O CREA-PR participa juntamente com a FIEP [Federação das Indústrias do Paraná], IEP [Instituto de Engenharia do Paraná] e Sicepot [Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado do Paraná] do desenvolvimento do PELT 2020 – Programa Estadual de Logística e Transporte, que trará um diagnóstico completo da infraestrutura no Paraná em cinco setores: rodovias, ferrovias, portos e rios navegáveis, aeroportos e regiões metropolitanas. “A ideia é termos um levantamento feito com metodologia e que vai trazer um panorama dos gargalos que o Estado possui nesta área e investimentos necessários pensando no Paraná de 2020. Este trabalho está na fase de levantamento de dados e deve ser concluído em março, para apresentação aos futuros candidatos ao Governo do Estado", disse Cabrini [Presidente do CREA-PR].
Fonte: Boletim CREANET N.245 (CREA-PR).
20 outubro, 2009
15 outubro, 2009
Estudo realizado em almoxarifado de instituição pública
A importância da correta utilização dos recursos físicos e humanos para o sucesso das operações logísticas é inquestionável. Embora muitos setores da economia já tenham evoluido consideravelmente neste assunto, outros ainda não despertaram para os ganhos que podem ser alcançados com a racionalização de seus processos. Entre estes, algumas instituições públicas ainda carecem de orientação. O artigo "Otimização das operações de Movimentação e Armazenagem de materiais através de rearranjo físico: uma proposta de melhoria para um almoxarifado da esfera pública" foi apresentado no XXVI ENEGEP, em 2006, e traz uma abordagem interessante sobre o assunto. Este pode ser acessado através do link:
http://www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP2006_TR450303_8218.pdf .
http://www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP2006_TR450303_8218.pdf .
06 outubro, 2009
F1: um dia de corrida, mais de 250 de preparação

O texto acima é o título de uma matéria do Portal Logweb, que aborda a operação logística para realização do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, a ser realizado em outubro em São Paulo.
Destaco a seguinte informação: "Para o transporte e a movimentação de quase 1.000 toneladas de equipamentos envolvidos no evento, são utilizados mais de 70 caminhões, 50 empilhadeiras e paleteiras e cerca de 300 profissionais (operadores, engenheiros, coordenadores e técnicos). São mais de 500 horas ininterruptas de trabalho e vários veículos de apoio para executar toda a operação."
A matéria completa está disponível em: http://logweb.com.br/index.php?urlop=materia&nid=NTAx .
Fotografia do site G1: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Formula_1/Fotos/0,,GF75875-15011,00.html#fotogaleria=5
Destaco a seguinte informação: "Para o transporte e a movimentação de quase 1.000 toneladas de equipamentos envolvidos no evento, são utilizados mais de 70 caminhões, 50 empilhadeiras e paleteiras e cerca de 300 profissionais (operadores, engenheiros, coordenadores e técnicos). São mais de 500 horas ininterruptas de trabalho e vários veículos de apoio para executar toda a operação."
A matéria completa está disponível em: http://logweb.com.br/index.php?urlop=materia&nid=NTAx .
Fotografia do site G1: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Formula_1/Fotos/0,,GF75875-15011,00.html#fotogaleria=5
03 outubro, 2009
Portal do Exportador
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior disponibiliza o Portal do Exportador (www.portaldoexportador.gov.br) onde são apresentadas diversas informações a respeito do tema exportação: normas, estatísticas, legislação, entre outras. Há também um espaço para a logística, com informações sobre diferentes modais. Outro site no mesmo estilo é o Aprendendo a Exportar (www.aprendendoaexportar.gov.br) que apresenta os incoterms, documentos envolvidos, logística e distribuição. Serve como uma boa referência para o iniciante no assunto comércio exterior.
30 setembro, 2009
Volvo e Sadia criam caminhão para atender demanda do setor frigorífico
Para adaptar a frota aos novos limites de dimensões e pesos definidos pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito), em 2007, a Volvo do Brasil, a Sadia e fabricantes de implementos elaboraram um projeto para aumentar a capacidade de carga nos caminhões que transportam produtos frigorificados. O resultado da união foi uma composição, batizado de “Vanderléia frigorífica”, que por meio do uso de materiais mais leves, o desenvolvimento de um chassi mais curto e a adequação da transmissão, possui capacidade para transportar até 30 pallets ou 33,5 toneladas de produtos.
Estes volumes, segundo a fabricante, representam de dois a quatro pallest a mais que os movimentados pelos modelos substituídos, e cinco toneladas acima do volume que uma composição frigorífica convencional transporta.
Luciano Farago, Engenheiro do centro de inovação e excelência logística da Sadia, garante que este desempenho foi obtido mantendo a mesma durabilidade e resistência. “Com esta nova composição, resolvemos o problema de veículos que poderiam ultrapassar o peso permitido pela legislação. Também diminuímos o número de composições rodando, aumentando a capacidade individual de transporte”, detalha.
Segundo Deonir Gasperin, Engenheiro de vendas da Volvo, os resultados positivos do novo produto foram obtidos com a diminuição do entre-eixos (a distância entre o eixo dianteiro e o eixo de tração) do cavalo mecânico, que passou dos usuais 3,5 ou 3,7 metros para apenas três metros.
“Com um entre-eixos menor, conseguimos a correta distribuição de cargas do caminhão conectado ao baú frigorificado de 15,5 metros, dentro dos atuais limites legais, o que permitiu aumentar o número de pallets que podem ser transportados”, observa.
Além disso, a montadora introduziu novos tanques de combustível customizados para atingir a mesma capacidade de armazenamento dos veículos convencionais.
De acordo com Rogério Kowalski, Gerente de grandes frotas da empresa, os transportadores Sadia já adquiriram 28 caminhões Volvo FH 6x2 com este entre-eixos que estão sendo atrelados em composições deste tipo. Segundo ele, a meta é atingir 81 unidades com esta aplicação.
Fonte: Portal Webtranspo. Disponível em: http://www.webtranspo.com.br/modais/rodoviario/12317-volvo-e-sadia-apresentam-implemento-para-atender-setor-frigorifico.html?utm_source=Zartana&utm_medium=emailmarketing&utm_campaign=News+n%BA+446&utm_content=null+israel_grudtner%40hotmail.com&utm_term=12317 . Acesso em 30/09/2009.
Nota: Um exemplo muito interessante de integração fornecedor-usuário.
Estes volumes, segundo a fabricante, representam de dois a quatro pallest a mais que os movimentados pelos modelos substituídos, e cinco toneladas acima do volume que uma composição frigorífica convencional transporta.
Luciano Farago, Engenheiro do centro de inovação e excelência logística da Sadia, garante que este desempenho foi obtido mantendo a mesma durabilidade e resistência. “Com esta nova composição, resolvemos o problema de veículos que poderiam ultrapassar o peso permitido pela legislação. Também diminuímos o número de composições rodando, aumentando a capacidade individual de transporte”, detalha.
Segundo Deonir Gasperin, Engenheiro de vendas da Volvo, os resultados positivos do novo produto foram obtidos com a diminuição do entre-eixos (a distância entre o eixo dianteiro e o eixo de tração) do cavalo mecânico, que passou dos usuais 3,5 ou 3,7 metros para apenas três metros.
“Com um entre-eixos menor, conseguimos a correta distribuição de cargas do caminhão conectado ao baú frigorificado de 15,5 metros, dentro dos atuais limites legais, o que permitiu aumentar o número de pallets que podem ser transportados”, observa.
Além disso, a montadora introduziu novos tanques de combustível customizados para atingir a mesma capacidade de armazenamento dos veículos convencionais.
