Páginas

Mostrando postagens com marcador Estoques. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Estoques. Mostrar todas as postagens

10 março, 2016

Método LIFO e FIFO asseguram qualidade para a armazenagem de alimentos [Revista MundoLogística]

A estocagem, o manuseio, o transporte e o gerenciamento de produtos alimentícios exigem inúmeros cuidados. O principal desafio está na garantia da qualidade dos alimentos e sua conservação. Ao mesmo tempo em que consumidores ou distribuidores exigem qualidade e disponibilidade, as empresas buscam a excelência dos serviços, aliando preço competitivo e diferenciais de mercado. Para evitar perdas de alimentos e prejuízos, dois métodos são ideais para esse controle: Last In, First Out (LIFO) e First In, First Out (FIFO), que garantem ganhos reais aos diversos ramos alimentícios.
A partir dessa estratégia, a Bertolini Sistemas de Armazenagem oferece soluções que se adaptam perfeitamente a essa demanda. Entre as opções para o ramo alimentício, está o Drive In dinâmico, sistema deslizante por gravidade, que permite o máximo de aproveitamento da área do armazém e uma maior rapidez nos processos, necessitando apenas de áreas de circulação nas zonas de carga e descarga. Para facilitar o controle de validade dos produtos, o giro é feito pelo sistema FIFO, ou seja, o primeiro produto que entra é o primeiro que sai. Os paletes são carregados na extremidade superior de pistas inclinadas e deslizam pela ação da gravidade, sendo sua aceleração controlada por reguladores de velocidade.
Outra solução da Bertolini está no Push Back, sistema de acumulação dinâmica muito similar ao Drive In, que permite armazenar paletes em profundidade por nível. A estrutura pode possuir pistas de roletes ou com carrinhos, nas quais os produtos são apoiados e empurrados pela empilhadeira. Essa solução utiliza o princípio LIFO, ou seja, o último palete a entrar é o primeiro a sair. Tem como principais vantagens economia de espaço, maior seletividade, rapidez e alta densidade de armazenagem, uma vez que cada nível pode armazenar uma referência distinta. A estrutura é indicada para produtos de média rotação, pois proporciona a mínima perda de altura e um ótimo aproveitamento do espaço disponível.
A eficiência e a qualidade nas operações logísticas são atributos que tornam os sistemas de armazenagem da Bertolini cada vez mais utilizados por grandes empresas nacionais. A Transzilli (TZL), distribuidora cearense do ramo alimentício e farmacêutico, que mantém uma parceria de mais dez anos com a marca gaúcha, escolheu um projeto para o seu armazém, que engloba os sistemas Drive in estático, porta-paletes e Push Back, totalizando 93.300 posições paletes de capacidade e proporcionando um melhor gerenciamento dos produtos.
Outro cliente que atestou a qualidade dos produtos da Bertolini foi a Vigor. As soluções da marca estão presentes no novo centro de distribuição da empresa, localizado em Embu das Artes, São Paulo. Foram escolhidas estruturas do tipo porta-palete, Drive In Dinâmico ePush Back, além de um sistema automatizado e inovador no Brasil chamado Radio Shuttle. O projeto, instalado em uma área de 17.300 m², levou em conta cada necessidade da empresa, permitindo uma maior velocidade às operações do armazém, otimizando o espaço interno e o armazenamento de mais posições por metro quadrado.

Tabela comparativa
 Tipo / Caract.
Porta-palete
Porta-palete corredor estreito
Drive In
Drive In Dinâmico
Giro de produtos
Bom
Bom
Limitado - LIFO
Excelente - FIFO
Seletividade
Bom – 100%
Bom – 100%
Limitado – 20-30%
Bom – 100%
Ocupação de área
30%
50%
60%
60%
Altura máxima
12 m
15 m
12 m
12m
Equipamentos necessários
- Empilhadeira de contrapeso
- Retrátil
- Patolada
- Empilhadeira trilateral
- Empilhadeira de contrapeso
- Retrátil

- Empilhadeira de contrapeso
- Retrátil
- Patolada
Velocidade de picking
Média
Alta
Lenta
Alta
Aplicação
- Geral
- Alto giro
- Centros de distribuição
- Alto giro
Picking
- Fábricas e distribuidores  com poucos SKUs
- Ambientes refrigerados
- Gêneros alimentícios
- Alto giro
- Ambientes refrigerados
Observações
Pode receber diversos tipos de acessórios
Requer piso ultra plano
Excelente para grandes quantidades de produtos homogêneos
Necessita paletes de madeira de boa qualidade

Fonte: Revista MundoLogística; disponível em http://www.mundologistica.com.br/portal/noticia.jsp?id=2579; acesso em 10/03/2016.

