empregos nos EUA em um mercado pós-NAFTA. Na verdade, não tem nada a ver com empregos ou México. Pelo contrário, são os usuários finais tirando o controle dos produtores e retalhistas na cadeia de suprimentos.
A mudança para uma "demand-pull", modelo que tem sido assunto de muito debate desde que a Internet se tornou um canal comercial sustentável. Mas, como o e-commerce explode, a influência dos usuários finais é cada vez mais forte. Essas pessoas têm expectativas muito claras quando se trata de como e quando os itens serão entregues.
Na visão de futuro das empresas, o debate está dando lugar à ação. Vários meios de comunicação, incluindo o DC Velocity [http://www.dcvelocity.com], têm relatado que a Amazon.com está pronta para ampliar seu nível de serviço, para que ela possa realizar entregas no mesmo dia. Há alguns dias, em meados de outubro, foi noticiado que o Wal-Mart e o site de leilões online e-Bay estavam testando entregas no mesmo dia. Não ficariamos surpresos de ver outros varejistas ir pelo mesmo caminho.
Na frente, a UPS Inc. há 14 meses apresentou um serviço chamado "My Choice", que deu ao consumidor a flexibilidade de escolher quando e onde ele quer que os pacotes sejam entregues.
O lançamento foi o reconhecimento da UPS que, pela primeira vez em sua história de 105 anos, alterou a sua forma de entrega de pequenas encomendas. "Nossos clientes sempre foram os carregadores", disse Alan Amling, vice-presidente da UPS, na recente Conferência Global Anual do Conselho de Profissionais de Supply Chain Management (CSCMP) .
Wal-Mart, Amazon e UPS são diferentes tipos de empresas a seguir caminhos diferentes. Mas seus destinos são os mesmos: as carteiras dos usuários finais. Muitos desses usuários finais estão na faixa de idade de 35 anos e desejam seus bens como, quando e onde eles querem, e com frete grátis.
Em uma apresentação na conferência CSCMP, a transportadora regional OnTrac usou a frase "Da minha maneira, de imediato, por que pagar?" para descrever a atitude do grupo etário 18-34. A mentalidade pode passar por arrogância, mas as empresas não podem ignorar este pensamento. Apesar de uma economia lenta [nos EUA], consumidores da Geração Y aumentaram seus gastos em 31% no ano passado, segundo dados da Forrester Research citados na apresentação da OnTrac.
Quanto ao que o futuro reserva, a Forrester prevê que as vendas on-line, que atingiram US$ 200 bilhões em 2011, vão crescer 60% ao longo dos próximos cinco anos. As transações Business-to-Consumer [B2C] já representam mais de 40% de todo o tráfego de encomendas, uma relação que tende a aumentar.
Dadas essas tendências, parece claro que a cadeia de fornecimento de 2020 ficará radicalmente diferente do que é hoje. O transporte rodoviário atuará em menores distâncias. Vários hubs aéreos e terrestres surgirão. Armazéns e centros de distrbiução serão projetados e localizados com o modelo de atendimento ao consumidor em mente, e irão operar no round-the-clock-mode com robôs desmembrando paletes em pequenas remessas num ritmo em que o trabalho manual não pode igualar. As companhias regionais de encomendas que já trabalharam muito tempo na sombra da UPS e FedEx vão prosperar para atendimento de demandas de curta distância, serviços de entrega flexíveis, que são sua especialidade. E haverá novas oportunidades de emprego, como carregadores, transportadores, terceiros, e armazéns, criando posições de alto nível dedicados ao atendimento do e-commerce.
Para a maioria, se não para todos, a estratégia e execução será destinada a satisfazer uma nova classe de poder: o usuário final.

Fonte: DC Velocity: Get ready to say goodbye to the supply chain as we know it; disponível em http://www.dcvelocity.com/articles/20121029-get-ready-to-say-goodbye-to-the-supply-chain-as-we-know-it/ ; acesso em 02/11/2012; tradução livre.