De acordo com Rogério Kowalski, Gerente de grandes frotas da empresa, os transportadores Sadia já adquiriram 28 caminhões Volvo FH 6x2 com este entre-eixos que estão sendo atrelados em composições deste tipo. Segundo ele, a meta é atingir 81 unidades com esta aplicação.
Fonte: Portal Webtranspo. Disponível em: http://www.webtranspo.com.br/modais/rodoviario/12317-volvo-e-sadia-apresentam-implemento-para-atender-setor-frigorifico.html?utm_source=Zartana&utm_medium=emailmarketing&utm_campaign=News+n%BA+446&utm_content=null+israel_grudtner%40hotmail.com&utm_term=12317 . Acesso em 30/09/2009.
Nota: Um exemplo muito interessante de integração fornecedor-usuário.
07 setembro, 2009
Portal Webtranspo: Multilog anuncia novos investimentos em Itajaí
Empresa, em uma visão otimista, anunciou investimentos de R$ 20 milhões em infraestrutura.
“Depois das ordens e contra-ordens sobre a recuperação do porto, finalmente agora tem cronograma mais certo e esperamos que voltem ao normal”.A observação é de Ailtro Darigna, diretor financeiro da Multilog (Grupo Portobello), sobre o Porto de Itajaí (SC). A empresa, numa posição de otimismo, anunciou investimentos da ordem de R$ 20 milhões em infraestrutura.
A Multilog tem como foco a retroárea (porto seco) e ocupa uma área alfandegada de 331 mil metros e área total de 436,4 mil metros quadrados, em Itajaí. Com os investimentos, a empresa vai ampliar sua área de armazenagem coberta para 116 mil metros quadrados, elevando a capacidade de armazenagem em 40 mil metros quadrados. Os recursos começaram a ser aplicados em julho deste ano e seguirão até junho de 2010. Além do aumento da área, os investimentos envolvem a compra de 15 novas empilhadeiras, orçadas em cerca de R$ 8 milhões.
De acordo com Darigna, mesmo com os problemas que o Porto de Itajaí enfrenta, depois da catástrofe das chuvas, a empresa acredita no potencial econômico e no crescimento da atividade portuária na cidade.
Outro ponto é a crise econômica mundial. “A crise efetivamente impactou nos volumes de contêineres movimentados. Mas a decisão de retomar os investimentos decorre da visão de que os mercados internacionais logo voltarão às atividades normais e temos que estar prontos para atender a demanda”.Com foco no comércio internacional do sul do País, a Multilog tem entre 70% a 80% das suas atividades voltadas para as importações (Ásia, Europa e EUA). As exportações ficam entre 20% a 30% em carga geral: pneus, componentes e suprimento de informática, etc.
Fonte: Portal Webtranspo, disponível em http://www.webtranspo.com.br/modais/logistica/11192-multilog-anuncia-novos-investimentos-em-itajai.html
“Depois das ordens e contra-ordens sobre a recuperação do porto, finalmente agora tem cronograma mais certo e esperamos que voltem ao normal”.A observação é de Ailtro Darigna, diretor financeiro da Multilog (Grupo Portobello), sobre o Porto de Itajaí (SC). A empresa, numa posição de otimismo, anunciou investimentos da ordem de R$ 20 milhões em infraestrutura.
A Multilog tem como foco a retroárea (porto seco) e ocupa uma área alfandegada de 331 mil metros e área total de 436,4 mil metros quadrados, em Itajaí. Com os investimentos, a empresa vai ampliar sua área de armazenagem coberta para 116 mil metros quadrados, elevando a capacidade de armazenagem em 40 mil metros quadrados. Os recursos começaram a ser aplicados em julho deste ano e seguirão até junho de 2010. Além do aumento da área, os investimentos envolvem a compra de 15 novas empilhadeiras, orçadas em cerca de R$ 8 milhões.
De acordo com Darigna, mesmo com os problemas que o Porto de Itajaí enfrenta, depois da catástrofe das chuvas, a empresa acredita no potencial econômico e no crescimento da atividade portuária na cidade.
Outro ponto é a crise econômica mundial. “A crise efetivamente impactou nos volumes de contêineres movimentados. Mas a decisão de retomar os investimentos decorre da visão de que os mercados internacionais logo voltarão às atividades normais e temos que estar prontos para atender a demanda”.Com foco no comércio internacional do sul do País, a Multilog tem entre 70% a 80% das suas atividades voltadas para as importações (Ásia, Europa e EUA). As exportações ficam entre 20% a 30% em carga geral: pneus, componentes e suprimento de informática, etc.
Fonte: Portal Webtranspo, disponível em http://www.webtranspo.com.br/modais/logistica/11192-multilog-anuncia-novos-investimentos-em-itajai.html
15 agosto, 2009
Notícia: Torre cai de caminhão e esmaga carro no Paraná - Portal G1
Uma torre de quase 40 toneladas caiu da carroceria de um caminhão, nesta sexta-feira (14/agosto), e atingiu um carro em Ponta Grossa (PR). O acidente interrompeu o trânsito em uma das principais ruas da cidade. Não houve feridos.
O caminhão ia do Rio Grande do Sul para o Ceará carregando a torre. Em Ponta Grossa, o motorista errou o caminho e acabou entrando na cidade. Ao tentar fazer uma manobra de retorno, a carga se desprendeu da carroceria do caminhão e esmagou um veículo.
Fonte: Portal G1 - Disponível em http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1267182-5598,00-TORRE+CAI+DE+CAMINHAO+E+ESMAGA+CARRO+NO+PARANA.html
Outras informações: Portal RPC -Disponível em http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=914831&tit=Peca-de-40-toneladas-cai-de-caminhao-e-esmaga-carro
Nota: Em julho coloquei um post sobre os cuidados necessários com as cintas de amarração de cargas. Não sabemos as causas deste acidente, mas vale o registro quanto aos riscos envolvidos nas operações de carregamento e transporte de materiais.
O caminhão ia do Rio Grande do Sul para o Ceará carregando a torre. Em Ponta Grossa, o motorista errou o caminho e acabou entrando na cidade. Ao tentar fazer uma manobra de retorno, a carga se desprendeu da carroceria do caminhão e esmagou um veículo.
Fonte: Portal G1 - Disponível em http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1267182-5598,00-TORRE+CAI+DE+CAMINHAO+E+ESMAGA+CARRO+NO+PARANA.html
Outras informações: Portal RPC -Disponível em http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=914831&tit=Peca-de-40-toneladas-cai-de-caminhao-e-esmaga-carro
Nota: Em julho coloquei um post sobre os cuidados necessários com as cintas de amarração de cargas. Não sabemos as causas deste acidente, mas vale o registro quanto aos riscos envolvidos nas operações de carregamento e transporte de materiais.
10 agosto, 2009
Cada dia começa em 3 minutos
"Como a UPS mantém a pontualidade de 220 mil motoristas e empacotadores? Radiotransmissores, caminhões confiáveis e uma rede de logística em nível internacional são fundamentais, claro. Porém, os executivos têm seus próprios meios de evitar a negligência. Todas as manhãs, eles convocamos funcionários para uma reunião que dura exatos três minutos. A comunicação inicia-se com anúncios da empresa, da atualização de benefícios a boletins sobre novos softwares para os computadores de mão. Falam ainda sobre condições de tráfego ou reclamações de clientes. A reunião acaba com uma dica de segurança. O limite de 180 segundos reforça a extrema pontualidade. Caso os motoristas estejam atrasados para iniciar suas rotas, eles ganharão horas extras e entregarão menos encomendas, exatamente o que a UPS quer evitar. A prática é tão eficaz que muitos horistas agora fazem sua própria reunião de três minutos."