13 agosto, 2013

Pesquisa avalia a gestão de estoques dentro das empresas [Revista Logweb]

O Inbrasc – Instituto Brasileiro de Supply Chain (Fone: 11 3302.9200) realizou um levantamento sobre a gestão de estoques dentro das empresas. Desenvolvida entre os meses de fevereiro e março deste ano, a pesquisa “Panorama da Gestão de Estoques” contou com a participação de 200 executivos, em sua maioria do segmento da indústria (66%) e de empresas de grande porte (71%).
Entre os itens analisados no estudo estavam as dificuldades relacionadas à mão de obra na gestão de estoques e as ações que a área tem tomado para amenizar estas dificuldades; os níveis de entendimento dos membros da equipe; os níveis de estoques com os fornecedores; as ações realizadas para manter um bom relacionamento com os fornecedores; os obstáculos enfrentados pela área; a utilização dos integrantes da equipe de suprimentos com relação à gestão de estoque; e a utilização de práticas sustentáveis.
Dentre as principais dificuldades apontadas pelos executivos, a falta de profissionais qualificados ficou em primeiro lugar, com 59% das respostas, seguida da ausência de gerenciamento dos profissionais, com 52%, e da relação com os fornecedores, em terceiro lugar, com 26%.
Entre as ações feitas para amenizar essas dificuldades, 52% dos líderes afirmaram realizar reuniões periódicas para alinhar estratégias com os fornecedores e executar treinamentos internos, 25% disseram realizar treinamentos externos e apenas 9% não apresentam nenhuma atividade.
Já no quesito “compartilhamento dos níveis de estoque com os fornecedores”, as respostas apontaram que uma pequena parcela, apenas 21%, executa esse tipo de ação. Já 39% afirmaram compartilhar algumas vezes e 40% negaram este tipo de artifício.
Com relação às ações realizadas para manter um bom relacionamento com os fornecedores, 64% dos executivos afirmaram avaliar frequentemente os principais fornecedores e 36% disseram fornecer e receber feedback sobre o desenvolvimento dos negócios.
A forma mais eficaz para manter os integrantes da equipe sempre atualizados, apontado por 33% dos entrevistados, é com a realização de uma transferência de conhecimento entre os colaboradores de suprimentos, sempre motivada pela liderança.
Já com relação às ações sustentáveis, quase metade dos entrevistados, 48%, disse utilizar dessas práticas. E apenas 19% disseram não trabalhar com esse tipo de iniciativa.
Os profissionais também afirmaram entender claramente os impactos financeiros, as metas organizacionais e os impactos operacionais que a gestão de estoques pode causar. Apenas 9% afirmaram não possuir nenhum tipo de entendimento.

Fonte: Revista Logweb; disponível em http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/32856/pesquisa-avalia-a-gesto-de-estoques-dentro-das-empresas; acesso em 13/08/2013.
 

30 maio, 2010

Gerenciamento de estoque em farmácias hospitalares [Trabalho acadêmico]

Segue abaixo o resumo de estudo realizado sobre a gestão de estoques em farmácias hospitalares. Assunto que, na minha opinião, merece especial atenção dado que insumos hospitalares e medicamentos são produtos de elevado valor comercial e inadequações no planejamento e controle de estoques podem levar ao excesso de material (com custos desnecessários) ou a sua falta (com riscos à saúde daqueles que necessitam da sua utilização).

O título do trabalho é Gerenciamento de Estoque em Farmácias Hospitalares - Estudo de gastos: Hospital Público x Hospital Privado, de autoria de Bruno de Assis Alves, Lívia Caroline Oliveira Dias, Lucas Felipe de Ambrósio Ribeiro e Wanderson Alves de Siqueira Conceição, da FATEC – São José dos Campos.

Resumo: Insumos hospitalares e os medicamentos estocados nas farmácias possuem um custo elevado. Sabemos que no setor da saúde, principalmente em hospitais, os recursos estão cada vez mais escassos, o que obriga aos gestores desses estabelecimentos uma busca por novas metodologias de controle. No caso desse estudo, que foi realizado com farmácias hospitalares, buscamos uma redução dos custos de medicamentos em estoques, evitando assim desperdícios com medicamentos fora de seu prazo de validade. Este artigo apresenta uma análise logística do controle de estoques de duas farmácias de hospitais distintos, um público e outro privado enfocando as formas de controle do estoque, além da relevância do trabalho de programas específicos para uma maior economia. Para tanto, estudou-se pela análise ABC o grupo dos medicamentos de preços mais elevados , que perderam sua validade no estoque hospitalar. Além da análise ABC também foram utilizadas outras teorias logísticas como Ponto de Pedido e Lote Econômico de Compras, para melhoria do gerenciamento de estoques. Na realização desse estudo foram utilizados coleta de dados por meio de entrevistas semiestruturadas, levantamento documental e observação não participante.

O artigo na íntegra pode ser solicitado ao Bruno, pelo e-mail bruno1886@gmail.com .