31 outubro, 2012

Varejistas implantam centros de distribuição em novos mercados [Portal Newtrade]

O varejo no Brasil está em expansão. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas acumulam alta de 7,5% entre janeiro e julho. Nesse cenário, São Paulo permanece como o maior mercado do País, mas outros Estados ganham destaque. No mesmo período, por exemplo, o Paraná e o Rio Grande do Sul apresentaram crescimento acima da média nacional – respectivamente 10,11% e 7,89%.
De acordo com Rodrigo Demeterco, presidente de uma empresa especializada em infraestrutura logística, antigamente muitos varejistas concentravam seus centros de distribuição em São Paulo e, a partir destes pontos, atendiam outros estados. Com isso, várias cidades eram abastecidas apenas por caminhões. Hoje, contudo, ele afirma que o cenário é outro.
"Para atender melhor os diversos estados, além dos da região Sudeste, é necessário descentralizar as operações e assim chegar mais rapidamente a mercados que são cada vez mais importantes", analisa. "Para isso, é preciso avaliar as opções de espaços disponíveis adequados à instalação de uma operação logística eficiente".
Com este cenário, segundo Demeterco, os condomínios logísticos são a melhor opção para empresas que estão expandindo para novos mercados. "Além de todos os benefícios estruturais e infraestruturais de um empreendimento moderno e preparado para operações logísticas, os armazéns já estão prontos para a ocupação, o que agiliza o processo e diminui o investimento necessário para implantação de um CD em outras regiões", explica.
Os condomínios logísticos são espaços que reúnem armazéns que podem ser divididos em módulos menores independentes - utilizados por diferentes ocupantes. Cada um deles é responsável pela manutenção de sua área privativa, contudo, as despesas com serviços e manutenção das áreas comuns são divididas. É possível alugar desde um armazém inteiro até uma parte dele, o que faz com que os condomínios recebam operações dos mais diversos portes.
"Custos como segurança e portaria, por exemplo, são rateados entre os ocupantes, o que propicia uma relação custo-benefício mais vantajosa", diz Demeterco. "Além disso, com um investimento menor, se comparado ao de construção e manutenção de um armazém próprio, é possível instalar as operações de armazenagem em espaços bem localizados e com infraestrutura de ótima qualidade".
Devido à localização privilegiada dos condomínios, próximos a importantes mercados consumidores e às margens de rodovias, uma das vantagens que mais se destaca é a redução no tempo e no desempenho das entregas ao cliente/usuário, de acordo com Demeterco. "Isso tudo sem mobilizar o capital da empresa com despesas de construção e manutenção de um imóvel".

Fonte: Portal Newtrade; disponível em http://www.newtrade.com.br/noticia/varejistas-implantam-centros-de-distribuicao-em-novos-mercados?utm_source=MailingList&utm_medium=email&utm_campaign=Newsletter+%2823%2F10%2F2012%29 ; acesso em 28/10/2012.

23 outubro, 2012

As 7 etapas da armazenagem - Infográfico [IMAM - Intralogística]

Clique na imagem abaixo e veja o infográfico elaborado pela revista Intralogística com as 7 etapas da armazenagem.


Fonte: Revista Intralogística; disponível em http://www.imam.com.br/revistaintralogistica/infograficos/as-7-etapas-da-armazenagem ; acesso em 18/10/2012.

17 outubro, 2012

Medição das emissões nas cadeias de suprimentos [APICS]

Empresas procuram reduzir os riscos e maximizar as oportunidades em suas cadeias de fornecimento globais. A correspondente da Forbes, Manish Bapna, escreve que grandes empresas multinacionais, incluindo a Honda, a BASF e a SAP estão aproveitando a medição de gases de efeito estufa em toda sua cadeia de valor, não apenas para promover o meio ambiente, mas porque é bom para a sua reputação, seus perfis de risco e identificaçãco de oportunidades para inovação.
Muitas outras multinacionais seguem por esse caminho. Segundo uma pesquisa do Carbon Disclosure Project, 70 por cento das maiores empresas globais mediu as emissões da cadeia de valor em 2011, contra cerca de 50 por cento em 2010. Um motivador para este comportamento é demanda dos clientes. Clientes de varejo e corporativos exigem, cada vez mais, evidências de que os fabricantes  aplicam os princípios de sustentabilidade para os produtos que produzem, assim como suas cadeias de suprimentos.
Ao examinar os impactos ambientais em fornecedores, as empresas também aumentam a sua consciência do potencial de riscos ambientais, incluindo a escassez de água e mudanças climáticas. Mais de quatro quintos dos entrevistados indicaram que as alterações climáticas representam um risco real para a empresa, com 37 por cento considerando-o um "perigo real e presente".
Finalmente, a medição das emissões da cadeia de valor pode levar a aumentos de eficiência e redução de custos. Adotar uma consciência de sustentabilidade para a cadeia de suprimentos ajuda concentrar esforços para melhorar o design de produtos e para outras oportunidades de inovação.