Fonte: Trecho da matéria "18 segredos das melhores empresas do mundo", da revista Época Negócios - julho/2009. Disponível em: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI80951-16642-3,00-SEGREDOS+DAS+MELHORES+EMPRESAS+DO+MUNDO.html .
Nota: Para uma empresa que tem a pontualidade como um de seus principais desafios, o uso adequado do tempo é prioridade.
Fonte: Trecho da matéria "18 segredos das melhores empresas do mundo", da revista Época Negócios - julho/2009. Disponível em: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI80951-16642-3,00-SEGREDOS+DAS+MELHORES+EMPRESAS+DO+MUNDO.html .
Nota: Para uma empresa que tem a pontualidade como um de seus principais desafios, o uso adequado do tempo é prioridade.
22 julho, 2009
Fórum de Logística dos Campos Gerais
Será realizado em Ponta Grossa/PR, entre os dias 01 e 03 de setembro de 2009, o 2o. Fórum de Logística dos Campos Gerais.
Detalhes sobre o evento, com programação e instruções para inscrição estão disponíveis no site: http://www.forumlogistica.com.br .
Detalhes sobre o evento, com programação e instruções para inscrição estão disponíveis no site: http://www.forumlogistica.com.br .
12 julho, 2009
Cintas para amarração e elevação de cargas

A edição de junho da revista Logweb traz uma matéria sobre cintas para amarração e elevação de cargas, apresentando os cuidados que envolvem a escolha e a aplicação de cintas e acessórios.
De acordo com a matéria, as cintas planas para elevar ou amarrar demonstram ser o meio mais indicado para minimizar os riscos relacionados ao transporte de cargas perigosas e instáveis – desde que os envolvidos estejam bem treinados e aptos para amarrar e elevar as cargas de forma correta.
O usuário deve estar atento para a utilização de cintas certificadas, conforme notas estrangeiras e a NBR 15637 (Cintas têxteis para elevação de cargas) da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. Esta determina os requisitos essenciais para projeto, fabricação e verificação para cintas planas ou tubulares utilizadas na elevação de cargas, assegurando que situações de risco sejam minimizadas.
A atenção a alguns pontos contribui para a utilização correta de cintas, aumentando a segurança da movimentação e amarração de cargas:
- Disponibilidade de instrução e treinamento;
- Respeito às especificações técnicas;
- Coerência entre especificação e condições de utilização;
- Respeito à capacidade do sistema ou equipamento de elevação;
- Verificação do balanceamento da carga;
- Não utilização de cintas avariadas ou reaproveitadas;
- Proteção das cintas contra bordas cortantes, abrasão e fricção;
- Identificação correta das especificações técnicas da cinta;
- Inspeção periódica das cintas e equipamentos.
Dados os riscos envolvidos em qualquer movimentação de cargas, cabe aos responsáveis por esta atividade o máximo de atenção e respeito ao planejamento destas tarefas e às especificações dos equipamentos e materiais envolvidos, respeitando a vida das pessoas e integridade das cargas.
Foto: http://www.cabopec.com.br/produtos/cintas/
De acordo com a matéria, as cintas planas para elevar ou amarrar demonstram ser o meio mais indicado para minimizar os riscos relacionados ao transporte de cargas perigosas e instáveis – desde que os envolvidos estejam bem treinados e aptos para amarrar e elevar as cargas de forma correta.
O usuário deve estar atento para a utilização de cintas certificadas, conforme notas estrangeiras e a NBR 15637 (Cintas têxteis para elevação de cargas) da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. Esta determina os requisitos essenciais para projeto, fabricação e verificação para cintas planas ou tubulares utilizadas na elevação de cargas, assegurando que situações de risco sejam minimizadas.
A atenção a alguns pontos contribui para a utilização correta de cintas, aumentando a segurança da movimentação e amarração de cargas:
- Disponibilidade de instrução e treinamento;
- Respeito às especificações técnicas;
- Coerência entre especificação e condições de utilização;
- Respeito à capacidade do sistema ou equipamento de elevação;
- Verificação do balanceamento da carga;
- Não utilização de cintas avariadas ou reaproveitadas;
- Proteção das cintas contra bordas cortantes, abrasão e fricção;
- Identificação correta das especificações técnicas da cinta;
- Inspeção periódica das cintas e equipamentos.
Dados os riscos envolvidos em qualquer movimentação de cargas, cabe aos responsáveis por esta atividade o máximo de atenção e respeito ao planejamento destas tarefas e às especificações dos equipamentos e materiais envolvidos, respeitando a vida das pessoas e integridade das cargas.
Foto: http://www.cabopec.com.br/produtos/cintas/
05 julho, 2009
Evento: Movimat 2009
A MOVIMAT - Feira de Logística, Movimentação, Armazenagem e Embalagem de Materiais é uma importante feira do setor realizada desde 1981.
Trata-se de feira técnica especializada que, anualmente, apresenta os últimos avanços da tecnologia no segmento.
Segundo os organizadores, em 2008 reuniu mais de 25.000 visitantes.
A edição 2009 acontecerá entre os dias 4 e 7 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo - SP.
Maiores informações sobre o evento, expositores e credenciamento podem ser obtidas no site: http://www.feiramovimat.com.br .
Trata-se de feira técnica especializada que, anualmente, apresenta os últimos avanços da tecnologia no segmento.
Segundo os organizadores, em 2008 reuniu mais de 25.000 visitantes.
A edição 2009 acontecerá entre os dias 4 e 7 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo - SP.
Maiores informações sobre o evento, expositores e credenciamento podem ser obtidas no site: http://www.feiramovimat.com.br .
30 junho, 2009
Portal Webtranspo: Embraer exige logística complexa
Nota: Matéria publicada no portal Webtranspo referente a estrutura logística da Embraer. Uma rápida visão sobre os volumes movimentados, a estrutura física disponível e o planejamento tributário (no caso do regime aduaneiro Recof). Disponível em http://www.webtranspo.com.br/modais/aereo/8193-operacao-da-embraer-exige-logistica-complexa.html , acesso em 30/06/2009.
Em 2008, ela foi a terceira maior exportadora brasileira e responsável por 2,2% do total de importações.
Ela importou 19 mil toneladas de materiais em 2008, avaliados em US$ 3,8 bilhões, algo em torno de 2,2% das importações nacionais. No ano passado, suas exportações totalizaram US$ 5,7 bilhões, o que a colocou na posição de terceira maior exportadora brasileira, com uma contribuição de 2,9% para o saldo da balança comercial do país. Para atender um movimento comercial desse porte, a Embraer montou uma logística internacional que envolve uma operação complexa, já que seus principais clientes, fornecedores e competidores estão concentrados no Hemisfério Norte.
A empresa exporta mais de 90% da produção e importa 95% das matérias-primas, partes e peças para a produção e as peças de reposição para as aeronaves que fabrica. Até maio, o volume de importação foi de US$ 1,4 bilhão.
Uma das medidas adotadas pela empresa para aumentar a eficácia do gerenciamento da sua cadeia logística foi a construção, em 2008, de um centro de armazenagem de grandes segmentos aeronáuticos (matérias-primas, fuselagens, asas e superfícies de comando, entre outros) em Taubaté (SP). O centro de distribuição de peças da Embraer está instalado em uma área total de 380 mil metros quadrados, dos quais 135,7 mil metros quadrados foram doados pela prefeitura do município e o restante adquirido pela empresa junto a proprietários privados.
O ganho logístico, nesse caso, segundo a empresa, está diretamente relacionado ao atendimento "just in time" da linha de produção. Segundo o diretor do Grupo de Expansão Industrial (GEIN) de Taubaté, Antônio Roberto Paolicchi, o investimento anunciado pela Embraer na unidade foi de US$ 16,2 milhões.