Fonte: e-news APICS, vol. 12, n. 20, 16/10/2012. [Tradução do blog]

02 outubro, 2012

Site compara custo-benefício para transporte de cargas [Noticenter]

A regra geral para quem quer comprar é pesquisar, comparar e pechinchar. Já quem quer vender está atrás do melhor preço com o menor custo. No entanto, a falta de opção ou conhecimento de mercado faz com que se pague mais caro por determinado produto ou serviço.
Com o objetivo de democratizar o mercado de transporte de cargas e fretes, o site Axado (www.axado.com.br), desenvolvido em Florianópolis, surge como uma opção para pessoas físicas e pequenas e médias empresas.
O site é um serviço em que qualquer pessoa pode acessar e pesquisar qual empresa oferece o melhor custo-benefício para transportar uma encomenda. Quem quiser enviar um presente de Florianópolis a Belo Horizonte, por exemplo, pode visualizar direto no Axado as opções de transporte da carga - aérea, rodoviária ou marítima -, prazo de entrega e, principalmente, o custo para atender o pedido.
Guilherme Reitz, um dos fundadores da empresa, ao lado de Leandro Baptista, explica que muitas vezes a parceria com uma só transportadora não oferece o melhor custo benefício para todo o catálogo de uma empresa.
“Para pequenos e médios empresários que precisam enviar seus produtos a diversas localidades, o Axado apresenta no mesmo ambiente virtual várias opções para contratar o frete que oferece o preço mais competitivo para enviar cada produto”, acrescenta Reitz. Ao proporcionar essa liberdade de escolha, a ferramenta gera mais economia à empresa.
Com o serviço é possível comparar preços, prazos, formas de pagamento e qualificações de transportadoras. O cliente ainda pode optar pela oferta de mercadorias que mais se adéqua a sua necessidade.
A solução possibilita que o usuário não perca tempo ligando ou enviando e-mails para diversas transportadoras a fim de obter informações sobre uma determinada demanda logística.
No site, as ofertas de frete também são agrupadas e organizadas no mesmo lugar, facilitando o processo e tornando-o mais rápido e acessível. De acordo com os empreendedores, a solução “é novidade para um mercado que atualmente passa por uma transformação logística impulsionada pela facilidade do acesso à internet e pelo desenvolvimento acelerado da área de tecnologia da informação”.
A nova versão do serviço conta com o recurso de pesquisa através do CEP de qualquer localidade do país. Ainda é possível consultar e incluir múltiplos volumes de uma só vez. A empresa também amplia continuamente sua base de transportadoras parceiras, para que o usuário tenha uma oferta sempre atualizada para sua demanda de frete. 
Desenvolvido por jovens recém-graduados de Florianópolis, o site Axado é produto da start-up homônima que, desde o início de 2011, desenvolve tecnologia para facilitar a vida de quem precisa contratar o serviço de transportes de produtos e cargas para as diversas regiões do território brasileiro.
Em 2011, por meio do investidor anjo Marcelo Amorim, a empresa recebeu um aporte financeiro da Jacard Investimentos - atualmente está na segunda rodada de investimentos.
Para os próximos meses, através da obtenção de recursos, os empreendedores pretendem investir em novos produtos da empresa, como plataforma para cálculo de frete em e-commerce, plataformas C2C e portais de e-procurement.
 
 

25 setembro, 2012

Os países nota dez (e nota zero) em logística [Exame.com]

Cingapura é exemplar quando o assunto é logística. Essa é uma das conclusões possíveis com o índice do Banco Mundial que mede quão “amigável” é a logística dos países. Na ponta contrária, com as piores condições, fica o Burundi, país da África.
O ranking leva em consideração as condições de todo sistema logístico, que pode incluir portos e meios de transporte terrestre e aéreo. As 155 regiões e países estudados para a lista recebem uma nota e o primeiro colocado fez 4,13 pontos.
O Brasil ficou em 45º lugar no ranking global, com 3,13 pontos.
 

23 setembro, 2012

ABB transporta maiores transformadores HVDC do mundo [Logweb]

A ABB (Fone: 0800 014.9111), atuante no setor de tecnologias de energia e automação, acaba de transportar os maiores transformadores HVDC [High Voltage Direct Current] do mundo, que irão integrar o Projeto Rio Madeira, rede de transmissão que conectará duas hidrelétricas no Noroeste do Brasil até São Paulo, cobrindo uma área de 2.500 quilômetros.
Os sete transformadores HVDC de 600 kV que foram transportados estão entre os principais componentes que irão regular o fluxo de energia e facilitar a eficiência e confiabilidade da eletricidade que será transmitida para os consumidores por longas distâncias. Cada tanque do transformador tem peso líquido de 400 toneladas.
A longa viagem, feita por meio de oceanos, cidades, vilas, ferrovias, rodovias e navios, teve um planejamento e logística bem detalhados para que fosse possível partir de Ludvika, na Suécia, e chegar ao destino final de Porto Velho, no Brasil.
“Dentre os principais desafios desse transporte estavam a necessidade de estabelecer o trajeto baseado no peso e nas pontes disponíveis no caminho do transporte. É necessário fazer um estudo de todo o trajeto para verificar os limites das pontes e principais restrições do trajeto, bem como obter as devidas licenças para rodar com os diferentes agentes nas estradas privatizadas, priorizando a segurança no carregamento e descarregamento nos diversos tipos de transporte, como balsa e navio”, avalia Felipe Nobre, gerente da divisão sistemas de potência – HVDC da ABB no Brasil. Segundo Nobre, primeiro é necessário avaliar as dimensões e o peso do transformador que será transportado e definir o conjunto transportador adequado para essa operação, conforme normas brasileiras. Com base nestas informações, é feito o estudo do trajeto e viabilidade que identifica as possíveis interferências, restrições geométricas e estruturais do trajeto. Além disso, também é realizada uma análise das condições de acesso ao local de instalação do transformador, resistência do solo, bem como o plano de descarga (pórtico, manual ou guindaste). “Toda a operação deve ser planejada de modo a garantir a integridade do equipamento e segurança da operação e que todos os aspectos legais sejam cumpridos”, continua.
A primeira etapa da viagem foi feita por ferrovia e transportou os equipamentos de Ludvika para o porto Sueco de Oxelösund, de onde foram encaminhados para a cidade de Manaus, AM, em um navio. Apenas essa jornada no Atlântico teve duração de 20 dias.
Em Manaus, cada transformador foi cuidadosamente colocado em uma grande embarcação para continuar a viagem até o Rio Madeira, em Porto Velho. Por conta do peso dos transformadores, era preciso que o rio estivesse com 7 metros de profundidade para que a embarcação pudesse navegar e isso só podia ser garantido durante as chuvas de outono. De Porto Velho até o destino final foram percorridos 20 quilômetros. Nessa etapa final, os transformadores foram colocados em um trailer gigante, conduzido por cinco caminhões que o transportaram pelas rodovias locais. Essa jornada foi concluída com a chegada dos transformadores ao destino final e instalação na subestação.
“Além de adequar pesos e dimensões dos equipamentos aos conjuntos transportadores, é necessário atuar com equipes de operações especializadas e respeitar os horários determinados de tráfego, que limitam o trânsito deste tipo de carga. Também existe o acompanhamento de órgãos competentes de tráfego, esta-duais e federais, concessionárias, companhia de energia e telefonia durante todo o processo. Mas, o diferencial do transporte de um transformador para outros tipos de cargas excedentes está no monitoramento da integridade da carga, feito por meio de um registrador de impacto instalado nele, que identifica qualquer tipo de impacto longitudinal, transversal e vertical no equipamento”, afirma Nobre.
Ao todo, foram gastos R$ 51 milhões no transporte da transmissão do projeto Rio Madeira, excluindo as linhas de transmissão e, dentre as próximas operações da ABB, está a atuação no projeto transmissão de Belo Monte.
 
 

12 setembro, 2012

Os robôs e os empregos no varejo e na logística [Logistics Viewpoints]

Li um post no blog Logistics Viewpoints (que pode ser traduzido como ponto de vista logístico) a respeito de um robô chamado AndyVision, que desenvolve atividades de controle de inventário, identificação de produtos a serem repostos, entre outras. O autor Adrian Gonzales utiliza este exemplo para chamar uma reflexão sobre os impactos do desenvolvimento tecnológico e seus produtos sobre a oferta e demanda por mão de obra, em especial nos setores do varejo e de operações logísticas.
O título original do post é "Robots and the future of retail and logistics jobs" e  traz um vídeo de apresentação do AndyVision. Recomendo aos que nos acompanham a leitura do post na íntegra, disponível no endereço:
 http://logisticsviewpoints.com/2012/09/12/robots-and-the-future-of-retail-and-logistics-jobs/.
 