A empresa conta também com oficinas próprias e depósitos de peças nos Estados Unidos, França, China e Cingapura, além do Brasil. Ela mantém empresas próprias especializadas em manutenção de aeronaves, peças de reposição, treinamento e segmentos aeronáuticos, como a Indústria Aeronáutica de Portugal (Ogma) e a Embraer Aircraft Maintenance Services (EAMS).
A Embraer possui um operador logístico nos Estados Unidos que gerencia uma média de 11,9 mil toneladas de materiais enviados pela empresa a cada ano, avaliados em US$ 2,9 bilhões. Na Europa já existe um operador aéreo para uma média de 1,1 mil toneladas de materiais por ano e um operador marítimo para 5,6 mil toneladas anuais.
No Brasil, a Embraer trabalha com dois operadores logísticos, envolvendo porto e aeroporto e 16,6 mil toneladas de produtos por ano, que correspondem em valores a US$ 3,6 bilhões. Só o despachante aéreo, segundo a empresa, cuida de 18 mil processos anualmente. No modal marítimo, o número de processos anuais emitidos pela Embraer chega a três mil. Esses números constam de uma palestra feita pela Embraer durante um evento de logística realizado recentemente em São José dos Campos.
A Embraer também possui três centros de consolidação marítimo de materiais localizados em Colchester (Inglaterra), Bilbao (Espanha) e Freiburg (Alemanha). No segmento aéreo, os centros de consolidação ficam em Londres, Paris, Milão e Frankfurt. O modal aéreo, segundo a Embraer, é responsável por 75% da sua movimentação logística, tanto para exportação quanto para importação. O marítimo tem uma representatividade maior, de 70%, quando envolve peso.
Outra ferramenta que vem trazendo ganhos expressivos na redução de custos e eficiência da sua operação logística é o regime aduaneiro Recof, que passou a utilizar desde novembro. "Diferentemente do que ocorria no regime 'drawback', o Recof permite a flexibilidade para a empresa realizar a destinação de até 20% das mercadorias estrangeiras admitidas no regime, para o mercado interno, no mesmo estado em que foram importadas", explicou a empresa por e-mail.
Por esse sistema, a Embraer não precisa manter um estoque nacionalizado e outro para o atendimento da linha de produção. A substituição do regime "drawback" pelo Recof, segundo a Embraer, resultou em custos finais mais competitivos, o que viabilizou a venda de aeronaves no mercado brasileiro. Assim como o regime antigo, o Recof suspende os impostos incidentes na importação e concede isenção para a exportação.
O Recof também reduziu o ciclo de importação e a despesa de armazenagem de peças, com a passagem rápida pela alfândega. "O processo de liberação de mercadorias na alfândega, que era de dois dias, passou a ser de 12 horas, mas a nossa meta é chegar a seis horas", disse uma executiva da área de logística da Embraer, em palestra sobre o tema. Já o processo de exportação temporária de materiais, para reparo, feiras e testes, levava uma média de 15 dias para ser concluído.
Com o Recof, a empresa precisou controlar suas operações de forma mais informatizada e passou a utilizar uma Autorização de Movimentação de Bens sob o Recof (AMBRA), que dispensa a abertura de processo junto às alfândegas, o que resultou em uma redução do ciclo para 10 dias. A Embraer é a primeira empresa no Brasil a utilizar essa autorização para agilizar o desembaraço alfandegário em exportações temporárias.
Apesar de importar 95% das peças que utiliza na produção dos seus aviões, a Embraer explica que o alto índice de importação refere-se a determinados conjuntos de materiais e componentes, como aviônicos, equipamentos, segmentos e matérias-primas sem similar no mercado nacional. Toda a parte de industrialização das aeronaves, mão de obra, desenvolvimento e demais materiais de origem nacional, segundo a empresa, superam em 60% o índice de nacionalização do produto final exportado.
Em 2008, ela foi a terceira maior exportadora brasileira e responsável por 2,2% do total de importações.
Ela importou 19 mil toneladas de materiais em 2008, avaliados em US$ 3,8 bilhões, algo em torno de 2,2% das importações nacionais. No ano passado, suas exportações totalizaram US$ 5,7 bilhões, o que a colocou na posição de terceira maior exportadora brasileira, com uma contribuição de 2,9% para o saldo da balança comercial do país. Para atender um movimento comercial desse porte, a Embraer montou uma logística internacional que envolve uma operação complexa, já que seus principais clientes, fornecedores e competidores estão concentrados no Hemisfério Norte.
A empresa exporta mais de 90% da produção e importa 95% das matérias-primas, partes e peças para a produção e as peças de reposição para as aeronaves que fabrica. Até maio, o volume de importação foi de US$ 1,4 bilhão.
Uma das medidas adotadas pela empresa para aumentar a eficácia do gerenciamento da sua cadeia logística foi a construção, em 2008, de um centro de armazenagem de grandes segmentos aeronáuticos (matérias-primas, fuselagens, asas e superfícies de comando, entre outros) em Taubaté (SP). O centro de distribuição de peças da Embraer está instalado em uma área total de 380 mil metros quadrados, dos quais 135,7 mil metros quadrados foram doados pela prefeitura do município e o restante adquirido pela empresa junto a proprietários privados.
O ganho logístico, nesse caso, segundo a empresa, está diretamente relacionado ao atendimento "just in time" da linha de produção. Segundo o diretor do Grupo de Expansão Industrial (GEIN) de Taubaté, Antônio Roberto Paolicchi, o investimento anunciado pela Embraer na unidade foi de US$ 16,2 milhões.
A empresa conta também com oficinas próprias e depósitos de peças nos Estados Unidos, França, China e Cingapura, além do Brasil. Ela mantém empresas próprias especializadas em manutenção de aeronaves, peças de reposição, treinamento e segmentos aeronáuticos, como a Indústria Aeronáutica de Portugal (Ogma) e a Embraer Aircraft Maintenance Services (EAMS).
A Embraer possui um operador logístico nos Estados Unidos que gerencia uma média de 11,9 mil toneladas de materiais enviados pela empresa a cada ano, avaliados em US$ 2,9 bilhões. Na Europa já existe um operador aéreo para uma média de 1,1 mil toneladas de materiais por ano e um operador marítimo para 5,6 mil toneladas anuais.
No Brasil, a Embraer trabalha com dois operadores logísticos, envolvendo porto e aeroporto e 16,6 mil toneladas de produtos por ano, que correspondem em valores a US$ 3,6 bilhões. Só o despachante aéreo, segundo a empresa, cuida de 18 mil processos anualmente. No modal marítimo, o número de processos anuais emitidos pela Embraer chega a três mil. Esses números constam de uma palestra feita pela Embraer durante um evento de logística realizado recentemente em São José dos Campos.
A Embraer também possui três centros de consolidação marítimo de materiais localizados em Colchester (Inglaterra), Bilbao (Espanha) e Freiburg (Alemanha). No segmento aéreo, os centros de consolidação ficam em Londres, Paris, Milão e Frankfurt. O modal aéreo, segundo a Embraer, é responsável por 75% da sua movimentação logística, tanto para exportação quanto para importação. O marítimo tem uma representatividade maior, de 70%, quando envolve peso.
Outra ferramenta que vem trazendo ganhos expressivos na redução de custos e eficiência da sua operação logística é o regime aduaneiro Recof, que passou a utilizar desde novembro. "Diferentemente do que ocorria no regime 'drawback', o Recof permite a flexibilidade para a empresa realizar a destinação de até 20% das mercadorias estrangeiras admitidas no regime, para o mercado interno, no mesmo estado em que foram importadas", explicou a empresa por e-mail.