Boa leitura!

07 setembro, 2012

Chapecó recebe terceira edição da Logistique [Noticenter]

De 23 a 26 de outubro, Chapecó sediará a 3ª Feira Internacional de Logística, Transporte e Comércio Exterior – Logistique. O evento vai receber 185 expositores, 15 mil visitantes e deve movimentar R$ 120 milhões em negócios. Promovido pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas da Região de Chapecó (Sitran), ele será realizado no Parque de Exposições Tancredo de Almeida Neves (Rua Atílio Fontana, s/n).
A feira deste ano terá um novo posicionamento estratégico. O foco estará em soluções logísticas para otimizar resultados e o planejamento ampliará os setores em exposição e visitação, o que aumenta a participação do segmento de intralogística. A iniciativa disponibilizará contatos aos visitantes, para apresentarem resultados e propostas.
O coordenador geral do evento, Leonardo Rinaldi, afirma que a logística é essencial em vários setores da economia e está em constante desenvolvimento, com um futuro promissor. “Ela atua na redução de custos, otimização de processos e organização de negócios, aprimorando a velocidade e eficiência, o que permite com que a empresa trabalhe de forma integrada e sistêmica”, completa. A feira apresentará soluções para que as empresas tenham condições de inovar esta área.
O evento possui quatro principais grupos expositores: transporte e logística (caminhões e implementos, pneus, peças e acessórios, combustíveis e derivados, transportadores, operadores multimodais de carga, companhias aéreas e navegação); intralogística (veículos industriais, equipamentos de elevação, movimentação e armazenagem de carga, pallets e estruturas, embalagens e acessórios); serviços de apoio (software e hardware, controle e automação, bancos e seguradoras); e comércio exterior (agentes de carga, consultoria, câmaras de comércio, despachantes aduaneiros e portos).
 
 

29 agosto, 2012

Logística do Sul do Brasil precisa de R$ 70 bilhões de investimentos [Diário Catarinense]

Para ter infraestrutura que permita transporte eficiente para o desenvolvimento da economia até 2020, a Região Sul, integrada por Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, necessita de investimentos de R$ 70 bilhões em 177 obras. É isso que aponta o Estudo Sul Competitivo, um levantamento inédito encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelas federações das indústrias dos três estados — Fiesc, Fiergs e Fiep — divulgado nesta terça [28/08] em Brasília.
Entre as autoridades presentes, o governador Raimundo Colombo; a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti; o presidente da CNI, Robson Andrade; e o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte.
Responsável pelo trabalho, a empresa de planejamento Macrologística apurou que 51 dos 177 projetos podem ser priorizados. Eles exigiriam investimentos de R$ 15,2 bilhões, 22% do total, melhorariam oito eixos logísticos e evitariam gastos anuais de R$ 3,4 bilhões, que representam cerca de 80% das perdas totais devido ao déficit de infraestrutura de transportes enfrentado hoje na região. A análise considerou o impacto econômico de rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos e dutos.
O objetivo das entidades com a realização desse estudo é, além de saber onde estão os gargalos, buscar soluções com o apoio do poder público para que a economia da região, que hoje representa 17% do PIB brasileiro, possa ter menores custos de logística e, assim, avançar com mais competitividade. O estudo também aponta qual é a melhor alternativa para viabilizar as obras: pelo poder público, iniciativa privada ou parceria público-privada (PPP).
— Precisamos desses investimentos nos três estados, pois, certamente, vão dar mais competitividade a uma região tão importante para a economia brasileira — disse o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.
O estudo também aponta qual é a melhor alternativa para viabilizar as obras: pelo poder público, iniciativa privada ou parceria público-privada (PPP).

Trecho da BR-116 usa 307% da capacidade
O gargalo número 1 da Região Sul é o trecho da BR-116 que liga Curitiba a São Paulo. O uso atual é de 307% da capacidade e, se não for duplicada nos próximos anos, chegará em 2020 com mais de 500% do limite previsto. Vale lembrar que por essa rodovia passa boa parte das cargas do Sul para São Paulo e vice-versa. Por isso, as perdas afetam os três estados do Sul mais uma parte de São Paulo. Nos três estados, pelo menos em 15 rodovias o tráfego atual excede em mais de 100% a capacidade. Quanto maior a demora em fazer as obras, mais aumentam os custos de logística. Se os investimentos não saírem das planilhas, o custo logístico da região, que em 2010 ficou em R$ 30,6 bilhões, vai chegar a R$ 47,8 bilhões em 2020.
 