Por esse sistema, a Embraer não precisa manter um estoque nacionalizado e outro para o atendimento da linha de produção. A substituição do regime "drawback" pelo Recof, segundo a Embraer, resultou em custos finais mais competitivos, o que viabilizou a venda de aeronaves no mercado brasileiro. Assim como o regime antigo, o Recof suspende os impostos incidentes na importação e concede isenção para a exportação.
O Recof também reduziu o ciclo de importação e a despesa de armazenagem de peças, com a passagem rápida pela alfândega. "O processo de liberação de mercadorias na alfândega, que era de dois dias, passou a ser de 12 horas, mas a nossa meta é chegar a seis horas", disse uma executiva da área de logística da Embraer, em palestra sobre o tema. Já o processo de exportação temporária de materiais, para reparo, feiras e testes, levava uma média de 15 dias para ser concluído.
Com o Recof, a empresa precisou controlar suas operações de forma mais informatizada e passou a utilizar uma Autorização de Movimentação de Bens sob o Recof (AMBRA), que dispensa a abertura de processo junto às alfândegas, o que resultou em uma redução do ciclo para 10 dias. A Embraer é a primeira empresa no Brasil a utilizar essa autorização para agilizar o desembaraço alfandegário em exportações temporárias.
Apesar de importar 95% das peças que utiliza na produção dos seus aviões, a Embraer explica que o alto índice de importação refere-se a determinados conjuntos de materiais e componentes, como aviônicos, equipamentos, segmentos e matérias-primas sem similar no mercado nacional. Toda a parte de industrialização das aeronaves, mão de obra, desenvolvimento e demais materiais de origem nacional, segundo a empresa, superam em 60% o índice de nacionalização do produto final exportado.
22 junho, 2009
Parlamentares lançam frente sobre transportes e armazenagem
Será lançada nesta noite (16/06/2009) a Frente Parlamentar de Logística de Transportes e Armazenagem (Frenlog), durante jantar no restaurante Dom Francisco, na Associação dos Servidores do Banco Central (Asbac). A frente será presidida pelo deputado Homero Pereira (PR-MT).Durante o evento, o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, vai apresentar relatório dos investimentos realizados pelo órgão em infraestrutura.O presidente da Companhia Nacional de Armazenagem (Conab), Wagner Rossi, fará um panorama da logística de armazenagem no País, incluindo as demandas e os projetos para o setor. O deputado Homero Pereira falará sobre o funcionamento e a agenda legislativa da Frente. Foram convidados para participar do evento o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot. Representantes da Associação Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT), da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), da Agência Nacional dos Transportes Aquaviários (Antanq), da Agência Nacional de Águas (ANA), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do Grupo Hermasa, da Transpetro, do Grupo Votorantin, da Associação Nacional de Transporte Ferroviário (ANTF), e da Associação Brasileira Agrobunisses (Abag).
Fonte: Portal da Câmara dos Deputados (http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=136173&pesq=frenlog)
Nota: Embora o post esteja atrasado (o lançamento já aconteceu na semana passada), vale o registro. Para um país de proporções continentais como o Brasil, iniciativas que abordem e coloquem em discussão a infraestrutura logística do nosso país devem ser apoiadas. Espero que esteja surgindo uma forte representação para buscar as melhorias necessárias ao desenvolvimento nacional.
Fonte: Portal da Câmara dos Deputados (http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=136173&pesq=frenlog)
Nota: Embora o post esteja atrasado (o lançamento já aconteceu na semana passada), vale o registro. Para um país de proporções continentais como o Brasil, iniciativas que abordem e coloquem em discussão a infraestrutura logística do nosso país devem ser apoiadas. Espero que esteja surgindo uma forte representação para buscar as melhorias necessárias ao desenvolvimento nacional.
15 junho, 2009
X Congresso de Logística da ABML
Estão abertas as inscrições para o X Congresso da Associação Brasileira de Movimentação e Logística (ABML), nos dias 18 e 19 de junho, no Pavilhão de Exposição do Parque Anhembi, em São Paulo, durante a Fispal Tecnologia.
O tema deste ano será "Logística como Ferramenta de Sustentabilidade Ambiental: Caminhos, Desafios e Oportunidades", e o evento será aberto com palestra internacional de Christopher Norek, professor de programas executivos da Georgia Tech, nos Estados Unidos, e trajetória acadêmica que inclui as universidade do Tennessee e Auburn. Sócio da Chain Connectors, empresa de consultoria especializada em Supply Chain, Norek, de 49 anos, trabalhou também na iniciativa privada em importantes empresas americanas.
O Congresso ABML é um evento tradicional no calendário da logística brasileira e este ano, pela segunda vez, estará ancorado na Fispal Tecnologia , que terá área de exposição de 45 mil m2 .
A parceria com a Fispal como âncora do Congresso da ABML se iniciou na edição Nordeste da Feira, em 2008,. mas a aproximação com a ABML teve início durante a Fispal São Paulo, no mesmo ano, quando foi monta do mini auditório com palestras e simulação de operações logísticas comandadas por mestre de cerimônia.
As inscrições podem ser feitas na ABML, por meio do e-mail secretaria@abml.org.br.
Fonte: http://www.abml.org.br/website/news.asp?nwsCode=51C95383-704B-40A9-BF61-9956410C64D4
O tema deste ano será "Logística como Ferramenta de Sustentabilidade Ambiental: Caminhos, Desafios e Oportunidades", e o evento será aberto com palestra internacional de Christopher Norek, professor de programas executivos da Georgia Tech, nos Estados Unidos, e trajetória acadêmica que inclui as universidade do Tennessee e Auburn. Sócio da Chain Connectors, empresa de consultoria especializada em Supply Chain, Norek, de 49 anos, trabalhou também na iniciativa privada em importantes empresas americanas.
O Congresso ABML é um evento tradicional no calendário da logística brasileira e este ano, pela segunda vez, estará ancorado na Fispal Tecnologia , que terá área de exposição de 45 mil m2 .
A parceria com a Fispal como âncora do Congresso da ABML se iniciou na edição Nordeste da Feira, em 2008,. mas a aproximação com a ABML teve início durante a Fispal São Paulo, no mesmo ano, quando foi monta do mini auditório com palestras e simulação de operações logísticas comandadas por mestre de cerimônia.
As inscrições podem ser feitas na ABML, por meio do e-mail secretaria@abml.org.br.
Fonte: http://www.abml.org.br/website/news.asp?nwsCode=51C95383-704B-40A9-BF61-9956410C64D4
11 junho, 2009
Gerenciamento de riscos
Na logística, quando falamos em “gerenciamento de riscos”, instantaneamente pensamos em transporte, dada a larga utilização desta ferramenta junto aos serviços de fretes.
Porém, sabemos que também existem riscos inerentes às atividades de movimentação e armazenagem. Por exemplo, perda de materiais por quebra, furto ou obsolescência. O risco de incêndio em um depósito também não pode ser desprezado.
Em termos de transporte, segundo Antonio C. R. Brasiliano (2008) – disponível em http://www.brasiliano.com.br/blog/?p=194, o gerenciamento de riscos pode ser definido como “o conjunto de ações que visa impedir ou minimizar as perdas que uma empresa pode sofrer tendo suas cargas roubadas, sem falar na possibilidade de perda de vidas”.
O mesmo autor coloca que o gerenciamento de riscos pressupõe um planejamento estratégico de segurança que possui alguns pontos críticos:
- Identificação de riscos – através das características da operação de logística, os riscos são apontados.- Análise de riscos – são verificados a freqüência das rotas, mix de cargas, pontos de maior probabilidade de sofrer perdas, entre outros.- Planejamento de medidas e condutas preventivas e emergenciais – nesta fase deve ser elaborado um manual de operações com o objetivo de padronizar as condutas entre toda a cadeia de logística e da segurança.- Operacionalização – fase onde todo o sistema e processo planejado serão iniciados.- Controle e avaliação – esta última fase é alimentada de forma contínua, com o objetivo de medir o desempenho do GR e adequar possíveis erros.