São oito eixos prioritários
Estão em oito eixos os 51 projetos prioritários apontados pela consultoria Macrologística. Cinco eixos são rodovias já existentes, mas há a necessidade de um novo eixo rodoviário e dois ferroviários. Segundo Olivier Girard, diretor da consultoria, para chegar a essa conclusão, a equipe técnica considerou as obras necessárias para a modernização, implementação e ampliação de cada eixo intermodal, custos de cada uma, prazo de retorno do investimento, impacto ambiental, geração de impostos e empregos, benefícios sociais e oportunidades de desenvolvimento regional em função da integração econômica proporcionada pelos eixos.
 
 

19 agosto, 2012

Fatia das ferrovias nos fretes vai aumentar 36% até 2020 [ILOS]

Hoje, responsável por 28% da carga movimentada no Brasil - ou apenas 12%, se descontado o minério de ferro -, as ferrovias podem elevar a fatia para 38% até o fim da década, um avanço de 36%.
A transição representará ganho de eficiência e redução de custos com frete no país - nos EUA, o custo do transporte sobre trilhos é 40% menor do que o por rodovias.
O cálculo é de Paulo Resende, coordenador de infraestrutura e logística da Fundação Dom Cabral.
"O deslocamento da matriz de transportes aponta para o setor ferroviário. Carregar itens de baixo valor agregado e peso bruto alto em caminhões é ineficiente. Por isso, minerais e cargas de granéis agrícolas e insumos, como fertilizantes, devem fazer a transição."
Para que a malha e o serviço ferroviário avancem, porém, será preciso contar com investimentos privados em combinação com iniciativas do governo. A desoneração das Parcerias Público-Privadas (PPPs), publicadas ontem [08/08/12] no Diário Oficial, devem favorecer essa conjunção.
No setor público, os investimentos estão chegando pelo Programa de Aceleração do Crescimento. "O PAC 1 direcionou R$ 130 bilhões para transportes, sendo 45% para ferrovias", contabiliza João Guilherme Araújo, diretor de desenvolvimento e novos negócios do Instituto de Logística (ILOS).
O objetivo é reduzir a dependência do frete rodoviário, que, como ainda é o mais usado no país, ficou com 50% da verba.
Além das ferrovias, as outras rotas de fuga para o transporte de cargas são a cabotagem e o frete aéreo.
"Por avião, sempre fica mais caro. Mas é um meio que vale a pena para a movimentação de chips, eletroeletrônicos e equipamentos de alto valor agregado", diz Araújo. Na cabotagem, os obstáculos são a falta de estrutura portuária - os bens disputam espaço com mercadorias importadas.
Dependência de caminhões
O advento de novas regulações para o transporte rodoviário e a profissão de motorista, que deverá se traduzir em aumento do custo do frete, reforçou o interesse das companhias na busca de maior eficiência.
A Coca-Cola/Femsa, por exemplo, estima em 40% a elevação dos gastos. "Teremos de repassar os custos adicionais ao preço dos produtos", diz Ramez Bichara, diretor de logística. A companhia estuda revisão dos trajetos e a contratação de pessoal, pois não pode abrir mão dos caminhões.
"Somos dependentes do transporte rodoviário porque é o meio de maior capilaridade, e temos prazo máximo de entrega, 48 horas", explica.
A São Martinho, uma das maiores no país em manufatura de álcool e açúcar, é outra que está focada na eficiência logística. Com 90% do açúcar produzido voltado à exportação, a empresa já dá prioridade ao transporte de granéis até o Porto de Santos por meio ferrovias, diz o diretor de logística, Helder Gosling.
O grupo é o único no país a ter uma usina com terminal ferroviário próprio, na cidade de Pradópolis, no interior de SP.
"Precisamos de transporte de grande escala. Mas os custos em ferrovias poderiam ser muito mais baixos se o modal fosse mais eficiente", diz, lembrando das dificuldades no trânsito das cargas para ter acesso ao porto.
[Brasil Econômico - 09/08/2012]

Fonte: Clipping de Logística - ILOS; disponível em http://www.ilos.com.br/clipping/index.php?option=com_content&task=view&id=6527&Itemid=27 ; acesso em 19/08/2012.