Certamente, tais conceitos podem ser aplicados para os riscos nas operações de movimentação e armazenagem. Vejamos:
- Identificação de riscos – análise da localização, layout, equipamentos e mão de obra do armazém, além das características dos produtos armazenados e movimentados;
- Análise de riscos – levantamento das ocorrências de perdas (por quebras, furtos ou outros) e análise de suas causas;
- Planejamento de medidas e condutas preventivas e emergenciais – estudo das causas e definição de ações corretivas, entre elas, projeto de melhoria com alteração de layout, modernização de equipamentos ou treinamento de equipes.
- Operacionalização – implantação das ações corretivas.
- Controle e avaliação – acompanhamento dos resultados e realimentação do sistema visando a melhoria contínua.
Como podemos ver neste breve comentário, qualquer atividade está sujeita a riscos. Em compensação, muitas ferramentas utilizadas em situações específicas podem ser adaptadas para outras resultando em benefícios similares.
Porém, sabemos que também existem riscos inerentes às atividades de movimentação e armazenagem. Por exemplo, perda de materiais por quebra, furto ou obsolescência. O risco de incêndio em um depósito também não pode ser desprezado.
Em termos de transporte, segundo Antonio C. R. Brasiliano (2008) – disponível em http://www.brasiliano.com.br/blog/?p=194, o gerenciamento de riscos pode ser definido como “o conjunto de ações que visa impedir ou minimizar as perdas que uma empresa pode sofrer tendo suas cargas roubadas, sem falar na possibilidade de perda de vidas”.
O mesmo autor coloca que o gerenciamento de riscos pressupõe um planejamento estratégico de segurança que possui alguns pontos críticos:
- Identificação de riscos – através das características da operação de logística, os riscos são apontados.- Análise de riscos – são verificados a freqüência das rotas, mix de cargas, pontos de maior probabilidade de sofrer perdas, entre outros.- Planejamento de medidas e condutas preventivas e emergenciais – nesta fase deve ser elaborado um manual de operações com o objetivo de padronizar as condutas entre toda a cadeia de logística e da segurança.- Operacionalização – fase onde todo o sistema e processo planejado serão iniciados.- Controle e avaliação – esta última fase é alimentada de forma contínua, com o objetivo de medir o desempenho do GR e adequar possíveis erros.
Certamente, tais conceitos podem ser aplicados para os riscos nas operações de movimentação e armazenagem. Vejamos:
- Identificação de riscos – análise da localização, layout, equipamentos e mão de obra do armazém, além das características dos produtos armazenados e movimentados;
- Análise de riscos – levantamento das ocorrências de perdas (por quebras, furtos ou outros) e análise de suas causas;
- Planejamento de medidas e condutas preventivas e emergenciais – estudo das causas e definição de ações corretivas, entre elas, projeto de melhoria com alteração de layout, modernização de equipamentos ou treinamento de equipes.
- Operacionalização – implantação das ações corretivas.
- Controle e avaliação – acompanhamento dos resultados e realimentação do sistema visando a melhoria contínua.
Como podemos ver neste breve comentário, qualquer atividade está sujeita a riscos. Em compensação, muitas ferramentas utilizadas em situações específicas podem ser adaptadas para outras resultando em benefícios similares.
17 maio, 2009
Portal Logweb - Seal: campanha visa a coleta de baterias usadas para reciclagem
Seal Sistemas (Fone: 11 2134.3829), que há 20 anos atua no mercado de soluções dedicadas a processos de automação com código de barras, coletores de dados, redes sem fio e RFID, está desenvolvendo uma campanha para reciclagem das baterias descartadas após o uso em equipamentos oferecidos pela empresa. O objetivo é orientar parceiros a entregarem as baterias usadas, que são enviadas para o reprocessamento e produção de óxidos e sais metálicos. Segundo José Carlos Gonçalves, gerente do Departamento de Assistência Técnica da empresa, a Seal nunca havia realizado nenhuma campanha de incentivo à proteção ao meio ambiente. “As baterias coletadas nesses 20 anos eram reunidas e doadas em pontos específicos que faziam a coleta na cidade, mas nunca fizemos uma divulgação da importância dessa ação. Hoje queremos que os clientes participem conosco”, conta. “A Seal preocupa-se em evitar a possibilidade de danos ao ambiente em razão do descarte inadequado de baterias utilizadas em nossas soluções. Por isso, colocamo-nos à disposição dos nossos clientes para facilitar a destinação correta desses resíduos, ao mesmo tempo em que tentamos chamar a atenção para o cuidado que as empresas devem ter em relação às baterias e ao lixo eletrônico”, explica o diretor de Marketing e Vendas, Wagner Bernardes. Gonçalves, por sua vez, informa que os clientes e parceiros da Seal que quiserem contribuir com a campanha podem enviar baterias inutilizadas ao endereço da assistência técnica da empresa, na Rua Professor Alfonso Bovero, número 531, no bairro de Perdizes, na zona oeste de São Paulo, SP, aos cuidados dele próprio. “Infelizmente não temos estrutura para fazer a coleta no próprio cliente, mas acreditamos que, por esse bom motivo, muitos se mobilizarão a fazer parte desta ação”, almeja. Ele revela que, após coletadas, as baterias são armazenadas em um lugar seco, arejado e longe de materiais inflamáveis. “O período de armazenagem dura até chegarmos a uma quantidade significativa para enviarmos à empresa responsável pela reciclagem. Isso se dá em torno de três meses, que é o período máximo para guardar baterias inutilizáveis”, acrescenta. Ainda de acordo com o gerente do Departamento de Assistência Técnica, após chegar a uma quantidade significativa de baterias, a Seal entra em contato com a empresa responsável pela reciclagem e avisa que o envio do material será efetuado. Feito isso, é verificado se as baterias a serem enviadas estão em bom estado, sem vazamentos e, então, são colocadas em sacos especiais. “Necessitamos também de uma autorização especial da Secretaria Estadual do Meio Ambiente para o transporte deste tipo de material (denominado Manifesto de Carregamento), que nos é fornecido através da empresa de reprocessamento das baterias”, complementa Gonçalves. Ele acredita que para que esta ação seja realizada com sucesso é imprescindível que haja um processo logístico sinérgico. Para isso, diz que a empresa toda está envolvida e auxilia na comunicação com o cliente, para que seja possível coletar o máximo de baterias. “Não podemos nos esquecer, ainda, que estamos lidando com um material poluente e que deve ser tratado com o máximo de cuidado e controle, a fim de zerarmos a possibilidade de que o armazenamento, transporte ou reprocessamento possam ocasionar algum um acidente e danos ao meio ambiente”, destaca. Na visão de Gonçalves, hoje, as pessoas estão mais conscientes da necessidade da preservação e buscam empresas que se preocupam com esse tema e desenvolvam seus produtos e serviços da maneira a não prejudicar a natureza. Para ele, as práticas relacionadas ao meio ambiente beneficiam a imagem da Seal perante o mercado e geram, também, uma conscientização dos colaboradores sobre a importância da preservação.
Fonte: http://www.logweb.com.br/index.php?urlop=noticia&nid=MjEwODY=
Nota: A iniciativa da Seal está alinhada aos princípios de sutentabilidade que devem ser observados por todos: empresas, estado e sociedade em geral. Não podemos esquecer que a logística também pode contribuir para a racionalização do uso dos recursos naturais e redução de impactos ambientais.
Fonte: http://www.logweb.com.br/index.php?urlop=noticia&nid=MjEwODY=
Nota: A iniciativa da Seal está alinhada aos princípios de sutentabilidade que devem ser observados por todos: empresas, estado e sociedade em geral. Não podemos esquecer que a logística também pode contribuir para a racionalização do uso dos recursos naturais e redução de impactos ambientais.
14 abril, 2009
Logística a serviço da educação
A edição de 18/03/2009 da Revista Veja traz uma matéria muito interessante sobre a distribuição de livros didáticos coordenada pelo Ministério da Educação (MEC) para entrega de 103 milhões de exemplares em 140.000 escolas públicas brasileiras. Foram 2.322 títulos, sendo que cada escola recebeu um pacote (pedido) diferente, dependendo dos títulos escolhidos por cada escola, quantidades, entre outros. O sucesso da operação rendeu aos Correios um prêmio no World Mail Awards (espécie de Oscar internacional da logística).
15 março, 2009
Crise e primeiros impactos na atividade logística
Desde a “explosão” da crise econômica norte-americana e sua extensão mundo afora, fala-se na redução das atividades da indústria, comércio e serviços, com previsões pessimistas para a atividade econômica.
Diariamente, somos informados com dados negativos da economia, com revisões de metas de crescimento ou redução da atividade produtiva.
A produção industrial brasileira recuou 12,4% em dezembro na comparação com novembro, na série com ajuste sazonal, e 14,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo o IBGE (disponível em http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200902031106_RED_77803370 - acesso em 15/03/2009).
E como não poderia deixar de ser, os serviços logísticos também sofrem as conseqüências da desaceleração da economia.
De acordo com o estudo “Impacto da crise econômica mundial sobre o TRC” (disponível em http://www.ntcelogistica.org.br - acesso em 15/03/2009), embora o setor de transporte tenha crescido 3,9% em 2008, o quarto trimestre experimentou queda de 3,7% em relação ao trimestre anterior. Da mesma forma, a venda de diesel caiu 16,4% entre outubro de dezembro de 2008.
Segundo a mesma fonte, dados da ABCR – Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias – apontam que o movimento de veículos comerciais teve queda expressiva entre outubro e dezembro do ano passado.
Sabendo que o modal rodoviário representa 59% da matriz de transportes no Brasil, ficam evidentes os impactos da crise econômica internacional nas atividades logísticas. Certamente, outros serviços como gestão de estoques, distribuição, movimentação e armazenagem, também estão sofrendo interferência deste cenário, levando a revisão de suas projeções de demanda e atendimento.
Diariamente, somos informados com dados negativos da economia, com revisões de metas de crescimento ou redução da atividade produtiva.
A produção industrial brasileira recuou 12,4% em dezembro na comparação com novembro, na série com ajuste sazonal, e 14,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo o IBGE (disponível em http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200902031106_RED_77803370 - acesso em 15/03/2009).
E como não poderia deixar de ser, os serviços logísticos também sofrem as conseqüências da desaceleração da economia.
De acordo com o estudo “Impacto da crise econômica mundial sobre o TRC” (disponível em http://www.ntcelogistica.org.br - acesso em 15/03/2009), embora o setor de transporte tenha crescido 3,9% em 2008, o quarto trimestre experimentou queda de 3,7% em relação ao trimestre anterior. Da mesma forma, a venda de diesel caiu 16,4% entre outubro de dezembro de 2008.
Segundo a mesma fonte, dados da ABCR – Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias – apontam que o movimento de veículos comerciais teve queda expressiva entre outubro e dezembro do ano passado.
Sabendo que o modal rodoviário representa 59% da matriz de transportes no Brasil, ficam evidentes os impactos da crise econômica internacional nas atividades logísticas. Certamente, outros serviços como gestão de estoques, distribuição, movimentação e armazenagem, também estão sofrendo interferência deste cenário, levando a revisão de suas projeções de demanda e atendimento.
14 fevereiro, 2009
Logística está na moda...
Em 2003 ouvi falar pela primeira vez a respeito da Zara (marca espanhola da indústria do vestuário) por tratra-se de uma empresa com estrutura ágil e eficiente, que lhe conferia uma série de vantagens competitivas quando comparada com outras do setor.
A reportagem “O novo império da moda”, da revista Veja de 10/12/2008, apresenta a Inditex (dona da Zara) com a maior fabricante de roupas do mundo.
Segundo a matéria, a Inditex abriu duas novas lojas por dia em 2008 e ultrapassou o faturamento de sua principal concorrente. Considerando que o setor teve decréscimo no seu faturamento e que o da empresa cresceu 4%, entende-se que realmente há algo de diferente nesta organização.
Dentre as diferenças listadas entre a Inditex e suas concorrentes, a matéria cita sua estrutura de produção (que deu origem ao termo “fast fashion”), que agiliza a colocação de novos produtos no mercado, chegando a 40.000 modelos lançados por ano.
Ainda de acordo com a reportagem, a Inditex concentra 80% de sua produção e distribuição em um único local, a Galícia. A maioria de suas concorrentes tem sua produção em países asiáticos. A logística centralizada permite que a Inditex entre e saia de mercados com maior facilidade, pois sua estrutura de distribuição é mais flexível. Isto faz com que a empresa esteja presente em um número maior de países do que qualquer outro concorrente, atendendo 71 mercados.
Em meio ao atual panorama da economia mundial, onde ouvimos falar diariamente sobre as dificuldades pelas quais estão passando organizações dos mais diversos setores, fica o exemplo de uma empresa que ousou fazer as coisas de maneira diferente. E dentre estas “maneiras diferentes”, destacamos a logística como ferramenta útil na busca pela melhoria contínua dos processos, com aumento no nível de serviço (atendimento ao mercado) e manutenção de custos adequados de distribuição.
A reportagem “O novo império da moda”, da revista Veja de 10/12/2008, apresenta a Inditex (dona da Zara) com a maior fabricante de roupas do mundo.
Segundo a matéria, a Inditex abriu duas novas lojas por dia em 2008 e ultrapassou o faturamento de sua principal concorrente. Considerando que o setor teve decréscimo no seu faturamento e que o da empresa cresceu 4%, entende-se que realmente há algo de diferente nesta organização.
Dentre as diferenças listadas entre a Inditex e suas concorrentes, a matéria cita sua estrutura de produção (que deu origem ao termo “fast fashion”), que agiliza a colocação de novos produtos no mercado, chegando a 40.000 modelos lançados por ano.
Ainda de acordo com a reportagem, a Inditex concentra 80% de sua produção e distribuição em um único local, a Galícia. A maioria de suas concorrentes tem sua produção em países asiáticos. A logística centralizada permite que a Inditex entre e saia de mercados com maior facilidade, pois sua estrutura de distribuição é mais flexível. Isto faz com que a empresa esteja presente em um número maior de países do que qualquer outro concorrente, atendendo 71 mercados.
Em meio ao atual panorama da economia mundial, onde ouvimos falar diariamente sobre as dificuldades pelas quais estão passando organizações dos mais diversos setores, fica o exemplo de uma empresa que ousou fazer as coisas de maneira diferente. E dentre estas “maneiras diferentes”, destacamos a logística como ferramenta útil na busca pela melhoria contínua dos processos, com aumento no nível de serviço (atendimento ao mercado) e manutenção de custos adequados de distribuição.
01 fevereiro, 2009
Rastreabilidade na cadeia produtiva da carne
Nota: Em setembro de 2008, postei uma matéria da Agência Estado a respeito do desenvolvimento de chip para rastreamento de carne bovina. No final de janeiro de 2009, o portal Logweb publicou a notícia transcrita abaixo, apresentando empresa que comercializará tal tecnologia. Conhecendo-se o elevado grau de exigência do mercado internacional de carnes e a importância da atividade agroindustrial para a balança comercial brasileira, entendemos o impacto positivo que esta tecnologia poderá trazer para o nosso país. É a tecnologia RFID alcançando horizontes cada vez maiores.
Solução da COSS permite rastrear carne do “pasto ao prato”
Welcoss-iMeat, desenvolvido pela COSS Consulting (Fone: 16 3307.6322), está sendo lançado no mercado brasileiro para garantir a rastreabilidade e a visibilidade da carne na Cadeia de Abastecimento Alimentícia, do “pasto ao prato”, de acordo com Luis Carlo Colella Ferro, sócio-diretor da empresa.Ele informa que se trata de uma solução inteligente, 100% brasileira, baseada em tecnologia RFID e capaz de controlar e monitorar a movimentação de animais em fazendas e suas partes em abatedouros, em CDs e redes de varejo. “Assim, a indústria frigorífica pode rastrear a carne na produção rural, seus cuidados veterinários e de consumo, incluindo todos os processos logísticos e de transporte”, explica. Segundo Colella, por meio da tecnologia com tag RFID é possível registrar em um único chip informações detalhadas, como o nome do criador, local em que o animal foi abatido, data do abate, vacinas e cuidados veterinários, entre outros. A partir das informações é criado um número de rastreabilidade que permite a identificação do animal na fazenda, seu peso bruto e peso líquido em todas as etapas do processamento da carne. “A informação destas etapas e processos é registrada no rótulo de cada produto, o qual mostra o número do lote, a data de validade, o dia da semana em que o empacotamento ocorreu e as iniciais do empacotador, entre outras informações”, comenta.O processo de desenvolvimento da solução foi baseado em um projeto de inovação tecnológica com RFID EPC (Electronic Product Code) para o mercado brasileiro. De acordo com Colella, inicialmente houve o apoio e financiamento da FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo para o desenvolvimento da plataforma Welcoss, que é um middleware tecnológico para este fim. Após dois anos de trabalho, ele conta que foi concluída a primeira fase do projeto/solução, que já está disponível para uso empresarial, seja de forma independente ou integrada a outros sistemas de gestão empresarial, como ERP, SCM, WMS, CRM, legados e outros.O motivo para a criação desta tecnologia foi que a COSS Consulting observou a falta de uma solução nacional voltada para rastreabilidade e visibilidade, com destaque para o gerenciamento em tempo real de produtos e materiais na cadeia de abastecimento inteligente. “O fato de não ter vínculo com fornecedores de equipamentos e hardware foi uma vantagem competitiva para disponibilizar a solução a baixo custo. Isso permitirá que empresas grandes, médias e pequenas protejam seus investimentos em marcas e ativos de forma inteligente, assegurando origem e integridade de produtos”, destaca o sócio-diretor da COSS Consulting.Engana-se quem pensa que o uso desta solução é restrito ao setor de carnes. Conforme Colella, uma plataforma universal baseada em RFID foi construída para atuar em diferentes segmentos de mercado. Dependendo da necessidade, a solução é customizada para adequar-se às normas e exigências de cada segmento. Por isso, ele garante que esta tecnologia está preparada para atuar, também, nos segmentos de varejo, automobilístico, aeroespacial, de papel e celulose, farmacêutico, hospitais, militar, correios, entretenimento, metalurgia, mineração e manufatura em geral, entre outros. “Basta existir uma demanda e nós construímos a solução de forma relativamente simples e econômica”, aponta.Dessa forma, Colella afirma que o mercado neste setor está se profissionalizando bastante e com os crescentes controles dos órgãos de fiscalização e saúde, em nível nacional e internacional, soluções desta natureza devem ganhar espaço. Na visão dele, em breve, executivos e empresários irão perceber isso e a demanda será um processo natural. “Essa solução é um diferencial competitivo para a gestão empresarial moderna”, conclui.
Disponível em: http://www.logweb.com.br/informativo/noticia.asp?idNoticias=7160. Acesso em 01/02/2009.
Solução da COSS permite rastrear carne do “pasto ao prato”
Welcoss-iMeat, desenvolvido pela COSS Consulting (Fone: 16 3307.6322), está sendo lançado no mercado brasileiro para garantir a rastreabilidade e a visibilidade da carne na Cadeia de Abastecimento Alimentícia, do “pasto ao prato”, de acordo com Luis Carlo Colella Ferro, sócio-diretor da empresa.Ele informa que se trata de uma solução inteligente, 100% brasileira, baseada em tecnologia RFID e capaz de controlar e monitorar a movimentação de animais em fazendas e suas partes em abatedouros, em CDs e redes de varejo. “Assim, a indústria frigorífica pode rastrear a carne na produção rural, seus cuidados veterinários e de consumo, incluindo todos os processos logísticos e de transporte”, explica. Segundo Colella, por meio da tecnologia com tag RFID é possível registrar em um único chip informações detalhadas, como o nome do criador, local em que o animal foi abatido, data do abate, vacinas e cuidados veterinários, entre outros. A partir das informações é criado um número de rastreabilidade que permite a identificação do animal na fazenda, seu peso bruto e peso líquido em todas as etapas do processamento da carne. “A informação destas etapas e processos é registrada no rótulo de cada produto, o qual mostra o número do lote, a data de validade, o dia da semana em que o empacotamento ocorreu e as iniciais do empacotador, entre outras informações”, comenta.O processo de desenvolvimento da solução foi baseado em um projeto de inovação tecnológica com RFID EPC (Electronic Product Code) para o mercado brasileiro. De acordo com Colella, inicialmente houve o apoio e financiamento da FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo para o desenvolvimento da plataforma Welcoss, que é um middleware tecnológico para este fim. Após dois anos de trabalho, ele conta que foi concluída a primeira fase do projeto/solução, que já está disponível para uso empresarial, seja de forma independente ou integrada a outros sistemas de gestão empresarial, como ERP, SCM, WMS, CRM, legados e outros.O motivo para a criação desta tecnologia foi que a COSS Consulting observou a falta de uma solução nacional voltada para rastreabilidade e visibilidade, com destaque para o gerenciamento em tempo real de produtos e materiais na cadeia de abastecimento inteligente. “O fato de não ter vínculo com fornecedores de equipamentos e hardware foi uma vantagem competitiva para disponibilizar a solução a baixo custo. Isso permitirá que empresas grandes, médias e pequenas protejam seus investimentos em marcas e ativos de forma inteligente, assegurando origem e integridade de produtos”, destaca o sócio-diretor da COSS Consulting.Engana-se quem pensa que o uso desta solução é restrito ao setor de carnes. Conforme Colella, uma plataforma universal baseada em RFID foi construída para atuar em diferentes segmentos de mercado. Dependendo da necessidade, a solução é customizada para adequar-se às normas e exigências de cada segmento. Por isso, ele garante que esta tecnologia está preparada para atuar, também, nos segmentos de varejo, automobilístico, aeroespacial, de papel e celulose, farmacêutico, hospitais, militar, correios, entretenimento, metalurgia, mineração e manufatura em geral, entre outros. “Basta existir uma demanda e nós construímos a solução de forma relativamente simples e econômica”, aponta.Dessa forma, Colella afirma que o mercado neste setor está se profissionalizando bastante e com os crescentes controles dos órgãos de fiscalização e saúde, em nível nacional e internacional, soluções desta natureza devem ganhar espaço. Na visão dele, em breve, executivos e empresários irão perceber isso e a demanda será um processo natural. “Essa solução é um diferencial competitivo para a gestão empresarial moderna”, conclui.
Disponível em: http://www.logweb.com.br/informativo/noticia.asp?idNoticias=7160. Acesso em 01/02/2009.
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